5 de dezembro de 2008

Aula - Natal - Nascimento de Jesus

PLANO DE AULA
NATAL - NASCIMENTO DE JESUS

Objetivo: Levar o evangelizando compreender o verdadeiro significado do natal.
Músicas para harmonizar
Prece Inicial
Primeiro momento:
Qual o verdadeiro significado do natal?
A data do nascimento de Jesus.
Vocês conseguem encontrar o aniversariante nas ruas e lojas?
Não há qualquer sinal de Jesus nas ruas e lojas.
Mas onde está o aniversariante?
*Pedir que não respondam e continuar... “Agora imaginem a data de seu aniversário, o Papai e a mamãe fazem uma festa pra você, mas na festa tem um personagem engraçado e todo mundo dá atenção só a ele, e se esquecem de você. Como você se sentiria?”
*Agora pedir para responderem a pergunta anterior.
É gente... É o que estamos fazendo com nosso irmão Jesus, estamos esquecendo Dele... Substituindo Ele (por presentes, festas e etc.).
Jesus estava no plano espiritual antes de encarnar na terra há uns dois mil anos, assim como aconteceu conosco e, por ser um Espírito muito mais sábio que os homens - Ele é como um irmão mais velho para nós - Deus o enviou para cumprir uma missão junto de nós, sabem qual? Qual foi essa missão? Sua missão foi a de deixar ensinamentos (aqui comentamos alguns ensinamentos deixados por Jesus) ao homem da terra, e a cumpriu fielmente. Deus conferiu Lhe a tarefa de ensinar a nós lições de amor e de respeito pela vida e pelos semelhantes.
Mas, Natal é mais um dia para renovarmos sentimentos, atitudes no bem; mudar nosso modo de sentir; abraçar nossos inimigos (devemos entender como inimigo qualquer pessoa que desentendemo-nos com ela), a perdoar a quem nos ofende; a amar mais nossos semelhantes, sendo paciente e menos orgulhoso (pedir mais exemplos de como podemos amar nossos semelhantes) é esse um dos significados especiais do natal, não é apenas época de receber presentes e fazer festas. O próprio nascimento do Cristo foi aprendizado, me refiro a manjedoura que é um comedouro de animais e serviu-lhe de berço, essa foi a primeira lição que deixou - a de humildade. Estamos substituindo Jesus nos nossos corações, e não devemos deixar que isso aconteça - deixar de viver o VERDADEIRO NATAL.
Segundo momento:

Criamos um ambiente:
Um painel representando o céu e estrelas, o outro, árvores (ambos feitos em TNT). No centro da sala, criamos uma fogueira artificialmente, galhos (papel) e por baixo uma extensão de uma lâmpada que simula a luz da fogueira. E envolta da “fogueira” (com as luzes da sala apagada), sentados em círculos redondos feitos de emborrachado, contamos a história do Menino Bom.


HISTÓRIA
Um Menino Bom

Tenho agora uma história muito bonita, e muito verdadeira para contar-lhes. Deus, nosso Pai, criou também um menino muito bom. Ele viveu unicamente para ensinar os homens a amarem-se como irmãos, e a fazerem o bem uns aos outros. Esse homem chamava-se Jesus, e é a história Dele que vocês vão ouvir.
Havia em num país distante chamado Palestina, na cidade de Nazaré, uma pequena aldeia, um casal: José e Maria. Esse casal precisou ir para a cidade de Belém e Maria estava grávida.
A viagem foi muito penosa, naqueles tempos não havia meios de transportes confortáveis como hoje para viajar. E um pouco a pé, outro pouco montados num burrico, que eles venceram a distância que separavam as povoações. Quando chegaram a Belém, não conseguiram nem um quarto para descansar e Maria estava para ganhar o bebê. O que José conseguiu, foi acomodar Maria em um curral perto da cidade.
E numa noite muito bonita, de céu todo estrelado, perfumada pela brisa suave que vinha dos campos, Maria ganhou seu bebê. Ela cobriu-O com algum pano, deitou-O na manjedoura forrado com capim que serviu de berço, para o menino divino dormir; e, pôs-lhe o nome de Jesus.
Ali pelos arredores, havia pastores trazendo seus rebanhos para passarem a noite em segurança. Alguns deles estavam em volta ao pé da fogueira quando apareceu um anjo, ou, um Espírito superior muito bom e puro. Os pastores se assustaram e ficaram com medo, mas o anjo lhes disse:
- “Não tenham medo; venho trazer-lhes uma notícia que será de grande alegria para vocês e para todo o povo; é que hoje nasceu o Salvador do mundo, que é Jesus. E se vocês quiserem ir vê-lo, este é o sinal que lhes fará conhece-lo: acharão um menino envolto em panos e posto numa manjedoura”.
Um dos pastores admirado e pensativo disse:
-“Vamos até Belém, e vejamos o que é que aconteceu, o que é que Deus nos revelou”.
Quando chegaram ao curral, de fato acharam Jesus envolto em paninhos, dormindo na manjedoura forrada de capim. Maria estava acomodada ao seu lado, e José, de pé à cabeceira velava pelos seus dois entes queridos.
Mas não foram apenas os pastores que visitaram Jesus quando ele nasceu. Ele recebeu a visita dos Magos do Oriente. Os Magos são sábios, sacerdotes de antigas religiões daquelas terras; estudavam todas as ciências, e como também conheciam as coisas da espiritualidade, sabiam que um dia viria ao mundo um Espírito muito superior, o mais superior de quantos já tinham vindo á terra, para ensinar aos homens a viverem de acordo com as leis divinas.
E guiando eles por vales, montanhas, desertos ardentes até Jerusalém, uma grande estrela conduziu os magos até o curral onde estava Jesus.
Ao chegarem, encontraram velando ao seu lado, como fazem todas as mães, Maria. Os magos o adoraram, e mandaram que seus criados descessem dos camelos as malas; e tiraram delas ouro, incenso e mirra, e deram de presente ao menino.
Alguns dias depois que os magos partiram, dormia José recostado ao lado da manjedoura, depois de Maria ter cuidado do menino, e sonhou. Sonhou que lhe apareceu um anjo vestido de luz, que lhe disse:
-”Levanta José, pegue o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e fica lá até que eu te
avise. Porque o Rei Herodes vai procurar o menino para matá-lo”.
José obedeceu ao aviso celeste, embora fosse noite alta levantou-se, contou o sonho á Maria, arrumaram suas coisas, e partiram para o Egito. Meses depois teve outro sonho com o anjo dizendo que ele fosse para Israel, José obedeceu e foi, mas chegando lá, teve que levar sua família para outra cidade novamente, a cidade de Nazaré.
Foi em Nazaré que Jesus cresceu, e passou sua infância. Ele era muito inteligente, estudioso e trabalhador. Quando completou sete anos, seus pais o matricularam na escola, onde aprendeu a ler e a escrever; dedicava uma parte de seu tempo a brincar com seus companheiros, e outra parte a trabalhar com seu pai na carpintaria e a estudar as lições.
Essa é parte da história do menino bom. Sua mãe, meiga e carinhosa, chamava-se Maria e seu pai chamava-se José. O Nome desse menino bom era JESUS.

Terceiro momento: Fazer um presépio de papel colando numa base de cartolina.

Prece Final
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PRESÉPIO PARA MONTAR












Aula - Reencarnação

PLANO DE AULA
REENCARNAÇÃO

Objetivo:
• A criança deverá compreender que os espíritos desencarnados aguardam no M. Espiritual a oportunidade da reencarnação.
• A criança deverá concluir que enquanto espíritos no M. Espiritual, escolhemos nossos pais que deverão nos ajudar.

Músicas

Prece

Primeiro momento: Conto duas histórias, ilustradas, e seguidas de explicações: “O Pequeno herói anônimo” e a “História do Zeca”.

Obs.: Para contar a história, primeiro apresento as gravuras e deixo que eles imaginem a história, depois conto a historinha e entro com o tema da aula.

Segundo momento:
Desenvolvimento do tema proposto-
• Reencarnar quer dizer: NASCER DE NOVO.
• Nós antes de reencarnarmos aguardamos nosso retorno á terra no PLANO ESPIRITUAL. Lá não ficamos ociosos, nos preparamos estudando e trabalhando para poder aproveitar bem a nova encarnação ou nova vida.
• Não nascemos ao acaso, em qualquer lugar, antes de nascermos nossa família, ou já foram nossos amigos ou parentes em outras vidas para auxiliar-nos uns os outros.
• No PLANO ESPIRITUAL (recordar aula: Mundo Espiritual) existem locais, departamentos que cuidam da nossa reencarnação: como será nosso corpo, quanto tempo ficaremos na terra, a família que vamos reencarnar, que geralmente são espíritos que somos devedores ou devemos a elas ou com pessoas que temos dificuldades para aprendermos a amar e perdoar, ou então nascemos com uma determinada missão.
• Nascemos quantas vezes for necessário para corrigir os erros, aprender a ser bom, amoroso, amigo.
• Reencarnamos em diferentes condições: ricos ou pobres, de uma raça, morando em um país ou outro. Lembrar que ao escolher a forma física do nosso corpo, são levadas em consideração às necessidades e objetivos do Espírito, as metas de evolução que ele traz ao reencarnar.
• Existe uma lei que rege as reencarnações. Qual é? Lei de Causa e Efeito. Todo efeito tem uma causa:
  • Se come demais, passa mal.
  • Se for invejoso ou fofoqueiro, perde os amigos.
  • Se mentir, vão descobrir e não confiam mais.
  • Se brigar com alguém e não perdoou, talvez tenha que reencarnar para apreender a conviver com aquela pessoa.

• Nossa condição no mundo espiritual, quando desencarnarmos, vai variar de acordo com o que fizermos aqui, se fomos bons ou maus.

• Não lembramos do nosso passado para facilitar o aprendizado, e para reparar as faltas cometidas, pois já erramos várias vezes e teríamos vergonha de nossos erros. Também para facilitar a reaproximação com pessoas que não gostamos ou que precisamos aprender a amar.
• Uma reencarnação de sofrimento pode ser resultado de uma vida mal vivida.
• No Universo há muitos planetas e muitos mundos, uns mais evoluídos e outros mais atrasados. Habitaremos um dia planetas mais evoluídos quando aprendermos tudo que devemos aprender aqui.
• Como podemos aproveitar a reencarnação para progredir? Escolhendo o caminho do bem, ajudando os outros, procurando o autoconhecimento para desenvolver virtudes.

Terceiro momento:
Atividade e dinâmica: Confeccionamos um painel com 1,50 cm X 1,0 m de TNT(ver abaixo) com o desenho de duas crianças: menino e menina, o rosto de ambos recortados; e um túnel (de TNT com o suporte de 2 bambolês para poderem passar por dentro).
A técnica: Pedirem que imaginem que de um lado da sala é o mundo espiritual e o outro é o mundo físico. As crianças devem ficar no lado do “mundo físico” e o evangelizador vai contar (imaginar) uma história para cada evangelizando.
Exemplo:
“Rafael viveu 50 anos e desencarnou. Ele foi uma pessoa materialista, sem crença, ignorou sua família e não ajudou sua mãe que desencarnou logo após adoecer, pois passou muitas necessidades sem apoio do seu único filho. Um ano depois Rafael desencarnou também e no mundo espiritual sofreu vagando na terra. Conversava com as pessoas e ninguém respondia, então, até que um dia chorou arrempendido e rezou. Um mentor logo apareceu após a prece e o encaminhou a um hospital no mundo espiritual; após alguns anos que permaneceu estudando e trabalhando no mundo dos espíritos, encontrou sua mãe que carinhosamente, mais evoluída que ele amparou e o ajudou muito na vida como desencarnado. Mas, houve necessidade dele reencarnar, foi programada sua encarnação e então reencarnou.”
Após o final da narração, pedir que o evangelizando passe dentro do túnel (simboliza o útero materno) e a seguir tomar a posição no painel (simboliza seu novo corpo).

Quarto momento: Convidar os evangelizandos a confeccionarem um “livrinho de bolso” sobre a atual reencarnação. O livro é composto de 5 páginas e mais a capa. Cada página deve estar organizada conforme segue, e as frases devem ser escritas na parte de cima de cada página do livro, a fim de que sobre espaço para que o evangelizando possa ilustrar sua história.

Prece de encerramento

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PAINEL: REENCARNAÇÃO



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ATIVIDADE REENCARNAÇÃO: LIVRINHO DE BOLSO


14 de outubro de 2008

História - O Vale dos sentimentos

O Vale dos Sentimentos

Era uma vez um lugar chamado "Vale dos Sentimentos".

Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com o seu

nome: Alegria, Riqueza, Sabedoria, Determinação....

Apesar de serem diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como:

Orgulho, Tristeza e Vaidade não tinham problemas entre si.

Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais

bonito dos sentimentos: era o Amor!

Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele,

ficavam mudados porque eles sabiam que, dentre eles, o Amor era o melhor!

Porém, no mesmo vale, num lugar mais afastado, havia um castelo! E lá

também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom. Era a

raiva!

E a Raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale!

Por isso, quando acordava de mau humor, fazia de tudo para estragar a

beleza do lugar. Certo dia, teve uma boa idéia.

Foi até o calabouço e preparou a porção mais esquisita e estraga

prazeres de que se teve notícias! A fumaça da porção tomou conta do vale e

se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.

Quando o vale se encheu de raios, chuva e vento, todos correram

para se proteger.

O Egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás.

A Alegria deu risada de alívio por Ter se salvado rapidinho.

A Riqueza recolheu tudo que era seu antes de se abrigar!

A Tristeza.... A Sabedoria... A Vaidade.... todos conseguiram chegar em suas

casas a tempo!

Todos, menos o Amor.

Ele estava tão preocupado em ajudar os outros sentimentos que acabou

ficando para trás.

Então uma coisa aconteceu!

Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o Amor.

A Raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir.

Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas

aliviados. Mas ao saírem, eles sentiram uma coisa diferente no ar.

Algo que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...

"O que aconteceu com o Amor?" - "Ele não se mexe!!!"

"Tá tão parado que até parece que...MORREU!"

Nisso a Tristeza se pôs a chorar!

O Orgulho não aceitava. Disse que era mentira!

A Riqueza disse que era um desperdício!

E a Alegria, pela primeira vez, não sorriu!

Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos

começaram a ter desavenças, porque, sem o Amor para uni-los, as diferenças

aparecem! A situação já estava bem ruim quando eles repararam que

estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes.

Então, o estranho se ajoelhou na frente do Amor, tocou-o calmamente e ele

abriu os olhos! "Ele nao morreu! O Amor não morreu!" gritaram os outros

sentimentos!

Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava Tempo. E

todos comemoraram porque o Amor estava vivo e sempre vai estar, porque

não há nada que acabe com o Amor tendo o Tempo ao seu lado para

ajudá-lo. E a paz e a harmonia ainda reina por muito, muito tempo no vale dos

sentimentos. E sabe o que aconteceu com o Amor e o Tempo???

Eles se casaram e tiveram três filhos: Experiência, Perdão e Compreensão,

que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração!

"Quando procuramos o bem nas outras pessoas, descobrimos o que há de

melhor em nós mesmos".

Autor desconhecido

*As gravuras abaixo são para o evangelizando desenvolver,

completar o desenho, colorir, etc.

Dicas para utilizar a história:

"O LIVRO DOS SENTIMENTOS"











Fonte: Retirado do site da Vera Stefanello

22 de setembro de 2008

Aula - Vida e Plano Espiritual

ROTEIRO DE AULA

Vida e Plano Espiritual

Objetivo: levar a criança compreender a existência de dois mundos distintos, o físico composto de espíritos encarnados e o espiritual composto por Espíritos desencarndados.

Motivação:

Observação: esta motivação deve começar fora de sala.

O(s) evangelizador (es) recebem as crianças do lado de fora da sala de aula, vestidos com lençóis brancos e tratando-as muito polidamente. A idéia a ser passada é que elas acabaram de desencarnar e estão sendo recebidas no plano espiritual. A fala deve ser improvisada. A seqüência de idéias a ser seguida pelo evangelizador é a seguinte:

· Saudação
· Apresentar-se (inventar um nome fictício)
· Explicar a situação (desencarnados)
· Dar o nome da cidade espiritual em que se encontram
· Comentar que elas ouvirão um amigo falando
· Comentar que para ouvir melhor é necessário música e prece
MÚSICA
PRECE INICIAL
DESENVOLVIMENTO:
Novamente, o(s) evangelizador(es) vão se comportar como desencarnados de longo tempo, conhecedores do plano espiritual, que irão apresentar a cidade espiritual, o que é o plano espiritual, o que se faz lá, enfim, como é a vida como desencarnados.
A seqüência de idéias a ser seguida no discurso é a seguinte:
. Saudação
. Apresentar-se com outro nome, agora como palestrante
. Dar as boas vindas
. Explicar novamente a cidade e a situação de desencarnados
Comentar as seguintes verdades:
· Existe um plano espiritual, que é o local onde habita o espírito já fora do corpo. Esta é a verdadeira pátria do espírito. Na Terra, o espírito vai apenas para cumprir nova reencarnação, ao seu término volta ao plano espiritual
· Esta cidade é apenas mais uma entre as inúmeras que existem espalhadas por sobre toda a Terra e outros planetas
· É parecida com as cidade da Terra. Tem prédios, tem pessoas, tem animais e plantas. No entanto, não tem sujeira, não tem violência, não tem pobres, nem famintos.
· Outra diferença é que no plano espiritual (dizer aqui sempre ao se referir ao plano espiritual) todas as coisas são bem mais belas. Isto porque, longe da matéria, o espírito é livre para criar coisas com mais beleza.
· Aqui prédios, animais e plantas são mais belos. Aqui a arte é mais bela.
· Neste momento, pedir às crianças um silêncio para que prestem atenção na bela música (imaginária) que lhes chega ao ouvido.
·Todos os espíritos aqui, também são belos, porque não temos mais a matéria, o corpo de carne, que lhes cobre a beleza da divindade que reside neles.
·Os espíritos vêm ao plano espiritual para descansar das difíceis provas e expiações sofridas no plano material.
·Vêm tambêm com o objetivo de repor energias e forças para uma nova empreitada na Terra, em uma nova reencarnação.
·E sem dúvida, vêm ao plano espiritual para aprender mais sobre as coisas de Deus, para que a próxima reencarnação seja cheia de sucesso.
· Para aprender tudo isso, os espíritos desencarnados não ficam parados no plano espiritual, eles:
-Estudam as coisas do espírito e as coisas da matéria
-Trabalham para a manutenção da cidade
-Executam tarefas de assitência a encarnados e também desencarnados
-E também têm seu momentos de lazer, mas sem bebidas ou exagero de comida
-Aliás, aqui o espírito não sente fome nem sede, pois isso é função do corpo que ele não tem mais.
-No entanto, nem todos os espíritos vêm para lugares bons como esta cidade espiritual ao desencarnarem.
-Eles não vão a estas cidades porque não gostam da disciplina, ou da paz que existe aqui. E muitos também, porque não merecem pelo mal que fizeram na Terra.
-Eles preferem lugares tristes, sombrios, sujos e onde a maldade impera. A este lugar se dá o nome de Umbral.
-Deus permite isso para que elas aprendam, e elas sempre têm a chance de sair de lá.
-Além disso, sempre encontramos com as pessoas que gostamos ou com quem temos pensamentos semelhantes. Os bons se encontram com os bons, os maus com os maus
-Esse é o verdareiro céu e inferno

ATIVIDADE:
1. Desenhar e escrever na cartolina: como é a vida no plano espiritual

CONCLUSÃO:
Comentar que tem uma notícia para as crianças. Elas vão reencarnar em breve e voltar para suas mães. Para isso só é necessário que façamos uma prece...

PRECE FINAL

Fonte: Retirado do site http://www.geocities.com/vica_rc/espirit/aulas/vidaplan.htm

Conteúdo do CENTRO ESPÍRITA MANOEL FELIPE SANTIAGO - DEPARTAMENTO DE EVANGELIZAÇÃO INFANTO JUVENIL

Desenho para colorir - Profissões

PROFISSÕES




Aula - Lei de Trabalho

PLANO DE AULA
Lei de Trabalho
OBJETIVO: Levar a criança ter consciência da importância do trabalho e através dele possibilita que as pessoas vivam melhor de várias maneiras; que exerce papel fundamental em nosso desenvolvimento psíquico, moral e parte fundamental no desenvolvimento espiritual.

CANÇÕES PARA HAMONIZAR

PRECE INICIAL

1º MOMENTO - No primeiro momento iniciamos a aula pedindo bastante atenção para a história que vamos contar. História: “Greve geral”.

HISTÓTIA
Greve geral

* Imaginem vocês que certo dia acordaram e foram lavar o rosto e perceberam que não tinha água. Resolveram comprar um pão fresco para o café. Desceram do prédio onde moram e repararam que o porteiro não tinha vindo. Ao chegar à calçada do prédio onde moram notoram que o lixo não havia sido recolhido.
* Chegaram na frente da padaria e repararam que estava fechada. Também o mercadinho ao lado estava com as portas fechadas.
* Voltaram pra casa, pois precisavam se arrumar para a escola e o trabalho. Quando entram em casa, reparam que tudo estava uma bagunça. Chamou por Diva, a secretária do lar, mas logo descobrem que Diva não tinha vindo trabalhar.
*Se arrumam e vão para a escola. A escola era longe, caminham até o ponto de ônibus que fica a duas quadras. Notam que as lojas estavam fechadas. Quando chegam na parada, alguém lhe diz que hoje não passaria nenhum ônibus, pois a cidade toda estava em greve. Era uma greve geral.
* Tentam tomar um táxi e comprar um comprimido para dor de cabeça na farmácia, mas nenhum táxi passou e a farmácia estava fechada. Então, resolvem seguir a pé para o local onde trabalham.
* Vocês trabalham em uma fábrica que industrializa e embala leite. Quando chegam, descobrem que nenhum de seus colegas havia ido trabalhar. Estava tudo fechado. Naquele dia, nenhum litro de leite foi embalado.
* Voltam para casa a pé, e no caminho viram que o hospital estava fechado e havia uma longa fila de pessoas doentes esperando o hospital abrir.
* Caminham mais um pouco e reparam que as folhas das árvores faziam um tapete na calçada, tornando-a escorregadia. Também as ruas estavam cheias de folhas e de lixo.
* Lembram-se no caminho, que estão quase sem dinheiro e resolvem ir ao banco. Mas não conseguem entrar porque os bancários estavam em greve também
* Voltam para casa, tentam ver televisão, mas não tinha luz.
Que vocês acham que poderiam fazer? (as crianças respondem).
Mas não foi isso que aconteceu.
O que aconteceu é que ouviram um grande barulho: TRRRRRIIIIMMMM!!
Vocês estavam sonhando! Acordam e com isso aprendem uma grande lição. Qual foi? (as crianças respondem).

Cláudia Schmidt (com adaptações)

Segundo momento:

Após a história lançamos o desafio:

- Qual o tema da aula?

No segundo momento conversamos sobre as perguntas abaixo.

PERGUNTAS: Escrever no quadro ou levá-las já escritas e à medida que for fazendo as perguntas e eles respondendo, peço aos evangelizandos (rodízio) que escrevam a resposta no quadro.

  1. O que é trabalho? Trabalho é toda ocupação útil.
  2. O que é ocupação útil? É toda atividade que traz benefícios ou é também uma atividade que tem finalidade proveitosa.
  3. Pedir ás crianças que dêem exemplos de ocupações úteis: Varrer o quintal de sua casa; arrumar seu quarto; fazer o dever de casa; ler um bom livro; ajudar alguém; realizar o evangelho no lar; brincar; assistir um bom filme, etc.
  4. Deus quer que trabalhemos? Sim, porque trabalho não é castigo, mas sim oportunidade de progresso, de evolução, e conseqüentemente busca da felicidade. É através do trabalho que acontece o progresso do ser humano, pois o trabalho visa conservar o corpo e desenvolver o pensamento; também através da convivência com outras pessoas há um crescimento pessoal e coletivo, pois uns aprendem com os outros.
  5. Qual é o objetivo do trabalho? Há dois aspectos ou maneiras de ver, que são:
  • Aspecto material: É a manutenção da vida física.

É através do trabalho que vem o dinheiro que seus pais compram suas roupas, seu material escolar, brinquedo, o alimento que põem á mesa, etc.

  • Aspecto Espiritual: É o desenvolvimento do intelecto ou da inteligência e da Moral.

Por trabalho, não devemos entender que são apenas ocupações materiais ou ver apenas seu lado material. Somos pessoas mas não vamos esquecer que também somos Espíritos eternos e quando estudamos ou realizamos qualquer tarefa útil nossa inteligência cresce e desenvolve-se graça a tarefa que realizamos. Ganhamos experiência e assim adquirimos as virtudes morais.

*Lembrando: Quais são as virtudes morais? Paciência, respeito, sinceridade, caridade, amor, etc.

Quem não estuda e trabalha não evolui.

Nós só progredimos pelo Trabalho e Deus nos Deus a vida, a terra, o sol e o Universo, tudo isso o criador nos oferece para alcançarmos a evolução pelo trabalho. Todas as profissões são necessárias e importantes para a manutenção e o desenvolvimento das sociedades, desde os mais simples, até os mais complexos, os que exigem mais esforço. O fundamental é que cumpramos nossas tarefas com dedicação, boa vontade e amor e sustento físico e o crescimento moral e a evolução inteligente.

  1. Alguns de vocês já escolheram sua profissão?

Fixar na parede um cartaz com desenhos de várias profissões (desenho colado com durex) e pedir aos evangelizandos escolher um desenho (quem quiser pode desenhar) e colar na folha que será distribuída, e a seguir escrever (seguindo o roteiro ou não) como será sua vida profissional quando adultos.

*Desenhos em marcadores: desenhos para colorir

PRECE FINAL

17 de setembro de 2008

Aula - Bens materiais e espirituais

PLANO DE AULA
Bens materiais e espirituais

Objetivo: Conscientizar a criança dos bens necessários e os desnecessários que acumulamos em nossa vida, e levá-los a compreensão que os maiores bens que devemos nos empenhar em obter são os espirituais que nos fazem evoluir.

Harmonização com músicas

Prece inicial

Primeiro momento: Iniciar pedindo aos evangelizandos que imaginem que eles estão em uma enorme loja, onde é possível comprar tudo o que desejam, exemplo: Brinquedos, roupas, sapatos, tênis, jogos, computador, celular, material escolar da moda e etc.

Distribuir uma folha com Título: Bens Materiais.Depois sugerir que eles façam uma lista no papel previamente distribuído a cada um das coisas que gostariam de ter. Dar-lhes alguns minutos para que façam suas listas.


Usei este cartaz como recurso visual
estimulando
a imginação
dos evangelizandos.

Segundo momento: Após a lista ser elaborada pelo evangelizando, pedir sua atenção porque você contará uma história: “Mãe me dá um celular?”

Uma forma divertida é contar a história em forma de teatro, onde uma evangelizadora faz o papel da mãe e a outra da filha ou, contar com apresentação de fantoches.

História: Mãe, me dá um celular?
- Mãe, me dá um celular?- é Lara, novamente pedindo à mãe a mesma coisa.
- Filha, nós já conversamos sobre isso...
- Mas, mãe, eu preciso muito de um... insiste a garota.
- Será? Vamos fazer um teste? Tome caneta e papel. Você vai anotar tudo o que você acha que precisa ter - desafiou Dona
Carla.
No dia seguinte, a lista de Lara estava enorme. Influenciada pelos comerciais na TV e pelos amigos, ela queria o celular, mas
também canetas aromáticas, xampu Y, roupas da marca X, diversos brinquedos e muitas outras coisas.
- O passo seguinte do teste - explicou a mãe - é riscar todas as coisas que você acha que não temos dinheiro para comprar.
Lembre-se: temos que pagar a conta de água, de luz, o aluguel, a sua escola, comprar comida...
- Entendi, mãe - Lara interrompeu.
Ela começou, então, a riscar. Tirou da lista as roupas da marca X, e as botas Z, e muitos outras coisas, pois eram muito
caras.
O item seguinte era avaliar a utilidade, explicou Dona Carla. Pra que serviam mesmo as canetas aromáticas? Assim, muitas
coisas foram tiradas da lista porque Lara já tinha, como uma mochila para ir à escola. A lista diminuiu bastante.
- Certo, disse a mãe. O próximo passo é riscar tudo o que você quer só porque os outros têm ou porque está na moda.
Ao final, não restaram muitas coisas na lista. Foi quando Dona Carla perguntou:
- O que restou são coisas realmente importantes para você?
A garota ficou pensando...
- Você percebeu, filha, que achamos que precisamos de coisas que não são realmente necessárias, úteis ou importantes?
- Mas precisamos de muitas coisas para viver... argumentou a garota.
- É verdade, concordou a mãe. Mas, às vezes, imaginamos que precisamos muito de coisas inúteis ou que não podemos
comprar. Não é errado querer ter conforto e aproveitar as coisas que temos. Mas o principal objetivo da vida não é adquirir
coisas materiais.
- A gente vale pelo que é, não pelo que tem - lembrou a garota.
- Isso mesmo, disse Dona Carla com carinho. Cada pessoa deve ser amada pelo que é e pelo esforço que faz para possuir as
virtudes ensinadas por Jesus: amor, paz, perdão, caridade... A verdadeira felicidade independe do que se pode comprar,
porque ela vem da paz e do amor que temos no coração.
Quanto ao celular, elas combinaram que Lara não ganharia o aparelho apenas porque está na moda ou os seus colegas têm.
Mas, quando ela tiver realmente necessidade de um, se seus pais puderem comprar, ela terá o telefone, sim.

Terceiro momento: Conversar com as crianças sobre a história, usando os seguintes questionamentos:
- A TV incentiva o consumo? Por quê? (Sim, pois passa a falsa idéia de que precisamos de coisas que não são importantes ou necessárias para nossa vida.)
- Desejamos coisas só porque os outros têm? (Roupas de marca, celular, jogos, tênis, mochilas entre outras coisas.)
- As coisas materiais são importantes? Por quê? (É preciso dinheiro para viver, para manter-se materialmente.)

- Por que algumas pessoas têm muito dinheiro e outras nem tanto? (Reencarnamos ricos ou pobres para aprender e evoluir, de acordo com a necessidade daquela existência.)
- Deus gosta mais de quem tem mais dinheiro? (Não. Deus ama todos seus filhos igualmente. As pessoas devem ser valorizadas por suas virtudes e não pelo que possuem materialmente.)
- É necessário ter muito dinheiro para ajudar alguém? (Não. Podemos doar amor, atenção, respeito, boas energias, uma prece, entre outras coisas.)
- É preciso de muito dinheiro para ser feliz? (Não. Deus nos dá o que necessitamos para evoluir e sermos felizes nessa encarnação. E J
esus ao passar na terra demonstrou que bens materiais que devemos preservar devem ser apenas para a subsistência do corpo físico porque a felicidade está na humildade, simplicidade, no perdão das ofensas e etc.)

Quarto momento: Pedir que eles revejam a lista que escreveram, cortando os itens, como fez a garota da história, a partir dos seguintes critérios (devem ser riscados na ordem indicada abaixo, passando para o item seguinte apenas quando já tiver riscado o anterior, a fim de facilitar a visualização do objetivo final).
1 - Coisas muito caras ou que sabem que os pais não podem comprar;
2 - Coisas que possuem ou não tem utilidade real;
3 - Coisas que querem ter apenas porque os amigos ou os colegas têm;
4 - Coisas que desejam apenas porque está na moda.

Quinto momento: Em seguida, escrever no quadro a seguinte pergunta para que respondam:

Pergunta: QUAIS SÃO OS BENS MAIS IMPORTANTES QUE POSSUÍMOS?

A resposta deve ser BENS ESPIRITUAIS, ou seja, as qualidades que desenvolvemos, as boas ações que praticamos, o conhecimento que adquirimos, e o afeto que temos pelos amigos e familiares.
Lembrar que os bens materiais são passageiros e que os bens espirituais permanecem. Pedir então que escrevam vários bens espirituais que já possuem ou que gostariam de possuir, colando abaixo da lista anterior. Lembrar que nunca possuímos virtudes em excesso e que não é necessário dinh
eiro para adquiri-las, mas sim boa vontade, determinação e esforço individual.
Exibi este cartaz para falar sobre
os Bens Espirituais

Sugestões de bens espirituais: perdão, paciência, harmonia, confiança, estudo, bondade, gratidão, alegria, bom humor, sensibilidade, desapego, educação, lealdade, entusiasmo, doçura, paz, carinho, responsabilidade, fé, humildade, simplicidade, cooperação, prece, trabalho, respeito, calma, coragem, sinceridade, justiça, amor, honestidade.

Sexto momento: Atividade: Caça-palavras.

07. Prece de encerramento

Retirado do site:

http://www.ceeak.ch/portugues/evangelizacao/aulas/Ciclo2/Bensmateriaiseespirituais.pdf

1 de setembro de 2008

Textos subsidiários - Resumo da Doutrina Espírita

Resumo da Doutrina Espírita

1. Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas.

Deus é eterno, único, imaterial, imutável, todo-poderoso, soberanamente justo e bom. Deve ser infinito em todas as suas perfeições, pois se supuséssemos um único de seus atributos imperfeito, ele não seria mais Deus.

2. Deus criou a matéria que constitui os mundos; também criou seres inteligentes que chamamos de Espíritos, encarregados de administrar os mundos materiais segundo as leis imutáveis da criação, e que são perfectíveis por sua natureza. Aperfeiçoando-se, eles se aproximam da Divindade.

3. O espírito propriamente dito é o princípio inteligente; sua natureza íntima nos é desconhecida; para nós ele é imaterial, porque não tem nenhuma analogia com o que chamamos matéria.

4. Os Espíritos são seres individuais; têm um envoltório etéreo, imponderável, chamado perispírito, espécie de corpo fluídico, semelhante à forma humana. Povoam os espaços, que percorrem com a rapidez do raio, e constituem o mundo invisível.

5. A origem e o modo de criação dos Espíritos nos são desconhecidos; só sabemos que são criados simples e ignorantes, quer dizer, sem ciência e sem conhecimento do bem e do mal, mas com igual aptidão para tudo, pois Deus, em sua justiça, não podia isentar uns do trabalho que teria imposto aos outros para chegar à perfeição. No princípio, ficam em uma espécie de infância, sem vontade própria e sem consciência perfeita de sua existência.

6. Desenvolvendo-se o livre arbítrio nos Espíritos ao mesmo tempo que as idéias, Deus lhes diz: "Vocês podem aspirar à felicidade suprema, assim que tiverem adquirido os conhecimentos que lhes faltam e cumprido a tarefa que lhes imponho. Então trabalhem para seu engrandecimento; este é o objetivo; irão atingi-lo seguindo as leis que gravei em sua consciência."

Em consequência de seu livre arbítrio, uns tomam o caminho mais curto, que é o do bem, outros o mais longo, que é o do mal.

7. Deus não criou o mal; estabeleceu leis, e essas leis são sempre boas, porque ele é soberanamente bom; aquele que as observasse fielmente seria perfeitamente feliz; mas os Espíritos, tendo seu livre arbítrio, nem sempre as observaram, e o mal veio de sua desobediência. Pode-se então dizer que o bem é tudo o que é conforme à lei de Deus e o mal tudo o que é contrário a essa mesma lei.

8. Para cooperar, como agentes do poder divino, com a obra dos mundos materiais, os Espíritos revestem-se temporariamente de um corpo material. Pelo trabalho de que sua existência corpórea necessita, eles aperfeiçoam sua inteligência e adquirem, observando a lei de Deus, os méritos que devem conduzi-los à felicidade eterna.

9. A encarnação não foi imposta ao Espírito, no princípio, como uma punição; ela é necessária ao seu desenvolvimento e para a realização das obras de Deus, e todos devem resignar-se a ela, tomem o caminho do bem ou do mal; só que os que seguem o caminho do bem, avançando mais rapidamente, demoram menos a chegar ao fim e lá chegam em condições menos penosas.

10. Os Espíritos encarnados constituem a humanidade, que não está circunscrita à Terra, mas que povoa todos os mundos disseminados peloespaço.

11. A alma do homem é um Espírito encarnado. Para auxiliá-lo no cumprimento de sua tarefa; Deus lhe deu, como auxiliares, os animais; que lhe são submissos e cuja inteligência e caráter são proporcionais às suas necessidades.

12. O aperfeiçoamento do Espírito é o fruto de seu próprio trabalho; não podendo, em uma única existência corpórea, adquirir todas as qualidades morais e intelectuais que devem conduzi-lo ao objetivo, ele aí chega por uma sucessão de existências, dando em cada uma delas alguns passos adiante no caminho do progresso.

13. Em cada existência corpórea o Espírito deve cumprir uma missão proporcional a seu desenvolvimento; quanto mais ela for rude e laboriosa, maior seu mérito em cumpri-la. Cada existência é, assim, uma prova que o aproxima do alvo. O número de suas existências é indeterminado. Depende da vontade do Espírito de abreviá-las, trabalhando ativamente em seu aperfeiçoamento moral; assim como depende da vontade do operário que tem de realizar um trabalho abreviar o número de dias para sua execução.

14. Quando uma existência foi mal empregada, não aproveitou o Espírito, que deve recomeçá-la em condições mais ou menos penosas, em razão de sua negligência e de sua má vontade; assim é que, na vida, podemos ser obrigados a fazer no dia seguinte o que não fizemos no anterior, ou a refazer o que fizemos mal.

15. A vida espiritual é a vida normal do Espírito: ela é eterna; a vida corpórea é transitória e passageira: é apenas um instante na eternidade.

16. No intervalo de suas existências corpóreas, o Espírito é errante. Não por duração determinada; nesse estado o espírito é feliz ou infeliz de acordo com o bom ou mau emprego de sua última existência; ele estuda as causas que apressaram ou retardaram seu desenvolvimento; toma resoluções que tentará pôr em prática na próxima encarnação e escolhe, ele mesmo, as provas que considera mais adequadas ao seu progresso; mas algumas vezes ele se engana, ou sucumbe não mantendo como homem as resoluções que tomou como Espírito.

17. O Espírito culpado é punido pelos sofrimentos morais no mundo dos Espíritos, e pelas penas físicas na vida corpórea. Suas aflições são conseqüências de suas faltas, quer dizer, de sua infração à lei de Deus; de modo que constituem simultaneamente uma expiação do passado e uma prova para o futuro é assim que o orgulhoso pode ter uma existência de humilhação, o tirano uma vida de servidão; o rico mau uma encarnação de miséria.

18. Há mundos apropriados aos diferentes graus de avanço dos Espíritos, onde a existência corpórea acha-se em condições muito diferentes. Quanto menos o Espírito é adiantado, mais os corpos de que se reveste são pesados e materiais; à medida em que se purifica, passa para mundos superiores moral e fisicamente. A Terra não é o primeiro nem o último, mas um dos mundos mais atrasados.

19. Os Espíritos culpados são encarnados em mundos menos adiantados, onde expiam suas faltas pelas tribulações da vida material. Esses mundos são para eles verdadeiros purgatórios, dos quais depende deles sair, trabalhando em seu progresso moral. A Terra é um desses mundos.

20. Deus, sendo soberanamente justo e bom, não condena suas criaturas a castigos perpétuos pelas faltas temporárias; oferece-lhes em qualquer ocasião meios de progredir e reparar a mal que elas praticaram. Deus perdoa, mas exige o arrependimento, a reparação e o retorno ao bem, de modo que a duração do castigo é proporcional à persistência do Espírito no mal; conseqüentemente, o castigo seria eterno para aquele que permanecesse eternamente na mau caminho, mas, assim que um sinal de arrependimento entra no coração do culpado, Deus estende sobre ele sua misericórdia. A eternidade das penas deve assim ser entendida no sentido relativo, e não no sentido absoluto.

21. Os Espíritos, encarnando-se, trazem com eles o que adquiriram em suas existências precedentes; é a razão por que os homens mostram instintivamente aptidões especiais; inclinações boas ou más que lhes parecem inatas. As más inclinações naturais são os vestígios das imperfeições do Espírito, dos quais ele não se despojou inteiramente; são também os indícios das faltas que ele cometeu, e o verdadeiro pecado original. A cada existência ele deve lavar-se de algumas impurezas.

22. O esquecimento das existências anteriores é uma graça de Deus que, em sua bondade, quis poupar ao homem lembranças freqüentemente penosas. Em cada nova existência, o homem é o que ele fez de si mesmo; é para ele um novo ponto de partida - ele conhece seus defeitos atuais, sabe que esses defeitos são a conseqüência dos que tinha, tira conclusões do mal que pôde ter cometido, e isso lhe basta para trabalhar, corrigindo-se. Se tinha outrora defeitos que não tem mais, não tem mais que preocupar-se com eles; bastam-lhe as imperfeições presentes.

23. Se a alma ainda não existiu, é que foi criada ao mesmo tempo que o corpo; nessa suposição, ela não pode ter nenhuma relação com as que a precederam. Pergunta-se, então, como Deus, que é soberanamente justo e bom, pode tê-la feito responsável pelo erro do pai do gênero humano, maculando-a com um pecado original que ela não cometeu. Dizendo, ao contrário, que ela traz ao renascer o germe das imperfeições de suas existências anteriores, que ela sofre na existência atual as conseqüências de suas faltas passadas, dá-se do pecado original uma explicação lógica que todos podem compreender e admitir, porque a alma só é responsável por suas próprias obras.

24. A diversidade das aptidões inatas, morais e intelectuais, é a prova de que a alma já viveu; se tivesse sido criada ao mesmo tempo que o corpo atual, não estaria de acordo com a bondade de Deus ter feito umas mais avançadas que as outras. Por que selvagens e homens civilizados, bons e maus; tolos e brilhantes? Dizendo-se que uns viveram mais que os outros e mais adquiriram, tudo se explica.

25. Se a existência atual fosse única e devesse decidir sozinha sobre o futuro da alma para a eternidade, qual seria o destino das crianças que morrem em tenra idade? Não tendo feito nem bem nem mal, elas não merecem nem recompensas nem punições. Segundo a palavra do Cristo, sendo cada um recompensado segundo suas obras, elas não têm direito à felicidade perfeita dos anjos, nem merecem ser dela privadas. Diga-se que poderão, em uma outra existência, realizar o que não puderam naquela que foi abreviada, e não há mais exceções.

26. Pelo mesmo motivo, qual seria a sorte dos cretinos, idiotas? Não tendo nenhuma consciência do bem e do mal, não têm nenhuma responsabilidade por seus atos. Deus seria justo e bom tendo criado almas estúpidas para destiná-las a uma existência miserável e sem compensações? Admita-se, pelo contrário, que a alma do idiota e do cretino é um Espírito em punição dentro de um corpo impróprio para exprimir seu pensamento, onde ele é como um homem fortemente aprisionado por laços, e não se terá mais nada que não seja conforme com a justiça de Deus.

27. Em suas encarnações sucessivas, o Espírito, sendo pouco a pouco despojado de suas impurezas e aperfeiçoado pelo trabalho, chega ao termo de suas existências corpóreas; pertence então à ordem dos Espíritos puros ou dos anjos, e goza simultaneamente da vida completa de Deus e de uma felicidade imperturbável pela eternidade.

28. Estando os homens em expiação na terra, Deus, como bom pai, não os entregou a si mesmos sem guias. Eles têm primeiro seus Espíritos protetores ou anjos guardiães, que velam por eles e se esforçam para conduzi-los ao bom caminho; têm ainda os Espíritos em missão na terra, Espíritos superiores encarnados de quando em quando entre eles para lhes iluminar o caminho através de seus trabalhos e fazer a humanidade avançar. Se bem que Deus tenha gravado sua lei na consciência, ele achou que devia formulá-la de maneira explícita; mandou primeiro Moisés, mas as leis de Moisés estavam ajustadas aos homens de seu tempo; ele só lhes falou da vida terrestre, de penas e de recompensas temporais. O Cristo veio depois completar a lei de Moisés através de um ensinamento mais elevado: a pluralidade das existências[9], a vida espiritual, mas as penas e as recompensas morais. Moisés os conduziu pelo medo, o Cristo pelo amor e pela caridade.

29. O Espiritismo, mais bem entendido hoje, acrescenta, para os incrédulos a evidência à teoria; prova o futuro com fatos patentes; diz em termos claros e sem equívoco o que o Cristo disse em parábolas; explica as verdades desconhecidas ou falsamente interpretadas; revela a existência do mundo invisível ou dos Espíritos, e inicia o homem nos mistérios da vida futura; vem combater o materialismo, que é uma revolta contra o poder de Deus; vem enfim estabelecer entre os homens o reino da caridade e da solidariedade anunciado pelo Cristo. Moisés lavrou, o Cristo semeou, o Espiritismo vem colher.

30. O Espiritismo não é uma luz nova, mas uma luz mais brilhante, porque surgiu de todos os pontos do globo através daqueles que viveram. Tornando evidente o que era obscuro, põe fim às interpretações errôneas, e deve unir os homens em uma mesma crença, porque não há senão um Deus, e suas leis são as mesmas para todos; ele marca enfim a era dos tempos preditos pelo Cristo e pelos profetas.

31. Os males que afligem os homens na terra têm como causa o orgulho, o egoísmo e todas as más paixões. Pelo contato de seus vícios, os homens tornam-se reciprocamente infelizes e punem-se uns aos outros. Que a caridade e a humildade substituam o egoísmo e o orgulho, então eles não quererão mais prejudicar-se; respeitarão os direitos de cada um e farão reinar entre eles a concórdia e a justiça.

32. Mas como destruir o egoísmo e o orgulho, que parecem inatos no coração do homem? - O egoísmo e o orgulho estão no coração do homem, porque os homens são espíritos que seguiram desde o princípio o caminho do mal, e que foram exilados na terra como punição desses mesmos vícios; é o seu pecado original, de que muitos não se despojaram. Através do Espiritismo, Deus vem fazer um último apelo para a prática da lei ensinada pelo Cristo: a lei de amor e de caridade.

33. Tendo a terra chegado ao tempo marcado para tornar-se uma morada de felicidade e de paz, Deus não quer que os maus Espíritos encarnados continuem a trazer para ela a perturbação, em prejuízo dos bons; é por isso que eles deverão deixá-la: Irão expiar seu empedernimento em mundos menos evoluídos; onde trabalharão de novo para seu aperfeiçoamento em uma série de existências mais infelizes e mais penosas ainda que na terra.

Eles formarão nesses mundos uma nova raça mais esclarecida, cuja tarefa será levar o progresso aos seres atrasados que neles habitam, pelos conhecimentos que já adquiriram. Só sairão para um mundo melhor quando tiverem merecido, e assim por diante, até que tenham atingido a purificação completa: Se a terra era para eles um purgatório, esses mundos serão seu inferno, mas um inferno de onde a esperança nunca está banida[10].

34. Enquanto a geração proscrita vai desaparecer rapidamente; surge uma nova geração, cujas crenças serão fundadas no Espiritismo cristão. Nós assistimos à transição que se opera, prelúdio da renovação moral cuja chegada o Espiritismo marca.

MÁXIMAS EXTRAÍDAS DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS

35. O objetivo essencial do Espiritismo é o melhoramento dos homens. Não é preciso procurar nele senão o que pode ajudá-lo para o progresso moral e intelectual.

36. O verdadeiro Espírita não é o que crê nas manifestações, mas aquele que faz bom proveito do ensinamento dado pelos Espíritos. Nada adianta acreditar se a crença não faz com que se dê um passo adiante no caminho do progresso e que não o faça melhor para com o próximo.

37. O egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ambição, a cupidez, o ódio, a inveja, o ciúme, a maledicência são para a alma ervas venenosas das quais é preciso a cada dia arrancar algumas hastes, e que têm como contraveneno: a caridade e a humildade.

38. A crença no Espiritismo só é proveitosa para aquele de quem se pode dizer: hoje está melhor do que ontem.

39. A importância que o homem atribui aos bens temporais está na razão inversa de sua fé na vida espiritual; é a dúvida sobre o futuro que o leva a procurar suas alegrias neste mundo, satisfazendo suas paixões, ainda que às custas do próximo.

40. As aflições na terra são os remédios da alma; elas salvam para o futuro, como uma operação cirúrgica dolorosa salva a vida de um doente e lhe devolve a saúde. É por isso que o Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, pois eles serão consolados."

41. Nas suas aflições, olhe abaixo de você e não acima; pense naqueles que sofrem ainda mais que você.

42. O desespero é natural para aquele que crê que tudo acaba com a vida do corpo; é um contra-senso para aquele que tem fé no futuro.

43. O homem é muitas vezes o artesão de sua própria infelicidade neste mundo; se ele voltar à fonte de seus infortúnios, verá que a maior parte deles são o resultado de sua imprevidência, de seu orgutho e avidez, conseqüentemente, de sua infração às leis de Deus.

44. A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação com Ele.

45. Aquele que ora com fervor e confiança é mais forte contra as tentações do mal, e Deus envia-lhe bons Espíritos para assisti-lo. É um auxílio que nunca é recusado, quando é pedido com sinceridade.

46. O essencial não é orar muito, mas orar bem. Certas pessoas crêem que todo o mérito está na extensão da prece, enquanto fecham os olhos para seus próprios defeitos. A prece é para eles uma ocupação, um emprego do tempo, mas não uma análise de si mesmos.

47. Aquele que pede a Deus o perdão de seus erros não o obtém senão mudando de conduta. As boas ações são a melhor das preces, pois os atos valem mais que as palavras.

48. A prece é recomendada por todos os bons Espíritos; é, além disso, pedida por todos os Espíritas imperfeitos como um meio de tornar mais leves seus sofrimentos.

49. A prece não pode mudar os desígnios da Providência; mas, vendo que há interesse por eles, os Espíritos sofredores se sentem menos desamparados; tornam-se menos infelizes; ela exalta sua coragem, estimula neles o desejo de elevar-se pelo arrependimento e reparação, e pode desvia-los do pensamento do mal. É nesse sentido que ela pode não só aliviar, mas abreviar seus sofrimentos.

50. Cada um ore segundo suas convicções e o modo que acredita mais conveniente, pois a forma não é nada, o pensamento é tudo; a sinceridade e a pureza de intenção é o essencial; um bom pensamento vale mais que numerosas palavras, que se assemelham ao barulho de um moinho e onde o coração não está.

51. Deus fez homens fortes e poderosos para que fossem sustentáculos dos fracos; o forte que oprime o fraco é advertido por Deus; em geral ele recebe o castigo nesta vida, sem prejuízo do futuro.

52. A fortuna é um depósito cujo possuidor é tão-somente o usufrutuário, já que não a leva com ele para o túmulo; ele prestará rigorosas contas do emprego que fez dela.

53. A fortuna é uma prova mais arriscada que a miséria, porque é uma tentação para o abuso e os excessos, e porque é mais difícil ser moderado que ser resignado.

54. O ambicioso que triunfa e o rico que se sustenta de prazeres materiais são mais de se lamentar que de se invejar, pois é preciso ter em conta o retorno. O Espiritismo, pelos terríveis exemplos dos que viveram e que vêm revelar sua sorte, mostra a verdade desta afirmação do Cristo: "Aquele que se orgulha será humilhado e aquele que se humilha será elevado."

55. A caridade é a lei suprema do Cristo: "Amem-se uns aos outros como irmãos; - ame seu próximo como a si mesmo; perdoe seus inimigos; - não faça a outrem o que não gostaria que lhe fizessem"; tudo isso se resume na palavra caridade.

56. A caridade não está só na esmola pois há a caridade em pensamentos, em palavras e em ações. Aquele caridoso em pensamentos, é indulgente para com as faltas do próximo; caridoso em palavras, não diz nada que possa prejudicar seu próximo; caridoso em ações, assiste seu próximo na medida de suas forças.

57. O pobre que divide seu pedaço de pão com um mais pobre que ele é mais caridoso e tem mais mérito aos olhos de Deus que o que dá o que lhe é superfluo, sem se privar de nada.

58. Aquele que nutre contra seu próximo sentimentos de animosidade, ódio, ciúme e rancor, falta à caridade; ele mente, se se diz cristão, e ofende a Deus.

59. Homens de todas as castas, de todas as seitas e de todas as cores, vocês são todos irmãos, pois Deus os chama a todos para ele; estendam-se pois as mãos, qualquer que seja sua maneira de adorá-lo, e não atirem o anátema, pois o anátema é a violação da lei de caridade proclamada pelo Cristo.

60. Com o egoísmo, os homens estão em luta perpétua; com a caridade, estarão em paz. A caridade, constituindo a base de suas instituições, pode assim, por si só, garantir a felicidade deles neste mundo; segundo as palavras do Cristo, só ela pode também garantir sua felicidade futura, pois encerra implicitamente todas as virtudes que podem levá-los à perfeição. Com a verdadeira caridade, tal como a ensinou e praticou o Cristo, não mais o egoísmo, o orgulho, o ódio, a inveja, a maledicência; não mais o apego desordenado aos bens deste mundo. É por isso que o Espiritismo cristão tem como máxima: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

Incrédulos! Podeis rir dos Espíritos, zombar daqueles que crêem em suas manifestações; ride, pois, se ousardes, desta máxima que eles acabaram de professar e que é sua própria salvaguarda, pois se a caridade desaparecesse da terra, os homens se entredilacerariam, e talvez vocês fossem as primeiras vítimas. Não está longe o tempo em que esta máxima, proclamada abertamente em nome dos Espíritos, será uma garantia de segurança e um título à confiança, naqueles que a trouxerem gravada no coração.

Fonte: O Espiritismo na sua mais simples expressão - Allan Kardec

Aula - Amor ao próximo

PLANO DE AULA
Amor ao próximo
OBJETIVO: Formar na criança o impulso ao amor, a aplicar o amor em suas atitudes para com o próximo.Que devemos fazer ao próximo somente aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. Que não devemos humilhar nosso próximo, por mais diferente que ele seja de nós. A importância do amor na sociedade, na família, em toda parte.

01. Prece

02. Incentivação inicial: Narrar a história do livro: “Amizade custa pouco”.

03. Desenvolvimento no tema:

3.1. Devemos amar o próximo e a nós mesmos. O que é se amar?
* É fazer sempre o melhor para si, sem prejudicar os outros;
* É ter respeito consigo mesmo, não prejudicar seu corpo e seu espírito.

3.2. O que é amar o próximo?
* É procurar sempre fazer o melhor para ele, mesmo que ele não perceba nossas intenções;
* É respeitá-lo, não tentando obrigá-lo a ser como a gente gostaria que ele fosse;
* É esclarecê-lo em todos os assuntos que pudermos;
* É também praticar a caridade moral e material, que são a expressão prática do amor;
* É, em síntese, seguir o ensinamento do Cristo: Fazer aos outros exatamente o que gostaríamos que nos fizessem e não fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem.

3.3. A quem devemos amar, ou seja, quem é o nosso próximo?
Todos, encarnados e desencarnados são nossos próximos e devemos amar e ajudar sempre que pudermos, sem olhar a quem.

3.4. Todos sabem que amar a humanidade toda é muito difícil para nós, que ainda não somos muito evoluídos. O que fazer quanto a isso?
* Começar se esforçando para amar o próximo mais próximo, ou seja, a família e os amigos; tentar ser bom para o pai, a mãe e os irmãos, ajudando-os, ouvindo seus problemas, não brigando com eles por bobagens, respeitando-os, tratando-os com carinho, tendo paciência com eles.

3.5. Como gostar de uma pessoa muito diferente de nós e cheia de defeitos?
* Percebendo que ela é filha de Deus como nós, portanto merece amor;
* Refletindo que nós também somos cheios de defeitos e queremos que os outros gostem de nós;
* Sabendo que os defeitos das pessoas não vão durar para sempre e que podemos, inclusive, ajudá-las a superá-los.

3.6. Por que e para que devemos amar as pessoas?
* Porque o amor é a manifestação de Deus em nossas vidas, é a prova de que ele existe;
* Porque ele é o meio mais fácil e rápido para evoluirmos, já que evita que pratiquemos o mal;
* Para termos uma vida mais alegre e fazermos felizes aqueles que recebem o nosso amor.

3.7. O amor é só um, mas o sentimos e manifestamos de várias formas:
* Amor maternal, paternal, filial, fraternal, romântico...

04. Fechamento:
Temos muitas vidas, mas as situações não se repetem completamente nunca. Assim, devemos aproveitar o dia de hoje para amar e fazer o máximo de bem que pudermos, para contribuirmos para que o mundo melhore e evitar remorsos.

05. ATIVIDADE DINÂMICA

Eu fiz para Você …

OBJETIVO: fazemos o que está ao nosso alcance para valorizarmos e mostrarmos o quanto é importante o nosso colega?

MATERIAL: lápis colorido ou canetas, retângulos de papel, cartolinas ou papel ofício recortados em formato de camiseta ou bandeira

COMO APLICAR: escreva o nome de cada aluno nos retângulos de papel e distribua pelo grupo. Verificar se alguém tirou o próprio nome e trocar. Pedi que todos mantenham segredo sobre o nome sorteado. Explicar ao grupo que a missão de cada um é fazer uma camisa ou bandeira para oferecer ao colega cujo nome está com você. Cada um poderá criar um slogan, um desenho, uma palavra que reflita o que o colega representa.

Este é um exercício de amor ao próximo através de nossas atitudes e do cuidado com o outro. Após a entrega da camisa simbólica, observar:

- como foi feito a tarefa? com capricho ou com má vontade?

- você vestiria a camisa que você ofereceu?

- a que você recebeu combina com você?

- a mensagem ou slogan é positivo?

- como as camisas foram recebidas?

- percebemos o carinho e a valorização feita por quem nos tirou?

- representamos mais valores positivos ou negativos?

- você se sentiu a vontade da forma como foi representado?

Bibliografia: Blogger: evangelização.rafael.adm/eu-fiz-paravoce; http://www.cvdee.org.br/; Livro: Amizade custa pouco/ de Gessy Carísio(FEB)

06. Prece Final