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30 de julho de 2011

Aula - Família


Objetivos: os evangelizando deverão reconhecer:

· A importância do grupo familiar

· O seu papel nesse núcleo

Base doutrinária: Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.XIV.

Atividades iniciais

1 . Prece

2 . Apresentação da música Família, com Padre Zezinho ou Laços de Família do Conjunto Acorde da Paraíba.

3 . Introdução ao tema:

Contar aos evangelizando duas histórias sobre família. A primeira fala dos laços de ódio que os une por erros de vidas passadas e a segunda família, essa em processo evolutivo adiantado, reencarnam juntas para continuarem seu aprendizado. Veja abaixo as histórias.

História 1


Uma bonita jovem casou com um fazendeiro de idade madura. Depois de certo tempo, descobre que ele teve dois filhos com uma escrava. Indignada, manda vender a escrava, que vai trabalhar em local pantanoso e logo morre de febre maligna. Coloca os dois rapazes no tronco, acusados falsamente de ladrões. Após, manda colocar pesadas correntes em seus pescoços que ficam cheios de feridas. Eles ficam tuberculosos. Ninguém os socorre e eles morrem miseravelmente. No mundo espiritual reúnem-se com a mãe e, cheios de ódio, passam a perseguir a fazendeira cruel. Esta adoece e sofre por dez anos, sem que médico algum consiga curá-la. Desencarna. Encontra seus perseguidores que se liga a ela por meio de fios fluídicos. Eles, na forma de ovóides. Quando o fazendeiro morre, também é atraído pelo grupo. Quando se torna possível, após muitos anos, ele reencarna. A ex-esposa também reencarna para casar novamente com ele e terão como filhos, os três inimigos para aprenderem a se perdoar e se amarem.

Livro "Libertação", André Luiz, cap. 7, pág. 95 a 100 – resumo (Extraído do Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo, 3º ciclo da infância - FERGS)

História 2


A casa de Laura na cidade espiritual "Nosso Lar", é uma grandiosa construção cercada de colorido jardim (pág. 96). A casa foi comprada por seu esposo, Ricardo (espírito), que desencarnou 18 anos antes de Laura. Pelo seu trabalho pôde comprar a casa. A moeda de "Nosso Lar" é o Bônus-hora. É uma ficha que remunera 1 hora de trabalho prestado com dedicação. Uma casa custa, em média, 30.000 Bônus-hora, ou seja, 30.000 horas de trabalho. Leva-se mais ou menos oito anos para se conseguir este valor, trabalhando 12 horas por dia. Folga-se 1 dia por semana. Quando Laura desencarnou foi morar com o esposo, na casa comprada. Os dois trabalhavam e estudavam com muita dedicação e amor. Depois de alguns anos os dois filhos, Lísias e Judite, desencarnaram e foram morar com eles. Compõe uma família feliz, no mundo espiritual. Depois de alguns anos Ricardo reencarna Laura também renascerá para casar com ele. No momento certo, os dois filhos também reencarnarão como filhos do casal. A família se reconstituirá na Terra. O aprendizado continuará.

Livro Nosso Lar, psicografado por Francisco Cândido Xavier - Pág. 264 a 269, cap. 48- resumo (Extraído do Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo, 3º ciclo da infância - FERGS)

4 . Desenvolvimento:

Fazer comentários e comparações sobre as duas histórias. Pedir aos evangelizandos que comentem sobre as diferenças entre as duas histórias e que lição se pode aprender com elas.

Ø História1 - Salientar que o ódio e a vingança também unem os seres humanos e que a vida se encarrega dos reajustes necessários. A família é a melhor escola. O esquecimento do passado é uma bênção de Deus aos seus filhos, facilitando aos desafetos o perdão, através do amor que os une nos laços de família.

Ø História 2 - Comentar sobre o amor que existe entre os membros da família, lembrando o encontro no Plano Espiritual e a reencarnação para dar continuidade ao processo evolutivo.

Dividir os evangelizando em grupos e dar um texto para cada grupo ler e fazer a explanação do que entendeu.

Sugestão para texto de apoio:

O parentesco corporal e o parentesco espiritual.

Os verdadeiros laços de família não são os da consangüinidade e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais unem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Dois seres nascidos de pais deferentes podem ser mais irmãos pelo sangue.

Não é pelos laços de sangue que se criam elos entre os espíritos. O corpo é procedente do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, uma vez que o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho, mas apenas lhe fornece o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.

Laços de afeto e desafeto entre os Espíritos.

Normalmente, os espíritos que se reúnem numa família, através da reencarnação, principalmente como parentes próximos, já se encontram ligados por relações anteriores, que se expressam por uma afeição recíproca na existência terrena. Mas, também pode acontecer de se reunirem, numa mesma família, os que são completamente estranhos uns aos outros, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores. Disso resulta um relacionamento de mútuo antagonismo, que lhes serve de provação.

Os verdadeiros laços de família não são os da consangüinidade.

Assim, os verdadeiros laços de família não são os da consangüinidade e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais unem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Portanto, dois seres nascidos de pais deferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. Podem então atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irmãos consangüíneos podem se repelir, conforme podemos observar claramente todos os dias. Este é um problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências.

A família corporal e a família espiritual

Sendo assim, há duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma. As segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, já na existência atual.

Foi neste contexto que Jesus, estando diante de sua mãe e de seus irmãos, perguntou a seus discípulos: _Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?

(Marcos, cap. III, vv. 20, 21 e 31 e 35. _ Mateus, cap. XII, vv. 46 a 50.)


*Estudo elaborado a partir do item A parentela corporal e a parentela espiritual, cap. XIV, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, editado pela Federação Espírita Brasileira _ FEB www.febnet.org.br

Solicitar que durante um ou dois minutos eles pensem em alguém que tenham dificuldades de relacionamento. Após, distribuir uma cartolina em forma de círculo duplo para que, durante a semana, eles façam alguma coisa de bom com relação a esta pessoa. Quem quiser pode escrever no círculo para compartilhar a experiência com os colegas no próximo encontro. Escrevemos na frente da cartolina uma frase: “Promova a paz fazendo o bem.”

5. Prece final

*Desconheço a autoria

Aula - Família - dádiva divina

Objetivos: A criança deverá ampliar sua concepção de família, entendendo-a como a reunião de pessoas que se propõem conviver juntas, harmonizando interesses e desenvolvendo laços afetivos.

Harmonização com musica

Prece inicial

Primeiro momento: explicar que Deus criou os seres humanos, os animais e as plantas. Assim, existem as famílias dos seres humanos, dos animais e das plantas. As pessoas de uma mesma família geralmente vivem em uma mesma casa, mas também pode ocorrer que morem em casas separadas, quando os pais se separam ou os filhos crescem e vão morar fora sozinhos ou com o marido, a esposa e os filhos.

* Faz parte de nossa família nossos pais ou as pessoas que são responsáveis por nós. Também fazem parte de nossa família os nossos avós. Às vezes nossa família aumenta com a chegada de outros filhos, nossos irmãos ou de alguém que vem morar conosco.

Obs.: poderá ser levado brinquedos de montar que tenham vários animais ou bonecos para que as crianças montem as famílias ou desenhos de família de pessoas, animais ou plantas para as crianças observarem os vários grupos de famílias que existem. Momento em que o evangelizador pode mostrar, através dos brinquedos, os vários tipos de família que podem ser formadas.

*Apesar das diferenças, todos vão aprendendo a viver em grupo. Cada integrante da família tem um papel importante, e todos juntos, com atitudes de amor, de educação e bons sentimentos devem incentivar a união e o respeito entre os familiares e o amor a Deus e ao próximo. O lar é um local onde se aprende muitas coisas importantes, que vão ser úteis por toda a vida e até para as reencarnações seguintes.

Segundo momento: contar A História de Lenita.

A História de Lenita

Lenita era uma menina linda: gordinha, com as bochechas rosadas. Ela gostava muito de brincar com bonecas e correr pelo jardim atrás das borboletas coloridas.

Ela admirava a natureza e gostava de todos os animais que havia no sítio em que ela morava com seus pais e sua irmã Lúcia. O sítio ficava longe da cidade, mas perto de sua casa passava um rio, onde a água limpinha deslizava sobre as pedrinhas. Nesse rio era possível ver os lambaris nadando; aos domingos ela e a mãe costumavam pescar lambaris para o jantar.

Lenita adorava o sítio e sua família. Ela e sua irmã costumavam passar as tardes juntas, brincando e observando a natureza.

Lenita, porém, não era muito obediente. Ela achava que seus pais lhe ensinavam coisas bobas, que não serviam para nada. Ela também pensava que obedecer não era importante, e que as regras da casa não eram para ela, porque ela sabia melhor que seus pais o que podia e o que não podia fazer.

Por causa dessas idéias, Lenita se metia em muitas confusões: uma vez tomou um banho de chuva e ficou com febre por dois dias porque não obedeceu a sua mãe e foi para a escola sem guarda-chuva e sem casaco para o frio. Outra vez, Lenita gazeou aula e foi tomar banho de rio, mas caiu, quebrou o braço e sua mãe descobriu que ela estava faltando aula.

Lenita foi crescendo e aos poucos percebeu que o que seus pais lhe ensinavam eram coisas interessantes e que eles queriam o seu bem. Sempre que desobedecia, acabava descobrindo que se tivesse obedecido o resultado seria melhor. Assim, por exemplo, se ela tivesse ouvido sua mãe e estudado para a prova, teria tirado uma nota melhor.

Lenita também descobriu que falar a verdade é melhor que mentir, pois sempre que ela mentia além de sua mãe descobrir, Dona Augusta ficava triste com a atitude da filha.

O tempo passou, a menina cresceu e foi estudar em outra cidade. Longe dos pais, aprendeu a dar ainda mais valor aos conselhos de seus pais. Sempre que falava com eles ao telefone, Lenita contava as novidades que havia acontecido e muitas vezes sua mãe lhe dava conselhos muito legais sobre como agir.

Hoje Lenita está casada, e tem uma filhinha que se chama Letícia. Ela ensina para Letícia as mesmas coisas que sua mãe lhe ensinava, com o mesmo carinho e amor. Letícia também não obedece às vezes, mas Lenita através do exemplo e da conversa amorosa sempre está a lhe mostrar o caminho do bem. Com o tempo, Letícia vai aprender que aquilo que aprendemos no lar nos serve para toda a vida.

Terceiro momento - atividade: pintar a figura de Lenita.


Sugestão de desenho


Aula - Família dos nossos amigos



Objetivos: Conscientizar o evangelizando de que cada um tem a família necessária para crescer e aprender coisas importantes para ser feliz. Levar o evangelizando a entender que sendo filhos de um mesmo PAI, DEUS, somos todos irmãos.

Harmonização com música

Prece inicial

Primeiro momento: contar a história Família ideal, adaptando de acordo com a idade. O evangelizador pode levar fotos de sua família e de revistas, para ir ilustrando a história.

Família ideal

Enquanto ia para a Evangelização Infantil no Grupo Espírita, Jô lembrou que, em sua escola, a próxima semana seria a Semana da Família. Ela não gostava dessa data porque seus pais não moravam juntos e, no ano anterior, seu pai trouxe a namorada para a festa da escola.

Quando a aula de Evangelização iniciou, Jô descobriu que o assunto era Família. Ela se escondeu atrás de um livro, pois não queria falar sobre isso.

Mas logo se interessou pelas fotos e gravuras de várias famílias: algumas com a figura do pai, da mãe, dos filhos e avós; em outras, o pai desencarnou e na foto estavam apenas a mãe e os filhos; havia uma em que os pais se separaram e moram em casas diferentes, e outra em que o filho mora com a mãe e há muito tempo não vê o pai porque ele mora em outro Estado.

Logo as crianças começaram a contar sobre suas famílias: Fábio mora com os pais e os avós; a mãe de Edu desencarnou e ele mora com o pai; José mora com a mãe e o pai, e seu irmão mais velho mora em outra casa com a esposa e os filhos; Gil mora com a mãe, seu pai mora em outra casa, e seus avós vivem em outra cidade. Jô contou que seus pais se separaram, e que ela mora com a mãe e os irmãos.

A evangelizadora explicou, então, que família não são apenas as pessoas que moram na mesma casa, mas as que estão unidas por laços de afeto. E que os pais que desencarnaram não deixam de fazer parte da família, apenas estão morando no Mundo Espiritual, e que de lá amam seus filhos e zelam por eles.

- Então, qual a melhor família? - perguntou Adriana, a evangelizadora.

Ninguém respondeu. Jô pensou em uma família com pai, mãe e filhos, todos morando na mesma casa.

A evangelizadora olhou para um aluno e apontou dizendo: - A sua! Apontou para outro e disse a mesma coisa. E assim fez com todas as crianças.

E concluiu:

- Não existe uma família ideal. Cada um tem a família certa para si. Existem apenas diferentes tipos de família, cada uma com suas características, mas cada família é especial!

Aos poucos, as crianças compreenderam que cada um reencarna na família que é a mais indicada para o que precisam aprender nesta vida. E que família é um grupo de pessoas que se reúnem para se ajudarem e evoluírem juntas.

No final da aula, Jô desenhou sua família: a mãe, o pai, os irmãos, e os avós que já desencarnaram; afinal, aquela não era uma família diferente, mas uma família especial, a sua família.

Claudia Schmidt

Segundo momento: conversar com as crianças.

* As famílias não são iguais, mas cada um tem a família necessária para crescer e aprender coisas importantes para ser feliz.

* Cada pessoa que faz parte da família tem características físicas e gostos diferentes. Uns são magros, outros mais gordos, uns baixos, outros altos, uns gostam de comer chocolate, outros gostam de tomar sorvete, mas cada um tem qualidades especiais e todos são importantes.

* Os nossos amigos podem ter famílias diferente da nossa, mas todas são importantes. Devemos respeitá-las e demonstrar o nosso carinho através da amizade.

Quarto momento: distribuir um desenho de família, para que as crianças pintem. Depois que todos houverem pintado, recolher e coloca-los em um varal. Pedir, ao final, que as crianças observem os desenhos, percebendo que cada criança pintou de um jeito e utilizou certas cores; assim também acontece com as famílias, cada família tem características próprias e todas são importantes.

Obs.: se o evangelizador achar interessante, e possível, poderá solicitar que as crianças tragam, na próxima aula (ou mandar um bilhete na aula anterior), fotos de sua família. Reunir todas as fotos, em um cartaz (cartolina colorida) e escrever uma bonita frase sobre a importância da família. Ex: Obrigado, Deus, pela minha família!

Prece de encerramento

Sugestão: Maternal.

Fonte: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/

Aula - Família - irmãos


Sugestão: Maternal e Jardim.

Objetivos: Conscientizar o evangelizando de que todos nós fazemos parte de uma mesma família. Levar o evangelizando a entender que sendo filhos de um mesmo PAI, DEUS, somos todos irmãos.

Harmonização com música

Prece inicial

Primeiro momento: contar a história Diversão Garantida. O evangelizador pode contar a história utilizando-se de brinquedos: três bonecos maiores para fazerem o papel dos personagens e brinquedos menores para serem as bonecas e os carrinhos. Também podem ser levados vários brinquedos para comporem a narrativa, inclusive um quebra-cabeça.

Diversão garantida


Em uma tarde chuvosa, Andressa e Tiago, que eram gêmeos, estavam brigando de novo. E tia Beatriz sabia o motivo: eles se recusavam a emprestar os brinquedos um para o outro.

Observando a briga, a tia não se conteve:

- Eu tenho uma idéia bem legal! Coloquem todos os brinquedos de cada um em cima da sua própria cama, e no chão coloquem os brinquedos que pertencem aos dois. Eu posso ajudar!

Logo o quarto virou uma enorme bagunça, mas a tia tinha certeza de que a idéia era boa. Andressa e Tiago começaram a tirar do armário e do baú brinquedos e jogos que não brincavam há tempos! De alguns eles nem se lembravam!

- Olha só esse quebra-cabeça – disse Andressa, enquanto todas as peças se espalhavam pelo tapete.

- Eu quero ajudar a montar! – e logo os dois irmãos estavam brincando juntos.

Descobriram também alguns carrinhos que Tiago tinha perdido e que nunca mais tinha encontrado: estavam na gaveta da cama, atrás de umas revistas em quadrinhos que ele tinha esquecido onde tinha guardado.

Tia Beatriz ajudou Andressa a arrumar as bonecas, que eram muitas, colocando uma ao lado da outra:

- Nossa! Quantas bonecas eu tenho!

Enquanto isso, Tiago contava quantos carrinhos havia na enorme fila do posto de gasolina. Eram tantos!

- Posso ajudar? – quis saber a tia.

- Meninas não brincam de carrinho! – disse logo Tiago.

- Brincam sim! - contestou a irmã. Mamãe e tia Beatriz não dirigem, por acaso? Não existe mais essa coisa de brinquedo de menino e brinquedo de menina.

Diante da afirmativa, Tiago deixou a irmã e a tia brincarem com seus carrinhos. Alguns momentos depois ele perguntou se não podia estacionar alguns carrinhos na garagem da casinha de boneca que estava em um canto do quarto.

- Pode sim! – disse sorridente a dona da casinha.

Muito tempo depois, a tia pediu que eles contassem quantos brinquedos havia no quarto. Eram muitos! Logo desistiram e voltaram a brincar juntos.

Com muito jeito, a tia foi fazendo com que eles percebessem que dividir os brinquedos com os amigos e irmãos é sempre muito legal e divertido, e que quando todos brincam juntos, a diversão é garantida!

Em uma próxima oportunidade ela pretende ensinar aos sobrinhos como é importante doar os brinquedos que não são mais usados, porque outras crianças vão adorar brincar com eles. Tomara que essa conversa seja em breve, em outra tarde cheia de brincadeiras...

Claudia Schmidt

Segundo momento: conversar com os evangelizandos.

* Quem tem irmãos? Costumam brincar com os irmãos? Quem não tem irmãos têm amigos, com quem brincam. Deixar que as crianças digam os nomes dos irmãos e de alguns amigos.

* Como são as brincadeiras?

* Costumam emprestar os brinquedos? Recebem brinquedos emprestados?

* Cuidam dos seus brinquedos? E dos brinquedos dos outros?

* Lembrar que é divertido brincar quando todos se respeitam e dividem os brinquedos. Respeitar é saber esperar a sua vez de brincar, não querer o brinquedo do outro quando ele está usando. Quando participar de um jogo, respeitar as regras, os outros jogadores, saber perder e saber ganhar (não ficar bravo ou zombar dos outros).

* O que devemos fazer com os brinquedos que não usamos mais? Doá-los a outras crianças que vão ficar contentes em brincar com eles.

Terceiro momento – atividade: distribuir uma folha em branco para que as crianças desenhem seus brinquedos favoritos. Nos desenhos das crianças menores o evangelizador poderá colocar cola e enfeitar com grãos de milho ou feijão (ao redor do desenho).

Prece de encerramento

Fonte: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/

27 de julho de 2011

Aula - Altruísmo


Objetivo: Identificar o Amor como a presença Divina em todo o Universo, evoluindo do egocentrismo ao altruísmo, de acordo com os níveis de consciência.

HARMONIZAÇÃO INICIAL

PRECE

1- ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Preparar, para uso em flanelógrafo, a figura de um rio. Pode ser utilizado o anexo 1, prolongando o curso dágua (a queda dágua facilita a compreensão da direção das águas). Colorir de modo a valorizar o recurso, que introduz importante conceito. Fazer um corte horizontal no rio para nele movimentar a canoa anexo 2.

Colocar o desenho da canoa no rio e dialogar com o grupo a partir das seguintes questões:
– Como o remador terá mais segurança e tranqüilidade: descendo o rio, isto é, seguindo a direção das águas (movimentar a canoa) ou seguindo na direção contrária? (movimentar a canoa)
– O que acontece quando remamos na direção contrária ao fluxo das águas?

2- ATIVIDADE REFLEXIVA

A partir do diálogo, apresentar os seguintes conceitos:

· O amor de Deus é semelhante às águas de um grande rio. Vivemos nesse “rio de amor”, que irradia permanentemente sobre nós, envolvendo-nos.

· Quando vivemos com amor no coração e nos nossos atos, sentimos mais tranqüilidade e segurança, embora continuem os desafios, porque a vida é semelhante a quem rema na direção das águas do rio: contornamos mais facilmente os obstáculos, poupamos energia e saúde.

· Quando vivemos sem amor, ou seja, na direção contrária ao fluxo do amor de Deus, distantes das suas leis, fazemos esforços desnecessários, sofremos mais, os obstáculos são maiores, podemos perder forças e saúde, corremos o risco de “afundar”.

· A energia Divina é sempre o Amor que se irradia por toda parte. Mas para senti-lo, precisamos aprender a sintonizar com ele, desenvolvendo-o, aos poucos, em nós.

3 - Utilizando os anexos 3, 4, 5 e 6, dialogar sobre a evolução do Amor no ser:
Anexos 3 - Inicialmente o sentimento de Amor fica centrado na própria pessoa. Ela só se preocupa consigo mesma. Quer ser o centro das atenções, tirar proveito das situações, não se importando se está ou não prejudicando os outros. É um Amor ainda infantil.
Anexo 4 - Com o tempo, através das experiências de desenganos e dor nas múltiplas existências, desperta o amor pelos filhos, pela família, pelos amigos, pelos que lhe dedicam afeto. É ainda um amor muito restrito porque dá na medida que recebe. É a adolescência do Amor.
Anexo 5 - Só muito depois, a pessoa passa a ter compaixão por quem sofre, a desculpar, a dedicar-se pelo bem de alguém ou de algum ideal. É o Amor adulto, já capaz de doar-se.
Anexo 6 - Um dia esse Amor será total, capaz de qualquer renúncia, tal como o das Grandes Almas, das quais Jesus é o modelo mais perfeito. É o Amor em plenitude, incondicional.

4 - Dialogar com o grupo, a partir da pergunta:
Se todos nós alcançaremos esse Amor total que nos fará sentir a felicidade que tanto desejamos, e o que podemos fazer para acelerar a evolução desse Amor?

Concluir com os seguintes conceitos, após citar exemplos do cotidiano:
1. Sempre que erramos, isto é, agimos na direção contrária ao Amor, sofremos. Esse sofrimento nos mostra que não escolhemos o melhor caminho. Quantos sofrimentos criamos pela ambição, pela ilusão do poder, pela irresponsabilidade!...
2. Quando entendemos que é melhor seguir o caminho do Amor a Deus e ao próximo, passamos a ter mais equilíbrio, nos libertamos dos vícios, das ilusões e, em conseqüência de muitos sofrimentos.

5- Movimentar novamente a canoa pelo rio e lançar apenas a pergunta para ficar como reflexão:
– O que será melhor: acompanhar a “correnteza” do amor de Deus ou viver contra ela?

6- ATIVIDADE CRIATIVA

Forrar a mesa com um papel azul para representar o “rio da vida”. Este rio pode ter margens floridas, pequenas ilhas, obstáculos, etc. Propor que cada um faça com dobradura um barco de papel (modelo abaixo) que representará o “barco da sua vida”. Feito o barco, cada participante o colocará no “rio da vida”, no local e na posição que desejar. O barco poderá ficar separado ou junto de outro, próximo ou distante da margem, etc. Pedir que cada um justifique a sua escolha.

7- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE

Da forma habitual. Imaginar que está flutuando por águas claras e tranqüilas no “rio de amor de Deus”. Sentir o embalo agradável das ondas. Sentir-se em paz.

Meditar: “A energia divina me alcança e faz sentir o Amor verdadeiro”.





Anexo1


Anexo2


Anexo3


Anexo4


Anexo5



Anexo6

*Desconheço a autoria deste plano de aula

26 de julho de 2011

Aula - Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho


BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO

OBJETIVO: Levar os alunos a reconhecerem que vivem numa terra abençoada e valorizar a paz, e a liberdade de que goza o povo brasileiro.

MOTIVAÇÃO INICIAL: Questionar a respeito do feriado que estamos (07/Setembro). Verificar o que eles sabem a respeito da história do Brasil. (deixar que falem a vontade)

DESENVOLVIMENTO:

Perguntar ao grupo: Vocês acham que o Brasil é a Pátria do Evangelho? Por quê?
Deixar que falem à vontade, orientar a discussão para que não se desvirtue.Mostrar o livro Brasil,coração do mundo, pátria do evangelho.Explicar resumidamente de onde vem a idéia de o Brasil ser a pátria do evangelho. Depois da participação de todos, lembrar que Jesus veio para "os doentes, para os enfermos espirituais". O evangelho não é caminho para glórias materiais, as riquezas terrenas. É a explicação de que a verdadeira vida é a espiritual. Portanto, ser pátria do evangelho é oferecer a espíritos devedores oportunidade de reequilíbrio, através da luta pela vida. Contar o caso do degredado que é amparado pela equipe de Ismael (BCMPE). Foi o primeiro "pequenino", o primeiro enfermo espiritual a ser recebido na pátria do evangelho-esse hospital, essa escola que posteriormente veio abraçar as mais diversas nacionalidades, através da imigração. Certamente os espíritos reencarnados no Brasil, já experimentaram, em sua maioria numerosas existências. E agora, através da forte religiosidade que caracteriza o povo, através da propensão para a paz, apesar da onda de violência que nos assalta e que prova nossa resistência através das dificuldades econômicas, vamos ressarcindo velhos débitos. Por isso, o Brasil é realmente a pátria do evangelho. Em nossa terra recebemos o mais querido dos imigrantes- o Espiritismo, que resgata a pureza, a essência dos ensinamentos de Jesus.
Aqui é que o Espiritismo se desenvolveu. Ser pátria do evangelho não é um privilégio, nem motivo de orgulho. É uma proposta da espiritualidade que está em andamento. È um projeto que se completará quando diminuirmos as dores provocadas neste país pelas diferenças sociais. O fato de não haver "efeito sem causa", o fato de muitos sofrimentos serem cármicos, não nos libera da caridade, do amor aos nossos irmãos. A lógica dos fatos aponta que para nós, sem dúvida, essa é a pátria onde estamos encontrando a verdade libertadora de Jesus. O espírita consciente muito recebeu e muito pode oferecer. Evangelizar-se é missão de cada um.
E um povo evangelizado... Evangeliza o mudo através de exemplo e da oportunidade que oferece para os que aqui reencarnam. Abracemos esse compromisso.

Contar, em linguagem própria, as passagens mais importantes do livro “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”.

Citar a visita de Jesus, a tristeza que ele sentia com os demais povos que deturparam suas mensagens, e a sua decisão de “plantar” no Brasil a árvore do Evangelho.

Dizer das belezas do nosso país. Da possibilidade que temos de ouvir qualquer música, usar qualquer roupa, seguir qualquer religião.

Ressaltar a questão da benevolência do povo, que alguém precisa tem sempre outro alguém para estender a mão.

Comentar da vida simples dos índios. Da vinda dos negros e depois dos imigrantes europeus. Da mistura de raça que aqui existe, provando que temos “algo” em especial.

FIXAÇÃO DO CONTEÚDO: Colocar o Hino Nacional Brasileiro e verificar o que eles entendem da letra e verificar se sabem cantar.

ATIVIDADE DE COMPLEMENTAÇÃO: Utilizar as atividades abaixo







* Desconheço o autor que elaborou a aula.

Fonte: Internet