2 de agosto de 2008

Atividade - Mediunidade

ATIVIDADE

MEDIUNIDADE

Essa estrelinha fez muita confusão e não compreendeu bem o que é MEDIUNIDADE.
Ela precisa de ajuda. Cole em ordem crescente suas
amiguinhas.


Aula - O Amor colocado em prática

PLANO DE AULA
O AMOR COLOCADO EM PRÁTICA

Objetivos: Mostrar que o amor é a força que move o universo; ajudá-los a perceber a necessidade de que o amor se manifeste em atitudes práticas; levá-los a refletir sobre o amor de Deus e de Jesus pela humanidade; debater, a partir de situações práticas, como podemos manifestar amor pelo próximo.
Musicas para harmonizar:
Prece inicial
Primeiro momento:
Diálogo: Todos vocês amam alguém, certo? O que é o amor?* Deixar que manifestem suas opiniões.
É difícil definir um sentimento tão grandioso com poucas palavras. Podemos dizer que o amor é um conjunto de bons sentimentos, um querer bem, um afeto real e grande, um desejo de servir e fazer o bem.
Mas será que o amor se manifesta de uma forma apenas? Só existe aquele amor romântico que aparece nas histórias e novelas? (Após ouvi-los, comentar que há muitas formas de amor)
Existe o amor de Deus por todos nós. O universo todo é uma prova de amor do criador pelas suas criaturas. Deus faz o Sol nascer para bons e maus, dá alimento aos animais, o ar as plantas, a água para a humanidade; ao homem, a inteligência e o livre-arbítrio, que é a liberdade de decidir seus atos, para que possa ter o mérito pelas suas escolhas corretas e a responsabilidade pelas ruins. Há também o amor de Jesus por todos nós. Foi por amor que o Mestre veio nos ensinar a amar, perdoar, ser caridosos, dar valor aos bens do espírito, não julgarmos... O amor do Cristo pela humanidade é tão grande, que ele está conosco desde a formação do planeta epermanecerá dirigindo esse globo até que todos nós evoluamos. Existe também o amor maternal, o paternal, o fraterno, o romântico, o amor a uma causa, aos animais, a natureza... Há também, é claro, o amor a Deus, a Jesus e aos bons espíritos. Todas as manifestações reais de amor são benéficas, para quem dá e para o que recebe.
E Jesus, o que nos ensinou sobre o amor? (Incentivar a participação de todos) O nazareno nos ensinou que toda a lei divina pode ser resumida em dois mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Através da parábola do Bom samaritano, ensinou-nos que podemos ser o próximo de qualquer pessoa, que a caridade e o bem não escolhem momento, cara do beneficiado, condições ou circunstâncias. Jesus nos instrui a amar mesmo os nossos inimigos. Claro que não temos, ainda, como dedicar àqueles que não gostam de nós o mesmo afeto que oferecemos aos que nos tratam bem. Quando Jesus fala para amarmos nossos inimigos, quer nos incentivar a orar por eles, não persegui-los, ajudá-los no que for possível e não guardar rancor. Cristo ainda nos ensina a amar aqueles que erram. Ele nunca teve uma palavra de condenação para aqueles que não cometem equívocos de má-fé. Ele ensinou-nos também o amor à verdade, quando nos falou que o conhecimento dela nos libertará. Além de tudo isso, mostrou-nos que Deus é o pai de amor, não o senhor dos exércitos.
Vocês acham que quando amamos alguém basta que digamos isso a pessoa amada? Se dissermos amar um amigo, mas não estamos com ele nos momentos de dificuldade, não o tratamos bem, quando ele não está em condições de ser muito legal conosco, não procuramos ajudá-lo em nada, não procuramos fazer a vida dele mais feliz, então nosso amor é apenas da boca para fora. Com sua vinda a Terra, Jesus provou, com atitudes, que ama a humanidade, porque demonstrou seu interesse de nos ajudar a evoluir. Não adianta falarmos que amamos essa ou aquela pessoa, nossa religião, a natureza e a verdade, se nossas ações não provam isso. Jesus nos disse para fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem e não fazermos a eles o que não quereríamos que fosse feito a nós. Com base nesse ensinamento, vamos analisar agora várias situações práticas do dia-a-dia, buscando encontrar as soluções mais de acordo com ele.
Segundo momento: Levar para eles as situações abaixo. Pedir que leiam em voz alta e procurem encontrar alternativas de ação para os envolvidos, de acordo com o que aprendemos na aula.
Situações:
1. Mário saiu com a avó e a mãe para um passeio. Foram ao parque de diversões e ele andou em vários brinquedos. Depois Mário decidiu que queria comer sorvete, mas estava gripado e sua mãe não permitiu. O menino se emburrou e passou o resto da tarde reclamando e brigando com a mãe e a avó, impedindo que elas aproveitassem o passeio.
2. Rafael estava em um aniversário na casa de Antônia. Entrou sozinho em uma sala escura e, sem querer, derrubou um vaso azul, que estava sobre a mesa. Quando a mãe de Antônia ouviu o barulho do vaso quebrado, entrou na sala, mas não havia mais ninguém. Perguntou, então a Rafael, que estava próximo a porta da sala, se ele sabia quem tinha quebrado o vaso. Rafael disse que não tinha sido ele, mas que tinha visto Pedro e Henrique saírem da sala depois de ouvir o barulho do vaso quebrado.
3. João saiu com Paulo e Thiago para ir ao cinema. No caminho pararam no Armazém de seu Joaquim. Paulo e Thiago pegaram, cada um, duas barras de chocolate, sem que o dono do Armazém percebesse. João ficou surpreso e tentou alertá-los de que aquela atitude estava errada. Paulo e Thiago riram de João, chamando-o de covarde por não ter roubado nada. João acabou voltando para casa sozinho, sem ir ao cinema, bastante preocupado com a atitude de seus companheiros.
4. Matheus está arrumando seu quarto com a ajuda da mãe. As duas separaram uma porção de brinquedos com que Matheus não brinca mais há muito tempo. A mãe de Matheus pediu que a menina trouxesse uma sacola para colocar os brinquedos que a menina não usa mais, a fim de que possam levar até o Centro Espírita, onde serão doados para crianças carentes. Quando Matheus trouxe a sacola, disse que não queria dar os brinquedos que haviam sido separados, pois gostava muito deles e não queria que mais ninguém brincasse com eles. A menina queria que eles ficassem guardados no guarda-roupa, pois sabia que não iria mais brincar com eles, mas eram muito bonitos e ela queria guardá-los.
5. Na casa de Ana a família faz o Evangelho no Lar todas as sextas-feiras, às 9 horas da noite. Nesta semana, Antônia não queria participar do Evangelho porque tinha ganhado um jogo novo e queria continuar brincando. A mãe de Ana disse que a menina tinha que participar e a garota teve que obedecer. Durante a realização do Evangelho no Lar Ana não quis fazer a prece, nem a leitura e ficou o tempo todo empurrando o irmão menor.
6. A turma de Antônia está fazendo uma prova de matemática. Antônia não sabe a resposta da última questão. Ela olha para a prova de Clarissa e vê que a menina já respondeu a última questão. Antônia olha mais uma vez e consegue ver a resposta da colega. Clarissa não percebe o que Antônia fez, mas Gil, que está sentado ao lado de Clarissa, vê tudo.
Terceiro momento: Conclusão:
Fomos criados por Deus em um ato de amor, para que, amando, cumpramos nossa parte na sua obra. É o amor, não o dinheiro, que move o universo. É por amor que são feitos os maiores gestos de carinho, amizade e solidariedade. É o amor por alguém que tira das trevas enorme número de espíritos sofredores. O amor faz a vida ter mais sentido, dá razão de ser aos sacrifícios e ao esforço no bem. Entretanto, não basta dizermos que amamos, se não demonstramos isso com atitudes práticas. Quando amamos alguém, o melhor que temos a fazer é tentar tornar mais feliz a vida dessa pessoa. Hoje, ainda é muito difícil para nós amar a todos, mas o objetivo nosso é chegar ao amor universal, a percepção de que, sendo todos filhos de Deus, somos todos irmãos, ligados pelo amor do mesmo pai. Amar se aprende amando, portanto o amor, para se tornar mais forte e purificado, deve ser exercitado. É para aprender a amar que estamos na Terra. Se nos esforçarmos por sermos mais amorosos com todos, certamente nossas ações serão melhores, porque o amor não pode dar motivo senão ao bem. Muita gente se queixa de que não é amada, mas não se esforça para amar mais. Quanto mais amamos, mais temos chance de ser amados. O amor forma uma corrente energética positiva. Quanto mais à humanidade amar, mais será feliz, porque o amor é contrário às más inclinações, ao que existe de ruim em nós. É a falta de amor que gera o egoísmo, a discriminação, a violência, o uso de drogas e os crimes.
Quarto momento: Distribuir aos evangelizandos atividade escrita.
Prece final
ATIVIDADE
1. ESCREVA AS RESPOSTAS DAS PERGUNTAS NO BALÃO:
Todos vocês amam alguém, certo? Mas o que é o amor?


O amor se manifesta de uma forma apenas? Só existe
aquele amor romântico que a
parece nas histórias e novelas?





2. Jesus então contou uma parábola. Siga a ordem das
gravuras e descubra-a.


Que Parábola (história) é essa que Jesus contou? O que ela nos ensina?

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3. Quando amamos não basta apenas falar. O amor exige demonstrações e práticas. Identifique-as abaixo.



(Desconheço a fonte e autoria. Conteúdo sofreu adaptações)

Atividade - O corpo

ATIVIDADE

Tema da aula: O Corpo, dádiva Divina

Resolva a cruzadinha da higiene


Descreva a ação que cada criança realiza para os cuidados com o corpo

Atividade - Amor aos animais

ATIVIDADE
Tema da aula - AMOR AOS ANIMAIS

Ligue cada animal à sua pegada correspondente.



Ligue cada bichinho à sua sombra.


Jogo dos 7 erros

Encontre as sete diferenças entre os dois desenhos


25 de julho de 2008

Aula - Mediunidade

PLANO DE AULA

MEDIUNIDADE

Objetivos: Levá-los à compreensão de que desencarnados e encarnados podem comunicar-se e a entender que uma pessoa com a faculdade de comunicar-se com os espíritos ou médium, serve como intermediário entre os dois mundos, material e espiritual.

1) Contar história “A Curiosidade de Mariana” (ver: Histórias)

2) Apresentar aos evangelizandos cartazes ou escrever no quadro os conceitos: Médium, Mediunidade (tipos de mediunidade), Mundo espiritual, Espíritos protetores, estabelecendo assim com eles diálogo.

3) Ilustrar com figuras: Cidade espiritual, desprendimentos de pessoas no sono físico, Passe, médium (Chico Xavier) psicografando e outras.

4)Desenvolvimento do tema:

Perguntar aos evangelizandos: De onde vêm os espíritos? (ouvi-los)

O Mundo espiritual é o local onde estão os espíritos que desencarnam. No Plano Espiritual os espíritos estudam, trabalham, auxiliam uns aos outros. Existem flores, música, meio de transporte, praças, hospitais e lugares para morar. Mas não existe comércio. É organizado com Governos e Ministérios.

Questioná-los?

  • Os desencarnados e encarnados podem se comunicar?
  • De que forma ocorre essa comunicação? (ouvi-los)

Existe comunicação entre o mundo Espiritual e dos encarnados, e é feita através dos médiuns que são intermediários entre os dois mundos. Essas pessoas denominadas médiuns, o que quer dizer que têm faculdade (explicar) mais desenvolvida que outras pessoas. Essa faculdade é chamada de mediunidade, que é a capacidade que algumas pessoas têm de entrar em contato com o chamado mundo invisível. Todos somos médiuns de nascença, pois temos intuição ( explicar), mas somente alguns têm mediunidade. O Médium é como um "aparelho" que permite a comunicação entre dois mundos o material e o espiritual, mundo material poderia ser o que vemos, e o espiritual o que sentimos. Não vemos o amor, mas podemos senti-lo. Alguns médiuns transmitem essas mensagens de diferentes modos: alguns ouvem, outros conseguem ver os espíritos, outros escrevem as mensagens, etc.

5) Citar os tipos mais comuns de mediunidade:

Mediunidade audiente - a pessoa ouve o que os espíritos dizem;
Mediunidade de vidência - o encarnado vê os desencarnados ou cenas do plano espiritual;

Mediunidade de cura - a pessoa consegue ajudar na melhoria da saúde de alguém através de passes;
Mediunidade de psicofonia - o médium empresta seus órgãos da fala para que o espírito se comunique;
Mediunidade de psicografia - o intermediário (médium quer dizer isso) empresta sua mão para que o desencarnado escreva;
Mediunidade intuitiva - o encarnado capta idéias de espíritos, mesmo sem vê-los ou ouvi-los. Todos somos médiuns intuitivos, uns mais, outros menos.

È assim que acontece: O espírito se aproxima e fala ao ouvido do médium, o médium que possui a mediunidade de psicografar como Chico Xavier (mostrar a gravura no cartaz), escreve sua mensagem ou simplesmente empresta-lhe a mão e o espírito escreve sua mensagem. E são assim que são escrito os livros mediúnicos.

Perguntar se alguém tem medo de espírito. Alguns dizem que sim. Mostrar-lhes que os desencarnados são pessoas como nós, com a única diferença de que não têm corpos como os nossos. Fazê-los ver que nós também já estivemos no plano espiritual e para lá voltaremos. Não nos agradará se tiverem medo de nós, quando desencarnarmos.

6) Atividade escrita

7) Prece

(O conteúdo dessa aula foi retirado do site: www.cvdee.com.br e modificado)

18 de julho de 2008

Aula - A Prece

PLANO DE AULA
A PRECE
Objetivo: Levar as crianças a entenderem que:
  • A Prece é a única forma de comunicação com Deus;
  • Os benefícios que a prece nos proporciona;
  • É através da prece que nos ligamos ao mundo espiritual, e que a espiritualidade maior vem em nosso auxílio toda vez que nossa prece é proferida com fé e respeito.
Atividades iniciais:
Música para harmonizar;
Prece inicial;
Primeiro momento: Escrever no quadro a palavra PRECE com as letras fora de ordem e peço as crianças que advinhem qual é a palavra:
RCEPE

Segundo momento:

Contar história: Jorginho e seus três pedidos (www.techs.com.br/meimei)

Terceiro momento: Diálogo:

    • A prece ou a oração é uma conversa com Deus nosso Criador e com Jesus, Maria e nossos amigos espirituais.
    • A prece nos liga com Deus, Jesus e com o mundo espiritual.
    • É através da prece que a espiritualidade maior vem em nosso auxílio toda vez que nossa prece é proferida com fé e respeito.
    • A oração, acima de tudo, é sentimento, devendo ser feita sem fingimento ou ostentação. Deus gosta da prece que brota do fundo de nosso coração, que nasce com fé, fervor e sinceridade.
    • Podemos fazer nossas preces em qualquer hora ou lugar, porque o poder da prece está no pensamento, não se prendendo a palavras.
    • Com a prece, podemos louvar, pedir ou agradecer.
    • Podemos fazer uma prece quando estamos tristes, nervosos, assustados ou com medo e também quando estamos felizes.
    • Podemos e devemos orar por outras pessoas, inclusive por nossos inimigos e pessoas desencarnadas.
    • Quando oramos devemos pedir a Deus o alimento, a saúde, o trabalho, a alegria para nosso lar, a oportunidade de brincar e estudar... Mas não para pedir dinheiro ou bens materiais, pois Nosso Pai já nos dá tudo que precisamos para evoluirmos na terra.
    • Quando desejamos muito uma coisa podemos fazer uma prece e pedir a Deus, mas precisamos também fazer nossa parte e confiar em sua sabedoria.
    • O hábito de fazer prece foi-nos ensinado por Jesus, conforme está no Evangelho.
Desenvolver o tema usando exemplos como:
1 -
O telefone: o telefone serve de instrumento para conversarmos com as pessoas quando estamos distantes delas. E quando queremos falar com Deus, como fazemos? (esperar que as crianças digam que é através da prece).
A Prece serve como um telefone para a gente poder falar com Deus.


2 - Bolinhas de sabão
: Explicar que a prece não precisa ser decorada, mas sim de coração, pois, feita com amor, ela sobe, sobe até Deus... como a bolinha de sabão. Vamos imaginar que tudo o que queremos falar com Deus nós colocamos dentro da bolinha, quando sopramos. Ela vai subindo... (ir passando um por um, para cada um fazer suas bolinhas). Mostrar que nenhuma é igual a outra, por que as pessoas e seus desejos, agradecimentos, etc., são diferentes.


Quarto momento:

Jogo didático: BATATA QUENTE
Dispor os evangelizando em círculos e em pé. Um deles segura na mão uma bola de papel ou plástico.
A um sinal do evangelizador, a bola deverá ir sendo passada de um para outro, não se respeitando ordem seqüencial.
Enquanto a bola estiver passando de mão em mão, deverá haver uma música que tão logo cesse de tocar (o evangelizador desligará a música repentinamente), o evangelizando que estiver com a “batata quente” responderá a uma pergunta formulada pelo evangelizador.
A brincadeira prossegue até que a maioria dos evangelizandos tenha respondido uma questão ou ao se esgotarem as perguntas.

QUESTIONÁRIO

  1. Quando devemos fazer uma prece?
  2. Para quê serve a prece?
  3. Quando fazemos uma prece, devemos pedir só por nós?
  4. Quando desejamos muito uma coisa, é só fazer uma prece, e vamos conseguir?
  5. Como fazer uma prece?
  6. Quando devemos fazer uma prece?
  7. Quais os benefícios da prece?
  8. Precisamos decorar preces?
  9. Qual foi a oração que Jesus nos ensinou?
  10. Porque fazemos uma prece no início e no final?
  11. Com quem conversamos ao orar?
  12. Por que orar?
  13. Quem nos ensinou a orar?
PRECE FINAL

15 de julho de 2008

História - A Lição do jabuti

A Lição do Jabuti

A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama. “Onde estará a mãe deles?” – pensou ela. E, como não vise Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.


- Pare de chorar, disse a águia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
- Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.


Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram-se, perguntando o que houve.



- A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem-me! Por favor, ajudem-me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
Os animais entreolharam-se
- Eu gostaria de ajudá-la, disse o urso. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito alta!
- E o senhor coelho?
- Eu?
- Sim, pode me ajudar?

O coelho sacudiu a cabeça, negativamente.

- Ah, não posso... Tenho medo de dona Águia!
Nesse momento, aproximou-se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de “Capacete”, devido à sua casca. E foi logo dizendo:

- Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la.

Os animais deram uma gargalhada.

- Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o esquilo rindo.
- Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou a corsa, achando, também graça.



O jabuti, muito sério, respondeu:
- Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
E começou lentamente a subir a montanha. Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.


- Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
- Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando com dificuldade. Eu é que não estou... Deixe-me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
- Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará... Ela vai voltar de um momento para o outro!


- Tenha fé em Deus e encontraremos uma solução.
- Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
- Orar meu amiguinho. A prece remove montanhas! E nós estamos em uma montanha... Oremos já!
E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
- Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá-los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis. Vocês devem mergulhar nele.


- Eu sei nadar muito bem. Foi o senhor que me ensinou! Respondeu o porquinho.
- Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho... Coragem!
O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
- Segure com mais força. Assim!


E ambos se atiraram no lago... Tibum! Exatamente quando a águia pousava no ninho.
Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.
O jabuti, humilde, olhava os dois.
- Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muitos animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?


- Com a minha fé! Respondeu o jabuti.
E, lentamente, afastou-se, enquanto pensava:
- Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?

Fim

História: O Besouro Casca-dura, de Iracema Sapucaia.

Desenhos Simone Anastácio

Aula - Anjo guardiães

PLANO DE AULA

ANJOS GUARDIÃES

OBJETIVO: A criança deverá desenvolver um sentimento de segurança maior perante a Vida e sentir-se estimulada à prática do bem, pela certeza no amor de Deus, que nos concede a bênção de termos Espíritos Amigos a nos ampararem e inspirarem em Seu nome.

CANÇÕES PARA HARMONIZAR

PRECE INICIAL

PRIMEIRO MOMENTO: Iniciar a aula com o TEATRO DE FANTOCHES.

TEATRO DE FANTOCHES

O AMIGO INVISÍVEL

  • Oi, turma! Boa tarde! Eu sou Tito!
  • Vocês estão ouvindo uma voz?
  • Nããooo?!
  • Prestem atenção!
  • Oh! Olha só a voz!
  • AH! Já sei. É porque essa voz cada um escuta de um jeito diferente. A gente mesmo escuta de acordo com o que a gente está sentindo.
  • Querem ver só?
  • Quando estou fazendo alguma coisa errada escuto sempre esta voz me dizendo para parar e pensar nos ensinamentos de Jesus, que é nosso maior amigo. Então, eu tento parar e seguir seu conselho. Sabe que é bom?
  • Uma vez eu ia jogar uma pedra na janela da Dona Esmeralda, uma senhora que eu achava muito chata, porque ela nunca me devolvia as minhas bolas que caiam no seu quintal, quando ele me disse que não fizesse isso porque ela não era chata, apenas era uma senhora solitária que precisava de companhia. Ele disse que eu deveria ir a casa dela para conversar e tratá- la com carinho, porque dessa forma eu iria agradar Jesus.
  • Hoje eu e D. Esmeralda somos grandes amigos, todas as tardes ela me convida para tomar café com bolo, sempre que posso eu vou. Ah! Ela me devolveu todas as minhas bolas.
  • Quando estou triste ele também me dá a maior força.
  • Uma vez chovia muito, já estava ficando tarde e meu pai não chegava, quando anunciou na televisão que a cidade estava alagada, haviam caído árvores, postes, pontes.
  • Eu e minha mãe ficamos apavorados, foi então que mais uma vez essa voz veio em meu socorro e novamente a escutei, dessa vez para me lembrar que ao estarmos em dificuldade ou com medo devemos buscar o auxílio da prece, e eu deveria pedir a Jesus para cuidar do meu pai e todas as outras pessoas.
  • Passadas algumas horas o meu pai chegou são e salvo.
  • Ela só me dá bons conselhos.
  • O Zecão, lá da rua de baixo, uma vez me ofereceu um cigarro dizendo que não era nada demais eu dar uma tragadinha. Imediatamente escutei a voz me aconselhando a não aceitar porque o cigarro faz mal à saúde.
  • Eu ficava matutando que voz era essa? Porque só eu escutava?
  • Aí eu fui perguntar para a tia: o que era essa coisa de ouvir a tal voz?
    E ela me explicou assim:
  • Como Jesus tem muitas pessoas para cuidar e como ele quer que todo mundo se sinta bem protegido, e com um amigo bem bom de verdade, que cuida da gente, dá bronca, que alegra e que protege, ele deixou junto de cada um de nós um AMIGO INVISÍVEL, ele é um Espírito que acompanha a gente sempre, todos os dias.
  • Aposto que vocês sabem de quem essa voz é. Todos vocês tem esse amigo.
  • Me digam: Como vocês chamam esse amigo?
  • Digam vocês sabem. A gente sempre ora para ele pedindo sua proteção. Descobriram?
  • Isso mesmo, nosso Espírito protetor ou Anjo da guarda.
  • Ah! Mas tem uma coisa, para a gente ouvir a voz do nosso Espírito protetor, a gente precisa fazer silêncio no coração.
  • O que é isso?
  • Parem, fechem os olhos e esqueçam tudo ao redor. E aí ouvirão seu coração e os bons conselhos do seu amigo Espiritual.
  • Vocês já escutaram o amigo de vocês?
  • Vamos fazer um teste?
  • Vamos todos fechar os olhos.
  • Não vale fingir que fechou.
  • Esqueça por um segundo do coleguinha do lado.
  • Vamos ouvir nosso coração, Vamos ouvir nosso amiguinho.

*Trocar o boneco do palco pelo boneco do Espírito protetor.

  • Queridos amiguinhos, que a paz de Jesus esteja em seus corações. Não se esqueçam nunca de que seu Espírito protetor estará sempre ao seu lado, toda vez que se sentirem sozinhos ou sentirem medo orem pedindo a ele que os ajudem no momento difícil, e que os proteja. Agora, quando estiverem felizes, não se esqueçam de orar a Jesus e lhe agradecer por momentos tão bons. Se soubermos pedir e também agradecer, certamente, seremos sempre felizes.
  • Um beijo para vocês.
  • Que Deus os abençoe.
  • Tchau.

SEGUNDO MOMENTO: Diálogo:

Quem toma conta de vocês? Quando vocês estão tristes, quem os ajuda? Quando fazemos algo errado, quem nos chama a atenção? Quando nosso pai, mãe, avó, avô, tio, tia, etc não está por perto, será que ninguém está nos olhando, nos protegendo?

O Anjo Guardião é um Espírito de ordem elevada. Sua missão é de um pai sobre seus filhos: conduzir ao bom caminho, ajudá-lo com conselhos, consolá-lo nas suas aflições e sustentar sua coragem nas provas da vida.

A aparência do anjo guardião não é a dos anjos tradicionais, com asas e luzinha na cabeça, as pessoas antigamente não sabiam como representar os bons espíritos e o fizeram dando-lhes uma imagem que correspondia à idéia que tinham do que deveria ser um ser elevado. Como os bons espíritos não andam, volitam, nossos antepassados supuseram-nos com asas.

O anjo de guarda tem uma aparência humana, porque nada mais é do que um espírito que já esteve encarnado na Terra. Ele se liga a nós desde o nascimento até muitas vezes na vida espiritual, prolongando-se através de muitas existências, o Espírito protetor se dedica a uma criatura para guiá-la na senda do bem.Ele se afasta de nós quando não atendemos absolutamente aos conselhos, mas não nos abandona completamente, permanecendo atento para auxiliar sempre que o seu protegido precisa dele.

Ele está sempre perto de nós a nos aconselhar, a nos ajudar, é o amigo mais devotado. Está aqui por ordem de Deus para nos ajudar a cumprir nossa missão. Em qualquer lugar que estejamos ele estará conosco. Ele é nosso melhor amigo. Cada anjo de guarda tem seu protegido, é feliz quando o vê no bom caminho e sofre quando seus conselhos são menosprezados, mais pelo protegido que por si mesmo, visto que sabe que fez a sua parte

Ficam felizes quando agimos certo e se entristecem quando caímos. Segundo Alan Kardec, seu nome pouco importa, mas na maioria das vezes são almas vinculadas a nós por laços afetivos.

Temos várias denominações para esses Espíritos: Mentor Espiritual, Anjo da Guarda, Anjo Guardião,etc.

Nunca estamos sós, sempre temos Deus ao nosso lado, nossos anjos guardiães, que embora invisíveis para nós, sempre estão presentes em nossa vida através da bondade divina de Deus nosso Pai, somos sempre amparados mesmos nos momentos de grande dificuldade e medo. E é por meio da prece que estaremos sempre em contato com nosso Protetor Espiritual.

Conclusão evangélico-doutrinária:

Mesmo que nosso pai, mãe, avó, avô, tio, tia, etc não está por perto, Ele, nosso Anjo guardião está nos olhando, nos protegendo, nós nunca estamos sós em momentos nenhum de nossas vidas. E sempre orando a Deus e praticando boas ações, nosso Espírito protetor estará sempre ao nosso lado

TERCEIRO MOMENTO:

DINÂMICA

DESENVOLVIMENTO:
Pegar os nomes dos participantes, colocar numa pequena caixa, e redistribuir aos mesmos. A pessoa não poderá pegar seu próprio nome.
Cada um será o "Anjo da Guarda" daquela pessoa que pegou. Deverá mandar mensagens de otimismo quando ela estiver desanimada, elogiar quando fizer alguma coisa boa, ou criticar quando a mesma estiver atrapalhando a caminhada do grupo.
O Anjo da Guarda não deverá revelar o seu verdadeiro nome. Usará um pseudônimo ou apelido. Deverá ter uma caixa onde todos colocarão suas mensagens para serem distribuídas no final de cada encontro. Depois de um tempo definido pelo grupo deverá acontecer a revelação dos anjos. Depois poderá fazer um novo sorteio.

PRECE FINAL

14 de julho de 2008

História - O Sonho de Lídia

O Sonho de Lídia

Como Lídia gosta de brincar! Para ela, o dia não foi feito para outra coisa. Sua mãe sempre a aconselhava a fazer algum servicinho em casa, mas qual! Quando chegava a fazer alguma tarefa em casa, era com tão má vontade que acabava mal feita.


Certa vez, passeando pelo campo, Lídia meditava:

- Para que trabalhar! É tão bom viver livremente pelo campo, sem a menor preocupação!...

Quando assim pensava, sentada na grama adormeceu e sonhou.

No sonho, viu um passarinho pousado sobre um galho de uma árvore. Aproximou-se dele e lhe disse:

- Que vida feliz é a sua: sempre voando e cantando, sem precisar trabalhar!

- Não diga uma coisa dessas, gentil menina! Não vê, naquela árvore, um ninho, onde vivem meus filhotinhos? Preciso alimentá-los e aquecê-los. Durante todo o dia ando à cata de bichinhos para eles. E voou ligeiro.

Lídia, meio desapontada, continuou seu passeio. Deparou com uma abelhinha.


Perguntou-lhe:
- Abelhinha, você não precisa trabalhar, não é? Vive sempre a voar, deleitando-se com perfume e o colorido das flores.

- Oh! Menininha. Vivo sempre a voar entre as flores, mas é para recolher o néctar, com o qual preparamos o mel saboroso. Vivo, mesmo, só para o trabalho, e nele encontro minha alegria.

Essa resposta inesperada deixou Lídia pensativa.

Acabou sentando-se à sombra de uma arvorezinha. Com o olhar fixo no chão, deu com uma formiguinha que carregava pesado fardo para o formigueiro. Exclamou:

- Tão pequenina e carregando tão grande peso! Largue esse fardo e venha brincar comigo.

- Sei que a carga é pesada, mas não posso aceitar seu convite. Sinto-me feliz por ter encontrado alguma coisa para o nosso celeiro.

Assim dizendo, a formiguinha seguiu cambaleando, em demanda do formigueiro.

Voltou-se Lídia então, para a arvorezinha que a acolhera em sua sombra:

- Você trabalha também?


- Como não, minha pequena?! Trabalho dia e noite, para formar minhas folhas, minhas flores e meus frutos. Cada uma de minhas partes tem sua tarefa.

Nisso, Lídia acordou e, retornando à sua casa, disse à mamãe:

- De hoje em diante quero tarefas para ajudá-la mãezinha!

E para si mesma, acrescentou:

- Não quero ter mais uma vida insignificante e inútil.

Quero trabalhar como os passarinhos, as abelhas e as formiguinhas, ou mesmo as plantinhas!

FIM

*Tema sugerido da história: Lei do trabalho

Ilustração: Simone Anastácio

Aula - Aula de fixação

PLANO DE AULA

AULA DE FIXAÇÃO

Objetivo: O objetivo é a fixação de alguns temas vistos que os evangelizandos apresentam mais dúvidas.

Prece inicial

PRIMEIRO MOMENTO: A aula vai ser baseada em um jogo tipo de Bingo, mas feito com perguntas e respostas acerca dos temas estudados durante o semestre.

Modo de jogar: É distribuída uma cartela para cada criança. Formularei as perguntas e os evangelizandos que responder certo ganhará um selinho - - que deve ser colado na cartela. Ganha a criança que tiver mais selinhos na cartela.

PERGUNTAS: (exemplos)

  1. O que é Deus?
  2. Porque Deus é chamado de criador?
  3. Cite algumas criações de Deus e criações dos homens.
  4. Como Sabemos que Deus existe?
  5. Quem é Jesus?
  6. Por que Deus enviou Jesus para terra?
  7. O que Jesus deve ser para nós para sermos seres perfeitos como ele?
  8. Qual o caminho que devemos tomar e que Jesus ensinou?
  9. O que nos ensinou para seguir esse caminho?
  10. Deus criou o mal?
  11. Como nos Ligamos a Deus e a Jesus?
  12. O que é prece?
  13. Por que devo orar e pra que?
  14. O que é o Espírito?
  15. E o corpo o que é?
  16. O que é perispírito?
  17. Somos corpo ou Espírito?
  18. O que é morte?
  19. Quando desencarno para onde vai meu corpo?
  20. Para onde vai o Espírito que desencarna?
  21. Quem são os Espíritos?
  22. Para termos boas companhias de amigos encarnados e espirituais, que devemos fazer?
  23. Existe comunicação entre encarnados e desencarnados?Como é feita?
  24. O que é um médium?

SEGUNDO MOMENTO: Assim que termina as perguntas, termina o jogo.

PRECE FINAL

OBS.: Este jogo é ideal para avaliarmos os evangelizandos retirando suas dúvidas.

MODELO DA CARTELA