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29 de maio de 2011

JOGO: Pensando e Agindo no Bem

Este é um jogo sobre atitudes e pensamentos no bem. Pode ser jogado em forma de trilha (ou caminho, onde cada quadrado é uma parte do caminho, como em uma calçada), com um dado e uma bola de papel colorido para marcar o lugar de cada evangelizando (ou outro objeto colorido); em um grande tabuleiro em cima da mesa; ou riscado a giz, como em um jogo de amarelinha em espiral, numerando cada casa (pedaço do jogo que corresponde a uma das ordens do jogo - avance uma casa, volte duas).

Pode-se fazer, também, um tabuleiro com uma pista de peões. Os peões são posicionados no início da pista e as cartelas no centro dela. Sorteia-se a ordem dos jogadores e a cada jogada o jogador tira uma cartela, lê em voz alta e executa a tarefa. As crianças adoraram e o evangelizador, poderá explorar diversos assuntos ou um em especial durante o jogo.

Esta atividade foi elaborada pela evangelizadora Nilda, da Fraternidade Espírita Casa do Caminho – Belo Horizonte/MG.
















15 de dezembro de 2010

Dinâmicas

BRINCADEIRAS E DINÂMICAS


1-AO INVÉS DE FORCA O JOGO DA VIDA
O jogo da vida onde a cada letra que a criança acerta, ganha uma parte do boneco. Ganha quem montar seu boneco primeiro (interessante!!!)

2-JOGOS DE JÓ
Aproveitando a música escravos de Jó
AMIGOS DE JÓ
Objetivo do Jogo: Cantando a música "Amigos de Jó", todo o grupo tem que deslocar-se na cadência e realizar os movimentos propostos formando uma espécie de balé brincalhão.
Propósito: O propósito é fazer do jogo-dança um momento de união do grupo e proporcionar um espaço de adequação do ritmo grupal. Podem ser trabalhados valores humanos como: alegria e entusiasmo pela brincadeira do grupo (diversão entre erros e acertos); harmonia na busca do ritmo grupal; parceria e respeito
para caminhar junto com o outro.
Recursos: espaço físico mínimo de 35 m2; círculos no chão (bambolês, círculos desenhados de giz ou barbantes) em número igual ao de participantes dispostos em um grande círculo.
Número de Participantes: Pode ser jogado com um mínimo de 16 pessoas até quantos o espaço permitir.
Duração: Grupos pequenos jogam em cerca de 15 minutos; grupos maiores precisam de mais tempo para administrar a adequação rítmica.
Descrição: Cada participante ocupa um bambolê ou círculo desenhado no chão.


A música tradicional dos "Escravos de Jó" é cantada com algumas modificações:
"AMigos de Jó joGavam caxanGá. Tira, Põe, Deixa Ficar, fesTeiros com fesTeiros
fazem Zigue, Zigue, Zá (2x)" O grupo vai fazendo uma coreografia ao mesmo tempo em que canta a música. A cadência das passadas é marcada pelas letras maiúsculas na música.


"AMigos de Jó jogavam caxangá." : são 4 passos simples em que cada um vai pulando nos círculos que estão à sua frente. "Tira": pula-se para o lado de fora do círculo. " Põe": volta-se para o círculo. "Deixa Ficar": permanece no círculo, agitando os braços erguidos "fesTeiros com fesTeiros": 2 passos para frente nos círculos. "fazem Zigue, Zigue, Zá" : começando com o primeiro passo à frente, o segundo voltando e o terceiro novamente para frente.

Quando o grupo já estiver sincronizando o seu ritmo, o educador pode propor que os participantes joguem em pares. Neste caso, o número de círculos no chão deve ser igual à metade do número de participantes, as pessoas ocupam um círculo e ficam uma ao lado da outra com uma das mãos dadas. Além disso, quando o grupo cantar "Tira..." o par pula para fora do círculo, um para cada lado e sem soltar as mãos. E por que não propor que se jogue em trios e quartetos??
Dicas: Este jogo-dança é uma gostosa brincadeira que exige uma certa concentração do grupo para perceber qual é o ritmo a ser adotado. É prudente começar mais devagar e se o grupo for respondendo bem ao desafio, sugerir o aumento da velocidade. O respeito ao parceiro do lado e a atenção para não machucar os pés alheios são toques interessantes que a pessoa que focaliza o jogo pode dar. Quando o grupo não está conseguindo estabelecer um ritmo grupal, o educador pode oferecer espaço para que as pessoas percebam onde está a dificuldade e proponham soluções. Da mesma forma, quando o desafio já tenha sido superado e o grupo queira continuar jogando, há espaço para criar novas formas de deslocamento e também há abertura para outras coreografias nesta ou em outras cantigas do domínio popular. Vale dizer que o pessoal ri muito, que é um jogo legal para descontrair, para festinhas de criança e festonas de adultos, aulas na escola, treinamentos de gestão de pessoas buscando o ritmo de trabalho do grupo. O jogo pode acompanhar reflexão sobre temas de interesse específico ou simplesmente ser jogado pelo prazer de jogar-dançar.

3-DINÂMICA "CHAVE MÁGICA"
* Forma-se um círculo com as crianças em pé
* O evangelizador ficará de costas para as crianças e irá bater palmas (pode-se usar uma música)
* As crianças começarão a passar a chave
* Quando o evangelizador bater palmas ou suspender a música, a criança que estiver com a chave na mão deverá falar uma palavra ou atitude que represente o tema da aula
* Quem repetir uma palavra já dita, não lembrar ou errar, deverá entrar dentro do círculo ficar segurando a chave, esperando que alguém tome o seu lugar e ele possa voltar a brincadeira.

4-CONFECÇÃO DE ANIMAIS COM BATATAS
Idade: 7 a 11 anos
Objetivos Específicos: Desenvolver a criatividade, imaginação, memória e coordenação motora fina.
Material: Batatas pequenas e médias, palitos de dente e palitos de fósforo, hidrocor (canetinhas), tesouras, papéis e/ou jornais.
Como Fazer: Os animais serão montados com as batatas fixadas com os palitos de dentes: as pequenas para a cabeça e as médias para o corpo. Os palitos de fósforo serão utilizados para as pernas, rabo e orelha. Com as canetinhas
desenhar os olhos, a boca, nariz, bigode.. Os papéis e jornais serão recortados e utilizados para o cenário em que estão os animais: uma cerca, árvore, sol e assim por diante.

5-Atividades
*Sentar de dois em dois - uma criança de frente para a outra- e fazer espelho (uma criança cria um movimento e a outra imita
*Sentar as cças em roda e de um em um ir fazendo movimentos que os outros devem copiar
*Fazer movimentos livre acompanhando musicas
*Imitar bichos, pessoas...
*Andar de frente, de costas, de lado...
*Andar rapido; devagar
*Realizar movimentos livres
*Andar com equilíbri sobre linhas retas e sinuosas...
*Relacionamento Pessoal;
-agradecer
-pedir licença
-ser gentil
-ceder a vez
-pedir desculpas
- boa tarde, seja bem vindo

*Expressão corporal;
-imitar animais
-fazer mímicas
-expressar seus sentimentos e emoções através de dramatizações - alegria, tristeza, raiva...

*Equilíbrio;
-carregar objetos
-andar livremente, para frente, para trás, ao lado...
-correr livremente, em ritmos ( rápido;lento)

6- EMOÇÕES
(apostila do Encontro Municipal de Evangelizadores - USE Intermunicipal de Santos - 2001)
Objetivos: Sensibilizar e despertar o sentimento de amizade e de amor
Materiais: CD e aparelho de som
Procedimento: Todos em pé, de olhos fechados. Informar que será colocada uma música, e que todos deverão caminhar aleatoriamente falando a palavra "emoções". Ao tocar em outra pessoa, ambos dão-se as mãos. Quando estiver com as duas mãos ocupadas parar de falar.
Durante a música, segurando as mãos de seus amigos, deverão "tirar" os bons sentimentos do próprio coração. Quando a música parar, abrir os olhos e comunicar esse sentimento às pessoas a sua volta, da maneira que achar melhor - (falando, abraçando, beijando, tocando... ) . Deixe a música tocar até o final.
Não é necessário comentários ao final. Normalmente as pessoas se abraçam e se emocionam muito.

7-JOGO DAS SAUDAÇÕES
(30 atividades de Educação Emocional e Intuitiva - volume 2 - Rita Foelker)


Objetivo: Facilitar contato entre as pessoas do grupo
Material: nenhum
Como aplicar: Todos caminham pela sala. Ao sinal (palmas, apito, etc...) deverão parar diante de um colega trocando uma olhar e um aceno (tchauzinho) Quem não conseguir um par deverá sentar-se numa cadeira (ou no chão).
A brincadeira recomeça com todos andando novamente- inclusive quem está sentado. Agora ao sinal, ficam em trios. Tocam olhares e perguntam o nome. Quem fica sem par deverá sentar-se.
Continuam andando e agora, em trio, dão-se as mãos (não pode ser repetido).
Continundo a andar, juntam-se em grupos de quatro e dão-se um forte abraço.
Para finalizar, ao sinal, abraçam ou cumprimentam quem ainda não havia cumprimentado.


9- QUAL É A MÚSICA?
Material: pratos de papelão branco rígido, gizes de cera, folhas brancas e canetas.
Desenvolvimento:
Escreva um número atrás de cada prato branco rígido, dê um para cada pessoa e deixe gizes de cera disponíveis.
Peça para cada pessoa pensar no nome de uma música.
Cada um irá desenhar no seu prato, imagens que representem esta música (sem palavras, só imagens). Cada participante escreve em uma folha de papel, sem mostrar para os demais, o nome da música e o número do prato em que ela está desenhada.
Então, começam a circular os pratos desenhados.
Cada um vai escrever atrás do prato, o nome da música que acha que é.
No final, cada um terá seu prato na mão com as possíveis respostas, lerá as respostas em voz alta e falará a resposta correta.
Haverá muita risada das respostas erradas e desenhos engraçados.

10- Processo de comunhão e união
Objetivos: ver o objetivo comum do grupo.. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
- A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.
- Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.

Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:
- Como cada um se sentiu?
- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
- Quem ais correu ou empurrou?
- De que forma as lideranças foram se manifestando???
- Houve desistência no meio do caminho?
- Surgiram animadores???

11- leitura de texto
Dinâmica muito interessante: no salão havia vários trechos de textos espalhados pelo salão,uns cinco ou seis, e cada evangelizador individualmente tinha que ler todos os textos e escolher o que mais gostasse , depois iríamos a uma salinha e discutiríamos com os outros evangelizadores , que também gostaram mais desse texto ,o assunto e uma das pessoas do então grupo formado falaria para o grupão , quando voltássemos para o salão.

12- harmonia no grupo
Dinâmica para grupos pequenos é distribuir vária pétalas de papel e pedir que cada um escreva para os outros evangelizadores, não precisa ser um para cada um é bem aleatório, uma mensagem , uma palavra, um comentário, uma crítica... em cada pétala e dar para quem quiser do grupo, determinar um tempo, e depois distribuir uma folha e o miolo da florzinha, e pedir que montem a sua florzinha com as pétalas recebidas e depois quem quiser ler as suas pétalas, pode fazer.
É interessante que as pétalas só sejam lidas depois da flor montada, ler para o grupo ou não.
O coordenador da atividade vai saber se o grupo é unido e harmonioso ou não.
As pétalas não precisam ser assinadas.

13- Conversa telefônica
DESENVOLVIMENTO:
Para desenvolver um tema, já conhecido do grupo, a fim de explorar seu conhecimento e ajudando a desenvolver a criatividade.
Deve ser realizada sempre para temas que já seja do conhecimento do grupo
Deve-se tomar cuidado com o entusiasmo que poderá gerar a técnica.
- O coordenadr estudará o tema e redigirá, com antencedência, uma conversa telefônica imaginária sobre o tema do dia, com entre 05 a 10 frases para cada um dos conversadores.
- Antes de iniciar a reunião com a mocidade, o coordenador colocará no quadro-negro ou quadro branco, a fala de apenas um dos personagens
- Irá , junto ao grupo, introduzir o tema de forma suscinta
- Fará uma divisão em até 05 subgrupos
- cada subgrupo deverá completar a conversa telefônica , com base em reflexões e fundamentações doutrinárias; anotando-a
- Ficará o coordenador à disposição dos grupos para orientar, esclarecer, etc.
- Solicitar que dois participantes de cada grupo "encenem" frente a todos o diálogo desenvolvido
- Se houver necessidade, deverá o coordenador ler a conversa original e fazer a conclusão das idéias.

14-Encadeamento de Idéias
Para se favorecer a comprovação do entendimento sobre determinado tema, revisando assuntos já estudados e ajudar no exercício do raciocínio individual.
A dinâmica pode acontecer enquanto houver um encadeamento de idéias natural e enriquecedor dentro do tema ou, então, até esgotar o tema previsto.
- sentar-se com o grupo formando duas fileiras face a face;

- Proceder assim:
a) o grupo da fileira da direita fará perguntas para o grupo da fileira da esquerda
b) A dinâmica funcionará com o primeiro participante da fileira da direita fazendo uma pergunta para o primeiro participante da fileira da esquerda( R<>R)
f) As perguntas e respostas deverão ser rápidas, não havendo intervalo entre uma pergunta-resposta-pergunta-resposta-pergunta-resposta
g) Não será permitido interromper ou responder enquanto não chegar a vez do aprticipante expressar-se.

15- Acaso ou inteligência?
Material:
* Lousa ou quadro branco.
* Caixa ou sacola contendo um quebra-cabeça (não muito difícil) totalmente desmontado.
Como aplicar:
Obs.: Se tiverem mais de 10/11 anos, comece do passo 1. Se forem menores, inicie pelo nº2.
1) Como aquecimento, inicie aplicando o jogo da _HYPERLINK "../forcafrase.html"__Forca-frase_, utilizando a seguinte frase: Não existe acaso inteligente. (Ver O Livro dos Espíritos, questão 8)
2) Apresente a caixa com o quebra-cabeça desmontado e pergunte: "Será que se eu sacudí-lo bastante e jogar no chão, o quebra cabeça poderá cair montado apenas por acaso?"
3) Jogue as peças no chão. Chame alguém que queira experimentar e repita a operação.
4) Agora, convide algumas pessoas que queiram montar o quebra-cabeça. Quando estiver pronto, pergunte: como conseguiram? De que precisaram? Observação? estratégia, memória? Tudo isto é inteligência. O acaso não pode agir com inteligência, e é preciso agir com inteligência para montar um quebra cabeça: esta afirmação está correta?
5) Pergunte mais coisas para as quais a inteligência é necessária.
6) E o Universo, é obra do acaso ou criação de uma inteligência?...
7) Prossiga o diálogo...

16- Para que nascemos?
Material:
* Figuras de crianças e famílias
* Folha de anotação e lápis para o coordenador
* Massa de modelar ou argila
Como aplicar:
1)Sente-se em círculo com as crianças e passe as figuras para que todos vejam.
2) Inicie observando que tudo que as pessoas fazem tem uma finalidade, um objetivo. Nossos pais trabalham, pra quê?... Nós nos alimentamos, pra quê?... Para quê vamos à escola? Para que vimos ao centro espírita? (Deixe que as crianças dêem suas respostas e aceite aquelas que sem estarem incorretas, representam o seu ponto de vista. Peça esclarecimento sobre as respostas que lhe pareçam incoerentes.)
3) Deus, que sabe muito mais que nós, também faz tudo com uma finalidade. Para quê existem as árvores? E o sol? E a água? E o nosso planeta Terra, pra quê foi criado?
4) E nós, pra que será que nós nascemos?... Incentive as crianças a falarem o que lhes vier à cabeça, sem se preocuparem em acertar: o importante é sua opinião. Anote as respostas e deixe o diálogo prosseguir um pouco mais. Depois, procure unir as respostas dadas e formar um consenso.
5) Distribua a massa e diga para as crianças fazerem com ela uma das coisas que Deus fez. E enquanto fazemos, vamos pensar: pra quê o Deus criou? Depois, cada um vai mostrar o que fez e dizer para que Deus o criou.

17-Jogo das Pistas
Material:
* Pedaços de papel e fita adesiva ou etiquetas tipo "post it".
* Pacote com balas ou doces (faça um embrulho bem bonito).
Como aplicar:
1) Prepare o ambiente previamente, escondendo o pacote de doces e espalhando pistas que levem uma à outra, até chegar ao "prêmio". Use as etiquetas para isto. Ex.: Vá ao armário maior e olhe a terceira prateleira, de baixo pra cima. Siga até o pote de água e procure outra pista.Etc.
2) Quando as crianças chegarem, diga que existe um tesouro escondido para elas encontrarem. Explique que, não importa quem descubra primeiro, o tesouro será dividido por todos.
3) Quando o "tesouro" for encontrado, deverá ser trazido para o centro da sala e todos se sentarão em círculo, em volta.
4) Conte que estamos ali para aprender juntos. Aprender sobre nós mesmos, sobre Deus e sobre a vida. Explique que, sempre que conversarmos sobre um tema, todos estarão seguindo um caminho para entender aquele tema e aprendendo sobre ele, de modo que o tesouro será de todos. Quanto cada um levará para si depende de quanto prestar atenção e participar das conversas.
5) Abra o pacote e divida o conteúdo entre as crianças.

18-Jogo da Clareza
Material:
* Folhas para anotação e canetas
* Cópias do texto pesquisado para o tema, uma por aluno.
Como aplicar:
1) Forme o círculo de crianças e alguém é convidado a sair da sala.
2) Os outros escolhem um objeto ou palavra para descrever à pessoa que saiu.Cada um pensa numa de suas qualidades ou num adjetivo que o caracteriza, mas sem dizer aos outros. (Não vale dizer o nome do objeto, nem qualquer de seus sinônimos.)
3) O pessoa retorna à sala e se coloca no centro do círculo. Um a um, os demais vão oferecendo suas pistas, para que ele tente descobrir. Enquanto isto, você ou um ajudante irá anotando as pistas que foram dadas.
4) Quando a palavra ou o objeto for descoberto, serão lidas todas as pistas oferecidas. Vamos perguntar a quem descobriu: Qual foi a pista que o levou a descobrir? Houve alguma pista que não ajudou em nada? Houve alguma pista que o confundiu?
5) Quando vamos falar de qualquer assunto, há sempre informações básicas, essenciais, e outras que são dispensáveis. Neste assunto de que estamos falando, quais são as informações fundamentais?
6) Vamos escrevê-las? Compor um texto e verificar se todos concordam que ele dá uma idéia precisa do que é aquela palavra/objeto.
7) Entregue o texto pesquisado para que levem para casa, leiam com atenção. Peça que grifem com caneta azul as informações essenciais para o entendimento e com caneta verde as informações secundárias. O texto será discutido no encontro seguinte.

Obs.: Depois de trabalhar textos desta forma, com ou sem o jogo, você pode começar a analisar matérias opinativas (artigos, crônicas), pedindo que as crianças também grifem em vermelho o que é opinião do autor.

19- Cigarra trabalha?

"Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta.
Canta o dia inteiro!

A formiga é só trabalho.
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga da cigarra
seria uma barra o trabalho da formiga."


Poema de José Paulo Paes, do livro "Olha o Bicho", Ed. ÁticaMaterial:
* Cartaz com o poema.

Como aplicar:
1) Sente-se em círculo com as crianças e leia expressivamente o poema.
2) Pergunte se alguém conhece a fábula "A Cigarra e a Formiga". Alguém gostaria de contá-la? Se não conhecerem, conte você.
3) O poema e a fábula nos passam uma idéia diferente da cigarra. Como?
4) Por que, na fábula, a cigarra é vista como alguém que não trabalha? Afinal, o que ela faz é trabalho ou não? O que é trabalhar?
5) O trabalho é necessário, na vida? Ele pode ser ruim ou gostoso? Do que isto depende?
6) Será que outros seres na Natureza trabalham? Como seria o mundo, se ninguém trabalhasse?
7) Prossiga o diálogo...

20. Os cegos e o elefante

Uma lenda oriental
Era uma vez seis cegos à beira de uma estrada.
Um dia, lá no fundo de sua escuridão, eles ouviram um alvoroço e perguntaram o que era.
Era um elefante passando e a multidão tumultuada atrás dele.
Um elefante?
Os cegos nunca tinham visto nenhum elefante, quiseram ver.
Então o guia parou o animal e os cegos começaram a examiná-lo:
Apalparam, apalparam.
Terminado o exame, lá se foi o guia com o elefante, e a multidão atrás dele.
E os cegos começaram a conversar:
- Puxa! Que animal esquisito! Parece uma coluna coberta de pêlos!
- Você está doido? Coluna que nada! Elefante é um enorme abano, isto sim!
- Qual abano, colega! Você até parece cego! Elefante é quase uma espada que me feriu.
- Nada de espada, nem de abano e nem de coluna. Elefante é uma corda, eu até puxei.
- De jeito nenhum! Elefante é uma enorme serpente que se enrola.
- Mas quanta invencionice! Então eu não vi bem? Elefante é uma grande montanha que se mexe.
E lá ficaram os seis cegos, à beira da estrada, discutindo pedaços do elefante.
Dividindo-se, incapazes de estabelecer um nexo entre os fragmentos e cada um apegado à sua pequena verdade.
O que o elefante era, de fato, escapou a todos eles.Material:
* Cópias do texto acima, para cada grupo.
Como aplicar:
1) Divida a turma em grupos de até 7 componentes e entregue cópias para cada um.
2) Peça que cada grupo inicie um diálogo sobre o texto: qual o significado da lenda?
3) Depois de 10 ou 15 minutos, abra os grupos formando um grande grupo, em que cada um falará do que entendeu.
4) Converse sobre as interpretações.

Obs.: Para coordenar o diálogo sobre este texto, sugerimos a leitura prévia, por parte do coordenador, de outro texto intitulado Verdade e Realidade, publicado no _HYPERLINK "http://jornalcem.hpg.ig.com.br"__Jornal do Cem.

22-Pegadas na areia

__Pegadas na areia
"Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia com Deus, e através do céu, passavam cenas de minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um era o meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena de minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que, muitas vezes no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me e, então, perguntei ao Senhor:
- Deus, tu me disseste que, uma vez que resolvi te seguir, tu andarias sempre comigo em todo o caminho. No entanto, notei que durante as maiores tribulações do meu viver havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo por que nas horas em que eu mais necessitava de ti, tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de prova e de sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram meus pés. Foi exatamente aí que te carreguei nos braços."
Material:
* Música suave.
Como aplicar:
1)Coloque a música para tocar. Peça para as crianças que caminhem aleatoriamente pelo espaço.
2) Enquanto caminham, explique que estão dentro de um sonho. Cada um está andando na praia que você descreve, mas sem caracterizar muito o mar, o céu, a hora do dia.
3) Continue dizendo que, neste sonho, caminhamos ao lado de Deus. Narre a história como se cada um fosse o personagem.
4) Depois, o sonho acaba e vamos acordando. Todos podem bocejar e se espreguiçar, com o se tivessem acabado de acordar.
5) Diálogo: como era o Deus de cada um? Por que será que ele era assim? Como era a praia de cada um? E o seu mar?
6) Por que cada um de nós forma uma imagem diferente, apesar das palavras serem ditas iguais para todos? Estabeleça comparações entre palavras e interpretações.
7) Pergunte sobre a mensagem do texto: qual foi o significado, para cada um?

23- Cenoura, ovo ou erva cidreira ?
Material:
* Três canecas ou panelas com água.
* Cenouras, ovos, folhas de erva cidreira e açúcar.
* Fogão.
Como aplicar:
1) Comece dizendo às crianças que as lições da vida podem estar em toda a parte, até na cozinha.
2) Coloque a cenoura, os ovos e a cidreira para ferver. Enquanto aguarda, conte esta história e converse um pouco sobre ela.

Cenoura, ovo ou erva cidreira?
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia. Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, erva cidreira.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o chá e o colocou em um bule.
Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e chá de cidreira - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do chá.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara duro.
As folhas de cidreira, contudo, eram incomparáveis. Depois que foram colocadas na água fervente, elas haviam mudado a água!
Ele perguntou à filha:
- Qual deles é você, minha querida?
Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força?
Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma?
Ou será que você é como a cidreira, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ela própria?
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim.
Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar na sua capacidade e tenacidade para superar mais este desafio.
Espero que, nestas semanas que se seguem, quando convidarem você para tomar um chá, você possa repassar essa história.
Autor desconhecido (adaptada por Rita Foelker)

3) Agora tire as panelas do fogo, esfriando a cenoura e o ovo. Convide todos a experimentarem cada um.
4) Converse sobre maneiras de cada um enfrentar seus desafios. Mesmo que, no passado, tenhamos nos tornados frágeis ou duros, também aí há aprendizado, só que com maior sofrimento. Nossa alma se nutre da experiência e do conhecimento que adquirimos.

24-Um conto judaico

Um conto judaico
"Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos, tão nua como o seu nome. E todos que a viam, viravam-lhe as costas de vergonha ou de medo. E ninguém lhe dava as boasvindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.
- Verdade, por que estás tão abatida? - perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia, já que os homens me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso que os homens te evitam. Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.
Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente, por toda a parte onde passava, era benvinda.
- Pois os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.Material e Como aplicar:

25-Dinâmica da Bola
Material : Garrafas de Refrigerante e uma Bola.
* Pegar seis garrafas de dois litros de refrigerante .
* Encher de água.
* Colocar em cada garrafa etiquetas adesivas com escritas como: Palavrão, Mentiras, Drogas, Egoísmo, Destruição, etc...
* Colocar as garrafas uma do lado da outra.
E cada criança uma por vez vai tentar derrubar com muita fé ( A Bola Representa) , estas coisas ruins que dificultam nossa evolução.
Com a orientação do Evangelizador vai explicando a importância da fé , força de vontade , etc......
As crianças adoram e assimilam muito...

26-Dinâmica - tema União
Leve palitos de picolé e mostre que um palito quebra fácil, dois quebra mais difícil e vai monstrando que quanto mais palitos mais dificeis fica de quebrar.
Mostre que a união faz a força, se trabalhamos juntos para o bem comum fica mais facil de dar certo.
Depois entregue um palito para cada criança peça a elas para escrever uma qualidade que elas tenham, depois junte todos os palitos amarre-os juntos, e explique que cada um com sua qualidade tem aquele mais que faz a diferença em um grupo.

27- Quebra - Gelo.
Objetivos:
* Socializar;
* Observar características de personalidade de cada aluno para maior conhecimento do grupo com o qual vai trabalhar;
* Estimular o gosto e prazer pelas aulas de Língua Portuguesa iniciando o trabalho com a nova proposta;
* Estimular o raciocínio lógico partindo de situações reais as quais expressarão sentimentos;
* Estabelecer relações entre a vida cotidiana, a fala e a produção escrita;
* Confrontar diferentes abordagens com um mesmo tema;
* Produzir textos que sejam significativos.
Desenvolvimento:
O dinamizador da atividade oferece uma frase para cada aluno e propõe que completem por escrito procurando expressar seus verdadeiros sentimentos, idéias e opiniões.
Exemplos de frases interessantes para serem completadas:
* Caminho sozinho pelas ruas da cidade, olho em volta e observo que...
* Hoje eu queria apenas...
* É muito difícil nos dias de hoje...
* Depois de um dia cansativo eu gosto de...
* Ah! Como eu gostaria de...
* Meu dia fica completo quando eu...
* Quando estou triste, gosto de...
* Neste momento a primeira sensação que tenho é...
* Quando estou em paz comigo mesmo gosto de...
* Como eu gostaria de reviver o dia...
* Dias felizes são aqueles em que eu acordo e...
* O meu maior sonho é...
* A minha felicidade eu gostaria de dividir...
* Minha maior alegria é...
* Quando estou cansado e quero sair da rotina eu...
* Eu me sinto completamente feliz quando...
* Quando eu cheguei a esta sala o detalhe que mais me chamou a atenção foi...
* Nesta cidade a gente passa, a gente olha, a gente...
* Quando abro a janela do meu quarto eu vejo...
* Se o tempo voltasse atrás eu gostaria...
Num segundo momento, após todos terem completado suas frases, de preferência com a turma sentada em círculo, para que torne o clima mais propício e um ambiente mais informal, propor que leiam a frase já completa.
Após todos terem apresentado suas frases é interessante debater sobre cada uma delas provocando os alunos a darem suas opiniões e expressarem seus sentimentos, indagando: _ Alguém faria o mesmo? _ Quem faria diferente? _ O que? _ Qual frase mais achou legal? _ Você a completaria assim? _ Foi difícil a tarefa? Entre inúmeras perguntas... O professor pode aumentar ou diminuir as perguntas e o debate de acordo com o interesse da turma e o tempo disponível.
A terceira etapa é mais individual todos devem completar todas as frases, lembrando ao professor que deve frisar a importância de colocar sua verdadeira opinião, o que passou exatamente em sua mente ao ler o início da frase.
A partir desta atividade os alunos perceberão que a escrita nada mais é que uma forma de registrar para posteridade e para que outras pessoas possam ter acesso, seus pensamentos, idéias, falas, sentimentos.
O professor pode corrigir gramaticalmente e ortograficamente, juntamente com os alunos, cada frase caso sinta que há necessidade e que permanece o interesse pela atividade.
Interessante: Caso haja o engajamento e interesse esperado por parte dos alunos, pode ser elaborado um texto coletivo, onde o professor através das falas, opiniões dos alunos vai reproduzindo por escrito em um cartaz ou no próprio quadro, orientando sempre, procurando usar idéias e frases de todos, um texto maior: Uma Composição ou Redação propriamente dita.
Neste caso, os alunos se interessam pois quem escreve é o professor mas são eles que produzem a idéia do texto, evita a preguiça de elaborar sua composição pois a está fazendo em grupo, falando e de maneira mais informal.
Com as devidas orientações do professor, ao término todos os alunos serão autores do texto, e certamente, será gratificante e natural que todos desejem copiar o resultado final.

28-Vivendo em Comunidade.
Objetivos:

* Identificar os direitos e deveres das pessoas e reconhecer atitudes de Cidadania.
* Considerar diferentes situações da realidade social, destacando em quais delas estão sendo respeitados os direitos das pessoas,
* Considerar que todas as pessoas tem direitos garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.
* Identificar seus direitos e deveres como criança.
* Participar de discussões coletivas para elaboração de conclusões sobre o tema.
* Familiarizar-se com os problemas enfrentados pelas crianças em diversas partes do mundo.
Conteúdos:
* Todos os seres humanos vivem em comunidade e precisam um dos outros.
* Todos nós temos direitos e deveres.
* As crianças têm direitos garantidos por lei.
* O dia-a-dia das crianças que trabalham.
* Os direitos humanos e a vida em Comunidade.
* A necessidade de proteger o ambiente.
Estratégias:
* Análises de fotografias de crianças brincando, estudando, trabalhando, de diferentes classes sociais.
* Levantamento de questões relacionadas com a situação das crianças que trabalham, levando os alunos a refletirem sobre as perdas que estas crianças tem como não ter tempo para brincar e estudar; Propor entrevista com uma criança que trabalhe nas ruas.
* Trabalhos em grupo: Debate sobre direitos e deveres das crianças, apresentando os mesmos e propondo que expressem suas opiniões oralmente, por escrito, através de cartazes, ilustrações etc.
* Manifestação a respeito dos direitos e deveres das crianças.
Avaliação:
* Verificar se os alunos identificam seus direitos e deveres nos grupos sociais onde atuam.
* Analisar como os alunos identificam e avaliam os problemas vivenciados por crianças de diferentes partes do mundo.
* Verificar se os alunos percebem diferentes situações da realidade social, avaliam e reconhecem em quais delas os direitos dos cidadãos estão sendo respeitados.
* Analisar se todos os alunos reconhecem que todas as pessoas têm seus direitos garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.
* Observar como os alunos se organizam em grupos para participar de discussões coletivas, levantar problemas e discutir soluções.

29- Palavra Importante.
Objetivos:

* Socializar, mantendo a união do grupo proporcionando condutas de boa convivência;
* Observar características de personalidade de cada aluno para maior conhecimento do grupo com o qual vai trabalhar, dando espaço para expressarem seus sentimentos;
* Estimular o gosto e prazer pelas aulas de Língua Portuguesa dando continuidade ao trabalho com a nova proposta;
* Estimular o raciocínio lógico partindo de suas preferências e sentimentos;
* Estabelecer relações entre a vida cotidiana, a fala e a produção escrita;
* Confrontar diferentes abordagens com um mesmo tema;
* Produzir textos que sejam significativos.
Desenvolvimento:
Proponha aos alunos que pensem numa palavra muito importante para eles, uma palavra que gostam muito, que gostam de ouvir, de falar, de escrever, enfim, a palavra preferida.
Depois de eleita a palavra esta deve ser escrita por cada um, em letras grandes, no centro de um papel almaço duplo.
O professor - dinamizador deve propor que durante um tempo determinado cada um registre em forma de diagrama o maior número de palavras que mantenham relações de sentido com a palavra central.
Exemplo:
Beijo namorado família
Saudade AMOR coração
Carinho trabalho paixão
Num segundo momento, com os alunos sentados em círculo, para que o clima fique informal, todos devem apresentar suas palavras centrais, preferidas.
Constatar os alunos que elegeram a mesma palavra central e as demais que mantém relação com a mesma. Fazê-los observar se com a mesma palavra central os alunos possam ter escritos palavras diferentes relacionadas. Provocar para que em cada caso os alunos dêem exemplos de outras palavras que possam estar relacionadas com a central. Indagar se todas realmente são relacionadas a central, e porque as são.
No final da apresentação várias palavras centrais e outras relacionadas a elas terão surgido, e através delas o professor deverá levar os alunos a perceberem
A importância da escrita nas relações entre a vida cotidiana, a fala e a produção escrita; suas preferências e seus sentimentos.
A culminância da atividade é a produção de um texto individual onde todas as palavras relacionadas e a preferida devem constar. É interessante deixar os alunos livres para escrever uma composição, um poema, uma história...
O intuito é que os alunos tenham ânimo em escrever, caso seja atingido o interesse e engajamento esperado sairão belas produções textuais.

30 - Lobos e Carneirinhos:
Formação: Traçar no chão duas linhas afastadas cerca de 20 metros uma da outra. As crianças são divididas em dois grupos: lobos e Carneirinhos. Cada grupo se coloca atrás de uma linha. O grupo dos lobos fica de costas para o grupo dos Carneirinhos.
Desenvolvimento: Ao sinal do professor, os Carneirinhos saem a caminhar, o mais silenciosamente possível, em direção aos lobos. Quando estiverem bem próximo deles o professor diz: "Cuidado com os lobos"!Estes, então, voltam-se rapidamente em partem em perseguição aos Carneirinhos. Os Carneirinhos apanhados antes de alcançar a linha original ( de onde vieram) passam a ser lobos. Na repetição da brincadeira invertem-se os papéis.
Sugestão: Antes de proporcionar essa brincadeira, é interessante que se explore o que se sabe e se discuta sobre esses animais: Como são? Quem já viu um carneirinho? Quem já viu um lobo? Onde? Quando? Se viu, o que achou do animal? Vamos imitar um lobo? Vamos imitar um carneirinho?
O professor deve explorar o tema de acordo com o interesse das crianças.


* Desconheço a autoria das dinâmicas

Dinâmicas

Dinâmicas de Integração

Excelentes para os primeiros dias de aula e têm como objetivo:

  • que os participantes se apresentem;
  • que memorizem os respectivos nomes:
  • que iniciem um relacionamento amistoso;
  • que se desfaçam as inibições;
  • que falem de suas expectativas.

1) Eu sou... e você, quem é?
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.

2) Apresentante:
Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.
Propor aos participantes apresentarem- se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.

3) Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.

4) Procurando um coração...
Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra.
Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.

5) Abraçando amigos
Formar uma grande roda.
Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.


6) Quando estiver...
Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."


7) Apresentação
Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.

Autoria: Patricia Fonte - Da Apostila Dinâmicas & Jogos Cooperativos PPD.


Dinâmica: História feita por todos



Esta dinâmica cabe em muitos temas: Responsabilidade, Amizade, Livre-Arbítrio... Cabendo adaptações, é bem flexível!

Material: a maior quantidade possível de objetos diferentes uns dos outros, como um rádio velho, flores, peças de roupas, caixas, ferramentas, material escolar, telefone, brinquedos, livros, desenhos, dentre outros. O número de objetos deve exceder muito o número de participantes. Pense em materias conforme a idade e evite qualquer um que possa expor o evangelizando a qualquer perigo de se machucar ou se assustar. Pense também conforme o tema que está desenvolvendo. E principalmente: seja coerente! Não leve absolutamente nada que tenha conotação com violência ou que entrão em choque com os princípios fundamentais de nossa doutrina.

Desenvolvimento: Colocar os objetos em cima de uma mesa e dizer aos participantes que farão juntos uma história, pegando um dos objetos e falando dele nesta história. Começar pelo evangelizador, que vai pegar um objeto qualquer e começar uma estória que contenha este objeto. Então, ele para a narrativa em um ponto, para que um evangelizando vá até a mesa, pegue um objeto e coloque-o na história, também.
Um por um dos participantes vai pegar um objeto de sua escolha e continuar a história com aquele objeto.
Conduzi-los de modo que, se quiserem, participarão mais de uma vez. Também é aconselhável que o evangelizador, de quando em vez, faça mais participações para conduzir a história. Conduzir sutilmente, também, quando a história deve acabar.

Objetivo:
Através desta brincadeira, pode-se mostrar aos evangelizandos que nossa história sempre está recebendo “contribuições” de outras pessoas. Mas somos nós que selecionamos quais os tipos de contribuições que aceitamos em nossa história. Por outro lado, estamos sempre "contribuindo" com as histórias alheias e devemos ter bastante responsabilidade em nossas "participações". Pode-se mostrar que somos autores de nossa história, cada um de nós. É uma boa brincadeira, também, para se observar os evangelizandos, pois acabam colocando algo muito íntimo deles na história, como seu conhecimento, seus sonhos, suas frustações. Avalia-se, também, o nível de criatividade e como entendem, na prática, temas como reencarnação, livre arbítrio, etc.
Muito legal e serve para várias idades, inclusive os pequeninos. Fica bastante engraçada a narrativa também e as crianças ou jovens gostam bastante.

Dinâmica: As virtudes escondidas

Tema sugerido: Influência dos Espíritos em nossa Vida, mas ela cabe em diversos outros temas.

Material: Papeis onde estejam escritas virtudes no tamanho em que possam ser colocados na testa de cada evangelizando, e alguma coisa para fixar estes papeis. Pode ser uma fita crepe, ou, caso algum evangelizando tenha alergia, então melhor colocar um elástico para ser fixado em volta da cabeça, igual aquelas máscaras, porém na testa.

Desenvolvimento: Colar na testa de cada participante um papel com virtude. Instruí-los a não dizer um para o outro o que está escrito, pois um verá o papel do outro, mas não verá o próprio papel. Pedir a turma para dar três dicas para um membro selecionado sobre a virtude que está no papel. Fazer isso de um a um até que todos saibam qual é a virtude que está colada em si.

Agora, deixa eu falar porque usei esta dinâmica para o tema Influência dos Espíritos. Porque toda vez que falamos nesse tema, temos o vício de falar apenas o lado negativo e em evangelização, devemos buscar sempre os aspectos positivos dos temas. Então, eu disse às crianças que estamos sempre influenciando uns aos outros e nos ajudando a descobrir, uns nos outros, os tesouros que temos "escondidos" em nosso íntimo. Os amigos são espíritos que influenciam em nossa vida. Os pais, os professores, os educadores, os mentores espirituais, os amigos espirituais... Bem como nós também somos espíritos influenciando outros espíritos e devemos ter bastante responsabilidade na influência que exercemos. Falamos também no trabalho dos mentores espirituais sempre nos ajudando a desenvolver nossas virtudes, influenciando mas sem nos tirar a liberdade de agir.

Está aí! Fácil, fácil de fazer e nos permite introduzir o tema com muita riquesa. Recomendo a obra "Pensamento e Vida" de Emmanuel, para auxiliar nesta introdução do tema. As obras de André Luiz também tem um vasto número de exemplos de influência positiva, que podemos fazer como referência prática neste tema, aproveitando a dinâmica.

28 de agosto de 2008

Dinâmicas

DINÂMICAS

CARROSSEL - Para este jogo é necessário haver um número de participantes de quatro em diante. Os jogadores formam um círculo alternando um de pé com um deitado. Os que estão deitados unem os pés no centro do círculo, agarram as mãos dos que estão em pé e esticam-se levantando as costas a uns 30 cm do chão. O carrossel começa então a dar voltas numa só direção; os jogadores suspensos mantêm os corpos rígidos e vão sendo arrastados pelos companheiros que giram sempre na mesma direção. Ao princípio o carrossel vai lentamente, ganhando velocidade progressivamente. Ao fim de algum tempo, invertem-se os papéis.

SEM PRECONCEITO - Este é um jogo que favorece a quebra de barreiras entre as pessoas. Dispõe-se o grupo numa roda onde cada elemento está voltado para as costas do que está à sua frente. Ao sinal, começam todos a cantar e a andar (dançando) ao ritmo de uma canção escolhida. Cada vez que aquela termina (ou chega a um refrão), o educador indica ao grupo uma nova ação que devem realizar em simultâneo com o andar, repetindo-se até nova ordem ser dada. As ordens podem ser, por exemplo, pôr as mãos na cabeça do elemento da frente, agarrar os seus joelhos, os ombros, a cintura, o umbigo, etc. Ao chegar a esta fase o educador manda unir as pontas dos pés com os calcanhares do da frente. Logo, sem mudarem de posição, manda agarrar o umbigo do que está adiante do da frente; o jogo pode continuar dando outra volta sem mãos e, mesmo, se o grupo ainda se mantém de pé, pode ser sugerido que dêem a volta na mesma posição, mas a andar para trás.

COOPERAÇÃO COM LETRAS - Os jogadores trabalham aos pares ou em grupos de 3. Pede-se aos jogadores para formarem letras, verticalmente ou horizontalmente, com o corpo de pé, de joelhos ou deitados no chão. Tentar formar palavras com todos os participantes - que tal a palavra "cooperação"?

CABO DA PAZ - Objetivo: Estimular a participação de todos os componentes do grupo de forma cooperativa; desenvolver o autocontrole para atuação em equipe; perceber o que vem a ser "espírito de equipe". Desenvolvimento: Divida o grupo em duas equipes. Demarque um círculo de aproximadamente 60cm de diâmetro e posicione-se no centro do círculo. Divida as equipes, uma a direita, outra à esquerda. A tarefa das equipes é puxar a corda como em um cabo de guerra até o saco arrebentar e liberar a surpresa no centro do círculo. Se o conteúdo do saco cair fora do círculo, todo o conteúdo do saco será do educador. Material: cordas grandes; 01 saco plástico preto ou de qualquer outra cor opaca (não serve transparente); Bombons, balas ou qualquer outra prenda em igual número ao de participantes.

CAIXA DE SEGREDOS - O educador coloca uma caixa fechada, como uma urna com o seguinte cartaz na frente: "Você acha certo duas pessoas da mesma seção namorarem ? (ou qualquer outra pergunta dentro do assunto que deseja que seja desenvolvido) Dê sua opinião ou faça uma pergunta." Como os jovens podem ficar envergonhados, além do estímulo por parte do educador, eles já podem ter elaborado algumas perguntas, questões que já estejam dentro da caixa. Após todos escreverem, a urna é aberta e discute-se os comentários e perguntas feitas. Local: silencioso Material: urna, papel, canetas.

JOGO DAS VIRTUDES - Com todos sentados em círculo, o educador inicia uma introdução que deve fazer os participantes refletirem sobre o velho hábito de falar mal e reparar sempre nos defeitos dos outros, mesmo nos amigos e parentes: estamos sempre ressaltando o mau-humor da esposa, a avareza do pai, o egoísmo da irmã, a preguiça da namorada, a vaidade... enfim, quase sempre reparamos muito mais nos defeitos do que nas qualidades. Por uma questão de hábito os defeitos aparecem muito mais que as qualidades. Pois bem, nesse momento faremos um "exercício' para começar a mudar esse velho hábito, pois iremos falar apenas de VIRTUDES, e nunca de defeitos. Cada um recebe papel e caneta, onde anotará a principal virtude ("qualidade") que acha do companheiro sentado à sua direita, sem identificar a pessoa, apenas colocará a "qualidade", por exemplo: "honestidade" e não "honesto" / "simpatia" e não "simpática" / "coragem" e não "corajosa", e assim por diante. Os papéis serão dobrados, recolhidos e misturados. O educador então começa a ler as virtudes e os participantes tentarão identificar quem assume melhor aquelas características. O mais votado recebe o papel e guarda até o final do jogo. Detalhe: nessa hora aquele que escreveu não revela o que foi escrito. Quando todos os papéis forem distribuídos cada um deve dizer como se sentiu, sendo identificado por aquela característica: se concorda ou não que ela seja sua característica mais marcante. Aí sim o companheiro do lado revela o que escreveu dele e justifica. Após todos serem identificados, o educador ressalta a importância de nos habituarmos a enxergar as virtudes, aceitar defeitos e viver em harmonia com o mundo.

NÓS HUMANOS - A partir dos 7 anos. Objetivo Geral: Estímulo ao raciocínio e ao trabalho em equipe. Objetivo Específico: Desmanchar um nó feito com pessoas. Material: Nenhum. Como aplicar: Todos os participantes formam um círculo dando as mãos. Cada um verifica quem está à sua direita e à sua esquerda. Isto é muito importante, pois pode haver confusão depois, portanto, peça que cada um fale alto para si e para os outros: "João está à minha direita e Ana, à minha esquerda", etc. Diga para soltarem as mãos e caminharem pelo espaço, aleatoriamente, até ouvirem um sinal (palma ou assovio). Ao ouvi-lo, todos param EXATAMENTE ONDE ESTÃO. Agora, sem sair de suas posições, deverão dar sua mão direita para quem estava à sua direita e sua mão esquerda para quem estava à esquerda. Vai se formar um nó de pessoas, e deverá ser desfeito, voltando o círculo à posição inicial, sem que ninguém solte as mãos.

"Desconheço a autoria das dinâmicas"

Dinâmicas

DINÂMICAS

AUTÓGRAFOS - Cada educando recebe uma folha de papel em que deverá, ao sinal de comando do educador, conseguir o maior número de autógrafos de seus colegas, no tempo de 1 (um) minuto. Não vale autógrafo repetido. Após esse minuto, o educador solicita que os educandos identifiquem os fatores que dificultam a realização do objetivo do jogo (conseguir os autógrafos dos colegas). Depois desse debate, inicia o segundo tempo, dando mais 1 (um) minuto para que os educandos coletem os autógrafos, mas antes de iniciar o segundo tempo, solicita que todos parem para pensar juntos. No final, questiona sobre os fatores que facilitam o jogo. A comparação dos fatores, os que dificultam e os que facilitam, mostrará que o grupo iniciou a tarefa em conflito e depois, utilizando a cooperação, conseguiu realizar a tarefa.

DANÇA DAS CADEIRAS - Colocar em círculo um número de cadeiras menor que a metade do número de participantes. Em seguida propor o objetivo comum: terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem. Colocar música para todos dançarem. Quando a música parar, TODOS devem sentar usando as cadeiras (e os colos uns dos outros). Em seguida o educador tira uma ou duas cadeiras (e assim sucessivamente). Ninguém sai do jogo e a dança continua até nova parada (e assim por diante). Os educandos vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores "padrões competitivos". Na medida que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do "potencial cooperativo" de jogar e viver. O jogo prossegue até restar uma cadeira, ou mesmo sem cadeira (vai até onde o grupo desejar).

SEGUINDO O CHEFE - Divida a turma em grupos de cinco educandos, colocando-os sentados no chão. Cada grupo terá como tarefa desenhar um barco utilizando uma folha de papel e um lápis, sendo que cada educando só poderá fazer uma ação de cada vez, passando em seguida o lápis para outro participante (exemplo: faz um traço, para e a próxima ação é de outro educando). Os educandos terão também de obedecer as seguintes características individuais: Educando 1 - é cego e só tem o braço direito; Educando 2 - é cego e só tem o braço esquerdo; Educando 3 - é cego e surdo; Educando 4 - é cego e mudo; Educando 5 - não tem os braços. A tarefa de desenhar o barco deve ser feita em cinco minutos. Após, o educador deve debater as dificuldades encontradas, os desafios superados e as formas de cooperação colocadas em prática.

PULO GIGANTE - Dois jogadores têm de trazer duas cadeiras até uma linha de meta, que dista vários metros do ponto de partida, sem que coloquem nem as mãos nem os pés no chão. Uma hipótese de resolver a situação é saltitar ruidosamente cada um deles em sua cadeira. Outra, é encontrarem uma estratégia cooperativa, deslocando-se sobre as cadeiras (avançam uma cadeira, passam os dois para cima desta, etc). O jogo pode ser repetido aumentando o número de jogadores e de cadeiras.

ILHA DESERTA - Os participantes formam uma roda, pondo-se de pé em cima de cadeiras ou bancos. Estes representam ilhas desertas no meio do oceano. Informa-se os jogadores que o objetivo é disporem-se segundo a ordem alfabética dos seus primeiros nomes, a partir de um ponto da roda. No entanto a deslocação de uma ilha para a outra tem uma regra: aquele oceano tem tubarões e outros animais marinhos perigosos, pelo que ninguém deve tocar no chão.

PUZZLE DA PAZ - Pedir ao grupo para pintar um grande cartaz em cartão ou cartolina, sobre o tema "Paz", que poderá ter vários metros de comprimento. Cortar este cartaz em pedaços, de forma a criar um puzzle de peças grandes. Colar um pouco de fita de velcro detrás de cada uma destas peças. Depois das peças serem baralhadas e distribuídas pelos participantes, pede-se para que estes as disponham numa superfície coberta de tecido (onde as peças adiram), de modo a completar corretamente o cartaz.

SOMOS TODOS VENCEDORES - Marcar uma pequena área no chão com uma cor ou um contorno. Esta área é uma ilha e os participantes são nadadores que precisam alcançá-la para serem salvos. O objetivo do jogo é encontrar uma solução que permita salvar o maior número possível de nadadores e, para isso, é necessário que nenhuma parte do seu corpo esteja na água. Com um giz pode-se ir reduzindo a área correspondente à ilha e ir repetindo o jogo.

DUAS ILHAS - Marcar no chão o contorno de duas áreas que irão representar duas ilhas (ou dispor dois tapetes no chão), distanciadas de uns 3 metros. Dividir os participante por estas duas áreas. A cada grupo atribui-se uma tábua (ou cartão) de cerca de 25 cm de largura por um metro e meio de comprimento. Explica-se aos jogadores que em cada uma das ilhas há só um determinado tipo de alimento e que os seus habitantes estão saturados de comer sempre o mesmo, por isso querem trocar de ilha. Porém, não existe nenhuma ponte ligando as duas ilhas e elas são demasiado distantes para se nadar de uma para a outra. Pede-se aos jogadores para se deslocarem todos da ilha onde estão para a outra, usando as tábuas como pontes, sem caírem na "água". Se alguém cai na "água" terá de voltar ao ponto de partida. Dar uma corda aos jogadores e pedir que encontrem outras estratégias para resolver a situação. Criar uma terceira ilha a cerca de 5 metros de distância da anterior. Repetir o jogo.

ATRAVESSAR A PONTE - Dispor uma tábua de 25 cm de largura e alguns metros de comprimento a alguns centímetros do chão. Distribuir os jogadores de pé sobre a tábua (o número de jogadores depende do comprimento da tábua). Dividi-los ao meio e atribuir uma t-shirt, um boné ou uma fita de cor que os diferencie em dois grupos: os da metade direita e os da metade esquerda da ponte. Pedir para que, sem pôr o pé no chão, os jogadores se desloquem sobre a ponte de modo a que, os que estão na metade esquerda passem a ocupar a metade direita e vice-versa.

TRANSPORTE SEM MÃOS - Os jogadores juntam-se aos pares. Cada par deve transportar ou passar a outro par um mínimo de quatro objetos diferentes, mas sem utilizar as mãos (só ao princípio, quando se pega no objeto). Podem-se utilizar objetos diversos, desde naturais como frutas (laranjas, maçãs, etc.) até objetos manufaturados como arcos, blocos de esponja, bolas, etc. As estratégias de transporte também são livres: caminhar dois a dois com o objeto frente a frente; ombro com ombro; peito com peito; traseiro com traseiro; etc. Logo que os objetos tenham sido passados, trocam-se os pares e continua-se o jogo. O jogo pode realizar-se depois com grupos de mais elementos e também se podem introduzir novas regras.

LEVANTAR BALÕES - Depois de encher um conjunto de balões com ar, pede-se aos participantes para formarem um grupo de três elementos. O objetivo é que os jogadores mantenham fora do chão o maior número possível de balões quando soar uma campainha (2 ou 3 minutos depois do jogo começar). A estratégia pode ser dinâmica, tocando continuamente nos balões para que se mantenham no ar, ou mais estática, encontrando uma forma de os segurar entre os participantes. O jogo pode ser repetido com outros elementos e com maior número de participantes.

"Desconheço a autoria das dinâmicas".

26 de agosto de 2008

Dinâmica - Histórias diviertidas

Histórias divertidas para integração de grupo

OBJETIVO: Realizar a integração entre os alunos novos e os alunos antigos, ou entre todos os alunos caso ninguém se conheça.

MATERIAL: Uma folha em branco e lápis para cada grupo.

DINÂMICA:

Divida a sala em grupos de mais ou menos 4 participantes. Cada integrante do grupo irá contar para seus colegas de grupo uma história engraçada que já passou. Pode ser um dia que pagou um mico, uma viagem, um dia de praia. Dê sugestões e conte uma história sua para incentivá-los.

Depois que todos tiverem contato suas histórias os integrantes deverão escolher as duas melhores e escrever no papel.

Um integrante do grupo será escolhido para ler as histórias na frente da sala. Depois de contar, os outros grupos deverão adivinhar de quem é a história contada.

Aproveite para soltar sutilmente alguns ensinamentos baseando-se nas histórias contadas.

*Desconheço a autoria

4 de agosto de 2008

Dinâmicas

DINÂMICAS DE GRUPO

  • “AUTO-RETRATO”

TEMA: COMO VOCÊ SE VÊ ATRA VÉS DE UM DESENHO.
MATERIAL: PAPEL OFÍCIO, LÁPIS.
TEMPO DE DURAÇÃO: 15MIN.
NÚMERO DE PARTICIPANTES : (+)15 PESSOAS

PROCEDIMENTOS: PEDIR PARA CADA PARTICIPANTE INICIAR UM DESENHO COM O TEMA DADO, E DEPOIS DE UM MINUTO PASSAR O SEU DESENHO ADIANTE E COMPLETAR O DESENHO DA PESSOA QUE ESTÁ AO SEU LADO.

OBJETIVOS: LEVAR O JOVEM A SE CONHECER MAIS E FAZER COM QUE ELE PERCEBA QUE NÃO
EVOLUIMOS SOZINHOS, E QUE DEVEMOS AUXILIAR O PRÓXIMO PARA CONTRIBUIR PARA O
CRESCIMENTO INDIVIDUAL DE CADA UM.


SUGESTÃO: AULA DE ALMA HUMANA


  • “FAZER AOS OUTROS...”

MATERIAL: PAPEL OFÍCIO, LÁPIS.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (+) DE 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: O MONITOR IRÁ DIVIDIR O GRUPO EM PARES, E ENTREGAR UM PEDAÇO DE PAPEL A CADA DUPLA, DEPOIS PEDIR PARA QUE UM DOS COMPONENTES PASSE UMA TAREFA PARA O OUTRO COMPONENTE FAZER. APÓS A CONCLUSÃO DE TODOS, O MONITOR PEDIRÁ PARA QUE AQUELE QUE PASSOU A TAREFA A REALIZE.

OBJETIVOS: MOSTRAR AO JOVEM A “ LEI DE AÇÃO E REAÇÃO ”, E QUE DEVEMOS DESEJAR AO
PRÓXIMO AQUILO QUE DESEJAMOS PARA NÓS.

SUGESTÃO: AULA DE REENCARNAÇÃO.


  • “ LIVRE ARBÍTRIO “

MATERIAL: BALÃO.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (+) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: O MONITOR ENTREGARÁ A CADA UM DOS PARTICIPANTES UM BALÃO E PEDIRÁ
PARA QUE ELES FAÇAM O QUE QUISEREM COM ESTE BALÃO DURANTE 5MIN.

OBJETIVOS: MOSTRAR QUE DEUS NOS DÁ AS OPORTUNIDADES E NÓS FAZEMOS AS ESCOLHAS.

SUGESTÃO: AULA DE DEUS.


  • “LAÇOS DE AMIZADES”

MATERIAL: PAPEL OFÍCIO, LÁPIS.

TEMPO DE DURAÇÃO: 15MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (+) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: O MONITOR ENTREGARÁ AOS PARTICIPANTES LÁPIS E PAPEL, E PEDIRÁ QUE ELES COLOQUEM NO PAPEL SUAS CARACTERÍSTICAS (VIRTUDES / DEFEITOS), DEPOIS SERÁ
PEDIDO PARA QUE CADA JOVEM PROCURE IDENTIFICAR OUTRO QUE TENHA UMA
CARACTERÍSTICA IGUAL A SUA.
DEPOIS DE ENCONTRADOS ESTES TERÃO 3MIN PARA SE CONHECEREM.

OBJETIVOS: MAIOR INTEGRAÇÃO E CONHECIMENTO DO GRUPO. E PROCURAR MOSTRAR A EXISTÊNCIA DAS AFINIDADES.

SUGESTÃO: AULA DE MEDIUNIDADE, ALMA HUMANA E INTEGRAÇÃO.


  • “PROCURO UM AMIGO”

MATERIAL: PAPEL OFÍCIO, BALÃO E LÁPIS.

TEMPO DE DURAÇÃO: 15MI N.

NÚMERO DE PARTICIP ANTES: (+) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: O MONITOR ENTREGARÁ PAPEL, LÁPIS E BALÃ O A CADA PARTICIPANTE, E PEDIRÁ PARA QUE ELES COLOQUEM NO PAPEL SUAS CARACTERISTICAS FÍSICAS (ROUPA, CABELOS, ET C...).DEPOIS PEDIR PARA QUE ELES ENROLEM O PAPEL E COLOQUE DENTRO DO BALÃO. DEPOIS ESTES PASSARÃO O BALÃO DE MODO ALEATÓRIO DE FORMA QUE NÃO PEGUE O SEU BALÃO. DEPOIS DE ESTOURAR ESTES DEVERÃO PROCURAR A PESSOA CUJA AS CARACTERISTICAS FÍSICAS ESTEJAMDENTRO DO BALÃO.

OBJETIVOS: INTEGRAR OS JOVENS AO CICLO, FAZENDO COM QUE ELES SE CONHEÇAM MAIS,
TORNANDO-SE AMIGOS.

SUGESTÃO: AULA DE INTEGRAÇÃO.


  • “RÓTULO”

MATERIAL: ETIQUETAS ADESIVAS E PINCEL ATÔMICO.

TEMPO DE DURAÇÃO: 15MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: SERÁ PROPOSTO AO GRUPO A DISCURSSÃO DE UM TEMA( EXEMPLO:
REENCARNAÇÃO, MEDIUNIDADE, ETC. ) . ESTA DISCURSSÃO SERÁ DE ACORDO COM A ETIQUETA QUE ESTARÁ NA TESTA DA PESSOA. NAS ETIQUETAS ESTARÃO ESCRITOS: CONCORDE COMIGO, DISCORDE DE MIM, DESCONFIE DE MIM, IGNORE-ME, MENTIROSO ETC. APÓS O TEMPO ESTIPULADO, VERFICAR SE O GRUPO APRESENTOU SOLUÇÕES.

OBJETIVOS: DESCONTRAIR O GRUPO. MOSTRAR O JOVEM A IMPORTÂNCIA DE RESPEITAR AO
PRÓXIMO.

SUGESTÃO: AULA DE MEDIUNIDADE, REENCARNAÇÃO, E INTEGRAÇÃO.


  • “ CONTE UMA HISTÓRIA”

MATERIAL: NÃO HÁ.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: O MONITOR IRÁ UTILIZAR AS PALAVRAS REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO, DEPOIS
PEDIRÁ PARA UM DOS JOVENS IR AO CENTRO DO CÍRCULO , E ESTE IRÁ COMEÇAR UMA HISTÓRIA COM AS DUAS PALAVRAS CITADAS ANTERIORMENTE E CADA VEZ QUE ELE DISSER REENCARNAÇÃO OS DEMAIS IRÃO LEVANTAR DOS LUGARES E VÃO DAR UM RODADINHA, E QUANDO DISSER EVOLUÇÃO, TODOS OS PARTICIPANTES IRÃO TROCAR DE LUGAR.

OBJETIVOS: DESENVOLVER A CRIATIVIDADE DO JOVEM E LEVAR O JOVEM A UMA MAIOR
INTEGRAÇÃO E CONHECIMENTO.
OBS: PODE-SE UTILIZAR OUTRAS PALAVRAS.

SUGESTÃO: AULA DE REENCARNAÇÃO, CODIFICAÇÃO, PLURALIDADE...

  • “ O DESEJO”

MATERIAL: PAPEL OFÍCIO, LÁPIS E BALÃO.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN .

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: CADA PARTICIPANTE RECEBERÁ BALÃO, LÁPIS E PAPEL. SERÁ PEDIDO PARA QUE
ELES DESENHEM UMA MÃO, E NA PONTA DOS DEDOS DA MÃO DESENHADA ELES COLOCARAM OS SEUS DEFEITOS DOS QUAIS VOCÊ NÃO GOSTA. APÓS ISSO ELES DEVERÃO AMASSAR O PAPEL E DEPOIS RASGAR. DEPOIS CADA UM DEVERÁ ENCHER SEU BALÃO PROCURANDO COLOCAR NELES AS SUAS VIRTUDES.

OBJETIVOS: LEVAR A UM AUTOCONHECIMENTO. PROCURANDO DESENVOLVER SUA AUTO-ESTIMA.

SUGESTÃO: AULA DE DEUS E ALMA HUMANA.


  • “ NÓ ”

MATERIAL: NÃO HÁ.

TEMPO DE DURAÇÃO: 15MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: SERÁ FORMADO UM CIRCULO E CADA PARTICIPANTE DEVERÁ GRAVAR QUEM
ESTA A SUA DIREITA E QUE ESTA A SUA ESQUERDA. DEPOIS SERÁ MISTURADO TODO O GRUPO E SERÁ PEDIDO PARA QUE PROCURE QUEM ESTAVA A SUA DIREITA E A SUA ESQUERDA, PROCURANDO
DESFAZER O NÓ.

OBJETIVOS: DESCONTRAIR O GRUPO, E MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DE UM GRUPO UNIDO E
PARTICIPATIVO.

SUGESTÃO: AULA DE INTEGRAÇÃO.


  • “O ESPELHO”

MATERIAL: CAIXA DE SAPATO, UM ESPELHO, SOM, CADEIRAS DISPOSTAS EM CÍRCULO.

TEMPO DE DURAÇÃO: 15MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: COLOCAR UMA MÚSICA SUAVE, E DEPOIS DE 5MIN DE REFLEXÃO, SERÁ PEDIDO
PARA ELES PENSEM NUMA PESSOA QUE ELES IMAGINEM UM LUGAR E QUE NESTE LUGAR ELES
ENCONTREM A PESSOA QUE ELES MAIS AMAM. QUE ELES POSSAM CONVERSAR COM ELA
PROCURANDO DISSER POR QUE GOSTAM DELA E O QUE DESEJAM PARA ELA. DEPOIS CADA UM IRA SE DIRIGIR PARA A CAIXA ONDE SE ENCONTRA O ESPELHO. DEPOIS DE TODOS OBSERVAREM, SERÁ
PEDIDO PARA QUE ELES FALEM SOBRE O QUE SENTIRAM.

OBJETIVOS: ESTIMULAR A AUTO-ESTIMA E MOSTRAR AO JOVEM QUE ELE DEVE PRIMEIRAMENTE SE
AMAR PARA DEPOIS AMAR SEU PRÓXIMO.

SUGESTÃO: AULA DE DEUS, ALMA HUMANA E PLURALIDADE.

  • “A TEIA DA AMIZADE”

MATERIAL: UM ROLO (NOVELO) DE FIO OU LÃ.

TEMPO DE DURAÇÃO: 15MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: O MONITOR TOMA NAS MÃOS UM NOVELO (ROLO) DE CORDÃO OU LÃ. EM SEGUIDA PRENDE A PONTADO MESMO EM UM DOS DEDOS DA SUA MÃO. LOGO EM SEGUIDA ELE DEVERÁ SE APRESENTAR BREVEMENTE DIZENDO QUEM É, O QUE FAZ, O QUE MAIS GOSTA DE FAZER. E JOGA O NOVELO PARA UMA DAS PESSOAS A SUA FRENTE. ESSA PESSOA APANHA O NOVELO E, APÓS ENROLAR A LINHA EM UM DOS DEDOS, IRÁ REPETIR O QUE LEMBRA SOBRE A PESSOA QUE ACABOU DE SE APRESENTAR E QUE LHE ATIROU O NOVELO. APÓS FAZÊ-LO ESSA SEGUNDA PESSOA IRÁ SE APRESENTAR, DIZENDO AQUILO QUE A PRIMEIRA PESSOA DISSE. NO FINAL HAVERÁ NO INTERIOR DO CÍRCULO UMA VERDAEIRA TEIA DE FIOS QUE OS UNE UNS AOS OUTROS. PEDIR PARA OS JOVENS.

DIZEREM: O QUE OBSERVAM, O QUE SENTEM, O QUE SIGNIFICA AQUELA TEIA, ETC.

OBJETIVOS: DESCONTRAÇÃO, TRABALHO EM EQUIPE E A IMPORTÂNCIA DE CADA UM ASSUMIR A SUA PARTE NA VIDA.

SUGESTÃO: AULA DE INTEGRAÇÃO.


  • “A PRIMEIRA IMPRESSÃO”

MATERIAL: NÃO HÁ.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (+) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: SERÁ FORMADA DUAS FILAS UMA DE FRENTE PRA OUTRA, DEPOIS SERÁ PEDIDO
PARA QUE UMA DA FILA S PERMANEÇA PARADA ENQUANTO A OUTRA SE MOVIMENTARA, E CADA
PARTICIPANTE DESTA FILA DEVERÁ DISSER QUAL A PRIMEIRA IMPRESSÃO QUE ELE TEVE DA PESSOA QUE ESTA A SUA FRENTE E ASSIM ELE IRA PASSAR ATÉ QUE VOLTE AO SEU LUGAR DE ORIGEM.

OBJETIVOS: INTEGRAR O JOVEM AO GRUPO E FAZER COM QUE ELE CONHEÇA MAIS O SEU
COMPANHEIRO DE GRUPO.

SUGESTÃO: TODAS AS AULAS.

  • “ TELEFONE SEM FIO ”

MATERIAL: NÃO HÁ.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (+) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: SERÁ FORMADO UM CÍRCULO, DEPOIS SERÁ PA SSADA A UM DOS PARTICIPANTES UMA FRASE, ESTE DEVERÁ PASSAR PARA AQUELE QUE ESTÁ A SUA DIREITA, A MENSAGEM DEVERÁ SER PASSADA ATRAVÉS DO OUVIDO SEM QUE OS DEMAIS SAIBAM QUAL É A FRASE. NO FINAL COMENTAR O QUE ELES ACHARAM E PERCEBERAM DA DINÂMICA.

OBJETIVOS: LEVAR A UMA MAIOR INTEGRAÇÃO E MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DE SE PASSAR SOMENTE O QUE VERDADEIRO E NO FAZ BEM E NÃO PREJUDICA O NOSSO PROXIMO.

SUGESTÃO: AULA DE CODIFICAÇÃO E PLURALIDADE.


  • “VOCÊ ME AMA?”

MATERIAL: NÃO HÁ.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10MIN.

NÚMERO DE PARTICIPANTES: (-) 15 PESSOAS.

PROCEDIMENTOS: SERÁ PEDIDO PARA UM DOS PARTICIPANTES IR PARA O CENTRO DO CÍRCULO,
DEPOIS ELE ESCOLHERÁ UM DOS INTEGRANTES DO GRUPO E PERGUNTARÁ: VOCÊ ME AMA? E O
INTEGRANTE RESPONDERÁ: SIM, E ELE NOVAMENTE PERGUNTARÁ: PORQUE, E O INTEGRANTE DEVERÁ DIZER UMA CARACTERISTICA FÍSICA (ROUPA, CABELO, ETC.) QUE ELE OBSERVA NELE E AQUELES DO GRUPO QUE TIVEREM AS MESMAS CARACTERISTICAS. DEVERÃO TROCAR DE LUGAR, E QUEM SOBRAR DEVERÁ PROCURAR OUTRO E INICIAR AS PERGUNTAS NOVAMENTE.

OBJETIVOS: INTEGRAR OS JOVENS A O GRUPO.

SUGESTÃO: AULA DE INTEGRAÇÃO.

(Desconheço a autoria)