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6 de outubro de 2011

Atividade dinâmica - Uma questão de escolha



UMA QUESTÃO DE ESCOLHA

TEMA: Nós é que construímos, através das pequenas e grandes ações, infelicidade ou infelicidade.

- Otimismo é sempre a melhor alternativa, diante da vida.

Idade sugerida: crianças maiores de 8 anos

Sugestão: aplicar nas aulas de Livre-arbítrio, ação e reação.

Como utilizar:

Vocês vão reparar que o texto está dividido em FICHAS. A idéia é que as crianças escolham o final que querem para a história.

Quando li para as crianças, elas curtiram bastante.

O ideal é que o evangelizador leia (a pedido das crianças, é claro!) as diferentes alternativas, para mostrar que a mesma situação, se for ‘trabalhada’ de jeito diferente, pode dar resultados diferentes.

Como fixação, você pode pedir que elas criem coletivamente (com sua ajuda) uma história, onde também haja dois finais possíveis, um para a escolha ‘correta’ e outro para a escolha ‘errada’.

V amos ao texto!

UMA QUESTÃO DE ESCOLHA

FICHA 01

Júlia é uma menina inteligente. Ela mora numa c asa pequena e acolhedora, no bairro Laranjeiras.

Júlia é bem jovem, mas já aprendeu fazer escolhas. Quando acorda, por exemplo, ela tem duas opções pode: reclamar do raio de sol que atravessa as cortinas, dos pássaros que fazem algazarra do lado de fora e das tarefas que tem para fazer, ou pode fazer outra coisa: agradecer por mais um dia de vida, pelo sol e pelos pássaros e pela oportunidade de estudo e de trabalho.

Se você fosse a Júlia, o que escolheria?

Se você escolhe reclamar, leia a continuação da história na ficha 02

Se você escolhe agradecer, leia a ficha 22

FICHA 02

Júlia sempre reclama de acordar cedo. A mãe, Dona Isamar tem que chamá-la várias vezes.

A menina se arrasta mal-humorada, e continua a longa série de reclamações.

Ela diz que o leite está frio e que pão esquentado na chapa é coisa muito ruim. Reclama de vestir uniforme e que a Van do transporte escolar chega muito cedo.

Hoje, Dona Isamar teve uma conversa muito séria com a filha:

- Júlia, você precisa reclamar menos. Precisa deixar de usar esses óculos escuros aí!

- Óculos escuros, mãe? Mas eu nem tenho isso!

- Parece que tem sim, menina. Vê tudo de uma forma escura, pra baixo. Precisa levantar o astral

- Como assim, mãe?

- Minha filha, a mesma situação pode sempre ser vista de duas maneiras. O leite, que você considera frio, pode estar na temperatura ideal, para não queimar bocas mais delicadas. O pão não é fresco porque todos trabalhamos fora e não temos tempo para buscar na padaria, logo de manhãzinha. De tarde, a gente sempre dá um jeitinho e consegue comprar pão saído do forno, quentinho e saboroso, não é verdade?

- Ah, isso é mesmo, mãe...

- Lucio tem que buscar várias crianças e não pode esperar seus atrasos. Se toda criança atrasasse uns 5 minutos que fossem, já pensou a que horas ele chegaria na escola? Na hora do recreio!

- Sabe que até que é uma boa idéia, mãe?

- E como vocês aprenderiam o que precisam aprender, hein? É muito tempo perdido. . .

Como dissemos, a vida é feita de escolhas. Júlia pode escolher continuar reclamando, vendo sempre o lado ruim das coisas, ou ouvir a mãe e melhorar o humor, passando a valorizar as oportunidades.

E você, o que escolhe?

Se escolher continuar reclamando, vá para a ficha 03.

Se escolher reconhecer que estava errado e passar a ver a vida com outros olhos, vá para a ficha 22 veja quanta coisa pode acontecer...

FICHA 03

Mesmo tendo sido advertida várias vezes que esse comportamento não era o ideal nem a faria feliz, Júlia passa os dias no maior azedume. Briga com os colegas, quando não atendem seus caprichos e, por isso, aqueles que poderiam ser seus grandes amigos não se aproximam dela.

Reclama dos deveres da escola e, sempre que pode, deixa de fazer um ou outro. As notas dela, por isso mesmo , foram lá para baixo.

Na família, é conhecida como uma encrenqueira de mar a maior.

O pior de tudo é o que Júlia sente-se muito só e gostaria muito de ter amigos, boas notas e um bom relacionamento familiar.

O que Júlia precisa fazer para isso?

T irar os óculos escuros, é claro. T irar os óculos escuros e passar a ver o mundo com olhos brilhantes e felizes, percebendo oportunidades sagradas no exercício da existência.

FICHA 22

O s dias de Júlia são sempre recheados de boas surpresas, sabem por quê? Porque ela vê a vida com otimismo e alegria.

Pequenas coisas que acontecem lhe trazem alegria: o pão quentinho na chapa, feito com carinho pela Dona Isamar, a conversa alegre com os coleguinhas da van, as brincadeiras na hora do recreio, o aprendizado da sala de aula.

Júlia vê o mundo com bons olhos e, exatamente por isso, tem ânimo e clareza de raciocínio, quando surgem os problemas. Dificuldades com a escola, problemas de falta de dinheiro em casa ou resfriados são enfrentados com coragem e certeza de que é possível superá-los

Quem não gasta suas forças com reclamação e pessimismo, enfrenta melhor os próprios problemas.

E você, querido leitor, que escolha fará para sua vida toda?

FONTE: www.cvdee.org.br

28 de setembro de 2011

Trilha "Porta Estreita" e "Porta Larga"



Esse jogo é muito bom! As crianças amam.

Pode ser feito em todos os ciclos, do jardim à mocidade. Basta adaptar as questões e as tarefas.

Ele é baseado na passagem:

"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." - Jesus (Mateus 7:13 e 14)

É uma trilha, onde a criança ou o jovem serão levados a fazerem escolhas que levarão a uma pontuação, pois o importante, neste jogo, não é terminar a trilha primeiro, mas acumular um número mínimo de pontuação.

Um exemplo:

Na casa número 14 do caminho maior está escrito o seguinte: "Uma criança perdida? Opa! É preciso ajudá-la a encontrar seus pais. Se decidir ajudar, vá para a ESCOLA (que fica na casa 7), seus pais estão lá. Se não, avance uma casa." Se a criança decidir voltar à escola, então faz um número de pontos. Se não, avança a casa mas não pontua. Existe a opção de um caminho mais curto, mas nele não há distribuição de pontos. Para fazer o mínimo de pontos, não tem jeito: Tem que entrar pela porta estreita, ou seja, o caminho maior.

Entendeu? Vai parecer desvantagem o caminho mais longo ou as boas escolhas, mas somente eles fazem pontuação. E quem não faz o mínimo de ponto tem que começar de novo para acumular os pontos necessários. Sendo assim, quem acabou primeiro, sem pontuar, perdeu foi tempo, ao invés de ganhá-lo

Já fiz essa trilha muitas vezes. E não repeti a mesma trilha duas vezes. A que tenho guardada, é só um exemplo, para a idéia não se perder.

Para fazer a trilha humana com os pequenininhos, imprima as casas em folha A4 e faça a trilha no chão. Divida a sala em 4 grupos e eles escolheram a criança que será o Peão. Fazer um dado com uma caixa, fica muito bom. Aí, nas casas que não tem tarefas, criaar algumas, como por exemplo, perguntas simples sobre o tema da aula. Ou então versinhos sobre o tema onde a criança teria de advinhar a palavra que falta.

Olha um exemplo:

Livre arbítrio!... Livre arbítrio!...

O homem faz o que quer,

Mas sempre responderá

Por aquilo que ....................... (aí a criança é que tem que adivinhar) FIZER.

Cornélio Pires, no livro: Caminhos da Vida, psicografia de Francisco C. Xavier

Fica bom usar as músicas de evangelização, cantando um pedaço e a criança completando.

Para os maiores, dá pra usar questões do Livro dos Espíritos, passagens do Evangelho, Poesias mais complexas...

Com a turma mais tímida, que eu sabia que não quererão ser peões humanos. Fazer uma trilha enorme, que dê em uma mesa grande, ocupando-a toda. Os peões enormes também.

Aí, de lembrança, manda a trilha pequena, com peões e regras para a criança brincar em casa. As tarefas podem ser fichas, que podem ser embaralhadas e retiradas quando se cair nas casas marcadas. Faz um dadinho de papel pra ela montar, e pronto! É um sucesso e ela ainda vai lembrar da evangelização em casa!

Aqui está sugerido para o tema Livre Arbítrio, mudando o contexto da trilha. Colocando perguntas e respostas, etc...

Se a gente tiver boa vontade e espírito de serviço, fica tudo muito tranquilo. Nossas crianças merecem, com certeza!

Fonte: http://cooperecomjesus.blogspot.com/2010/03/trilha-porta-estreita-e-porta-larga.html

12 de setembro de 2011

Caça ao Tesouro


Caça ao tesouro

Tesouro Material e Espiritual

Uma experiência lúdica nas dependências da casa espírita

A idéia é aplicar este tipo de atividade adaptando no tempo e dentro do espaço físico disponível da casa espírita, com o intuito de ajudar o evangelizando a refletir sobre a verdadeira propriedade, sobre o que realmente possuímos que são nossas conquistas e valores morais.

Os evangelizando irão à caça ao tesouro, e ao lançar a proposta para a turma sobre este tipo de atividade, eles deveram estar ciente que existe DOIS tesouros, mas apenas um deles é verdadeiro.

A faixa etária das crianças em que usei essa atividade é sete anos.

A caça ao tesouro

Na "Caça ao tesouro" os participantes estarão divididos em grupos. Cada grupo receberá a primeira pista e um mapa do local.

O grupo deve designar um capitão que deve ficar responsável.

Essa pista (enigma) indicará o próximo local onde estará escondida a próxima pista. Depois de decifrada o primeiro enigma, os participantes irão em busca do próximo e assim sucessivamente, sempre observando o mapa, até que o último enigma levará ao local do tesouro. Os dois tesouros, por sua vez, deverão estar escondidos nos parâmetros do local indicado pelas pistas.

Regras

1. Trabalhar em equipe;

2. Não saltar pistas;

3. Não gritar ou correr nos corredores.

A Área para a Atividade

Todo o espaço disponível da casa espírita para as crianças.

Na casa espírita onde sou evangelizadora, usei o corredor, recepção e salas. Coloquei as pistas próximas a objetos como, por exemplo: no relógio e no calendário da recepção, porta da biblioteca, espelho do banheiro, sala de material da evangelização.

As Pistas

As pistas que usei:

Coloquei ao fundo o desenho propositalmente como dica, mas quando necessário dei mais dicas.

O mapa do tesouro

Para preparar um legítimo mapa do tesouro você vai precisar de uma folha de papel branca e envelhecê-la. Ou, você pode usar um tipo de papel pardo para desenhar o mapa.

O primeiro passo para o mapa ficar realista é envelhecer o papel. Isso você consegue molhando um algodão em chá forte ou café e passando no papel. Use um secador de cabelos para secar o papel e ir vendo o resultado. Faça isso dos dois lados.

Depois de bem seco, com uma vela acesa queime a volta toda do papel. Peça ajuda de outra pessoa para segurar o papel enquanto você passa a chama da vela. Faça pequenos trechos de cada vez e vá apagando. Procure um lugar seguro e tenha muito cuidado para evitar acidentes e incêndios.

Depois basta desenhar o mapa de acordo com o local da caça ao tesouro e as pistas que vai sugerir.

Abaixo está o mapa que fiz da área que usei.



O baú do tesouro

Com o mapa pronto você vai precisar fazer o Tesouro MATERIAL e o ESPIRITUAL. Queria fazer bem realista e então comprei dois pequenos baús, mas você encontra moldes de baú de papelão na internet para montar.

No baú de TESOUROS MATERIAIS, usei (comprei em uma loja da minha cidade) imitação de moedas de cor prata, cobre e ouro, coloquei dinheirinho de papel (reais), colares, pedras coloridas (muitas e diversas cores) que faz bijuterias. Ficou muito bom.

No baú de TESOUROS ESPIRITUAIS você pode comprar várias caixas de acrílico em FORMATO DE CORAÇÃO e dentro colocar nomes de virtudes, ou também você pode imprimir cartões coloridos com os nomes de virtudes, como as da gravura abaixo.




Fim do Jogo

A brincadeira termina quando encontram os dois baús.

Reunidos na sala, pedir ao grupo que abram os baús, para então questionar: Qual é o VERDADEIRO TESOURO? Aquele que a traça e a ferrugem não corroem e os ladrões não roubam!

Conclusão

Foi uma diversão! Até a pequena Camila que estava triste com a internação da irmãzinha passou momentos felizes e descontraídos.

Essa brincadeira foi aplicada na aula sobre a Verdadeira Propriedade (Evangelho Seg. o Espiritismo, cap. 15).

4 de setembro de 2011

Atividade - Televisão ou Cineminha

Como fazer: O filme, ou seja, as tiras da história devem ser feitos em folhas ou pedaços de papel com tamanho um pouquinho maior que a largura da tela. Cada cena é colada umas as outras formando uma longa tira. Colocar na cena inicial o nome da história, do autor e de quem ilustrou. A última cena deve ter a palavra FIM para mostrar que terminou. As pontas do filme devem ser reforçadas com um papel mais grosso. O filme deve ter ambas as pontas presas com durex para não soltar.

A história que usei é do livro: Brincando e Aprendendo o Espiritismo, volume 4. Após a aula tema “A Necessidade da Caridade” em que contei a história, distribuir a TV e a tira (já coladas) para colorir. Os pequeninos ADORARAM!

Faça o download das gravuras e cole no Word. A TV imprima em papel grosso (A4 – 60 gramas). Fure na parte de cima (horizontal) com palito de churrasco e cole com durex a ponta inicial e a final do filme com durex.











História: “Davi”

João era um homem que vivia nas ruas.

Sobrevivia graças às esmolas de algumas pessoas.

Certo dia, Marcos, um menino muito especial, viu o João chorando.

Aproximou-se e perguntou:

- Por que o senhor está chorando?

João ficou surpreso com o gesto do menino, pois há muito tempo ninguém sequer lhe dirigia um olhar.

- Ah, meu filho, que bom, até que enfim Deus mandou alguém para conversar comigo!

Marcos sentiu muita compaixão daquele homem que se sentia feliz com um simples gesto de atenção e perguntou:

- O senhor está precisando de alguma coisa?

- Não, meu amigo, o que eu estava pedindo a Deus acaba de acontecer.

Marcos ficou sem entender nada e disse:

- Não estou entendo.

Seu João, muito feliz, explicou:

- Há muito tempo que as pessoas me dão de comer, trazer roupas, dão até dinheiro, mas sequer olham para mim. Você, ao contrário, me chama de senhor, e até me trata como se fôssemos iguais.

Marcos, que era um menino simples, explicou para seu João:

- Ué, mas todos nós somos iguais perante Deus. Eu aprendi isso com meus pais, e eles aprenderam com os ensinos de Jesus. Meus pais foram ricos. Mesmo tendo muitas coisas materiais, sentiam um vazio dentro deles mesmos, que nada conseguia preencher.

Um dia, resolveram que iriam ajudar alguns velhinhos abandonados, sem família. Sabe, seu João, meus pais venderam muitas coisas que “possuíam” e compraram uma casa simples. Com o dinheiro, compraram uma chácara bem grande. É nessa chácara que eles cuidam com muito carinho de cinqüenta idosos. E sabe, seu João, meus pais se sentem muito mais felizes hoje, do que antes, quando eram ricos.

Seu João, sentindo-se já muito melhor com a história que acabara de ouvir, disse:

- Puxa, Marcos, eu pensava que para ser feliz precisava ser rico. Será que seus pais não precisam de alguém para ajudá-los? Eu não quero dinheiro, apenas um teto e comida.

Marcos não pensou duas vezes.

- Claro, seu João, hoje mesmo falarei com meus pais. Com certeza, daqui a alguns dias, o senhor sairá das ruas.

- Obrigado, meu amigo!

- Agradeça a Deus, pois nós só temos, realmente, o que podemos dar.

Tânia Amaral

Do livro: Brincando e Aprendendo o Espiritismo, volume 4.


11 de agosto de 2011

Atividade - Monte sua Família





ATIVIDADE – Monte Sua família
Como fazer:
1. Colorir e recortar as pessoas da sua família;
2. Colar no porta-retrato.
Está pronto o porta retrato de sua família!
*Você pode também usar como quadro para parede.














* Disponibilizo a atividade no word por Email, caso haja dificuldade em copiar as imagens.

10 de julho de 2011

Fantoche Menino e Menina


Material: TNT, EVA, pincel atômico, cola para tecido e EVA e olhinhos de papel.

Como fazer:

Recorte a cabeça, as mãos e o cabelo com o EVA.

O corpo use o TNT. Costure o corpo e as mãos. Cole a cabeça com os olhinhos e o cabelo.

Com o pincel atômico, pinte a boca.

Para fazer a roupinha, recorte em TNT e depois cole.

Está pronta o seu fantoche!

Para fazer vários tipos diferentes de fantoches basta usar a criatividade! Prenda lacinhos na cabeça, ponha brincos, crie uma peruca com lâ, faça um chapéu, uma gravata, enfim, use a sua imaginação!

Para fazer um teatrinho de fantoches, você pode utilizar um lençol bem grande e um cordão para estender roupas. Amarre o cordão de uma ponta a outra da sala e estenda o lençol. Pronto!

Agora é só apresentar a peça!


MOLDES



4 de julho de 2011

Confeccionando uma Marionete

MARIONETE

Para fazer uma marionete você vai precisar de:

- Jornal

- Fita adesiva (durex largo)

- TNT ou retalho de tecido

- Uma vareta de madeira (palito de picolé ou espeto de churrasco)

- Uma fita de tecido, um pedaço de barbante ou um cordão

- Pincel atômico

Faça uma bola de jornal do tamanho de um limão grande. Firme essa bola passando a fita adesiva em sua volta para que ela fique redondinha.

Enfie a vareta na bola e deixe-a bem firme passando mais fita adesiva.

Coloque o retalho de tecido por cima da bola de forma que ele caia para todos os lados.

Fixe o pano amarrando-o com a fita de tecido logo onde a bola termina e começa a vareta. Faça um laço bem bonito.

A bola é a cabeça do boneco e o tecido caído à sua volta é a sua roupa.

Com o pincel atômico, pinte os olhos, o nariz e a boca.

Está pronta a sua marionete!

Para fazer vários tipos diferentes de marionetes, basta usar a criatividade! Prenda lacinhos na cabeça, ponha brincos, crie uma peruca com lâ, faça um chapéu, uma gravata, enfim, use a sua imaginação!

Para fazer um teatrinho de marionetes, você pode utuilizar um lençol bem grande e um cordão para estender roupas. Amarre o cordão de uma ponta a outra da sala e estenda o lençol. Pronto!

Agora é só apresentar a peça!


Fonte: Livro de Atividades Educativas da Turma do Dequinho, de Clésio Tapety.


29 de maio de 2011

JOGO: Pensando e Agindo no Bem

Este é um jogo sobre atitudes e pensamentos no bem. Pode ser jogado em forma de trilha (ou caminho, onde cada quadrado é uma parte do caminho, como em uma calçada), com um dado e uma bola de papel colorido para marcar o lugar de cada evangelizando (ou outro objeto colorido); em um grande tabuleiro em cima da mesa; ou riscado a giz, como em um jogo de amarelinha em espiral, numerando cada casa (pedaço do jogo que corresponde a uma das ordens do jogo - avance uma casa, volte duas).

Pode-se fazer, também, um tabuleiro com uma pista de peões. Os peões são posicionados no início da pista e as cartelas no centro dela. Sorteia-se a ordem dos jogadores e a cada jogada o jogador tira uma cartela, lê em voz alta e executa a tarefa. As crianças adoraram e o evangelizador, poderá explorar diversos assuntos ou um em especial durante o jogo.

Esta atividade foi elaborada pela evangelizadora Nilda, da Fraternidade Espírita Casa do Caminho – Belo Horizonte/MG.