9 de março de 2009

Aula - Moisés 1ª revelação

PLANO DE AULA
Tema: Moisés - 1ª Revelação
Objetivo: Apresentar a História de Moisés, até sua fuga do Egito, explicando a missão de libertador do povo hebreu.
Roteiro:
1.
Músicas para Harmonização
2. Prece inicial
3.
Introdução-diálogo inicial
Vocês acham que apenas existe o que os olhos vêem, o que o ouvido ouve, o que os sentidos percebem? O que existe além do que não percebemos? Há Deus, Espíritos.
Há muito tempo atrás antes de Jesus nascer na Terra, às pessoas que aqui viviam não entendiam que existia algo mais do que vemos. Não tinham idéia sobre Deus, mas, no fundo, no fundo essas pessoas sabiam que havia um Criador. E então, sem entendimento algum adoravam o sol, a lua, a planta, o carneiro como se fosse Deus ( chama-se isso de politeísmo). Não havia Leis, era tudo tratado “olho por olho, dente por dente”, todos faziam o que queriam e achavam certo fazer.
O Criador, vendo tantos erros, e a necessidade de seus filhos evoluírem, decidiu que chegara a hora de fazer REVELAÇÕES aos homens. Que revelações seriam? Revelar as coisas espirituais que os homens não podiam descobrir por meio da inteligência, por meio dos sentidos. Deus fez as revelações pelos mensageiros ou Espíritos de luz, e essas revelações foram feitas de acordo com os conhecimentos que tinham na época. Se eu estou no jardim de infância, vou saber ler?
Então, dividiu sua revelação aos homens em três partes:
(As revelações foram apresentadas simbolizadas em um cartaz)


1ª REVELAÇÃO: foi trazida por Moisés que revelou a existência de UM DEUS ÚNICO, e as Leis que nos regem a vida.
2ª REVELAÇÃO: foi Jesus que a trouxe, consiste em a Lei maior que rege todo o universo, a Lei de Amor: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a ti mesmo”, é a lei que resume a de Moisés e ensina que a vida verdadeira não é a da terra.
3ª REVELAÇÃO: é o Espiritismo que não veio por meio de ninguém especificamente, ela surgiu com a manifestação dos espíritos, revelando a existência da sobrevivência do espírito após a morte.
O que são Leis? São regras de bom comportamento, regras que nos faz agir certo e com justiça. Existem Leis Divinas e Leis Humanas. As Divinas não mudam, mas as humanas mudam, pois são imperfeitas como os homens que a criaram.Conhecem alguma lei divina? Lei de reencarnação, livre-arbítrio, sobrevivência do espírito após a morte do corpo físico, lei de evolução, leis de amor e perdão ensinadas por Jesus (emissário de Deus) são leis divinas, Os 10 Mandamentos recebidos por Moisés são leis divinas.
2. Hoje conheceremos a 1ª Revelação: Moisés.
Contar a história (usei a “televisão”, recurso didático em que o evangelizador apresenta a história ilustrada através de uma pequena TV feita com uma caixa de papelão) esclarecendo antes de contar a história os vocabulários que as crianças possam não entender: ex: o que é Egito, escravo, hebreus, etc.
A HISTÓRIA DE MOISÉS
(gravuras abaixo)
Moisés nasceu no Egito (País onde existem as pirâmides) há muito tempo atrás, por volta de 1400 anos antes de Cristo, ele era filho de escravos (hebreus).
Existia um Rei no Egito, que conquistava muitas outras terras para aumentar seu poder, e numa dessas guerras, trouxe para seu país um povo inteiro, os hebreus, para que fossem servir ao Egito, sem ter o direito de voltar ao lugar de onde vieram.
Um dia esse Rei, deu uma ordem aos seus soldados para que matassem todos os filhos de hebreus que nascessem naquele ano, pois aquele povo estava crescendo muito e o Rei Ramsés ficou com medo que eles se revoltassem contra ele.
Os pais de Moisés sabendo disso esconderam-no por três meses até quando perceberam que não dava mais para esconder Moisés e formularam um plano para salvar o filho deles. Fizeram uma cestinha, com muito cuidado puseram o bebê dentro e soltaram à cesta numa das margens de um rio, fazendo com que a cestinha com o bebê, fosse flutuando nas correntezas do rio. A tia de Moisés, Miriam, ficou olhando pelas folhagens para ver o que acontecia.
O rio onde haviam posto Moisés era o mesmo onde a filha do faraó ia sempre banhar-se. Quando ela viu a cestinha, ordenou aos soldados que a trouxessem. Quando viu o bebê decidiu adotá-lo e criá-lo como seu próprio filho, pondo o nome dele de Moisés, que quer dizer: salvo pelas águas (em hebreu) e filho (em egípcio).
A tia de Moisés trabalhava no palácio, convenceu a princesa a contratar uma ama de leite para o menino e sem a princesa saber ela trouxe a própria mãe de Moisés. Desta maneira, a mãe de Moisés ajudou a criar seu próprio filho.
Moisés foi criado como um príncipe, filho da princesa.
Recebeu uma educação esmerada e toda a sabedoria e conhecimentos dos egípcios. Mas, tinha também contato com sua mãe de sangue que era hebréia que ensinava-lhe sobre o Deus Único, que havia criado tudo e todos. (Os hebreus foram os primeiros povos que acreditavam num Deus único, todos os outros, naquela época, cultuavam muitos deuses).
Certa vez, quando Moisés tornou-se um homem, viu um egípcio espancar um dos seus irmãos hebreus. Tentando defendê-lo, enfureceu-se e matou o soldado egípcio.
O Rei Ramsés, sabendo disso ficou furioso com Moisés, e com medo de ser condenado à morte fugiu do Egito.
Moisés foi morar em outro País e lá casou e viveu durante 40 anos como pastor de ovelhas. Os pastores era uma profissão desprezada pelos egípcios, e de príncipe que era, passou a aprender a viver na simplicidade e no trabalho para que ele pudesse vir a ser um líder. Deus havia lhe dado à oportunidade de viver na pobreza e aprender a vencer seu orgulho, pois ele tinha uma importante missão.
Em certa ocasião, Moisés levou seu rebanho a um monte e viu um arbusto em chamas, mas que não consumia, queimava o arbusto. Quando chegou mais próximo ouviu uma voz, que vinha de um espírito de luz (Anjo de luz), e que falava da missão que estava reservada a ele. Disse que Deus iria auxiliá-lo a libertar o povo hebreu da escravidão no Egito.
Moisés então voltou ao Egito para conversar com o Rei, que já era outro, pois sua mãe adotiva e o outro Rei já haviam desencarnado.
O Rei não quis libertar os hebreus. (Pois os hebreus eram mão-de-obra abundante e barata, geravam riqueza para o país, embora obtida à custa da exaustão e da morte de um povo.)
Na tentativa de obrigar o rei a libertar seu povo, Moisés anuncia que aconteceria uma série de pragas sobre o Egito, (ele fora avisado pelos espíritos) mortandade de peixes, enxames de insetos, pragas. E também morreria todos os primogênitos egípcios, inclusive o filho do Rei. Esses sinais só seriam evitados se o povo hebreu fosse libertado.
O Rei se negou e então aconteceu, e culminou na morte do filho do faraó.
Entristecido com a morte de seu filho e com medo o Rei cedeu e deixou o povo hebreu ir embora com Moisés.
Então Moisés guiou cerca de seiscentas mil pessoas do Egito a uma terra desconhecida, mas, prometida por Deus. Enquanto isso, o faraó mudou de opinião e saiu atrás das pistas dos hebreus com um grande exército.
Moisés para fugir da perseguição do Rei, os conduziu a um caminho incomum, era o encontro de dois mares. Moisés sabia que enquanto a maré não subia, poderiam passar, mas com a maré alta, era impossível transpor o Canal. E sabendo disso (era grande conhecedor da região), apressou o povo para passar ali exatamente na maré vazante ou rasa. Quando os egípcios tentaram segui-los, as águas voltaram a unir-se afogando os egípcios, inclusive o próprio Rei.
A viagem foi muito difícil, pois tiveram que passar pelo deserto, onde não havia nem água, nem casas, nem plantas, nem nada. Só havia areia.
Moisés dizia: “quando atravessarmos o deserto chegaremos a um lugar muito bonito, onde há rios, plantas, árvores com frutos, muitas flores. Vamos para nossa casa.”
Com a ajuda de Deus, o povo foi vencendo as dificuldades até chegarem num monte chamado SINAI. Lá em cima, alguns espíritos esperavam para lhe dar um recado enviado por Deus, e que deveria ser transmitido a seu povo e a toda humanidade. O recado era OS DEZ MANDAMENTOS. Moisés desceu o morro com as pedras onde estavam escritos os mandamentos, e assim o fez.
Durante 40 anos eles caminharam, caminharam, até chegar à terra prometida por Moisés. Lá era muito bonito e todos ficaram muito agradecidos a Deus. Os dez mandamentos representam a lei de Deus e até hoje é o roteiro de nossas vidas.
4. CARTAZ: Após explicar os 10 mandamentos, sugerir que as regras fossem usadas na sala de aula e escritas em um grande cartaz (com as interpretações dos evangelizandos).
Os 10 Mandamentos foram recebidos no Monte Sinai por Moisés, que era médium. São dez regras de conduta. São leis divinas, porque foram enviadas por Deus através dos espíritos superiores e não mudam com o tempo ou a situação. São atuais até hoje.Explicar que são leis de conduta do indivíduo para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo (escrever no quadro, para fixar).
5. Atividade: Quadrinhos para colorir.
6. Prece de encerramento
GRAVURAS-MOISÉS




QUADRINHOS - MOISÉS

RECURSO DIDÁTICO


Atividades

RECORTE E COLE


DOBRADURA



COMPLETE AS FIGURAS



RECORTE E COLORA

MINHA PRECE

CAIXA SURPRESA


QUEBRA-CABEÇA-PROVIDÊNCIA DIVINA


Aula - Providência Divina

PLANO DE AULA
Providência Divina

Objetivo: As crianças identificarão Deus em toda a parte; perceberão que Deus a tudo prevê e provê desde as menores às maiores coisas; que Sua criação se estende por todo o Universo; que Ele sempre provê as necessidades de um filho através de outro filho; que todos os Seus filhos recebem-Lhe o amparo, desde que o busquem.
1. Canções para harmonizar
2. Prece Inicial
3. Atividade/Dinâmica:
Música. Todos em silêncio observando.
O evangelizador enrola a ponta do barbante no dedo e joga o rolo para um dos evangelizandos que fará o mesmo até formar uma rede de barbante no centro. O evangelizador mexe com o dedo que prendeu o barbante e chama a atenção de todos para observarem que quando faz esse movimento, o dedo do evangelizando que está ligado ao seu, também mexe; todos devem fazer o mesmo.
Objetivo: Mostrar que tudo está ligado no universo. Deus está ligado a nós por laços de amor e provendo nossas necessidades.
4. Incentivação inicial: Diálogo.
O Evangelizador inicia dizendo às crianças que todas as religiões falam no amparo de Deus sobre Suas criaturas. Que também o Espiritismo ensina que todos nós recebemos os cuidados de nosso Pai Celestial e que a esse amparo dá-se o nome de Providência Divina.
Desenvolvimento: Exposição dialogada.
O que é Providência Divina? Quem sabe dizer?
Entendemos por providência Segundo os dicionários, à solicitude, ao desvelo, à atenção de uma pessoa por outra pessoa ou por alguma coisa. É o caso, por exemplo, do carinho e da atenção que a mãe dedica a um filho seu, para que este, principalmente quando pequenino, possa ser atendido em todas as suas necessidades.
Em nos referindo a Deus, providência significa o cuidado, o desvelo que Ele dedica às pessoas e a tudo o mais que criou. A essa ação de Deus no sentido de proporcionar amparo aos Seus filhos, provendo - lhes a necessidade, dá - se o nome de Providência Divina.
Pensem nos cuidados que seus pais tem com vocês. Assim è nosso Pai Celeste conosco. Quando criou a terra, não deixou o mundo à sua própria sorte. Pelo contrário, Ele continua cuidando da vida dos seus filhos, cuidando da sua criação. Deus não é como um hábil relojoeiro que formou o mundo deu-lhe corda e deixa acabar essa corda lentamente até o fim; pelo contrário, Ele é o Pai amoroso que cuida daquilo que criou. Esse constante cuidado de Deus por sua criação e por seu povo que é chamado providência divina.
Como Deus provê as nossas necessidades? Seu cuidado abrange todas as necessidades, não somente as necessidades físicas, como também as espirituais.
As necessidades físicas:
Deus criou as estações (primavera, verão, inverno, outono) e cada estação é importante para a sobrevivência nossa na Terra. Por exemplo, o inverno: a chuva que cai molha, dá vida ás plantas e das plantas vem muitos alimentos e remédios, além de utilizarmos a madeira das árvores para fabricarem móveis proporcionando conforto as nossas vidas.
Enviou os animais, irmãozinhos mais inferiores a nós, para que nos ajudassem e que infelizmente cultuamos o hábito de alimentar da carne de alguns. Exemplo: o cavalo leva o homem para lugares muito distantes; a vaca dá o leite, a galinha os ovos, etc.
Lembrando Jesus:
“ Deus cuida das aves do céu e dos lírios do campo. (Mt 6.26-30; 10.29)”.
As necessidades morais:
No nosso coração existem muitos sentimentos ruins, como: orgulho, egoísmo, raiva, etc. Sabendo de nossa grande dificuldade de eliminar esses sentimentos em nossa alma, Ele enviou Jesus como guia e modelo para seguirmos e através de suas palavras adquirirmos maior compreensão da verdadeira Lei Divina: o amor. É assim, como um irmão mais velho que traz um “recado muito importante” pra nós de nosso Pai, são as mensagens de Jesus.
Exemplos de Providência Divina:
A Doutrina Espírita é uma Providência Divina, ela cuida e nos orienta, dando continuidade aos ensinamentos de Jesus. Outro exemplo de que Deus está sempre cuidando de nós são as vacinas, os remédios que existem para curar muitas as doenças que existem.

Acreditar na Providência Divina é extremamente importante para fortalecer nossa coragem e o desejo de seguir adiante. É sempre muito bom saber que não estamos sozinhos e que na caminhada em direção ao bem, ao progresso e à felicidade nunca nos faltará amparo e proteção.
Com esta certeza, sentimo-nos mais fortes e esperançosos, aprendemos a lidar com as dificuldades e desafios.
Deus é Pai atento (como nosso pai e mãe aqui na terra) que zela por todos nós e nos auxilia através de seus agentes (espíritos), até mesmo nos momentos mais despercebidos, nos instantes da prece, das mais diversas inspirações, no nosso dia-a-dia, enfim, em todos os nossos passos. Como o sol que nos aquece, Ele nos inspira e alimenta.
Deus nos dá a vida e os recursos para atendermos às nossas necessidades. Ele nos ampara e nos inspira, mas não trabalha por nós. Compete a nós a responsabilidade para com a nossa própria evolução e para com o progresso de toda a humanidade.
5. Atividade escrita: Montar o quebra-cabeça: Providência Divina.
6. Prece de encerramento


ATIVIDADE: QUEBRA-CABEÇA

Aula - Deus, Causa primária

ROTEIRO DE AULA

Deus, Causa Primária
OBJETIVO:
Levar as crianças a entenderem a existência de Deus, que Ele é a origem de tudo. Ensina-las a identificar as criações de Deus, mostrando que o que não é criação do homem é Criação de Deus.
BIBLIOGRAFIA/FONTES DE PESQUISA:
Livros dos Espíritos, Allan Kardec
Pai Nosso, Meimei(Espírito), psicografado por Francisco C. Xavier
Nós e o Mundo Espiritual, Sara Nousiainen.
ROTEIRO/CONTEÚDO:
Música e prece
Iniciar aula com perguntas:
- Porque você existe?
- Porque as plantas e os animais existem?
- Porque a Terra, ou tudo que vemos existe?
Resposta: Porque existe algo ou alguém que fez tudo isso. A este alguém damos o nome de Deus.
Allan Kardec, o codificador da doutrina dos Espíritos fez á Espiritualidade superior a seguinte pergunta:
- Que é Deus?
A Resposta foi a seguinte:
- Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. E completaram: Deus é soberanamente justo e bom.
Ele criou tudo e também criou o nosso mundo, a terra. Depois que Ele criou a Terra, as plantas e os animais, Ele trouxe uma parte de si, para povoá-la. Essa parte do íntimo de DEUS é o homem. Somos nós, eu e você, papai, mamãe, nosso amigos, enfim, todos os seres.
Deus deu ao homem a inteligência. É através dela que ele tornou-se co-criador.
Co-criador é aquele que faz, constrói, cria alguma coisa nova a partir do que já existe.
Para o homem criar ele precisa das coisas criadas por Deus. Por exemplo: O homem faz móveis das plantas que Deus criou, faz remédios das ervas (plantinhas especiais para isso), faz os automóveis do ferro que vem da terra e muitas e muitas outras coisas.
Deus é a origem de tudo.
E como saber se Ele existe?
Para sabermos de sua existência, basta olharmos á nossa volta, é preciso escutar nossos corações, sentir sua presença.
Esse sentimento faz parte de nós, faz parte do Deus que há em nós. Ele é nosso Pai. Para Ele, todos nós somos filhos abençoados. Somos no mundo uma só família e que por isso somos irmãos com o dever de ajudarmo-nos uns aos outros.
A meta de Deus para os homens é a perfeição, como Ele o é.
Se aperfeiçoar é aprender coisas novas, é um hábito para toda a vida, enriquecer o saber inspira idéias, revelando talento e a criatividade que está dentro de nós.
RECURSOS/TÉCNICAS:
Fazer algumas perguntas sobre o ambiente onde vivemos, e quem fez tudo isso.
Mostrar gravuras, (com paisagem da natureza, criações de Deus. Produtos e edificações humanas), explicando cada uma.
Levar revistas velhas para as crianças recortarem: Criações de Deus e Criações do homem, para montarmos dois cartazes.
Pedir algumas crianças que façam um desenho da natureza representando a criação de Deus, e outras que façam desenho de criações humanas para que possamos discutir o assunto; e o desenho que ficar mais bonito será colocado como primeira página da pasta de plano de aula.
PRECE FINAL

6 de fevereiro de 2009

Aula - Deus

ROTEIRO DE AULA
Deus – Causa primeira

Prece Inicial

Primeiro momento: iniciaremos a aula com a adivinhação "O quê é o quê é". De acordo com as respostas iremos montando no quadro(ou em cartolina) uma paisagem. O evangelizador fará, previamente, desenhos e os fixará no quadro com durex, até a paisagem ficar pronta.

1 - Todo mundo gosta, pode ser morna, quente, fria ou bem gelada, ninguém vive sem ela. Pode estar no rio, no copo, torneira ou geladeira? O quê é o quê é? ÁGUA.

2 - Sou enorme, irradio muita luz. Não preciso de água. Não tenho pernas, mas ando por todos os lados. Gosto da cor amarela e às vezes laranja. Só apareço de dia, à noite me escondo. O quê é o quê é? SOL.

3 - Minha casa é a água. Posso ser bem pequeno ou bem grandão. Tenho várias cores e nomes. Posso ser bem feroz ou enfeitar a sua casa. O quê é o quê é? PEIXE.


4 - Gosto da terra. Quando nasço viro um tapete verdinho, lindo de deitar. Muitos animais me usam como alimento. O quê é o quê é? GRAMA.


5 - Tenho muitos ramos, sou bonita, faço sombra, dou flores e frutos. O quê é o quê é? ÁRVORE.


6 - Sou cheirosa e bonita. Preciso da terra, da água e do sol para viver. O quê é o quê é? FLOR.


7 - Tenho bico, duas asas e canto. O quê é o quê é? PÁSSARO.

8 - Quando nasço sou uma larva, moro em um casulo, me transformo para voar. O quê é o quê é? BORBOLETA.


9 - Gosto muito de voar e trabalhar. Quando estou com medo, dou uma picada e solto um ferrão. Produzo algo muito docinho, bom de passar no pão. O quê é o quê é? ABELHA.



10 - Nasço, cresço, morro e volto a nascer, mas meu espírito continua sempre vivo. Às vezes cuido da natureza, às vezes não. Tenho tendências boas e más que preciso melhorar. Estou sempre em evolução. O quê é o quê é?
SER HUMANO.



Segundo momento: depois de montada a paisagem perguntar aos evangelizandos se eles gostaram, e se poderíamos acrescentar mais alguma coisa. Ver se as crianças percebem que poderemos acrescentar as nuvens, para ficar mais bonita.


Terceiro momento: perguntar para os evangelizandos quem gosta de brincar na água, tomar sol, banho de chuva, ouvir o canto dos passarinhos, deitar na grama, comer mel, pescar, quem tem aquário em casa, quem já percebeu como as borboletas são bonitas e coloridas.

Quarto momento: questionar as crianças se eles acham possível viver sem alguma dessas coisas. Se eles precisam pagar para ter tudo isso.
Conversar com os evangelizandos sobre quem nos deu esses presentes e por quê.
Explicar que tudo tem um autor. Que Deus nos coloca a disposição todos os dias, sem nada nos cobrar, o sol, a chuva, as plantas, os alimentos. Deus nos criou para evoluirmos espiritualmente.

Quinto momento:
  • Pedir ás crianças que citem coisas que foram criadas por Deus.
  • Fazer uma lista do que o ser humano criou transformando a natureza (roupas, móveis. casas).
Deus é a fonte da vida, a origem de tudo. O ser humano transforma.

SUGESTÃO DE TEXTO para distribuir e ler com as crianças:

DEUS


Deus criou o mundo em que vivemos, a terra, o sol, as nuvens, as estrelas,
a água, as plantas, as flores, o mar, os rios, as árvores e os animais.

Ele fez tudo isso para sentirmos o seu amor e para fazer do mundo
um local bom para se viver.

Dizemos que Deus é nosso Pai porque foi Ele quem criou os seres humanos
para aprenderem a ser pessoas boas.

Deus nos criou com inteligência para que possamos viver neste mundo maravilhoso
e usar as coisas que Ele criou quando precisarmos, como a água e os alimentos.

O ser humano também faz muitas coisas modificando a natureza, usando a inteligência.

O ser humano criou as casas, os carros, as roupas, a televisão,
os móveis, os aviões e muitas coisas mais.

Deus é muito bom conosco. Ele nos criou e nos deu um mundo muito legal para morarmos.

ATIVIDADES: distribuir aos evangelizandos 2 folhas em branco, uma para que façam desenhos coloridos de coisas que Deus criou, outra para coisas que o ser humano criou.

Prece de encerramento

Obs.: "Desconheço a fonte desse roteiro de aula"

Aula - Aula inicial

PLANO DE AULA

AULA INICIAL


Objetivo: Promover a aproximação despertando amizade e a espontaneidade entre os evangelizandos e os evangelizadores.
Primeiro momento: Música para harmonização
segundo momento: Prece inicial
Terceiro momento: Apresentação - Dinâmica com crachá
Quarto momento: Atividade inicial:
Material: Papel, Embrulho de presente, caixinha surpresa.
Fizemos para cada criança, uma pequena caixinha contendo 12 quadradinhos de papel com alguns docinhos:
1. Aulas de evangelização
2. Jesus irmão e Mestre
3. Evangelho no lar
4. Médium e Mediunidade
5. Amor a natureza (plantas e animais) e Amor a Deus
6. Somos todos irmãos
7. Doutrina Espírita (Espírito e perispírito)
8. Passe
9. Atividades
10. Prece
11. Vivência Evangélica
12. Músicas, histórias, brincadeiras.

Fizemos também uma folha, como se fosse uma carta com o seguinte texto:
“No dia 1º de janeiro nós recebemos um presente. Todos nós o recebemos do mesmo tamanho. Nós o sabemos, mas levaremos 365 dias para conhecer o presente que recebemos.
365 dias de expectativa, surpresas, alegrias, tristezas...
Mais alegrias que tristezas para quem está perto de Deus.
Mas, além deste presente de 365 dias, este ano em especial, nós recebemos um segundo presente...”
Colocamos as caixinhas dentro de um embrulho único de presente junto com o texto, e deixamos em local de destaque na sala.
Após as músicas e a prece, convidamos a turma para sentar em círculo, no chão para descontrair.
Pegamos o presente e retiramos a “carta”; lemos o texto pausadamente e ao chegar à última frase, olhamos dentro da caixa, e demonstramos surpresa, como se só então tivesse percebido os demais pacotinhos.
Passamos a caixa ao redor do círculo e pedimos que cada um tire o seu presente.
Pedimos que abram e lessem cada quadradinho. Questionamos: O que vocês acham dessas coisas? Vamos começar com a carta “???” - esta é para vocês. Quando vocês vieram hoje para cá, era assim que estavam se sentindo? O que seus pais explicaram sobre estas aulas? O que vocês acham - vai ser bom ou vocês acham que vai ser chato? Que perguntas vocês gostariam de fazer?
Depois deste papo inicial, conversamos sobre as aulas que teremos.

Encerramento

Prece Final





Obs.: "Esse roteiro de aula é proveniente de fonte que desconheço, foram feitas adaptações"

5 de dezembro de 2008

Aula - Natal - Nascimento de Jesus

PLANO DE AULA
NATAL - NASCIMENTO DE JESUS

Objetivo: Levar o evangelizando compreender o verdadeiro significado do natal.
Músicas para harmonizar
Prece Inicial
Primeiro momento:
Qual o verdadeiro significado do natal?
A data do nascimento de Jesus.
Vocês conseguem encontrar o aniversariante nas ruas e lojas?
Não há qualquer sinal de Jesus nas ruas e lojas.
Mas onde está o aniversariante?
*Pedir que não respondam e continuar... “Agora imaginem a data de seu aniversário, o Papai e a mamãe fazem uma festa pra você, mas na festa tem um personagem engraçado e todo mundo dá atenção só a ele, e se esquecem de você. Como você se sentiria?”
*Agora pedir para responderem a pergunta anterior.
É gente... É o que estamos fazendo com nosso irmão Jesus, estamos esquecendo Dele... Substituindo Ele (por presentes, festas e etc.).
Jesus estava no plano espiritual antes de encarnar na terra há uns dois mil anos, assim como aconteceu conosco e, por ser um Espírito muito mais sábio que os homens - Ele é como um irmão mais velho para nós - Deus o enviou para cumprir uma missão junto de nós, sabem qual? Qual foi essa missão? Sua missão foi a de deixar ensinamentos (aqui comentamos alguns ensinamentos deixados por Jesus) ao homem da terra, e a cumpriu fielmente. Deus conferiu Lhe a tarefa de ensinar a nós lições de amor e de respeito pela vida e pelos semelhantes.
Mas, Natal é mais um dia para renovarmos sentimentos, atitudes no bem; mudar nosso modo de sentir; abraçar nossos inimigos (devemos entender como inimigo qualquer pessoa que desentendemo-nos com ela), a perdoar a quem nos ofende; a amar mais nossos semelhantes, sendo paciente e menos orgulhoso (pedir mais exemplos de como podemos amar nossos semelhantes) é esse um dos significados especiais do natal, não é apenas época de receber presentes e fazer festas. O próprio nascimento do Cristo foi aprendizado, me refiro a manjedoura que é um comedouro de animais e serviu-lhe de berço, essa foi a primeira lição que deixou - a de humildade. Estamos substituindo Jesus nos nossos corações, e não devemos deixar que isso aconteça - deixar de viver o VERDADEIRO NATAL.
Segundo momento:

Criamos um ambiente:
Um painel representando o céu e estrelas, o outro, árvores (ambos feitos em TNT). No centro da sala, criamos uma fogueira artificialmente, galhos (papel) e por baixo uma extensão de uma lâmpada que simula a luz da fogueira. E envolta da “fogueira” (com as luzes da sala apagada), sentados em círculos redondos feitos de emborrachado, contamos a história do Menino Bom.


HISTÓRIA
Um Menino Bom

Tenho agora uma história muito bonita, e muito verdadeira para contar-lhes. Deus, nosso Pai, criou também um menino muito bom. Ele viveu unicamente para ensinar os homens a amarem-se como irmãos, e a fazerem o bem uns aos outros. Esse homem chamava-se Jesus, e é a história Dele que vocês vão ouvir.
Havia em num país distante chamado Palestina, na cidade de Nazaré, uma pequena aldeia, um casal: José e Maria. Esse casal precisou ir para a cidade de Belém e Maria estava grávida.
A viagem foi muito penosa, naqueles tempos não havia meios de transportes confortáveis como hoje para viajar. E um pouco a pé, outro pouco montados num burrico, que eles venceram a distância que separavam as povoações. Quando chegaram a Belém, não conseguiram nem um quarto para descansar e Maria estava para ganhar o bebê. O que José conseguiu, foi acomodar Maria em um curral perto da cidade.
E numa noite muito bonita, de céu todo estrelado, perfumada pela brisa suave que vinha dos campos, Maria ganhou seu bebê. Ela cobriu-O com algum pano, deitou-O na manjedoura forrado com capim que serviu de berço, para o menino divino dormir; e, pôs-lhe o nome de Jesus.
Ali pelos arredores, havia pastores trazendo seus rebanhos para passarem a noite em segurança. Alguns deles estavam em volta ao pé da fogueira quando apareceu um anjo, ou, um Espírito superior muito bom e puro. Os pastores se assustaram e ficaram com medo, mas o anjo lhes disse:
- “Não tenham medo; venho trazer-lhes uma notícia que será de grande alegria para vocês e para todo o povo; é que hoje nasceu o Salvador do mundo, que é Jesus. E se vocês quiserem ir vê-lo, este é o sinal que lhes fará conhece-lo: acharão um menino envolto em panos e posto numa manjedoura”.
Um dos pastores admirado e pensativo disse:
-“Vamos até Belém, e vejamos o que é que aconteceu, o que é que Deus nos revelou”.
Quando chegaram ao curral, de fato acharam Jesus envolto em paninhos, dormindo na manjedoura forrada de capim. Maria estava acomodada ao seu lado, e José, de pé à cabeceira velava pelos seus dois entes queridos.
Mas não foram apenas os pastores que visitaram Jesus quando ele nasceu. Ele recebeu a visita dos Magos do Oriente. Os Magos são sábios, sacerdotes de antigas religiões daquelas terras; estudavam todas as ciências, e como também conheciam as coisas da espiritualidade, sabiam que um dia viria ao mundo um Espírito muito superior, o mais superior de quantos já tinham vindo á terra, para ensinar aos homens a viverem de acordo com as leis divinas.
E guiando eles por vales, montanhas, desertos ardentes até Jerusalém, uma grande estrela conduziu os magos até o curral onde estava Jesus.
Ao chegarem, encontraram velando ao seu lado, como fazem todas as mães, Maria. Os magos o adoraram, e mandaram que seus criados descessem dos camelos as malas; e tiraram delas ouro, incenso e mirra, e deram de presente ao menino.
Alguns dias depois que os magos partiram, dormia José recostado ao lado da manjedoura, depois de Maria ter cuidado do menino, e sonhou. Sonhou que lhe apareceu um anjo vestido de luz, que lhe disse:
-”Levanta José, pegue o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e fica lá até que eu te
avise. Porque o Rei Herodes vai procurar o menino para matá-lo”.
José obedeceu ao aviso celeste, embora fosse noite alta levantou-se, contou o sonho á Maria, arrumaram suas coisas, e partiram para o Egito. Meses depois teve outro sonho com o anjo dizendo que ele fosse para Israel, José obedeceu e foi, mas chegando lá, teve que levar sua família para outra cidade novamente, a cidade de Nazaré.
Foi em Nazaré que Jesus cresceu, e passou sua infância. Ele era muito inteligente, estudioso e trabalhador. Quando completou sete anos, seus pais o matricularam na escola, onde aprendeu a ler e a escrever; dedicava uma parte de seu tempo a brincar com seus companheiros, e outra parte a trabalhar com seu pai na carpintaria e a estudar as lições.
Essa é parte da história do menino bom. Sua mãe, meiga e carinhosa, chamava-se Maria e seu pai chamava-se José. O Nome desse menino bom era JESUS.

Terceiro momento: Fazer um presépio de papel colando numa base de cartolina.

Prece Final
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PRESÉPIO PARA MONTAR












Aula - Reencarnação

PLANO DE AULA
REENCARNAÇÃO

Objetivo:
• A criança deverá compreender que os espíritos desencarnados aguardam no M. Espiritual a oportunidade da reencarnação.
• A criança deverá concluir que enquanto espíritos no M. Espiritual, escolhemos nossos pais que deverão nos ajudar.

Músicas

Prece

Primeiro momento: Conto duas histórias, ilustradas, e seguidas de explicações: “O Pequeno herói anônimo” e a “História do Zeca”.

Obs.: Para contar a história, primeiro apresento as gravuras e deixo que eles imaginem a história, depois conto a historinha e entro com o tema da aula.

Segundo momento:
Desenvolvimento do tema proposto-
• Reencarnar quer dizer: NASCER DE NOVO.
• Nós antes de reencarnarmos aguardamos nosso retorno á terra no PLANO ESPIRITUAL. Lá não ficamos ociosos, nos preparamos estudando e trabalhando para poder aproveitar bem a nova encarnação ou nova vida.
• Não nascemos ao acaso, em qualquer lugar, antes de nascermos nossa família, ou já foram nossos amigos ou parentes em outras vidas para auxiliar-nos uns os outros.
• No PLANO ESPIRITUAL (recordar aula: Mundo Espiritual) existem locais, departamentos que cuidam da nossa reencarnação: como será nosso corpo, quanto tempo ficaremos na terra, a família que vamos reencarnar, que geralmente são espíritos que somos devedores ou devemos a elas ou com pessoas que temos dificuldades para aprendermos a amar e perdoar, ou então nascemos com uma determinada missão.
• Nascemos quantas vezes for necessário para corrigir os erros, aprender a ser bom, amoroso, amigo.
• Reencarnamos em diferentes condições: ricos ou pobres, de uma raça, morando em um país ou outro. Lembrar que ao escolher a forma física do nosso corpo, são levadas em consideração às necessidades e objetivos do Espírito, as metas de evolução que ele traz ao reencarnar.
• Existe uma lei que rege as reencarnações. Qual é? Lei de Causa e Efeito. Todo efeito tem uma causa:
  • Se come demais, passa mal.
  • Se for invejoso ou fofoqueiro, perde os amigos.
  • Se mentir, vão descobrir e não confiam mais.
  • Se brigar com alguém e não perdoou, talvez tenha que reencarnar para apreender a conviver com aquela pessoa.

• Nossa condição no mundo espiritual, quando desencarnarmos, vai variar de acordo com o que fizermos aqui, se fomos bons ou maus.

• Não lembramos do nosso passado para facilitar o aprendizado, e para reparar as faltas cometidas, pois já erramos várias vezes e teríamos vergonha de nossos erros. Também para facilitar a reaproximação com pessoas que não gostamos ou que precisamos aprender a amar.
• Uma reencarnação de sofrimento pode ser resultado de uma vida mal vivida.
• No Universo há muitos planetas e muitos mundos, uns mais evoluídos e outros mais atrasados. Habitaremos um dia planetas mais evoluídos quando aprendermos tudo que devemos aprender aqui.
• Como podemos aproveitar a reencarnação para progredir? Escolhendo o caminho do bem, ajudando os outros, procurando o autoconhecimento para desenvolver virtudes.

Terceiro momento:
Atividade e dinâmica: Confeccionamos um painel com 1,50 cm X 1,0 m de TNT(ver abaixo) com o desenho de duas crianças: menino e menina, o rosto de ambos recortados; e um túnel (de TNT com o suporte de 2 bambolês para poderem passar por dentro).
A técnica: Pedirem que imaginem que de um lado da sala é o mundo espiritual e o outro é o mundo físico. As crianças devem ficar no lado do “mundo físico” e o evangelizador vai contar (imaginar) uma história para cada evangelizando.
Exemplo:
“Rafael viveu 50 anos e desencarnou. Ele foi uma pessoa materialista, sem crença, ignorou sua família e não ajudou sua mãe que desencarnou logo após adoecer, pois passou muitas necessidades sem apoio do seu único filho. Um ano depois Rafael desencarnou também e no mundo espiritual sofreu vagando na terra. Conversava com as pessoas e ninguém respondia, então, até que um dia chorou arrempendido e rezou. Um mentor logo apareceu após a prece e o encaminhou a um hospital no mundo espiritual; após alguns anos que permaneceu estudando e trabalhando no mundo dos espíritos, encontrou sua mãe que carinhosamente, mais evoluída que ele amparou e o ajudou muito na vida como desencarnado. Mas, houve necessidade dele reencarnar, foi programada sua encarnação e então reencarnou.”
Após o final da narração, pedir que o evangelizando passe dentro do túnel (simboliza o útero materno) e a seguir tomar a posição no painel (simboliza seu novo corpo).

Quarto momento: Convidar os evangelizandos a confeccionarem um “livrinho de bolso” sobre a atual reencarnação. O livro é composto de 5 páginas e mais a capa. Cada página deve estar organizada conforme segue, e as frases devem ser escritas na parte de cima de cada página do livro, a fim de que sobre espaço para que o evangelizando possa ilustrar sua história.

Prece de encerramento

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PAINEL: REENCARNAÇÃO



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ATIVIDADE REENCARNAÇÃO: LIVRINHO DE BOLSO


14 de outubro de 2008

História - O Vale dos sentimentos

O Vale dos Sentimentos

Era uma vez um lugar chamado "Vale dos Sentimentos".

Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com o seu

nome: Alegria, Riqueza, Sabedoria, Determinação....

Apesar de serem diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como:

Orgulho, Tristeza e Vaidade não tinham problemas entre si.

Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais

bonito dos sentimentos: era o Amor!

Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele,

ficavam mudados porque eles sabiam que, dentre eles, o Amor era o melhor!

Porém, no mesmo vale, num lugar mais afastado, havia um castelo! E lá

também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom. Era a

raiva!

E a Raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale!

Por isso, quando acordava de mau humor, fazia de tudo para estragar a

beleza do lugar. Certo dia, teve uma boa idéia.

Foi até o calabouço e preparou a porção mais esquisita e estraga

prazeres de que se teve notícias! A fumaça da porção tomou conta do vale e

se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.

Quando o vale se encheu de raios, chuva e vento, todos correram

para se proteger.

O Egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás.

A Alegria deu risada de alívio por Ter se salvado rapidinho.

A Riqueza recolheu tudo que era seu antes de se abrigar!

A Tristeza.... A Sabedoria... A Vaidade.... todos conseguiram chegar em suas

casas a tempo!

Todos, menos o Amor.

Ele estava tão preocupado em ajudar os outros sentimentos que acabou

ficando para trás.

Então uma coisa aconteceu!

Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o Amor.

A Raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir.

Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas

aliviados. Mas ao saírem, eles sentiram uma coisa diferente no ar.

Algo que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...

"O que aconteceu com o Amor?" - "Ele não se mexe!!!"

"Tá tão parado que até parece que...MORREU!"

Nisso a Tristeza se pôs a chorar!

O Orgulho não aceitava. Disse que era mentira!

A Riqueza disse que era um desperdício!

E a Alegria, pela primeira vez, não sorriu!

Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos

começaram a ter desavenças, porque, sem o Amor para uni-los, as diferenças

aparecem! A situação já estava bem ruim quando eles repararam que

estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes.

Então, o estranho se ajoelhou na frente do Amor, tocou-o calmamente e ele

abriu os olhos! "Ele nao morreu! O Amor não morreu!" gritaram os outros

sentimentos!

Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava Tempo. E

todos comemoraram porque o Amor estava vivo e sempre vai estar, porque

não há nada que acabe com o Amor tendo o Tempo ao seu lado para

ajudá-lo. E a paz e a harmonia ainda reina por muito, muito tempo no vale dos

sentimentos. E sabe o que aconteceu com o Amor e o Tempo???

Eles se casaram e tiveram três filhos: Experiência, Perdão e Compreensão,

que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração!

"Quando procuramos o bem nas outras pessoas, descobrimos o que há de

melhor em nós mesmos".

Autor desconhecido

*As gravuras abaixo são para o evangelizando desenvolver,

completar o desenho, colorir, etc.

Dicas para utilizar a história:

"O LIVRO DOS SENTIMENTOS"











Fonte: Retirado do site da Vera Stefanello