






MEDIUNIDADE
Essa estrelinha fez muita confusão e não compreendeu bem o que é MEDIUNIDADE.
Ela precisa de ajuda. Cole em ordem crescente suas amiguinhas.
Que Parábola (história) é essa que Jesus contou? O que ela nos ensina?
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3. Quando amamos não basta apenas falar. O amor exige demonstrações e práticas. Identifique-as abaixo.
Resolva a cruzadinha da higiene
Descreva a ação que cada criança realiza para os cuidados com o corpo
PLANO DE AULA
Objetivos: Levá-los à compreensão de que desencarnados e encarnados podem comunicar-se e a entender que uma pessoa com a faculdade de comunicar-se com os espíritos ou médium, serve como intermediário entre os dois mundos, material e espiritual.
2) Apresentar aos evangelizandos cartazes ou escrever no quadro os conceitos: Médium, Mediunidade (tipos de mediunidade), Mundo espiritual, Espíritos protetores, estabelecendo assim com eles diálogo.
3) Ilustrar com figuras: Cidade espiritual, desprendimentos de pessoas no sono físico, Passe, médium (Chico Xavier) psicografando e outras.
4)Desenvolvimento do tema:
Perguntar aos evangelizandos: De onde vêm os espíritos? (ouvi-los)
O Mundo espiritual é o local onde estão os espíritos que desencarnam. No Plano Espiritual os espíritos estudam, trabalham, auxiliam uns aos outros. Existem flores, música, meio de transporte, praças, hospitais e lugares para morar. Mas não existe comércio. É organizado com Governos e Ministérios.
Questioná-los?
Existe comunicação entre o mundo Espiritual e dos encarnados, e é feita através dos médiuns que são intermediários entre os dois mundos. Essas pessoas denominadas médiuns, o que quer dizer que têm faculdade (explicar) mais desenvolvida que outras pessoas. Essa faculdade é chamada de mediunidade, que é a capacidade que algumas pessoas têm de entrar em contato com o chamado mundo invisível. Todos somos médiuns de nascença, pois temos intuição ( explicar), mas somente alguns têm mediunidade. O Médium é como um "aparelho" que permite a comunicação entre dois mundos o material e o espiritual, mundo material poderia ser o que vemos, e o espiritual o que sentimos. Não vemos o amor, mas podemos senti-lo. Alguns médiuns transmitem essas mensagens de diferentes modos: alguns ouvem, outros conseguem ver os espíritos, outros escrevem as mensagens, etc.
Mediunidade audiente - a pessoa ouve o que os espíritos dizem;
Mediunidade de vidência - o encarnado vê os desencarnados ou cenas do plano espiritual;
Mediunidade de cura - a pessoa consegue ajudar na melhoria da saúde de alguém através de passes;
Mediunidade de psicofonia - o médium empresta seus órgãos da fala para que o espírito se comunique;
Mediunidade de psicografia - o intermediário (médium quer dizer isso) empresta sua mão para que o desencarnado escreva;
Mediunidade intuitiva - o encarnado capta idéias de espíritos, mesmo sem vê-los ou ouvi-los. Todos somos médiuns intuitivos, uns mais, outros menos.
Perguntar se alguém tem medo de espírito. Alguns dizem que sim. Mostrar-lhes que os desencarnados são pessoas como nós, com a única diferença de que não têm corpos como os nossos. Fazê-los ver que nós também já estivemos no plano espiritual e para lá voltaremos. Não nos agradará se tiverem medo de nós, quando desencarnarmos.
(O conteúdo dessa aula foi retirado do site: www.cvdee.com.br e modificado)
Segundo momento:
Contar história: Jorginho e seus três pedidos (www.techs.com.br/meimei)
Terceiro momento: Diálogo:
Jogo didático: BATATA QUENTE
Dispor os evangelizando em círculos e
A um sinal do evangelizador, a bola deverá ir sendo passada de um para outro, não se respeitando ordem seqüencial.
Enquanto a bola estiver passando de mão em mão, deverá haver uma música que tão logo cesse de tocar (o evangelizador desligará a música repentinamente), o evangelizando que estiver com a “batata quente” responderá a uma pergunta formulada pelo evangelizador.
A brincadeira prossegue até que a maioria dos evangelizandos tenha respondido uma questão ou ao se esgotarem as perguntas.
A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama. “Onde estará a mãe deles?” – pensou ela. E, como não vise Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.

- Pare de chorar, disse a águia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
- Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.

Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram-se, perguntando o que houve.

- A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem-me! Por favor, ajudem-me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
Os animais entreolharam-se
- Eu gostaria de ajudá-la, disse o urso. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito alta!
- E o senhor coelho?
- Eu?
- Sim, pode me ajudar?
O coelho sacudiu a cabeça, negativamente.
- Ah, não posso... Tenho medo de dona Águia!
Nesse momento, aproximou-se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de “Capacete”, devido à sua casca. E foi logo dizendo:
- Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la.
Os animais deram uma gargalhada.
- Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o esquilo rindo.
- Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou a corsa, achando, também graça.

O jabuti, muito sério, respondeu:
- Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
E começou lentamente a subir a montanha. Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.

- Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
- Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando com dificuldade. Eu é que não estou... Deixe-me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
- Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará... Ela vai voltar de um momento para o outro!
- Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
- Orar meu amiguinho. A prece remove montanhas! E nós estamos em uma montanha... Oremos já!
E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
- Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá-los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis. Vocês devem mergulhar nele.
- Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho... Coragem!
O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
- Segure com mais força. Assim!
Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.
O jabuti, humilde, olhava os dois.
- Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muitos animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?
E, lentamente, afastou-se, enquanto pensava:
- Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?
ANJOS GUARDIÃES
OBJETIVO: A criança deverá desenvolver um sentimento de segurança maior perante a Vida e sentir-se estimulada à prática do bem, pela certeza no amor de Deus, que nos concede a bênção de termos Espíritos Amigos a nos ampararem e inspirarem em Seu nome.
CANÇÕES PARA HARMONIZAR
PRECE INICIAL
PRIMEIRO MOMENTO: Iniciar a aula com o TEATRO DE FANTOCHES.
TEATRO DE FANTOCHES
O AMIGO INVISÍVEL
*Trocar o boneco do palco pelo boneco do Espírito protetor.
SEGUNDO MOMENTO: Diálogo:
Quem toma conta de vocês? Quando vocês estão tristes, quem os ajuda? Quando fazemos algo errado, quem nos chama a atenção? Quando nosso pai, mãe, avó, avô, tio, tia, etc não está por perto, será que ninguém está nos olhando, nos protegendo?
O Anjo Guardião é um Espírito de ordem elevada. Sua missão é de um pai sobre seus filhos: conduzir ao bom caminho, ajudá-lo com conselhos, consolá-lo nas suas aflições e sustentar sua coragem nas provas da vida.
A aparência do anjo guardião não é a dos anjos tradicionais, com asas e luzinha na cabeça, as pessoas antigamente não sabiam como representar os bons espíritos e o fizeram dando-lhes uma imagem que correspondia à idéia que tinham do que deveria ser um ser elevado. Como os bons espíritos não andam, volitam, nossos antepassados supuseram-nos com asas.
O anjo de guarda tem uma aparência humana, porque nada mais é do que um espírito que já esteve encarnado na Terra. Ele se liga a nós desde o nascimento até muitas vezes na vida espiritual, prolongando-se através de muitas existências, o Espírito protetor se dedica a uma criatura para guiá-la na senda do bem.Ele se afasta de nós quando não atendemos absolutamente aos conselhos, mas não nos abandona completamente, permanecendo atento para auxiliar sempre que o seu protegido precisa dele.
Ele está sempre perto de nós a nos aconselhar, a nos ajudar, é o amigo mais devotado. Está aqui por ordem de Deus para nos ajudar a cumprir nossa missão. Em qualquer lugar que estejamos ele estará conosco. Ele é nosso melhor amigo. Cada anjo de guarda tem seu protegido, é feliz quando o vê no bom caminho e sofre quando seus conselhos são menosprezados, mais pelo protegido que por si mesmo, visto que sabe que fez a sua parte
Ficam felizes quando agimos certo e se entristecem quando caímos. Segundo Alan Kardec, seu nome pouco importa, mas na maioria das vezes são almas vinculadas a nós por laços afetivos.
Temos várias denominações para esses Espíritos: Mentor Espiritual, Anjo da Guarda, Anjo Guardião,etc.
Nunca estamos sós, sempre temos Deus ao nosso lado, nossos anjos guardiães, que embora invisíveis para nós, sempre estão presentes em nossa vida através da bondade divina de Deus nosso Pai, somos sempre amparados mesmos nos momentos de grande dificuldade e medo. E é por meio da prece que estaremos sempre em contato com nosso Protetor Espiritual.
Conclusão evangélico-doutrinária:
Mesmo que nosso pai, mãe, avó, avô, tio, tia, etc não está por perto, Ele, nosso Anjo guardião está nos olhando, nos protegendo, nós nunca estamos sós em momentos nenhum de nossas vidas. E sempre orando a Deus e praticando boas ações, nosso Espírito protetor estará sempre ao nosso lado
TERCEIRO MOMENTO:
DINÂMICA
DESENVOLVIMENTO:
Pegar os nomes dos participantes, colocar numa pequena caixa, e redistribuir aos mesmos. A pessoa não poderá pegar seu próprio nome.
Cada um será o "Anjo da Guarda" daquela pessoa que pegou. Deverá mandar mensagens de otimismo quando ela estiver desanimada, elogiar quando fizer alguma coisa boa, ou criticar quando a mesma estiver atrapalhando a caminhada do grupo.
O Anjo da Guarda não deverá revelar o seu verdadeiro nome. Usará um pseudônimo ou apelido. Deverá ter uma caixa onde todos colocarão suas mensagens para serem distribuídas no final de cada encontro. Depois de um tempo definido pelo grupo deverá acontecer a revelação dos anjos. Depois poderá fazer um novo sorteio.
PRECE FINAL
Como Lídia gosta de brincar! Para ela, o dia não foi feito para outra coisa. Sua mãe sempre a aconselhava a fazer algum servicinho em casa, mas qual! Quando chegava a fazer alguma tarefa em casa, era com tão má vontade que acabava mal feita.

Certa vez, passeando pelo campo, Lídia meditava:
- Para que trabalhar! É tão bom viver livremente pelo campo, sem a menor preocupação!...
Quando assim pensava, sentada na grama adormeceu e sonhou.
No sonho, viu um passarinho pousado sobre um galho de uma árvore. Aproximou-se dele e lhe disse:
- Que vida feliz é a sua: sempre voando e cantando, sem precisar trabalhar!
- Não diga uma coisa dessas, gentil menina! Não vê, naquela árvore, um ninho, onde vivem meus filhotinhos? Preciso alimentá-los e aquecê-los. Durante todo o dia ando à cata de bichinhos para eles. E voou ligeiro.
Lídia, meio desapontada, continuou seu passeio. Deparou com uma abelhinha.

Essa resposta inesperada deixou Lídia pensativa.
Acabou sentando-se à sombra de uma arvorezinha. Com o olhar fixo no chão, deu com uma formiguinha que carregava pesado fardo para o formigueiro. Exclamou:
- Tão pequenina e carregando tão grande peso! Largue esse fardo e venha brincar comigo.
- Sei que a carga é pesada, mas não posso aceitar seu convite. Sinto-me feliz por ter encontrado alguma coisa para o nosso celeiro.
Assim dizendo, a formiguinha seguiu cambaleando, em demanda do formigueiro.
Voltou-se Lídia então, para a arvorezinha que a acolhera em sua sombra:- Você trabalha também?


- De hoje em diante quero tarefas para ajudá-la mãezinha!
- Não quero ter mais uma vida insignificante e inútil.
Quero trabalhar como os passarinhos, as abelhas e as formiguinhas, ou mesmo as plantinhas!
FIM
*Tema sugerido da história: Lei do trabalho
AULA DE FIXAÇÃO
Objetivo: O objetivo é a fixação de alguns temas vistos que os evangelizandos apresentam mais dúvidas.
Prece inicial
Modo de jogar: É distribuída uma cartela para cada criança. Formularei as perguntas e os evangelizandos que responder certo ganhará um selinho -
- que deve ser colado na cartela. Ganha a criança que tiver mais selinhos na cartela.
SEGUNDO MOMENTO: Assim que termina as perguntas, termina o jogo.
PRECE FINAL
OBS.: Este jogo é ideal para avaliarmos os evangelizandos retirando suas dúvidas.
MODELO DA CARTELA
- O que você acha, Guilherme? Tia Paula devolveu a pergunta, enquanto fechava o livro que estava lendo.
- Os espíritas não fazem “trabalhos espirituais”. As Sociedades Espíritas são lugares de oração e estudo da Doutrina Espírita. Alguma vez, no Centro Espírita, você viu ou ouviu algo que pudesse levar você a pensar como a sua colega Sara?

- Mediunidade, médiuns - completou a tia, enquanto o garoto sorria concordando. Nas reuniões mediúnicas os desencarnados se comunicam com os vivos em busca de auxílio e também para orientar e incentivar as pessoas a seguirem no bem.

- Entendi, tia. Da próxima vez que alguém pegar no meu pé porque sou espírita vou perguntar se ele conhece o Espiritismo e vou falar sobre as coisas boas que aprendi no Grupo Espírita.
- Mas dê o exemplo, respeitando a religião da pessoa com quem você fala.
- Legal, tia. Valeu a força!
Tia Paula sorriu e pegou novamente o livro que estava lendo. Ela mesma, como muitos outros espíritas, já passou por situação semelhante a que o garoto contou. Mas ela sabe que, aos poucos, a humanidade evoluirá, aprendendo, como Guilherme, que o amor e caridade pregados por Jesus incluem o respeito às crenças do próximo.
FIM
De autoria: Cláudia Schmidt
Ilustração: Simone Anastácio
Deus nos deu a oportunidade de renascer ou reencarnar como uma nova chance de corrigir nossos erros do passado (de outras vidas) e aprender coisas novas.Mas durante a vida várias dificuldades vão surgindo e o nosso espírito vai ficando cansado, sem energias...
Deus já sabia que isso aconteceria conosco e é por isso que existem as religiões.
4 . Contar a història: “Respeito às religiões”
5 . Prece final