UNIVERSO - AS MUITAS MORADAS
28 de maio de 2009
27 de maio de 2009
História - Marina no Mundo Espiritual
- Mãe, sinto saudade do vovô.

- Não fique triste Marina, quando as pessoas desencarnam elas vão para o mundo espiritual e lá existe cidades iguais as que você conhece aqui com prédios, casas, hospital, flores, arvore e animais. E você vai voltar a vê-lo, conversar e abraçá-lo novamente.
-Mas, como?

- Ora, Marina! Somos espíritos e ganhamos o corpo de carne ao nascer. Podemos sentir o corpo, mas não podemos ver o espírito, há muitas coisas que não podemos ver como o micróbio e o ar. Quando desencarnamos deixamos o corpo de carne e nós – espíritos – continuamos a viver, mas, no mundo dos Espíritos.
- É lá que o vovô está?
- Sim, querida. Você pode encontrar com ele no mundo espiritual. Antes de dormir faça uma prece pedindo ao seu anjo da guarda para levá-la até ele e ele a guiará.
O dia passou e a noite chegou. Marina fez como a mamãe disse, fez uma prece pedindo ao seu anjo da guarda que a levasse até o vovô.

Ao dormir, Marina em espírito, levantou-se sonolenta da cama e viu seu corpo deitado na cama quentinha. “Estranho” pensou. Foi quando um Espírito muito simpático chegou e disse-lhe assim:
- Olá, Marina. Sou seu anjo da guarda. Tenho acompanhado sua tristeza pela desencarnação de seu avô. Você gostaria de visitá-lo?
- Como já lhe explicou sua mãe, seu avô é um Espírito desencarnado, mora no mundo espiritual onde, aliás, eu moro também.
- Aonde é esse mundo espiritual?
- Ele está em toda parte, aqui, no espaço. É um mundo invisível para os homens. Entendeu?
- Hum... mais ou menos.
- No mundo espiritual Marina temos tudo que você conhece no mundo material em que você vive e mais ainda. Quando você dorme, você está no mundo espiritual, pois você deixa seu corpo temporariamente e você em espírito pode ir para quase todos os lugares. Agora vamos, observe direitinho como é esse mundo onde os espíritos desencarnados vivem.
- Vovô está muito longe daqui?

- Um pouquinho, mas chegaremos lá rapidamente, pois volitaremos.
- Voli... o quê?
- Volitar quer dizer “voar” e é mais rápido, mas no mundo espiritual também existe meio de transporte.
- Dê-me sua mão e pense forte desejando me acompanhar.

Marina ficou encantada com os prédios, as casas, havia muitas arvores, flores e pássaros muito coloridos.

Aproximaram-se de uma casa, Henrique bateu de levinho e uma voz conhecida pediu que entrasse. E ao entrarem, viu o vovô de braços abertos esperando por ela e então se jogou nos seus braços chorando.

- Marina, não chore assim!
Mas, não foi o vovô que disse isso e nem Henrique, foi à vovó que havia desencarnado há alguns anos. Abraçou-se aos dois, agora alegre em vê-los.
- Compreende querida que ao desencarnarmos deixamos apenas o corpo e vivemos em um mundo mais bonito que estávamos antes?
- Sim, vovô.

Logo depois, Marina acordava. Eram sete horas da manhã, sentia uma grande alegria no coração. Marina pensou ter tido um belo sonho e, nós sabemos que tudo aconteceu de verdade, mas, no mundo espiritual.
(História - uma adaptação - e ilustração: Simone Anastácio)
Aula - Mundo Espiritual
Objetivo: Levar a criança compreender a existência de dois mundos distintos, o físico de espíritos encarnados e o Espiritual pelos Espíritos desencarnados.
Harmonização com músicas
Prece
Primeiro momento:
Pedir atenção, pois eles deverão olhar dentro da caixinha que mostraremos e não contar a ninguém o que viu até ser pedido (a caixa estará vazia).
Depois que todos olharem dentro da caixa perguntar o que viram e quando todos responderem que a caixa está vazia vamos dizer-lhes: “Existe sim, existe AR dentro da caixa, o ar está em todo o lugar. Mas nós não podemos enxergá-lo. Vamos respirar fundo, para sentir o ar”.
Bem, não podemos vê-los, mas conseguimos respirá-lo. Existem coisas que não vemos ou porque são muito pequenos como os micróbios, o ar ou porque nossos olhos não podem enxergar como os pensamentos, as ondas de rádio e TV.
Existe também outro mundo, semelhante ao nosso, que não vemos – é o mundo espiritual - onde vivem os espíritos. Lá eles moram, estudam e se preparam para uma nova encarnação em um novo corpo físico.
Quem são os espíritos? São pessoas que já desencarnaram e vivem no mundo espiritual que é invisível aos nossos olhos e existe como o ar que respiramos.
Levar uma boneca e fazer perguntas as crianças: O que é isso? De que é feita? Movimenta-se? Agora fazer com que cada um observe o coleguinha que está a seu lado e faça observações (comparando com a boneca, para perceberem as diferenças).
Irão constatar que somos diferentes, que nos movimentamos nos falamos e fazemos muitas outras coisas que a boneca não faz.
Pergunta: Por quê? Porque a boneca não possui espírito, e o espírito é uma ‘pessoa’ ou um ser inteligente que vive no corpo de carne aqui na terra, ou vive sem o corpo de carne no mundo espiritual e foi criado por Deus para evoluir até chegar à pureza.
Um dia Deus enviou para humanidade um Espírito muito puro que ensinou como deveríamos proceder quem é Ele? JESUS. E o que Jesus ensinou? Amar a todos com mesmo amor que dedicamos á nossa família e amigos; perdoar sempre; ser caridosos com nossos irmãos necessitados, etc. Tudo isso se fizermos aqui na terra carregaremos para o mundo espiritual? Sim, do mesmo modo se fizermos o mal também levaremos. Como? Quando somos bons nosso espírito fica bonito, todo iluminado e somos felizes.
Quando somos ruins ficamos com uma aparência feia e somos infelizes, mas só até decidirmos sermos pessoas boas. Quem quer ser bonito e feliz? Então, vamos ser bons e fazer coisas boas.
Mas, como se chama mesmo o mundo, onde vivem os Espíritos, as pessoas sem o corpo de carne - Vocês sabem como se chama esse mundo? MUNDO ESPIRITUAL - Muito bem!
Segundo momento: Contar a história “Marina no mundo espiritual” (ver no arquivo ao lado a história e as gravuras)
Terceiro Momento:
Desenvolvimento: Diálogo e montagem de painel.
Para representar os Espíritos e tudo do mundo espiritual, os desenhos são desenhados e coloridos mais suavemente, assim como nessa ilustração.
No Mundo Espiritual existem as mesmas coisas que aqui. Lá, sentimos tudo da mesma forma,continuamos nos vestindo, alimentando, trabalhando, estudando, brincando ..
O que vocês acham que existe no Mundo Espiritual? (Deixar que as crianças falem). Ir anotando no quadro. O evangelizador irá providenciar recortes de revistas e jornais de escola, hospital, jardim, animais, arvores, para que as crianças montem um painel em papel pardo ou outro material.
Com o painel montado, questionar: - Vocês acham que todas as cidades do Mundo Espiritual são iguais? Aqui na Terra elas são iguais? Quem conhece outras cidades? ... Se os Espíritos que moram numa cidade são bons, trabalhadores, a cidade será bonita, mas se eles forem preguiçosos, a cidade será feia e desagradável. Só dependerá de cada um de nós, de trabalharmos, de ter cuidado com tudo e com todos.
Quarto momento: Atividade para colorir
Prece final

18 de maio de 2009
Quadrinhos - André Luiz
Faixa etária: Acima de 10 anos
Aula - Fé raciocinada
PLANO DE AULA
TEMA: FÉ RACIOCINADA
OBJETIVO: Falar sobre fé. O que é fé, não só a fé em Deus, mas em tudo o que acreditamos de coração, e o que é fé raciocinada que a doutrina nos incentiva a estudarmos, entendermos para poder acreditar.Formar na criança o conforto da fé, a paz que a fé em Deus (sabermos que Ele nos ampara sempre) nos traz ao coração, e a capacidade de entendimento e questionamento, incentivar o estudo, para exercitar a fé raciocinada.
MATERIAL: Uma vela (de preferência, não a tradicional, branca, mas uma enfeitadinha), retângulos de cartolina de aprox. 20x30cm coloridos, papeizinhos para a gincana com perguntas sobre a estória contada e sobre a fé.
Música para harmonização
Prece Inicial
Primeiro momento: INCENTIVAÇÃO INICIAL:
Perguntar:
-O que é fé? (escrever Fé no quadro)
Fé: certeza, crença em algo. É a firme convicção de que algo seja verdade, sem nenhuma prova de que este algo seja verdade, pela absoluta confiança que depositamos neste algo ou alguém. A fé descansa na certeza.A fé é a certeza…
É possível nutrir um sentimento de fé (crença) em relação a:
. Uma pessoa (mãe, pai, amigo, padre, santo, Emmanuel, Chico Chavier, etc.)
. Um objeto (imagens, velas, medalhas, etc.)
. Nas coisas (horóspoco, sorte, rituais, etc.)
. Um pensamento filosófico (“Quanto mais aprendo, mais me dou conta da minha ignorância”; “A ciência sem a religião é paralítica e a religião sem a ciência é cega”;
“Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade – Allan Kardec.”
. Uma crença popular (a voz do povo é a voz de Deus)
. Em dogmas de uma determinada religião (comunhão, promessa, correntes, etc.)
A fé pode ter muitos significados e é mais comum falarmos na fé em Deus.
Quando temos crenças religiosas, aceitamos a visão dessa crença como verdadeira, mas, tendo tal compromisso com tal religião não é necessário que sejamos cego, fanáticos ou submissos na crença. Sob esse aspecto, podemos falar ou compreender dois tipos de fé: Fé cega e a Fé raciocinada.
A Fé cega é quando alguém diz algo que mesmo fugindo a razão, acreditamos e aceitamos sem questionar. Ex.: “Existe dois Deuses, o Deus do bem e o Deus do mal (diabo).”
A Fé raciocinada ao invés de aceitar sem questionar o que me dizem, eu analiso, busco informações, pesquiso, procuro pessoas, livros que venham esclarecer sobre o que ouço. Um grande exemplo de Fé raciocinada é o que Allan Kardec nos deu. Ocorridas às manifestações das mesas girantes em 1854 não negou a princípio, mas observou para crer, questionou os próprios espíritos, analisou suas respostas e pela razão e fé constatou a verdade da existência da alma após a morte e existência do mundo espiritual, surgindo então enfim, O Livro dos espíritos.
E é assim no estudo dos fatos Espíritas. O espírita tem o dever de estudar e conhecer os princípios básicos de sua doutrina. A fé raciocinada só pode ser adquirida através da instrução. Para amar e auxiliar o próximo o espírita não pode estacionar na ignorância, precisa aprender, adquirir conhecimentos, instruir-se.
Jesus falou, ensinou e deu muitos exemplos de fé. Há muitas passagens na bíblia que descrevem a fé sublime que Jesus gozava, e de todo o seu coração, em Deus.
Uma vez, quando Jesus estava ensinando o povo, vieram alguns homens mandados por um centurião (é um soldado) trazendo um recado pedindo ao mestre que curasse um empregado seu. Jesus ia até a casa desse soldado, mas ele disse que não era digno que ele entrasse em sua casa que Ele dissesse só uma palavra e seu empregado seria curado. E ainda disse que sabia que Jesus era um homem muito ocupado (tinha uma missão importantíssima), pois também ele tinha também obrigações e não queria que Jesus se prendesse com seus problemas sendo que Ele tinha uma humanidade inteira para cuidar. Jesus admirou-se com a fé daquele homem e mandou-o para casa, pois, chegando lá seu empregado estava curado.Nessa passagem evangélica podemos notar a fé raciocinada do soldado, a Fé engrandecida pelos conhecimentos da grande missão de Jesus, purificada pela humildade, santificada pela prece na pessoa do centurião, que o mestre ainda disse: ‘Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei tamanha fé!‘.
Pela certeza de um futuro certo, a fé nos serve como incentivo e alavanca de progresso e força para superar obstáculos. A fé raciocinada nos faz caminhar em linha reta, pois temos a certeza do caminho claro a ser seguido.
Segundo momento: Explicar que nossa fé é uma chama, que não podemos deixar apagar. Acender uma velinha.
Perguntar: - Como apagamos uma chama? Vento. Então vamos testar essa chama, vamos avaliar a nossa fé?
Terceiro momento: ATIVIDADE:
Fazer um leque, sentar em círculo em volta da vela. Explicar que existem muitas circunstâncias no mundo testando a nossa fé. As dificuldades, as tristezas... Assim como agora a vela está com muitos leques a sua volta.
Contar a estória “A lição do jabuti” e pedir para que nos momentos ruins (nos quais eles sentirem que o personagem sentiu tristeza, raiva, desespero, angústia, eles abanem, tentando apagar a vela). Quando forem momentos bons, de alegria, amor, paz, eles parem. Se a vela apagar, o evangelizador acende novamente.
Ao fim da estória, dizer que a chama é como nossa fé. Ela é bonita e brilha dentro de nosso peito. Mas, com as dificuldades da vida, muitas vezes ela quase apaga. Se a tristeza nos domina, esquecemos dela. Por isso devemos estar sempre a exercitando, estudando o evangelho, pra que não deixemos que ela se apague. Perguntar se eles perceberam que as vezes que ela apagava, alguém acendia. Explicar que é o papel de nosso mentor: sempre nos amparando quando estamos em dificuldade. Devemos ter fé, porque não estamos sozinhos, Deus nos ampara.
Quarto momento: Atividade escrita
Prece Final
Obs.: Ver história: “A lição do jabuti” nos arquivos de julho de 2008.
“Este plano de aula foi retirado do site CVDEE e modificado”























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