28 de agosto de 2008

Aula - O Espiritismo

PLANO DE AULA

O ESPIRITISMO

Objetivo: Levar o evangelizando compreender que o Espiritismo, aclarando o evangelho de Jesus, é a terceira revelação da Lei de Deus.

Música para harmonizar o ambiente

Prece inicial

Primeiro momento: Lembrar a aula sobre “Os Fenômenos de Haydesville”.

Segundo momento: Lançar a pergunta: Como fazemos para nos comunicáramos com pessoas que se encontra distante de nós? Ouviu as crianças e anotar as respostas.

Terceiro momento: Leitura do Texto sobre Mediunidade entre todos do grupo.

COMUNICAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS (O FISÍCO E O ESPIRITUAL) – MEDIUNIDADE

“Os Espíritos vivem ora na Terra encarnados, ora no espaço desencarnados; mas os interesses recíprocos de toda ordem, que os unem, fazem com que se comuniquem, (embora situados em planos diferentes de vibração), por meio da mediunidade, faculdade orgânica de que são dotadas as criaturas, em maior ou menor grau de desenvolvimento”.

Há, assim, um intercambio ativo e continuo de idéias e mesmo de interesses materiais, que assegura o permanente contato entre os dois mundos, prova evidente da sobrevivência do Espírito ao perecimento do corpo material, de que se servia, quando na Terra.

Coube ao Espiritismo revelar o mecanismo dessas revelações, estudando as leis que as regem. É necessário que todo aquele que é portador da mediunidade se esclareça, estudando e fazendo sua reforma intima, ou seja trabalhando o seu lado moral.

Na verdade, os encarnados sofrem verdadeiros assédios de seus irmãos do mundo espiritual, a que continuam ligados por sentimentos de: amor, saudade, ódio, remorso, vingança, alimento, vícios, etc.

O intercâmbio com os irmãos da espiritualidade também nos proporciona ensinamentos preciosos, pelas mensagens recebidas de entidades categorizadas e que constitui advertências, conselhos, roteiros seguros para nossas vidas, dando-nos esperança de uma vida futura. Não nos deixemos, porém, enganar, porque entre a mediunidade sem doutrina é prejuízo para as nossas vidas. Devemos ser consciente e disciplinado.

Médiuns são pessoas aptas a sentir a influência dos espíritos e a transmitir os pensamentos destes. Toda pessoa que, num grau qualquer, experimenta a influência dos espíritos e, por esse simples fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem e, por conseguinte, não constitui privilegio (toda pessoa e mais ou menos médium), mas só é considerado médium, aquele a quem a faculdade Mediúnica se manifesta por efeito ostensivo, com certa intensidade. Essa comunicação depende da ação recíproca dos fluídos que emitem o médium e o espírito. A predisposição mediúnica independe de sexo, da idade e do temperamento, mas para isso deve existir afinidade entre os dois fluídos. Alguns há que se combinam facilmente, enquanto outros se repelem, donde se segue que não basta ser médium para que uma pessoa se comunique indistintamente com todos os espíritos. Há médium que só com certos espíritos podem comunicar-se ou com espíritos de certas categorias, e outros que não o podem a não ser pela transmissão de pensamentos, sem qualquer manifestação exterior. Existe duas categorias de médiuns: Médiuns Inconscientes e Médiuns Facultativos. No caso do primeiro, a iniciativa é do espíritos; no segundo, é do médium. Os Médiuns Facultativos: só se encontram entre pessoas que tem conhecimento mais ou menos completo dos meios de comunicação com os Espíritos, o que lhe possibilita servir-se, por vontade própria, de suas faculdades; dos médiuns inconscientes, ao contrário, existem os que nenhuma idéia fazem do espiritismo, nem dos espíritos, até mesmo as mais incrédulas e que servem de instrumentos, sem o saberem e sem os quererem. Conforme mostra a história da humanidade em todos os tempos e lugares. Esses fenômenos fizeram deles, os médiuns, santos, feiticeiros loucos ou visionários. O espiritismo nos mostra que é apenas uma faculdade natural do ser.

Dentre as diferentes espécies de mediunidade destacamos:

  • Os de Efeito Físicos. (produz fenômenos matériais)
  • Os Sensitivos ou impressivos. (Suscetíveis a presença de espíritos).
  • Os Auditivos. (Ouvem os espíritos, no qual eles podem até conversar naturalmente).
  • Os Falantes. (O espírito atua sobre os órgãos da palavra, do contrário do auditivo nada ouve)
  • Os Videntes. (São as que vêem os espíritos no seu estado normal).
  • Os Escreventes ou Psicógrafos. (Escrevem sob a influência dos espíritos).

O Espiritismo encerando em si o tríplice aspecto de ciência, filosofia e religião, oferece respostas às indagações de ordem espiritual que até então constituíam incógnitas para a humanidade.

Restabelecendo a Verdade e levantando o véu que encobria os ensinamentos do Evangelho, ele é o Consolador prometido pelo Cristo, espargindo luzes por toda a Terra.

Com explicações claras e coerentes, veio estabelecer as bases para a fé raciocinada, ou seja, a que pode encarar a razão face a face em todas as épocas.

Trouxe-nos o conhecimento do mundo espiritual que nos envolve a todos e a certeza de que a vida não cessa no túmulo, mas se desdobra infinitamente, proporcionando sempre recursos novos para a nossa evolução espiritual, é a revelação na feição de verdade.

Afirmando que "fora da caridade não há salvação", elege o Amor ao próximo como condição essencial para a libertação espiritual de que necessitamos.

Como recomendação básica aos seus profitentes, afirma o Espiritismo: "Espírita, amai-vos e instrí-vos".

Quarto momento: Atividade em grupo responder o Questionário.

Prece Final


ATIVIDADE DO EVANGELIZADOR
(JÁ ESTÁ RESPONDIDO)

Escreva “V”se for verdadeira e “F”se for falso;

01.(V ) O espaço Universal é infinito

02. (V) No Universo existe uma infinidade de mundos.

03. (V) A passagem do espírito para a vida corporal é necessária para podermos evoluir e cumprir assim os desígnios de Deus.

04. (F) Dente todo o universo, só a Terra é habitada.

05. (V)A encarnação é para todos os espíritos um estado transitório.

06. (F) Todos os espíritos passam pelo mesmo número de encarnações na Terra.

07. (F) Encarnar é separar a alma do corpo.

08. (F) Quando desencarnamos, estamos usando o corpo material.

09. (V) O verdadeiro nome de Allan Kardec é Hippolyte Léon Denizard Rivaill.

10. (F) O segundo livro codificado por Allan Kardec é a Gênese.

11. (V) O Primeiro Livro da Codificação espírita é o Livro dos Espíritos.

12. (V) Médiuns, são pessoas que sofrem influências dos espíritos.

Complete:

  1. O Espiritismo é, pois, a Doutrina revelada pelos Espíritos Superiores e codificada por Allan Kardec que revive os ensinamentos de Jesus, nosso Mestre e Irmão.
  1. As bases fundamentais do espiritismo são: a existência de Deus, a imortalidade da alma, a comunicação dos Espíritos, a Lei da Reencarnação e da Evolução.
  1. A revelação dada pelos Espíritos superiores veio através de um fenômeno Chamado de Mediunidade.
  1. Mediunidade é a comunicação entre o mundo Visível e Invisível.
  1. A Doutrina codificada por Allan Kardec e revelada pelos Espíritos Superiores, tem o nome de Doutrina dos Espíritos ou Espiritismo.
  1. A codificação do Espiritismo, além do “Livro dos Espíritos”, que contém a revelação dada. pelos espíritos Superiores, através das perguntas feitas por Allan Kardec é constituída, dos seguintes livros: L. dos Médiuns, O Evangelho 2°. O Espiritismo, O Céu e o Inferno e a Gênese.
ATIVIDADE DO EVANGELIZANDO

Escreva “V”se for verdadeira e “F”se for falso;

01. ( ) O espaço Universal é infinito.

02. ( ) No Universo existe uma infinidade de mundos.

03. ( ) A passagem do espírito para a vida corporal é necessária para podermos evoluir e cumprir assim os desígnios de Deus.

04. ( ) Dente todo o universo, só a Terra é habitada.

05. ( )A encarnação é para todos os espíritos um estado transitório

06. ( ) Todos os espíritos passa pelo mesmo número de encarnações na Terra.

07. ( ) Encarnar é separar a alma do corpo.

08. ( ) Quando desencarnamos, estamos usando o corpo material

09. ( ) O verdadeiro nome de Allan Kardec é Hippolyte Léon Denizard Rivaill.

10. ( ) O segundo livro codificado por Allan Kardec é a Gênese.

11. ( ) O Primeiro Livro da Codificação espírita é o Livro dos Espíritos

12. ( ) Médiuns, são pessoas que sofrem influências dos espíritos.

Complete:

01. O Espiritismo é, pois, a Doutrina revelada pelos ______________________e codificada por______________________________ que revive os ensinamentos de ________________, nosso mestre e ____________________.

02. As bases fundamentais do espiritismo são: a existência de __________, a imortalidade da _______________________________, a comunicação dos___________________, a Lei da_________________ e da ________________________.

03. A revelação dada pelos _________________superiores veio através de um fenômeno Chamado de ________________________.

04. A Mediunidade é a comunicação entre o mundo ______________ e ________________.

05. A Doutrina codificada por Allan Kardec e revelada pelos Espíritos Superiores, tem o nome de ___________________________ou ____________________________

06. A codificação do Espiritismo, além do “Livro dos Espíritos, que contém a revelação dada pelos espíritos Superiores, através das perguntas feitas por Allan Kardec é constituída, dos seguintes livros____________________________,_________________________________, ____________________________ e a____________________.


Nomes dos integrantes do grupo:________________________________.

*Desconheço a autoria desse roteiro de aula.

Dinâmicas

DINÂMICAS

CARROSSEL - Para este jogo é necessário haver um número de participantes de quatro em diante. Os jogadores formam um círculo alternando um de pé com um deitado. Os que estão deitados unem os pés no centro do círculo, agarram as mãos dos que estão em pé e esticam-se levantando as costas a uns 30 cm do chão. O carrossel começa então a dar voltas numa só direção; os jogadores suspensos mantêm os corpos rígidos e vão sendo arrastados pelos companheiros que giram sempre na mesma direção. Ao princípio o carrossel vai lentamente, ganhando velocidade progressivamente. Ao fim de algum tempo, invertem-se os papéis.

SEM PRECONCEITO - Este é um jogo que favorece a quebra de barreiras entre as pessoas. Dispõe-se o grupo numa roda onde cada elemento está voltado para as costas do que está à sua frente. Ao sinal, começam todos a cantar e a andar (dançando) ao ritmo de uma canção escolhida. Cada vez que aquela termina (ou chega a um refrão), o educador indica ao grupo uma nova ação que devem realizar em simultâneo com o andar, repetindo-se até nova ordem ser dada. As ordens podem ser, por exemplo, pôr as mãos na cabeça do elemento da frente, agarrar os seus joelhos, os ombros, a cintura, o umbigo, etc. Ao chegar a esta fase o educador manda unir as pontas dos pés com os calcanhares do da frente. Logo, sem mudarem de posição, manda agarrar o umbigo do que está adiante do da frente; o jogo pode continuar dando outra volta sem mãos e, mesmo, se o grupo ainda se mantém de pé, pode ser sugerido que dêem a volta na mesma posição, mas a andar para trás.

COOPERAÇÃO COM LETRAS - Os jogadores trabalham aos pares ou em grupos de 3. Pede-se aos jogadores para formarem letras, verticalmente ou horizontalmente, com o corpo de pé, de joelhos ou deitados no chão. Tentar formar palavras com todos os participantes - que tal a palavra "cooperação"?

CABO DA PAZ - Objetivo: Estimular a participação de todos os componentes do grupo de forma cooperativa; desenvolver o autocontrole para atuação em equipe; perceber o que vem a ser "espírito de equipe". Desenvolvimento: Divida o grupo em duas equipes. Demarque um círculo de aproximadamente 60cm de diâmetro e posicione-se no centro do círculo. Divida as equipes, uma a direita, outra à esquerda. A tarefa das equipes é puxar a corda como em um cabo de guerra até o saco arrebentar e liberar a surpresa no centro do círculo. Se o conteúdo do saco cair fora do círculo, todo o conteúdo do saco será do educador. Material: cordas grandes; 01 saco plástico preto ou de qualquer outra cor opaca (não serve transparente); Bombons, balas ou qualquer outra prenda em igual número ao de participantes.

CAIXA DE SEGREDOS - O educador coloca uma caixa fechada, como uma urna com o seguinte cartaz na frente: "Você acha certo duas pessoas da mesma seção namorarem ? (ou qualquer outra pergunta dentro do assunto que deseja que seja desenvolvido) Dê sua opinião ou faça uma pergunta." Como os jovens podem ficar envergonhados, além do estímulo por parte do educador, eles já podem ter elaborado algumas perguntas, questões que já estejam dentro da caixa. Após todos escreverem, a urna é aberta e discute-se os comentários e perguntas feitas. Local: silencioso Material: urna, papel, canetas.

JOGO DAS VIRTUDES - Com todos sentados em círculo, o educador inicia uma introdução que deve fazer os participantes refletirem sobre o velho hábito de falar mal e reparar sempre nos defeitos dos outros, mesmo nos amigos e parentes: estamos sempre ressaltando o mau-humor da esposa, a avareza do pai, o egoísmo da irmã, a preguiça da namorada, a vaidade... enfim, quase sempre reparamos muito mais nos defeitos do que nas qualidades. Por uma questão de hábito os defeitos aparecem muito mais que as qualidades. Pois bem, nesse momento faremos um "exercício' para começar a mudar esse velho hábito, pois iremos falar apenas de VIRTUDES, e nunca de defeitos. Cada um recebe papel e caneta, onde anotará a principal virtude ("qualidade") que acha do companheiro sentado à sua direita, sem identificar a pessoa, apenas colocará a "qualidade", por exemplo: "honestidade" e não "honesto" / "simpatia" e não "simpática" / "coragem" e não "corajosa", e assim por diante. Os papéis serão dobrados, recolhidos e misturados. O educador então começa a ler as virtudes e os participantes tentarão identificar quem assume melhor aquelas características. O mais votado recebe o papel e guarda até o final do jogo. Detalhe: nessa hora aquele que escreveu não revela o que foi escrito. Quando todos os papéis forem distribuídos cada um deve dizer como se sentiu, sendo identificado por aquela característica: se concorda ou não que ela seja sua característica mais marcante. Aí sim o companheiro do lado revela o que escreveu dele e justifica. Após todos serem identificados, o educador ressalta a importância de nos habituarmos a enxergar as virtudes, aceitar defeitos e viver em harmonia com o mundo.

NÓS HUMANOS - A partir dos 7 anos. Objetivo Geral: Estímulo ao raciocínio e ao trabalho em equipe. Objetivo Específico: Desmanchar um nó feito com pessoas. Material: Nenhum. Como aplicar: Todos os participantes formam um círculo dando as mãos. Cada um verifica quem está à sua direita e à sua esquerda. Isto é muito importante, pois pode haver confusão depois, portanto, peça que cada um fale alto para si e para os outros: "João está à minha direita e Ana, à minha esquerda", etc. Diga para soltarem as mãos e caminharem pelo espaço, aleatoriamente, até ouvirem um sinal (palma ou assovio). Ao ouvi-lo, todos param EXATAMENTE ONDE ESTÃO. Agora, sem sair de suas posições, deverão dar sua mão direita para quem estava à sua direita e sua mão esquerda para quem estava à esquerda. Vai se formar um nó de pessoas, e deverá ser desfeito, voltando o círculo à posição inicial, sem que ninguém solte as mãos.

"Desconheço a autoria das dinâmicas"

Dinâmicas

DINÂMICAS

AUTÓGRAFOS - Cada educando recebe uma folha de papel em que deverá, ao sinal de comando do educador, conseguir o maior número de autógrafos de seus colegas, no tempo de 1 (um) minuto. Não vale autógrafo repetido. Após esse minuto, o educador solicita que os educandos identifiquem os fatores que dificultam a realização do objetivo do jogo (conseguir os autógrafos dos colegas). Depois desse debate, inicia o segundo tempo, dando mais 1 (um) minuto para que os educandos coletem os autógrafos, mas antes de iniciar o segundo tempo, solicita que todos parem para pensar juntos. No final, questiona sobre os fatores que facilitam o jogo. A comparação dos fatores, os que dificultam e os que facilitam, mostrará que o grupo iniciou a tarefa em conflito e depois, utilizando a cooperação, conseguiu realizar a tarefa.

DANÇA DAS CADEIRAS - Colocar em círculo um número de cadeiras menor que a metade do número de participantes. Em seguida propor o objetivo comum: terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem. Colocar música para todos dançarem. Quando a música parar, TODOS devem sentar usando as cadeiras (e os colos uns dos outros). Em seguida o educador tira uma ou duas cadeiras (e assim sucessivamente). Ninguém sai do jogo e a dança continua até nova parada (e assim por diante). Os educandos vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores "padrões competitivos". Na medida que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do "potencial cooperativo" de jogar e viver. O jogo prossegue até restar uma cadeira, ou mesmo sem cadeira (vai até onde o grupo desejar).

SEGUINDO O CHEFE - Divida a turma em grupos de cinco educandos, colocando-os sentados no chão. Cada grupo terá como tarefa desenhar um barco utilizando uma folha de papel e um lápis, sendo que cada educando só poderá fazer uma ação de cada vez, passando em seguida o lápis para outro participante (exemplo: faz um traço, para e a próxima ação é de outro educando). Os educandos terão também de obedecer as seguintes características individuais: Educando 1 - é cego e só tem o braço direito; Educando 2 - é cego e só tem o braço esquerdo; Educando 3 - é cego e surdo; Educando 4 - é cego e mudo; Educando 5 - não tem os braços. A tarefa de desenhar o barco deve ser feita em cinco minutos. Após, o educador deve debater as dificuldades encontradas, os desafios superados e as formas de cooperação colocadas em prática.

PULO GIGANTE - Dois jogadores têm de trazer duas cadeiras até uma linha de meta, que dista vários metros do ponto de partida, sem que coloquem nem as mãos nem os pés no chão. Uma hipótese de resolver a situação é saltitar ruidosamente cada um deles em sua cadeira. Outra, é encontrarem uma estratégia cooperativa, deslocando-se sobre as cadeiras (avançam uma cadeira, passam os dois para cima desta, etc). O jogo pode ser repetido aumentando o número de jogadores e de cadeiras.

ILHA DESERTA - Os participantes formam uma roda, pondo-se de pé em cima de cadeiras ou bancos. Estes representam ilhas desertas no meio do oceano. Informa-se os jogadores que o objetivo é disporem-se segundo a ordem alfabética dos seus primeiros nomes, a partir de um ponto da roda. No entanto a deslocação de uma ilha para a outra tem uma regra: aquele oceano tem tubarões e outros animais marinhos perigosos, pelo que ninguém deve tocar no chão.

PUZZLE DA PAZ - Pedir ao grupo para pintar um grande cartaz em cartão ou cartolina, sobre o tema "Paz", que poderá ter vários metros de comprimento. Cortar este cartaz em pedaços, de forma a criar um puzzle de peças grandes. Colar um pouco de fita de velcro detrás de cada uma destas peças. Depois das peças serem baralhadas e distribuídas pelos participantes, pede-se para que estes as disponham numa superfície coberta de tecido (onde as peças adiram), de modo a completar corretamente o cartaz.

SOMOS TODOS VENCEDORES - Marcar uma pequena área no chão com uma cor ou um contorno. Esta área é uma ilha e os participantes são nadadores que precisam alcançá-la para serem salvos. O objetivo do jogo é encontrar uma solução que permita salvar o maior número possível de nadadores e, para isso, é necessário que nenhuma parte do seu corpo esteja na água. Com um giz pode-se ir reduzindo a área correspondente à ilha e ir repetindo o jogo.

DUAS ILHAS - Marcar no chão o contorno de duas áreas que irão representar duas ilhas (ou dispor dois tapetes no chão), distanciadas de uns 3 metros. Dividir os participante por estas duas áreas. A cada grupo atribui-se uma tábua (ou cartão) de cerca de 25 cm de largura por um metro e meio de comprimento. Explica-se aos jogadores que em cada uma das ilhas há só um determinado tipo de alimento e que os seus habitantes estão saturados de comer sempre o mesmo, por isso querem trocar de ilha. Porém, não existe nenhuma ponte ligando as duas ilhas e elas são demasiado distantes para se nadar de uma para a outra. Pede-se aos jogadores para se deslocarem todos da ilha onde estão para a outra, usando as tábuas como pontes, sem caírem na "água". Se alguém cai na "água" terá de voltar ao ponto de partida. Dar uma corda aos jogadores e pedir que encontrem outras estratégias para resolver a situação. Criar uma terceira ilha a cerca de 5 metros de distância da anterior. Repetir o jogo.

ATRAVESSAR A PONTE - Dispor uma tábua de 25 cm de largura e alguns metros de comprimento a alguns centímetros do chão. Distribuir os jogadores de pé sobre a tábua (o número de jogadores depende do comprimento da tábua). Dividi-los ao meio e atribuir uma t-shirt, um boné ou uma fita de cor que os diferencie em dois grupos: os da metade direita e os da metade esquerda da ponte. Pedir para que, sem pôr o pé no chão, os jogadores se desloquem sobre a ponte de modo a que, os que estão na metade esquerda passem a ocupar a metade direita e vice-versa.

TRANSPORTE SEM MÃOS - Os jogadores juntam-se aos pares. Cada par deve transportar ou passar a outro par um mínimo de quatro objetos diferentes, mas sem utilizar as mãos (só ao princípio, quando se pega no objeto). Podem-se utilizar objetos diversos, desde naturais como frutas (laranjas, maçãs, etc.) até objetos manufaturados como arcos, blocos de esponja, bolas, etc. As estratégias de transporte também são livres: caminhar dois a dois com o objeto frente a frente; ombro com ombro; peito com peito; traseiro com traseiro; etc. Logo que os objetos tenham sido passados, trocam-se os pares e continua-se o jogo. O jogo pode realizar-se depois com grupos de mais elementos e também se podem introduzir novas regras.

LEVANTAR BALÕES - Depois de encher um conjunto de balões com ar, pede-se aos participantes para formarem um grupo de três elementos. O objetivo é que os jogadores mantenham fora do chão o maior número possível de balões quando soar uma campainha (2 ou 3 minutos depois do jogo começar). A estratégia pode ser dinâmica, tocando continuamente nos balões para que se mantenham no ar, ou mais estática, encontrando uma forma de os segurar entre os participantes. O jogo pode ser repetido com outros elementos e com maior número de participantes.

"Desconheço a autoria das dinâmicas".

27 de agosto de 2008

Aula - Espiritismo

AULA

ESPIRITISMO

Objetivo: Levar o evangelizando compreender que o Espiritismo, aclarando o evangelho de Jesus, é a terceira revelação da Lei de Deus.

Música para harmonizar o ambiente

Prece inicial

Primeiro momento: Lembrar a aula sobre “Os Fenômenos de Haydesville”.

Segundo momento: Lançar a pergunta: Como fazemos para nos comunicáramos com pessoas que se encontra distante de nós? Ouviu as crianças e anotar as respostas.

Terceiro momento: Leitura do Texto sobre Mediunidade entre todos do grupo.

COMUNICAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS (O FISÍCO E O ESPIRITUAL) – MEDIUNIDADE

“Os Espíritos vivem ora na Terra encarnados, ora no espaço desencarnado; mas os interesses recíprocos de toda ordem, que os unem, fazem com que se comuniquem, (embora situados em planos diferentes de vibração), por meio da mediunidade, faculdade orgânica de que são dotadas as criaturas, em maior ou menor grau de desenvolvimento”.

Há, assim, um intercambio ativo e continuo de idéias e mesmo de interesses materiais, que assegura o permanente contato entre os dois mundos, prova evidente da sobrevivência do Espírito ao perecimento do corpo material, de que se servia, quando na Terra.

Coube ao Espiritismo revelar o mecanismo dessas revelações, estudando as leis que as regem. É necessário que todo aquele que é portador da mediunidade se esclareça, estudando e fazendo sua reforma intima, ou seja, trabalhando o seu lado moral.

Na verdade, os encarnados sofrem verdadeiros assédios de seus irmãos do mundo espiritual, a que continuam ligados por sentimentos de: amor, saudade, ódio, remorso, vingança, alimento, vícios, etc.

O intercâmbio com os irmãos da espiritualidade também nos proporciona ensinamentos preciosos, pelas mensagens recebidas de entidades categorizadas e que constitui advertências, conselhos, roteiros seguros para nossas vidas, dando-nos esperança de uma vida futura. Não nos deixemos, porém, enganar, porque entre a mediunidade sem doutrina é prejuízo para as nossas vidas. Devemos ser consciente e disciplinado.

Médiuns são pessoas aptas a sentir a influência dos espíritos e a transmitir os pensamentos destes. Toda pessoa que, num grau qualquer, experimenta a influência dos espíritos e, por esse simples fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem e, por conseguinte, não constitui privilegio (toda pessoa e mais ou menos médium), mas só é considerado médium, aquele a quem a faculdade Mediúnica se manifesta por efeito ostensivo, com certa intensidade.

Essa comunicação depende da ação recíproca dos fluídos que emitem o médium e o espírito. A predisposição mediúnica independe de sexo, da idade e do temperamento, mas para isso deve existir afinidade entre os dois fluídos. Alguns há que se combinam facilmente, enquanto outros se repelem, donde se segue que não basta ser médium para que uma pessoa se comunique indistintamente com todos os espíritos.

Há médium que só com certos espíritos podem comunicar-se ou com espíritos de certas categorias, e outros que não o podem a não ser pela transmissão de pensamentos, sem qualquer manifestação exterior. Existe duas categorias de médiuns: Médiuns Inconscientes e Médiuns Facultativos. No caso do primeiro, a iniciativa é dos espíritos; no segundo, é do médium.

Os Médiuns Facultativos: só se encontram entre pessoas que tem conhecimento mais ou menos completo dos meios de comunicação com os Espíritos, o que lhe possibilita servir-se, por vontade própria, de suas faculdades; dos médiuns inconscientes, ao contrário, existem os que nenhuma idéia fazem do espiritismo, nem dos espíritos, até mesmo as mais incrédulas e que servem de instrumentos, sem o saberem e sem os quererem. Conforme mostra a história da humanidade em todos os tempos e lugares.

Esses fenômenos fizeram deles, os médiuns, santos, feiticeiros loucos ou visionários. O espiritismo nos mostra que é apenas uma faculdade natural do ser.

Dentre as diferentes espécies de mediunidade destacamos:

  • Os de Efeito Físicos. (produz fenômenos materiais)
  • Os Sensitivos ou impressivos. (Suscetíveis a presença de espíritos).
  • Os Auditivos. (Ouvem os espíritos, no qual eles podem até conversar naturalmente).
  • Os Falantes. (O espírito atua sobre os órgãos da palavra, do contrário do auditivo nada ouve)
  • Os Videntes. (São as que vêem os espíritos no seu estado normal).
  • Os Escreventes ou Psicógrafos. (Escrevem sob a influência dos espíritos).

O Espiritismo encerando em si o tríplice aspecto de ciência, filosofia e religião, oferece respostas às indagações de ordem espiritual que até então constituíam incógnitas para a humanidade.

Restabelecendo a Verdade e levantando o véu que encobria os ensinamentos do Evangelho, ele é o Consolador prometido pelo Cristo, espargindo luzes por toda a Terra.

Com explicações claras e coerentes, veio estabelecer as bases para a fé raciocinada, ou seja, a que pode encarar a razão face a face em todas as épocas.

Trouxe-nos o conhecimento do mundo espiritual que nos envolve a todos e a certeza de que a vida não cessa no túmulo, mas se desdobra infinitamente, proporcionando sempre recursos novos para a nossa evolução espiritual, é a revelação na feição de verdade.

Afirmando que "fora da caridade não há salvação", elege o Amor ao próximo como condição essencial para a libertação espiritual de que necessitamos.

Como recomendação básica aos seus profitentes, afirma o Espiritismo: "Espírita, amai-vos e instruí-vos".

Quarto momento: Atividade em grupo responder o Questionário.

Prece Final

ATIVIDADE DO EVANGELIZADOR
(JÁ ESTÁ RESPONDIDO)

Escreva “V”se for verdadeira e “F”se for falso;

01.(V ) O espaço Universal é infinito

02. (V) No Universo existe uma infinidade de mundos.

03. (V) A passagem do espírito para a vida corporal é necessária para podermos evoluir e cumprir assim os desígnios de Deus.

04. (F) Dente todo o universo, só a Terra é habitada.

05. (V)A encarnação é para todos os espíritos um estado transitório.

06. (F) Todos os espíritos passam pelo mesmo número de encarnações na Terra.

07. (F) Encarnar é separar a alma do corpo.

08. (F) Quando desencarnamos, estamos usando o corpo material.

09. (V) O verdadeiro nome de Allan Kardec é Hippolyte Léon Denizard Rivaill.

10. (F) O segundo livro codificado por Allan Kardec é a Gênese.

11. (V) O Primeiro Livro da Codificação espírita é o Livro dos Espíritos.

12. (V) Médiuns, são pessoas que sofrem influências dos espíritos.

Complete:

  1. O Espiritismo é, pois, a Doutrina revelada pelos Espíritos Superiores e codificada por Allan Kardec que revive os ensinamentos de Jesus, nosso Mestre e Irmão.
  1. As bases fundamentais do espiritismo são: a existência de Deus, a imortalidade da alma, a comunicação dos Espíritos, a Lei da Reencarnação e da Evolução.
  1. A revelação dada pelos Espíritos superiores veio através de um fenômeno Chamado de Mediunidade.
  1. Mediunidade é a comunicação entre o mundo Visível e Invisível.
  1. A Doutrina codificada por Allan Kardec e revelada pelos Espíritos Superiores, tem o nome de Doutrina dos Espíritos ou Espiritismo.
  1. A codificação do Espiritismo, além do “Livro dos Espíritos”, que contém a revelação dada. pelos espíritos Superiores, através das perguntas feitas por Allan Kardec é constituída, dos seguintes livros: L. dos Médiuns, O Evangelho 2°. O Espiritismo, O Céu e o Inferno e a Gênese.

ATIVIDADE DO EVANGELIZANDO

Escreva “V”se for verdadeira e “F”se for falso;

01. ( ) O espaço Universal é infinito.

02. ( ) No Universo existe uma infinidade de mundos.

03. ( ) A passagem do espírito para a vida corporal é necessária para podermos evoluir e cumprir assim os desígnios de Deus.

04. ( ) Dente todo o universo, só a Terra é habitada.

05. ( )A encarnação é para todos os espíritos um estado transitório

06. ( ) Todos os espíritos passa pelo mesmo número de encarnações na Terra.

07. ( ) Encarnar é separar a alma do corpo.

08. ( ) Quando desencarnamos, estamos usando o corpo material

09. ( ) O verdadeiro nome de Allan Kardec é Hippolyte Léon Denizard Rivaill.

10. ( ) O segundo livro codificado por Allan Kardec é a Gênese.

11. ( ) O Primeiro Livro da Codificação espírita é o Livro dos Espíritos

12. ( ) Médiuns, são pessoas que sofrem influências dos espíritos.

Complete:

01. O Espiritismo é, pois, a Doutrina revelada pelos ______________________e codificada por______________________________ que revive os ensinamentos de ________________, nosso mestre e ____________________.

02. As bases fundamentais do espiritismo são: a existência de __________, a imortalidade da _______________________________, a comunicação dos___________________, a Lei da_________________ e da ________________________.

03. A revelação dada pelos _________________superiores veio através de um fenômeno Chamado de ________________________.

04. A Mediunidade é a comunicação entre o mundo ______________ e ________________.

05. A Doutrina codificada por Allan Kardec e revelada pelos Espíritos Superiores, tem o nome de ___________________________ou ____________________________

06. A codificação do Espiritismo, além do “Livro dos Espíritos, que contém a revelação dada pelos espíritos Superiores, através das perguntas feitas por Allan Kardec é constituída, dos seguintes livros____________________________,_________________________________, ____________________________ e a____________________.


Nomes dos integrantes do grupo:________________________________.

*Desconheço a autoria desse roteiro de aula.

26 de agosto de 2008

Dinâmica - Histórias diviertidas

Histórias divertidas para integração de grupo

OBJETIVO: Realizar a integração entre os alunos novos e os alunos antigos, ou entre todos os alunos caso ninguém se conheça.

MATERIAL: Uma folha em branco e lápis para cada grupo.

DINÂMICA:

Divida a sala em grupos de mais ou menos 4 participantes. Cada integrante do grupo irá contar para seus colegas de grupo uma história engraçada que já passou. Pode ser um dia que pagou um mico, uma viagem, um dia de praia. Dê sugestões e conte uma história sua para incentivá-los.

Depois que todos tiverem contato suas histórias os integrantes deverão escolher as duas melhores e escrever no papel.

Um integrante do grupo será escolhido para ler as histórias na frente da sala. Depois de contar, os outros grupos deverão adivinhar de quem é a história contada.

Aproveite para soltar sutilmente alguns ensinamentos baseando-se nas histórias contadas.

*Desconheço a autoria

História - O macaquinho sabe tudo

O MACAQUINHO SABE TUDO

Estava o macaquinho Sabe Tudo pendurado no galho de uma mangueira. Ele era, maldoso e caçoísta: derrubava o ninho dos passarinhos, jogava cocos na cabeça dos animais e ria, pulando de galho em galho... Seu comportamento, porém, melhoraria de uma hora para outra, causando grande admiração entre os habitantes da Floresta Maravilhosa. Vejamos como isso aconteceu.

Ora certa vez, Sabe-Tudo percebeu que um filhote de esquilo tentava alcançar uma goiaba madura; mas, por mais que pulasse, não conseguia... O macaco, então, demonstrando suas habilidades de pulador, deu umas cambalhotas e colheu a goiaba, comendo-a em seguida.

O esquilinho, desapontado, começou a chorar e atraiu a atenção de vários animais, que reunidos embaixo da goiabeira, ameaçaram com seus berros o macaquinho peralta. Lá no alto, ele ria mostrando as gengivas vermelhas e os dentes amarelos... Depois, sempre rindo, Sabe-Tudo fugiu por entre as árvores, atravessando grande trecho da Floresta Maravilhosa. E, já cansado, dirigiu-se à beira da lagoa grande para refrescar-se um pouco e beber água. Ao se abaixar, porém qual não foi seu espanto ao ver refletida na água a imagem de um macaco grande e forte, atrás de si! O macaquinho arregalou os olhos sem coragem de virar a cabeça e olhar de frente o grande macaco que lhe disse:

-Não tenha medo... Sou o espírito de seu bisavô. Você está vendo porque tem mediunidade. Você é médium vidente. Faz muito tempo que eu desejava falar com você, assim, frente a frente...

-O senhor é pai do pai do meu pai? Perguntou Sabe-Tudo, admirado do que ouvia.

-Isso mesmo. Sou seu bisavô e seu Espírito-Guia.

-É meu protetor?

-Sou. Mas, estou muito aborrecido. Quantos desgostos você me tem dado! Hoje, ao vê-lo comer a goiaba que pertencia ao esquilo, resolvi falar-lhe diretamente. Você precisa aproveitar a vida, meu filho, para aperfeiçoar seu espírito. Foi para isso que você nasceu. Não faça mais mal a ninguém. Se continuar a prejudicar seus semelhantes, em sua próxima vida colherá resultados de toda maldade que está praticando. Quem faz o mal, colhe o mal! Está me entendendo?

O macaquinho de cabeça baixa, respondeu que sim. E o espírito de seu bisavô, abraçando-o prosseguiu:

-Nunca se esqueça de minhas palavras. Nunca se esqueça de que todo mal que fizermos receberemos de volta, mais cedo ou mais tarde! Quem avisa amigo é...

E o Espírito-Guia desapareceu... Sabe-Tudo ficou durante o resto da noite sentado à beira da lagoa grande, refletindo no que havia se passado.

No dia seguinte, assim que os primeiros raios do sol iluminaram a floresta. Sabe-Tudo, pulando de cipó em cipó, viu um canário recém-nascido cair do ninho; o macaquinho, rápido, conseguiu pegá-lo no ar. A bicharada ao ver o belo gesto de Sabe-Tudo. Entreolharam-se. Com quem diz: “O que houve com Sabe-Tudo? Está mudado! Ao invés de rir do canarinho, salvou-lhe a vida!”.

Mas, Sabe -Tudo guardou seu segredo e até hoje não o contou para ninguém.

FIM

"Desconheço a autoria do texto"

História - O Espírito da maldade

O ESPÍRITO DA MALDADE

O espírito da maldade, que promove aflições para muita gente, vendo, em determinada manhã, um ninho de pássaros felizes, projetou destruir a s pobres aves.
A mãezinha alada, muito contente, acariciava os filhotinhos, enquanto o papai voava, á procura de alimento.
O espírito da maldade notou aquela imensa alegria e exasperou-se. Mataria todos os passarinhos, pensou consigo. Para isto, no entanto, necessitava de alguém que o auxiliasse. Aquela ação exigia mãos humanas. Quem sabe algum menino poderia obedecê-lhe?
Começou, então, a buscar a companhia das crianças.
Foi à casa de Joãozinho, filho de dona Laura, mas Joãozinho estava muito ocupado na assistência ao irmão menor, e, como o espírito da maldade somente pode arruinar as pessoas insinuando-se pelo pensamento, não encontrou meios de dominar a cabeça de João.
Correu à residência de Zelinha, filha de dona Carlota. Encontrou a menina trabalhando, muito atenciosa, numa blusa de tricô, sob a orientação materna, e, em vista de achar-se o cérebro tão cheio das idéias de agulha, fios de lã e peça por acabar, não conseguiu transmitir-lhe o propósito infeliz.
Dirigiu-se então, à chácara do senhor Vitalino, a observar se o Quincas, filho dele, estava em condições de servi-lhe. Mas Quincas, nesta hora, mantinha-se, obediente, sob as ordens do papai, plantando várias mudas de laranjeiras e tão alegre se encontrava, a meditar na bondade da chuva e nas laranjas do futuro, que nem de leve percebeu as idéias venenosas que o espírito da maldade lhe soprava na cabeça.
Reconhecendo a impossibilidade de absorvê-lo, o gênio do mal se lembrou de marquinhos, o filho de dona Conceição. Marquinhos era muito mimado por sua mãe antes de desencarnar, que não o deixava trabalhar e lhe protegia a vadiagem. Tinha doze anos bem feitos e vivia de casa em casa a reinar na preguiça. O espírito da maldade procurou-o encontrando-o assentado à porta de um botequim. As mãos dele estavam desocupadas e a cabeça vaga.
“Vamos matar passarinhos”? Disse o espírito aos ouvidos do preguiçoso. Marquinhos não escutou em forma de voz, mas ouviu em forma de idéia.
Saiu, de repente, com um desejo incontrolável de encontrar avezinhas para a matança.
O espírito da maldade, sem que ele o percebesse, conduzia-a facilmente para a árvore onde havia o ninho.
A mãe de Marquinhos havia desencarnado a alguns anos, agora arrependida de não ter ensinado o filho o valor do trabalho desde cedo, estava muito preocupada com ele.
Enquanto observava o filho dona Conceição viu a mãe de Quincas que estava por perto e intuiu a amiga a chamar o Marquinhos para brincar com Quincas em sua casa.
Quando chegaram, vira Quincas trabalhando no pomar.
Marquinhos ficou brincando de plantar as laranjeiras. Gostou tanto que esqueceu as maldades e passou a ser um menino bom e aplicado. Junto com Quincas viu que é muito agradável a ser útil e não mais maltratar os animaizinhos que também são filhos de Deus.
Ele aprendeu isso com o amigo Quincas que sempre seguia os conselhos do pai e da mãe que eram guiados por espíritos superiores que estão sempre no trabalho de ensinar aos homens o amor que Jesus veio exemplificar aqui na terra.

FIM

Aula - Espíritos protetores

PLANO DE AULA

Espíritos Protetores

OBJETIVO: Levar as crianças a entenderem a diferença entre Espíritos Superiores e inferiores. Motivá-las ao aprendizado de viver no bem, mostrando como o trabalho ajuda na sintonia com a espiritualidade maior, mente ocupada não dá lugar para o adversário

ROTEIRO / CONTEÚDO:

Música e prece

Primeiro momento: Diálogo inicial:

São os Espíritos superiores que estão sempre a nos orientar no bem, Cada indivíduo tem um Espírito que lhe acompanha os passos, intuindo-lhe ao bom proceder. Estes Espíritos que nos orientam são chamados de “Espíritos Protetores”. Comunicamo-nos com eles pelo pensamento, através da oração, pelo sonho.

O Espírito protetor sempre nos dá bons conselhos indicando-nos o bom caminho, que muitas vezes teimamos em não seguir, preferindo caminhos que nos levam ao sofrimento. Quando o Espírito protetor vê que seus conselhos são inúteis, ele se afasta e só volta quando é chamado pelo protegido.

Desde que nascemos, até a morte, temos um Espírito protetor que é ligado a nós e que às vezes nos acompanha até depois desta. Eles podem ser um amigo de encarnações passadas, um parente ou até alguém que interessa pelo nosso desenvolvimento espiritual. Como a ligação com os espíritos se faz através do pensamento e do proceder devemos fazer o melhor no bem, para ligarmos sempre com os espíritos do bem.

Segundo momento:

HISTÓRIA: “O ESPIRITO DA MALDADE” (Ver em: Histórias)
Contar história, O Espírito da maldade, modificada com a introdução de um Espírito do bem que entra em ação para ajudar.

Atividade: Desenhar uma criança com seu “Espírito Protetor”.

Prece Final

Bibliografia: Alvorada Cristã, Francisco Cândido Xavier.

"Desconheço a autoria deste roteiro de aula".

18 de agosto de 2008

Aula - Precursores da Doutrina Espírita

PLANO DE AULA

Precursores da Doutrina Espírita

1 - OBJETIVOS:
Levar o evangelizando a:
* Identificar que os fatos mediúnicos remontam à Antiguidade
* Identificar as Irmãs Fox como médiuns precursoras do Espiritismo como doutrina
* Identificar o fenômeno das mesas girantes como um marco importante nos primórdios do Espiritismo.

2 - INCENTIVAÇÃO
Contar a história das Irmãs Fox:

O dia 31 de março é uma data muito especial na história do Espiritismo. Foi exatamente em 31 de março de 1848, há 155 anos, que ocorreu o primeiro diálogo entre as irmãs Fox e o Espírito de uma pessoa que tinha sido assassinada 5 anos antes na casa em que elas moravam, numa pequena cidade do Estado de Nova York, chamada Hydesville, nos Estados Unidos da América do Norte.
A família Fox, que era metodista, tinha alugado aquela casa de madeira um ano antes, em dezembro de 1847.
Ali moravam o Sr. John David, sua esposa Margareth e suas duas filhas Kate de 9 anos e Margareth de 12 anos. Eles tinham outros filhos, que não moravam com ele.
Antes da família Fox, outros inquilinos que moraram naquela casa já tinham se queixado que estranhos ruídos eram ouvidos ali.
Aqueles ruídos, que começaram aos poucos, foram aumentando de intensidade. Eram barulhos de arranhões nas portas e paredes, outras vezes eram batidas ou até mesmo barulhos de móveis sendo arrastados
Muitas vezes estas vibrações eram tão fortes que as camas tremiam e até se deslocavam do chão. Kate e Margareth, assustadas, não conseguiam dormir e iam para o quarto dos pais.
Todos estavam muito abalados. Em uma semana, a senhora Fox ficou com os cabelos grisalhos, de tão assustada.
O casal começou a investigar aqueles fenômenos, mas não chegavam a nenhuma conclusão.
Kate, a mais nova, teve uma idéia: desafiar aquela força invisível, começando a dialogar com ela. Batendo palmas, falou: Sr. Pé rachado,faça o que eu faço. Imediatamente ela ouviu o mesmo número de batidas.
Kate continuou: - Agora, faça exatamente como eu. Conte um, dois, três, quatro e bateu palmas. As batidas foram exatamente iguais.
Aí Kate falou para a sua mãe: - Já sei o que é! Amanhã é primeiro de abril e alguém quer nos pregar uma mentira!.
A senhora Fox então passou a fazer perguntas. Pediu ao desconhecido para dizer a idade de suas filhas e a resposta do número de batidas foi correta.
Então, ela se aprofundou mais no diálogo, perguntando: Quem está aí é um ser humano? Não houve respostas. Em seguida, ela perguntou: “É um espírito? Se for, dê duas batidas”. Imediatamente, ela ouviu duas batidas.
A Sra. Fox então perguntou: Se for um espírito assassinado, dê duas batidas.
Logo ela ouviu duas batidas.
Estabeleceram então uma espécie de comunicação com o espírito, criando um alfabeto do tipo “telegrafia espiritual”
Descobriram então que este Espírito comunicante tinha sido um vendedor ambulante de nome Charles Rosma, que tinha sido assassinado a golpes de facada há 5 anos por uma pessoa chamada Sr. Bell que na época habitava naquela casa. O corpo tinha sido levado para a adega e que somente na noite seguinte é que tinha sido sepultado, a aproximadamente 3 metros de profundidade. Contou que o motivo do crime foi o roubo de um dinheiro que possuía, aproximadamente 500 dólares.
Foram feitas escavações no local indicado e acharam alguns ossos e cabelos humanos.
Cinqüenta e seis anos mais tarde, foi encontrado próximo ao local, embaixo da parede, o esqueleto completo com uma lata do mascate, provando que o corpo tinha sido removido de um lugar para outro, com medo de ser descoberto.
Logo os vizinhos fizeram uma comissão de investigação e começaram a participar intensamente dos diálogos, ficando assustados, pois o Espírito respondia detalhes de suas vidas íntimas.
Um dos vizinhos estabeleceu então uma maneira de identificar as respostas, colocando as letras do alfabeto e o Espírito fazia pequenos arranhões nas letras.
No ano seguinte, a família Fox passou a excursionar pelo país, realizando sessões mediúnicas para o público em várias cidades.
Outras entidades espirituais começaram a se manifestar e disseram que Kate e Margareth eram médiuns que vieram com a missão de cooperar no importante movimento de idéias que chamaria a atenção do mundo em muito pouco tempo.
A repercussão dos fenômenos foi tão grande que começaram a atrair a atenção de milhares de curiosos. Em 1850, a família Fox mudou-se para Nova York e continuou com as sessões públicas no Hotel Barnum.
Outras comissões de investigação foram feitas, para ver se descobriam algumas fraudes e as irmãs Fox foram muito perseguidas.
A imprensa criticava e a Igreja Metodista a qual a família Fox pertencia ameaçou-os de expulsão. Porém, eles preferiram ser expulsos da Igreja do que negar que aqueles fenômenos eram verdades.
A partir desta data, começaram na Europa a aparecer o fenômeno das mesas girantes, despertando as consciências e preparando todos para o surgimento do Espiritismo.

3. DESENVOLVIMENTO:

1. Porque o Espírito do vendedor ambulante se comunicou com as duas meninas da família Fox?
R: Porque elas eram médiuns.

2. O que ele queria transmitir?
R: Contar a história do seu assassinato.

3. Por que ele se comunicou através de pancadas?
R: Porque as meninas eram evangélicas e não sabiam que existia a comunicabilidade dos Espíritos.

4. As meninas ficaram com medo? Saíram correndo daquela casa, achando que era mal assombrada?
R: A família Fox era corajosa e resolveu descobrir o segredo daquelas pancadas.

5. Como eles passaram a acreditar que era um Espírito que queria se comunicar?
R: A partir da coincidência das respostas. O Espírito não errava nas batidas.

6. Por que os Espíritos não se comunicaram pela palavra?
R: Porque, através das batidas, os espíritos ficavam mais visíveis , para que todos ouvissem.
Se fosse através da fala, poderia parecer que as irmãs Fox estavam enganando, ou que estavam simplesmente loucas.

7. Foi a primeira vez que aconteceu uma comunicação dos Espíritos ou já tinha algum fato antes?
R: Desde a Antiguidade o homem já sentia que havia alguma coisa mais além da vida, pois sempre foram Espíritos.
- Os povos selvagens cultuavam diversos deuses. Na antiga Grécia, os sábios consultavam os “oráculos”, espécie de altar, para receberem mensagens de antepassados.
- A Bíblia está repleta de fatos de aparições, vozes, escrita direta e diversos fenômenos mediúnicos. No novo testamento, um anjo apareceu para a Virgem Maria, dizendo que ela seria mãe de Jesus. Após sua ressurreição, Jesus apareceu a Maria Madalena.
- Moisés, quando recebeu os dez mandamentos, foi através da mediunidade.
- Na história da Igreja, existem muitos fatos espíritas ocorridos. Um deles foi o de Santo Antonio de Pádua, que, estando celebrando uma missa, entrou em transe no púlpito, ficando em estado letárgico e apareceu no mesmo momento num tribunal de Lisboa, onde fez a defesa de seu pai, que estava sendo acusado injustamente de assassinato, conseguindo a sua absolvição.

Porém, foi a partir da história das Irmãs Fox que os fenômenos de comunicação começaram a acontecer com mais freqüência. Logo a seguir, vieram os fenômenos das mesas girantes, que levou Allan Kardec a se interessar pelo assunto e pesquisar , publicando, dez anos depois, o Livro dos Espíritos, cuja história será estudada na próxima aula.
Um dado interessante: Allan Kardec desencarnou exatamente no dia 31 de março, em 1869, 21 anos depois do diálogo ocorrido entre as irmãs Fox e aquele espírito desencarnado em Hydesville.

4. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO
Perguntar aos participantes:
1. Quando o homem tomou conhecimento que o Espírito é imortal?
2. Por que se diz que o caso das irmãs Fox é um marco na história do Espiritismo?
3. Por que o Espírito se comunicava por meio de batidas e não através da fala das médiuns?

6. RECURSOS
Resumo e Gravuras, ver: Histórias.

7. BIBLIOGRAFIA
Náufel, José – Do ABC ao Infinito
Feesp – Curso Básico de Espiritismo

*Roteiro : Vera Stefanello