19 de agosto de 2009

Aula - Pai Nosso

PLANO DE AULA

PAI NOSSO
A Oração dominical
Objetivo: Levar ao coração da criança a prece que Jesus ensinou. Segundo Kardec: “Os Espíritos recomendaram-na como símbolo de todas as preces, porque, eles, Espíritos, a consideram em primeiro lugar. Ela resume, na apreciação de Kardec, todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo”.
Biografia:
O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXV
Mt, 6 a 15; Lc, 11: 1 a 4; ESE, 8: 2ª7.
PAI NOSSO (Meimei/ F. C. Xavier), todo o livro.
FONTE VIVA (Emmanuel/ F. C. Xavier), capítulos 77, 135 e 164.
Primeiro momento:
Fazer os seguintes questionamentos aos evangelizandos:
1 - Quem conhece a oração do Pai Nosso?
2 - Que outros nomes possui esta oração? (Oração Dominical ou Oração do Senhor, porque os discípulos chamavam Jesus de Dominus - Senhor em latim)
3 - Quem ensinou esta prece?
4 - A quem é dirigida esta oração?
Exposição:
ILUSTRAÇÃO INICIAL


Este desenho retrata o momento em que Jesus estava reunido com os apóstolos e seus familiares, em uma pequena comunidade, quanto houve um diálogo entre Pedro e Jesus então, pediram-lhe:
- Senhor, ensina-nos a orar.
Então, o Mestre ensinou-lhes a Oração Dominical, que é o “Pai Nosso”. (Lucas, 11:2 a 4)
Segundo momento: Fixar os desenhos no quadro, à proporção que os for explicando para que as crianças façam relação auxiliando e fixando o entendimento com recursos visuais.
MOMENTOS ESPECIAIS
1. Quando o evangelizador(a) completar a análise das QUATROS PRIMEIRAS frases da prece, relembrar às crianças a síntese inicial, que se refere aos nossos deveres para com Deus.
2. Ao analisar o “pão nosso de cada dia”, dizer que esse ensino de Jesus se refere a nós mesmos, em particular, nas nossas realizações, estudos, trabalhos, relacionamentos com as pessoas, etc.
3. Ao iniciar o estudo dos momentos SEIS, SETE e OITO, relembrar que eles, em síntese, se referem aos nossos deveres para com as pessoas com quem lidamos (Lar, família, escola e na sociedade).
DESENHO Nº 01

“Pai Nosso, que estás nos céus.”
Quando Jesus começou a prece dominical, atendendo ao pedido dos Apóstolos, o Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso Pai.
Criador dos homens, das estrelas e das flores.
Senhor dos céus e da Terra.
Para Ele, todos somos filhos abençoados.
Seu imenso carinho para conosco está no sol que nos aquece, dando sustento e alegrias a todos os seres e a todas as coisas.
Meimei
PAI NOSSO, cap. I
DESENHO Nº 02

“Santificado seja o teu nome.”
O Apostolado de Jesus foi uma constante santificação do nome de Deus.
Procurou ele mesmo, louvar o Pai Celeste, distribuindo o contentamento e a paz, com todos.
Assim entendo, Jesus amparou os velhos e as crianças, amando e ajudando sempre.
Santificando as suas relações com Deus, espalhou a esperança e a caridade na Terra, enriquecendo os homens de fraternidade e alegria.
Jesus rendia graças a Deus, auxiliando o próximo.
Meimei
PAI NOSSO, cap. II

DESENHO Nº 03

“Venha a nós o teu reino.”
Meu filho, se procuras a benção da felicidade, não te esqueças de que o começa em nosso próprio coração e de que o primeiro lugar onde devemos trabalhar por ele é na própria casa onde vivemos.
Jesus trabalhou pela vinda da Glória do Céu ao mundo, auxiliando a todos e ajudando-nos até à cruz do sacrifício, dando-nos a entender que o amor e só pelo brilhará entre os homens para sempre.
Meimei
PAI NOSSO, cp. III

DESENHO Nº 04

“Seja feita a tua vontade, assim na Terra como no céu.”
Podermos discernir a sabedoria de Deus em todas as situações:
No sofrimento, á Paciência.
Na perturbação, é a Serenidade.
No trabalho, é devotamento ao Dever.
Na amargura, é a Esperança.
Na queda, é o Reerguimento.
Na ofensa, é o Perdão Completo.
Na vida comum, é a Bondade em favor de todos.
Meimei
PAI NOSSO, cap. IV
DESENHO Nº 05

“O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.”
O trabalho é uma obrigação, que leva o homem a exercitar a sua inteligência na procura dos meios de prover as suas necessidades e atender ao seu bem-estar, pelo trabalho material e pelo trabalho intelectual.
O pão nosso de cada dia não é somente o almoço e o jantar, o café e a merenda.
É também a idéia e o sentimento, a palavra e a ação.
Conversando, distribuímos os nossos pensamentos.
Nossos atos influenciam os que nos cercam, segundo as nossas intenções.
Por isso, também os outros nos alimentam com as suas atitudes.
E, ainda hoje, o Mestre continua alimentando o pensamento da Humanidade, por intermédio de um livro – o Evangelho Divino.
Meimei
PAI NOSSO, cap. V
DESENHO Nº 06

“Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.”
Quando pronunciamos essas palavras, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.
A caridade consiste também no esquecimento e no perdão das ofensas.
“Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele.” – Jesus (Mt, 5:25)
DESENHO Nº 07

“Não nos deixeis cair em tentação.”
Dá-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos maus Espíritos, que tentarão desviar-nos do caminho do bem, inspirando-nos maus pensamentos. – Allan Kardec (ESE, 28:6)
Para que não venhamos a sucumbir sob os golpes das tentações, é indispensável saibamos procurar o bem, cultivando-o sem cessar.
Não há colheita sem plantação.
Meimei
PAI NOSSO, cap. VII
DESENHO Nº 08


“Livra-nos do mal, porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja.”
Este casal ora com emoção e reconhecimento a Deus, agradecendo ao Pai do Céu que lhes salvara a vida com a sua previdência de amor misericordioso.
“Meu Deus, meu anjo de guarda, agradeço-vos o socorro que nos proporcionastes, no perigo de que estive ameaçado.
Inspira-me, por intermédio dos bons Espíritos que me assistem o propósito de empregar utilmente o tempo que ainda me concederes de vida.”
Allan Kardec
ESE, 28:3
Terceiro momento: Dialogar com auxilio das gravuras, deixando que as crianças falem na atmosfera espiritual sublime, criada por essa oração de Jesus.
Quando buscamos a ajuda divina é preciso que preparemos o coração adequadamente. É inútil pedir amparo com o coração cheio de inveja, de ciúme, de malquerença, de ódio e de outros detritos morais.Importante fazermos a nossa parte quando pedimos algo a Deus.Pedir, saber pedir e, acima de tudo, merecer.A prece sempre traz as forças necessárias para superar as dificuldades, e compreender os motivos da situação.Orar pedindo que sejamos orientados durante o sono para que durante o dia recebamos a intuição para resolver os problemas. Às vezes, já acordamos nos sentindo melhor, ou com uma nova idéia acerca do assunto, que está nos preocupando.Muitas vezes as pessoas oram a Deus pedindo saúde, mas acabam com ela pelo vício enfermiço do cigarro, da gula, do trago infeliz, entre outros abusos.Nesse caso, se realmente desejamos pedir algo, que peçamos forças para vencermos os nossos vícios, as nossas imperfeições.
Quarto momento: Atividade escrita
Prece Final
*Conteúdo retirado da apostila AME ciclo B com alterações


15 de agosto de 2009

Aula - A voz da consciencia

PLANO DE AULA

A VOZ DA CONSCIÊNCIA

Objetivo: Despertar na criança a compreensão da existência em si mesma o que o Espiritismo chama de “Voz da consciência”, que nos adverte para não cairmos em erro. Esclarecer que a consciência é um pensamento íntimo existente em todas as pessoas.
Referência bibliográfica:
o Pedro, 3: 16 – “Tendo uma boa consciência”
o LE, 393 – “É a voz da consciência que nos adverte...”
o LE, 600 – “A consciência de si mesmo, principal atributo do Espírito”
o LE, 607 – “Capacidade de distinguir o bem do mal”
o Pão Nosso (Emmanuel/F. C. Xavier), cap. 76: “No refolho da consciência, vozes amigas lhe falam sem palavras...”
Primeiro momento: Introdução ao tema proposto:
Deus, nosso Criador e Pai, na sua infinita sabedoria, dotou-nos de um atributo que se chama CONSCIÊNCIA, que é um pensamento íntimo, existente em todas as pessoas.
Esse pensamento interior é conhecido como A VOZ DA CONSCIÊNCIA, que nos adverte para não cairmos em erro.
Esse pensamento ou voz sempre surge especialmente em momentos de decisões em nossas vidas, surge frente a situações em que temos oportunidade de escolher entre o bem e o mal, o certo e o errado.
O que nos acontece é que nós não a consultamos sempre que se faz necessário, isso por não termos o hábito ou quando ela nos fala não damos “ouvidos” a ela, pois quase sempre estamos fazendo o que queremos e não o que é certo e deveria ser feito, é porque estamos sempre satisfazendo a nossos interesses primeiro e não nos importando com os outros ou com o que é certo.
É através dessa “voz” que temos a capacidade de julgar nossos próprios atos, que temos capacidade de escolher entre o bem e o mal, e ela está gravada em nossa alma desde o momento de nossa criação, e ao encarnarmos ela vai aflorando à medida que crescemos. Ela é como uma plantinha que vai crescendo, e vocês crianças já a possuem bem crescidinha e é preciso que para essa plantinha cresça e dê muitos bons frutos, cuidar e dá atenção a ela cada vez que ela falarem a vocês.
Sempre que essa “voz” nos fala, temos a opção de ouvi-la ou não, mas é porque temos o livre-arbítrio, uma oportunidade que Deus nos dá de escolher o bem. Mas, quando nos vemos tentados a ignorá-la, isso causa muitos problemas futuros, pois, podemos ferir corações muito queridos, ou ainda, deixar recair sobre um inocente uma culpa nossa! Enquanto, ao ouvi-la poderemos atrair simpatia e admiração quando, por exemplo, experimentamos confessar ou admitir um erro nosso, certamente quando somos sinceros, somos admirados e não castigados.
Sempre adquirimos virtudes ao fazer as coisas certas, vamos fazer uma relação de virtudes que adquirimos ouvindo a voz da consciência?
Segundo momento: Deixar que os evangelizandos conversem sobre as virtudes escrevendo-as no quadro.
Terceiro momento: Diálogo e Reflexão
Vou agora relatar um fato ocorrido com um jovem que em uma difícil situação de CONSCIÊNCIA, o levou a profundas reflexões entre o bem e o mal. Vejamos como isso aconteceu.
Usar (logo abaixo) o expressivo desenho de um jovem no momento de suas cogitações nos “refolhos de sua consciência”

UM EXEMPLO DE “VOZ DA CONSCIÊNCIA”
A expressão facial estampada no rosto desse jovem reflete a luta de sua consciência e o dever de honestidade.
Vejamos as razões dessa luta íntima
Esse moço, pobre, mas cheio de ambição, ganha pouco mais que o necessário para o seu sustento.
Numa tarde de sábado, achou um pacote de dinheiro esquecido num banco de jardim público.
Aflito, permaneceu no mesmo banco até à noitinha, aguardando que alguém viesse à procura do dinheiro, o que não ocorreu.
No seu quarto de pensão, encontrou no pacote considerável quantidade de notas, juntamente com uma fatura comercial com o nome da pessoa.
Durante todo o dia de domingo, ficou pensando se deveria ou não devolver o dinheiro, lutando intimamente com a voz da consciência.
Pergunta para que os evangelizandos reflitam e respondam:
- O que vocês fariam se estivesse na situação do moço pobre? (dialogar).
Quarto momento: Narrar à história (com interferência): UM DIA NA VIDA DO MENINO PEDRINHO
Narração com interferência:
Agora vamos narrar um dia vivido pelo menino Pedrinho, em oito situações embaraçosas, todas com desenhos alusivos, quando, em cada uma, a voz de sua consciência lhe falava sem palavras.
Entretanto, se o evangelizador(a) desejar, poderá usar somente as ilustrações, rememorando os acontecimentos e os educativos momentos de reflexão.
Quinto momento: A atividade escrita para refletir e fixar o tema dado.
Prece Final

*Conteúdo retirado da apostila AME ciclo B

História - "A voz da consciencia" - Um dia na vida do menino Pedrinho

HISTÓRIA COM INTERFERÊNCIA


UM DIA NA VIDA DO MENINO PEDRINHO

Era uma vez um menino chamado Pedrinho, que freqüentava regularmente a Escola Espírita de Evangelização do Centro Espírita onde seus pais participavam ativamente.
Nos seus quase dez anos, era ativo e estudioso, levado e fraterno, “respondão” e afável, ao mesmo tempo.
O que Pedrinho mais admirava nas aulas de evangelização eram as explicações da evangelizadora sobre Jesus, escutando atentamente os ensinos e exemplos de nosso Mestre, como incentivo ao nosso aperfeiçoamento íntimo.
Pedrinho, no fundo de seu coração, queria evoluir espiritualmente, seguindo Jesus.

ILUSTRAÇÃO Nº 01


- Pedrinho, ô Pedrinhoooo! Levanta-se, é a quinta vez que lhe chamo!
- Ora, mamãe, não me amole, estou com sono!
- Meu filho – Falou sua mãe com amor – você está atrasado para ir à escola, você não pode perder a hora de entrar...
- E o que tem isso, falou desrespeitosamente e mal-criado. Se eu quiser não irei à aula.
- Você não pode faltar, falou sua mãe com doçura, é dia de sabatina de matemática...
- Está bem, mãezinha, sovou por isso, do contrário não iria, falou com ar “mandão”, desafiando a paciência de sua mãe.
Mal lavou o rosto e escovou os dentes, sem tomar café, e saiu correndo.
ILUSTRAÇÃO Nº 02


À porta da casa, lá estava sua mãezinha, com o dinheiro necessário para ele comprar uma merenda na padaria do Sr. José.
INTERFERÊNCIA: O evangelizador(a) perguntará às crianças:
Com a má-criação demonstrada no trato com a sua carinhosa mãe, Pedrinho, naquele momento, estava com a consciência feliz ou “pesada” de remorsos?
(deixar as crianças opinarem, dialogando com a classe)
ILUSTRAÇÃO Nº 03


Entrou como um pé-de-vento na padaria do Sr. José, e pediu um pão-doce com manteiga, que era o de sua preferência.
Recebeu o pão e estendeu o dinheiro... Entretanto, nesse exato momento, o Sr. José foi chamado ao telefone, não lhe dando oportunidade de reembolsá-lo.
Atrasado, Pedrinho foi embora sem pagar, resmungando: não quer receber, melhor para mim.
INTERFERÊNCIA: o evangelizador(a) perguntará:
Com essa atitude, Pedrinho, sem pagar o pão, ficou com a sua consciência “leve” ou “inquieta”?
(Dialogar com as crianças)
ILUSTRAÇÃO Nº 04


Durante a aula de aritmética, a consciência de Pedrinho, vez por outra, lembrava-lhe que deveria ter pagado o pão-doce, além de acusá-lo pelo maltrato para com a sua carinhosa mãe.
Talvez por isso, quando foi chamado por sua delicada mestra para ir ao quadro-de-giz, respondeu irritado que não estava com vontade de fazer nenhuma demonstração para a classe.
Compreensiva, a professora ficou calma, aguardando oportunidade para se entender com Pedrinho.
ILUSTRAÇÃO Nº 05


No final da aula, quando a mestra marcou problemas para serem resolvidos em casa, para toda a classe, sobrecarregou Pedrinho com mais cinco problemas, a fim de compensar os que ele não quis fazer no quadro.
Todos saíram, mas Pedrinho ficou sentado na sua carteira.
Enquanto a bondosa professora dava os últimos retoques na sua volumosa pasta, Pedrinho foi chegando de mansinho e falou:
- A senhora pode me perdoar? Eu hoje acordei muito atabalhoado!
- Como não, Pedrinho! Você está desculpado, não se preocupe, disse a bondosa mestra, abraçando-o com sincera afeição.
INTERFERÊNCIA
Temos dois momentos distintos na consciência de Pedrinho! Vocês não acharam?
- Quando se recusou a ir ao quadro-de-giz, como o seu pensamento interior estava? (dialogar).
Por outro lado, arrependeu-se e pediu perdão à mestra, não foi assim?
Como estava a consciência do Pedrinho nas duas situações? (dialogar).
ILUSTRAÇÃO Nº 06 – novamente na padaria.

Assim que saiu da Escola, Pedrinho lembrou-se, imediatamente, do ocorrido na padaria e procurou o Sr. José, explicando-lhe porque não pagou o pão-doce que adquiriu dele mesmo, pela manhã. Por isso, Sr. José, agora venho pagar-lhe.
O padeiro, muito admirado do gesto corajoso e honesto do Pedrinho, recebeu o dinheiro, mas, antes de lhe dar o troco, deu a volta no balcão para ir abraçar e cumprimentar o Pedrinho pela atitude honesta.
INTERFERÊNCIA
Diante da atitude honesta e corajosa de Pedrinho, confessando-se devedor e se apresentando, espontaneamente, para pagar o pão, como estava a sua consciência? Em que situação? Tranqüila, aliviado, como? (dialogar).
ILUSTRAÇÃO Nº 07 – De volta ao lar:


Radiante de alegria, Pedrinho entrou em sua, sentindo ainda as vibrações de fraternidade iluminada dos dois abraços recebidos de sua mestra e do Sr. José, quando reparou os desacertos para com essas duas criaturas.
Por isso, se sentia feliz, como que abençoado por dentro.
Nesse estado de espírito, procurou sua mãe e lhe contou os sucessos do dia, sem omitir nada, num relato amplo, honesto e simples.
Foi o que bastou para receber os cumprimentos afetuosos de sua querida mãe, através de um abraço carinhoso, de quem sente que o filho está aceitando e praticando, como pode os ensinos de Jesus, com o objetivo de se aperfeiçoar espiritualmente.
ILUSTRAÇÃO Nº 08 – Abraçado à sua mãezinha:



Carinhosamente, Pedrinho, ainda abraçado à sua mãe, falou-lhe: Mãe, desculpe-me pelo que lhe fiz de manhã, ferindo-a com as minhas palavras...
- Como perdoar ou desculpar, meu filho, se não me sinto, nem nunca me senti ferida por você?!
Beijando-a feliz, Pedrinho lhe falou:
- Mãe, vou começar a fazer os meus deveres escolares, tenho dobrados problemas de matemática para resolver...
INTERFERÊNCIA:
Crianças, com a consciência lavada e iluminada, Pedrinho terminou o seu dia em qual situação espiritual? (dialogar).
FIM
*Conteúdo retirado da apostila AME ciclo B

27 de julho de 2009

Quadrinhos - André Luiz

QUADRINHOS - ANDRÉ LUIZ
Faixa etária: 7 a 10 anos






Esses quadrinhos são de minha autoria, peço que a preservem.

Simone Anastácio

18 de julho de 2009

História - Sermão aos pássaros

História
Sermão aos Pássaros


(Do Livro das Virtudes para Crianças, p. 66-67)

São Francisco era muito amável e afetuoso, não apenas com os homens, mas com todas as criaturas vivas. Referia-se aos pássaros como seus irmãozinhos alados e não tolerava vê-los sofrer. Na época do Natal, espalhava farelos de pão perto das árvores para que eles pudessem festejar também. Numa ocasião, quando um menino lhe deu um casal de pombas que havia capturado, São Francisco construiu-lhes um ninho onde a fêmea pôde por seus ovos. O tempo foi passando e os ovos chocaram, gerando uma linda ninhada. As pombinhas eram tão mansas, que pousavam nos ombros de São Francisco e comiam diretamente de sua mão. Contam-se muitas histórias acerca do grande amor e compaixão desse homem pelas receosas criaturas dos campos e das florestas.
Um dia, enquanto caminhava pelos bosques, os pássaros levantaram vôo das árvores onde se encontravam e foram até ele para cumprimentá-lo. Entoaram os trinados mais encantadores para demonstrar seu afeto. E ao perceberem que ele iria falar-lhes,pousaram na relva para escutá-lo.
- Ó lindos passarinhos! Eu amo todos vocês, pois são meus irmãozinhos alados.
Deixem-me dizer-lhes uma coisa, meus queridos irmãozinhos: vocês devem sempre amar e respeitar a Deus.
- Pois vejam o que Ele lhes dá: asas para cruzarem os ares. Dá-lhes roupagem protetora e bela. Dá-lhes o ar para nele se movimentarem e dele fazerem sua morada.
- E pensem nisso, irmãozinhos: vocês não precisam plantar nem colher, pois Deus lhes dá o alimento. Dá-lhes os rios e córregos, cujas águas podem beber. Dá-lhes as montanhas e os vales, onde podem repousar. Dá-lhes as árvores, onde vocês podem construir seus ninhos.
- Não trabalham a terra nem o tear; Deus cuida de vocês e de seus filhotes. Deve ser, então, porque Ele ama vocês. Portanto, não sejam ingratos; cantem em seu louvor e agradeçam Sua caridade.
Nesse momento, parou de falar e observou ao redor de si. Todos os pássaros saltaram alegres. Abriram as asas e os bicos para demonstrar que haviam entendido suas palavras.
E depois de receberem a bênção do santo, fizeram ouvir seus trinados; e a floresta inteira encheu-se de alegria e júbilo com o maravilhoso canto dos pássaros.
(Tradução de Ricardo Silveira)

São Francisco nasceu na segunda metade do século XII em Assis, na Itália. Fundador da ordem dos Franciscanos, é admirado até hoje por sua vida simples e despojada, seu amor pela paz e respeito por todas as criaturas vivas. Esta é uma das histórias mais famosas a seu respeito.

“...recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais na escala progressiva de suas posições variadas no planeta. Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade, e o vosso coração compreenderá, mais profundamente, os grandes segredos da evolução (...)”
(do livro “Ave Cristo”, de F. C. Xavier/Emmanuel).
*Desconheço a autoria

10 de julho de 2009

Aula - Parábolas que Jesus contou

PLANO DE AULA
Parábolas que Jesus contou
“Parábola do Semeador”

Prece Inicial
Primeiro momento: iniciar a aula colocando no quadro nove traços e solicitar aos evangelizandos que digam letras, até formarem o assunto que será tratado na aula.
Segundo momento: explicar o que significa a palavra parábola e porque Jesus se utilizava delas para ensinar ao povo.
Parábolas são as histórias que Jesus contava, eram pequenas histórias que continham ensinamentos morais. Jesus as utilizava para que as pessoas entendessem e guardassem no coração os ensinamentos. Através delas eram ditas verdades, que de outra maneira não seriam escutadas nem entendidas pelas pessoas da época. São feitas comparações com acontecimentos da vida cotidiana; uma forma de facilitar a compreensão das coisas espirituais.
Terceiro momento: contar a parábola do semeador, utilizando-se de recursos visuais.
A PARÁBOLA DO SEMEADOR
Nosso Senhor Jesus saiu cedo de casa naquele dia, assentou-se enquanto uma multidão se reuniu perto dele ouvindo – o falar:
“Certo dia um homem do campo pôs-se a semear. Jogou as sementes na terra e um pouco caiu no caminho, e logo vieram os passarinhos e as comeram.
Outras sementes caíram no meio das pedras, onde havia pouca terra. As sementes brotaram logo, mas não tinham raízes profundas e o sol forte as secou.

Outras sementes caíram entre espinhos, e elas não puderam crescer e morreram, pois os espinhos as sufocaram.
Por fim, as últimas sementes que lançou caíram em terra boa e fértil. E cada uma dessas sementes cresceu e tornou-se frutíferas, chegando a produzir trinta, sessenta e até cem frutos.”
EXPLICAÇÃO
Então, os amigos de Jesus pediram que Ele explicasse o que a história do semeador queria dizer.
"O semeador da história é Ele, Jesus. As sementes são suas palavras, seus ensinamentos. O solo ou a terra são as pessoas que são umas diferentes das outras como o solo em que as sementes caíram.
Há pessoas que são semelhantes às sementes que Jesus referiu-se na parábola:
As primeiras sementes que caíram no caminho e os passarinhos comeram, essas representam as pessoas que não compreendem a palavra de Jesus e não dão importância para o que Ele diz. Então, suas palavras (sementes) ficam jogadas, esquecidas em seus corações (no solo) e vem o tempo (os pássaros) e as levam. Assim como os passarinhos que vêm comer as sementes, as más ações dessas pessoas fazem com que a palavra de Jesus não esteja no coração delas.
As sementes que caíram no meio das pedras representam as pessoas que ouvem, admiram-se, acham muito bonito, mas logo que aparece um obstáculo ou uma dificuldade, elas desistem e abandonam suas palavras. Ainda tem o coração muito endurecido.
As sementes que caíram no meio dos espinhos e ficaram sufocadas representam as pessoas que estão sufocadas por preocupações, ocupadas em fazer conquistas materiais, ganhar dinheiro, as vezes tentam seguir os exemplos de Jesus, mas são muito egoístas, não conseguem repartir, não entendem a fraternidade.

Quanto às sementes que caíram em terra boa, elas representam as pessoas que tem vontade e esforçam-se em seguir as palavras de Jesus e as praticam. Nessas pessoas as palavras de Jesus dão muitos frutos, é considerada a “terra fértil que produz”."

Com essa história, que possamos ser semelhante ao semeador, e também, como o solo fértil, bons de coração, seguindo e vivendo os ensinamentos e exemplos que nos deu nosso Divino Mestre, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Meus amiguinhos, os ensinamentos de Jesus são sementes. É só plantar em nossos corações e cuidar para que cresçam e se transformem em belas árvores de amor. Vamos procurar ser em nossa vida diária, como o semeador da parábola, isto é, semearmos as boas palavras, os bons pensamentos, as boas ações. E não importa se não forem bem recebidos ou aceitos pelos seus amigos. Não importa se te acharem “careta”. Continuemos a boa semeadura.
Então, crianças, vamos começar a preparar os nossos corações para conseguirmos produzir e colher os frutos do perdão, da amizade, da compreensão e da fraternidade?
Quarto momento: Contar a história a seguir.

A Colheita

Cuca gostava muito de ir às aulas de evangelização espírita e ouvir as lindas histórias de Jesus.
Cuca pensava... Como são lindas as parábolas de Jesus!
Repetia tudo o que ia aprendendo para seus amigos e amigas.
Certo dia, quando voltava da escola, encontrou seu amigo Kiko.
- Olá, Kiko, como vai?
- Tudo bem, Guga.
Com muito entusiasmo, foi logo dizendo o que havia aprendido na escola de evangelização espírita.
- Hoje aprendi mais uma coisa muito importante, Kiko.
- O que, Cuca? Estou curioso para saber.
Toda orgulhosa, Cuca explicou:
- Aprendi que Jesus, há dois mil anos, nos trouxe ensinamentos valiosos para sermos felizes.
- Nossa! E como a gente faz para ser feliz, Cuca?
- É fácil – disse Cuca, despreocupada. – Basta perdoarmos as ofensas, amando todos como irmãos, entendo suas fraquezas.
- Que ensinamento importante, Cuca!
- Vou escrevê-lo no papel para esquecer nunca.
- Tchau, cuca, agora preciso ir.
- Tchau, kiko, na próxima semana eu lhe conto outra lição de Jesus.
Um dia, logo depois da aula, cuca chegou em casa e viu seu quarto todo desarrumado. Ficou furiosa e foi logo gritando:
- Quem foi que fez essa bagunça?!!
- A mãe de cuca explicou com paciência que a irmãzinha havia começado a andar e que, por curiosidade natural, remexeu em suas coisas. Não adiantou. Cuca saiu gritando e reclamando da irmãzinha.
No mesmo instante, Kiko, que estava passando em frente à casa, vê Cuca aos berros.
- O que aconteceu, Cuca?
- A minha irmãzinha bagunçou todo o meu quarto!
- Não estou entendendo, cuca: não foi você que me falou sobre a felicidade que Jesus ensinou a buscar, com o amor aos nossos irmãos?
Cuca ficou sem graça, sem saber o que dizer. Imediatamente lembrou-se da Parábola do Semeador, que um dia ouviu. Entendeu que seu coração ainda era como o solo dominado pelos espinhos do egoísmo. Percebeu então que, para a semente da compreensão brotar, devia trabalhar muito, todos os dias, vigiando através da prece.
- É, Kiko, é mais fácil falar do que fazer – disse cuca, desapontada consigo mesma.
- Tudo bem, cuca, o importante é não desistir nunca. Vamos fazer nossas preces e vigiar sempre.

Tânia Amaral
Quinto momento: Atividade escrita.
Prece Final

Fonte de pesquisa:
Mateus – Cap. 13: 1,9; Parábolas que Jesus contou - Antonio Matte Noroefé; Brincando e Aprendendo o Espiritismo – vol. 4.
*Gravuras do site Vera Stefanello

30 de junho de 2009

Aula - Jesus Irmão e Mestre

PLANO DE AULA

Tema: Jesus, Irmão e Mestre


Objetivos: levar as crianças a entender que:
· É no Evangelho que encontramos os recursos para nosso aprimoramento espiritual.
· Devemos sempre nos esforçar para assimilar e viver as lições que Cristo nos ensinou.
· Devemos sempre praticar o Evangelho, pois assim estaremos seguindo Jesus, que foi nosso Mestre, Irmão e Amigo.
· Devemos mostrar que seguimos os ensinamentos de Jesus, através de nossos exemplos, de nosso procedimento correto em casa, na rua, na escola, no trabalho e na sociedade, utilizando sempre a sua frase: “Amai-vos uns aos outros como eu os amei.”

Harmonização – colocar música de fundo e pedir que inspirem, expirem, encham o pulmão de ar, sintam o ar entrando pelo nariz e saindo pela boca. Pedir para fecharem os olhos e imaginar uma praia. Imaginar que estamos andando na areia quentinha, o sol bem quentinho na gente, e sentimos um vento suave batendo no nosso rosto. Imaginar Jesus ao nosso lado, nos dando a mão e ele vai orar conosco. Ele está ali, damos a nossa mão a ele e caminhamos molhando os pés na água do mar, que esta fresquinha. Agora, Jesus vai fazer a prece conosco.

Prece inicial

Primeiro momento: Introdução ao tema: Começar, dialogando com as crianças sobre o que é ser: Irmão, amigo e mestre. Esclarecer que amizade e amor são os dois sentimentos mais puros que existem na Terra. Devemos ter o cuidado de cultivarmos sempre a amizade e a preocupação de tornarmos amigos daqueles a quem consideramos nosso inimigo, pois devemos observar que todos têm alguma coisa de bom, pois somos filhos do mesmo Pai e, portanto, somos irmãos.
Relembrar (evangelizador) a sua infância, seus professores (mostrar a elas que o professor pela maneira clara de ensinar, pelo carinho e paciência deixou a sua marca).
Pedir que as crianças falem:
. Das qualidades de seus amigos
. Qual é o maior amigo que todos nós possuímos em comum
. De seus professores
Depois de ouvi-las comentar que Jesus sempre demonstrou que nos ama e que é nosso melhor amigo, através da sua vivência da Lei do Amor. E que Deus enviou Jesus para ser nosso Mestre (professor), irmão e amigo, para nos ensinar e auxiliar na jornada evolutiva.
Comentar que Jesus além de ser nosso melhor amigo foi também nosso melhor professor. Ele era chamado de Mestre por todos, e podemos considerá-lo o Mestre dos Mestres.

Segundo momento: Perguntar se gostam de brincar de imitar e convidá-los a participar da brincadeira 'siga o mestre': fazer alguns gestos para que imitem: um abraço, palavras de encorajamento, etc. Perguntar qual seria a pessoa mais legal que os evangelizandos gostariam de imitar. Se é legal imitar os outros. Questionar o porquê de querer imitar a pessoa escolhida e conduzindo a conversa dizendo que as coisas boas que as pessoas fazem é imitação dos atos e ensinos de Jesus. Dizer que imitamos o que ele fazia, porque são coisas boas, porque ele é um bom espírito, e tudo que é bom devemos imitar, que é seguir o exemplo.
Ao final, chega- se à conclusão que a pessoa que Deus nos enviou na Terra para imitarmos suas atitudes, foi Jesus.

Terceiro momento: Narrar à história: Um amigo de verdade
Após a história, pedir que relatem a parte que mais gostaram.
Indagar:
· Por que Jesus é nosso melhor amigo?
Quarto momento: Atividade final: Distribuir atividade para serem desenvolvidas pelas crianças.


Prece Final


HISTORIA: UM AMIGO DE VERDADE

ATIVIDADE 1- "Jesus, o Irmão e Amigo"

2-Leia as frases abaixo e, seguindo o exemplo, demonstre seu sentimento, completando as demais:

Já disseram que:
“ A alegria é azul
e lembra o céu” ( Melo Teixeira)

“A lágrima é um mar
E tem gosto de sal” ( Mateus Moreto )

E como você diria:
A Amizade é _____________________________
E tem gosto de ____________________________

Ser irmão é ______________________________
E lembra ________________________________

Veja se você é capaz de reescrever as frases abaixo. É só colocar as letras em ordem:
a) A açnaifnoc ( fé) em Deus nos faz entender e ritnes sua aduja
__________________________________________________________

b) Jesus, através do seu olpmexe , revelou a sua condição e espírito otiefrep e de nosso ertseM maior.
_________________________________________________________________

(Retirado do site: WWW.cvdee.org.br sofrendo algumas alterações)

29 de junho de 2009

Aula - Scheilla - Mentora da Fraternidade



SCHEILLA – Mentora da Fraternidade

Objetivo: Levar ao conhecimento do evangelizando a missão de abnegados Espíritos que pelo trabalho e amor se dedicam como apóstolos do Cristo, dando à humanidade os melhores exemplos de fé e trabalho cristão.

Canto inicial

Prece

Primeiro momento: Diálogo:O que são mentores espirituais? Cite alguns: (Emmanuel, André Luiz, Maria João de Deus, Sheilla, bezerra de Menezes, etc.).

Chamamos mentores espirituais aos espíritos desencarnados que são os responsáveis do plano espiritual pelas diversas atividades que se realizam nas instituições terrenas, especialmente nos grupos espíritas e instituições religiosas. Estes espíritos, mais evoluídos no conhecimento e no amor ensinado por Jesus, procuram expirar os encarnados sempre no caminho do bem, de modo que as instituições cumpram os seus objetivos, anteriormente traçados no plano espiritual.

Os Mentores Espirituais ou benfeitores espirituais foram Espíritos que viveram aqui na terra assim como nós e aqui tiveram suas experiências, erraram e sofreram, aprenderam através da dor e do sacrifício até alcançar certo grau de evolução espiritual; aprenderam amar muito e sinceramente o semelhante sejam ou não simpáticos ou conhecidos (estranhos). E movidos por grande desejo de servir na senda do Cristo, aceitam a missão de amar como Jesus ensinou. Eles são, portanto missionários e através deles Deus age.

Os benfeitores espirituais se entregam de todo espírito a servir a quem necessite, trabalham no plano espiritual para e pelos encarnados e desencarnados... Aqui é um encarnado doente, ali outro em aflição, acolá é um desencarnado em grande perturbação... Assim todo o tempo, não importa a hora ou lugar.

Todos têm um desses abnegados espíritos ao seu lado que se comprometem em nos conduzir, aconselhar ao reencarnar aqui na terra. Ele é conhecido nosso como “anjo da guarda”. Assim como há um mentor para cada indivíduo há também grupos de mentores espirituais que cuidam de nossa família, Cidade, Estado, País e enfim, da humanidade junto de Jesus.

Existem muitos mentores espirituais e alguns conhecidos nossos como já citamos, mas hoje vamos de uma mentora em especial ou de SCHEILLA (mostrar uma imagem - retrato mediúnico de Scheilla). Já ouviram falar de Scheilla? Ela é a benfeitora de nosso centro e coordena e orienta as atividades do grupo junto de outros Espíritos benfeitores e equipe de pessoas (encarnados), daí o nome: “Grupo de Fraternidade Espírita Irmã Scheilla”.

Temos notícias de duas encarnações de Scheilla, uma foi na França (1572/1641), em sua existência francesa seu nome era Joana Francisca de Frémiot, casou-se com Barão de Chantal e teve quatro filhos. E após seu marido falecer ela foi ser freira dedicando sua vida a prática da caridade. Foi tida como Santa pela igreja católica – Santa Joana de Chantal.

A outra encarnação, seu nome foi Scheilla e viveu na Alemanha, fora uma dedicada enfermeira que se esmerava nos cuidados com os feridos e como amiga da caridade, tratava chagas morais e enxugava lágrimas das vítimas de si mesmos. Era tão dedicada que se esquecia de si mesma. Scheilla desencarnou aos 28 anos durante um violento bombardeio aéreo, quando heroicamente tentou salvar uma criança.

Quando no mundo espiritual, dizem que Scheilla optou por trabalhar no Brasil, pois aqui viviam seus afins ou pessoas queridas.

Atualmente, a querida Mentora trabalha na Espiritualidade Juntamente com o Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova, Cairbar Schutel. Esta Colônia foi planejada há muitos séculos por Aqueles que, sendo os Engenheiros Condutores de Jesus, conhecem a Terra do seu passado longínquo ao seu futuro distante. O Brasil nem mesmo existia na face do globo e a Alvorada Nova já estava fixando seus primeiros alicerces.

A presença de Scheilla tem sido registrada por vários médiuns em diversos grupos espíritas do país. Escorada na virtude da caridade, com especial carinho e dedicação oferece assistência aos enfermos do corpo e do espírito. Além do mais, Scheilla sempre se caracterizou por trazer mensagens de alento e consolação, renovando o ânimo e fortalecendo a fé no amor divino.

Segundo momento: Fazer flores de papel, no miolo desenho de Scheilla.

Prece final
Scheilla - Mentora Espiritual



Cópia da foto de Scheilla, tirada em reunião de materialização,
realizada com o saudoso médium Peixotinho, na cidade de Campos, Rio de Janeiro.



Encarnação de Sheilla enfermeira na Alemanha.



Encarnação de Scheilla na França, no século XVI seu era Joana Francisca Frémiot.
Desenho da cópia foto de Sheilla (desenho meu)














































*Imagens retiradas da internet

Aula - Médium e Mediunidade

PLANO DE AULA

TEMA: MÉDIUM E MEDIUNIDADE

Objetivo: Perceber a função de intermediário, entender como o médium colabora e interfere na transmissão do pensamento do Espírito.
· Entender que a mediunidade é uma faculdade comum a todas as criaturas ( pela intuição, todos nós somos médiuns)
· Compreender que, seja qual for a faculdade mediúnica, ela deve se utilizada para o Bem e em favor do Próximo.
Canções para harmonizar
Prece inicial
Primeiro Momento: Introdução do tema:
O tema será introduzido através de um diálogo com as crianças, utilizando as perguntas:
· Como a gente se comunica com as pessoas? ( fala, escrita, rádio, T.V, etc.)
· Alguém pode comunicar comigo através do telefone se eu não tiver um? ( a criança deverá perceber que poderei utilizar o telefone do vizinho)
· Se eu não falar Alemão, poderei entender uma pessoa que está tentando me dizer algo falado ou escrito, nessa língua?
· Uma pessoa que não enxerga pode receber uma comunicação por escrito e ler? ( lembrar que somente será possível se tiver estudado o sistema brailer)
· Uma pessoa que não ouve e não fala pode-se comunicar com outras que têm o mesmo problema? E com pessoas que falam e ouvem?
· Se puderem como se dá essa comunicação?( pela linguagem dos sinais)
. Podem os Espíritos se comunicar conosco?
. De onde vêm os espíritos? Do mundo espiritual.
. O que é Mundo espiritual? É o local onde estão os espíritos que desencarnam. No Plano Espiritual os espíritos estudam, trabalham, auxiliam uns aos outros. Existem flores, música, meio de transporte, praças, hospitais e lugares para morar. Mas não existe comércio. É organizado com Governos e Ministérios.
Explicar para as crianças que existe também comunicação do mundo Espiritual com os encarnados.
Os Espíritos são seres humanos desencarnados. São o que eram quando encarnados: bons ou maus, sérios ou brincalhões, trabalhadores ou preguiçosos.
Eles têm as suas ocupações como nós temos as nossas. Muitos deles procuram ajuda para melhorar, progredir.
Desencarnados e encarnados podem se comunicar através da mediunidade, que é a capacidade que algumas pessoas têm de entrar em contato com o chamado mundo invisível. Essas pessoas são denominadas médiuns.
Os desencarnados (espíritos) têm influencia sobre nós os encarnados agindo através do pensamento e também de faculdades (explicar) especiais que algumas pessoas têm. Essas pessoas são chamadas de médiuns, o que quer dizer que tem faculdades mais desenvolvidas que as outras. Todos somos médiuns de nascença, pois temos intuição (explicar), mas somente alguns têm mediunidade.
Médiuns são intermediários, ou seja, através deles os espíritos se comunicam. Quais os meios de comunicação os homens utilizam?(deixar que eles falem). O meio mais comum é o telefone, o telefone é o aparelho comunicador do homem encarnado para falar com outro homem encarnado. E assim é o médium, o “aparelho” comunicador que permite a comunicação entre dois mundos, o material e o espiritual, mundo material poderia ser o que vemos, e o espiritual o que sentimos. Não vemos o amor, mas podemos senti-lo. Alguns médiuns transmitem essas mensagens de diferentes modos: alguns ouvem, outros conseguem ver os espíritos, outros escrevem as mensagens, etc.
Vamos falar um pouco sobre esses tipos de mediunidade. São elas:
Mediunidade audiente - a pessoa ouve o que os espíritos dizem;

Mediunidade de vidência - o encarnado vê senas do plano espiritual; Mediunidade de cura - a pessoa consegue ajudar na melhoria da saúde de alguém através de passes;

Mediunidade de psicofonia - o médium empresta seus órgãos da fala para que o espírito se comunique;

Mediunidade de psicografia – escrita dos espíritos dos espíritos pela mão de um médium; o intermediário (médium quer dizer isso) empresta sua mão para que o desencarnado escreva;

Mediunidade intuitiva (explicar intuição) - o encarnado capta idéias de espíritos, mesmo sem vê-los ou ouvi-los. Todos somos médiuns intuitivos, uns mais, outros menos.

Já ouviram falar em algum médium?
Explicar que muitas pessoas são médiuns, mas que algumas se destacaram, pelo trabalho desempenhado e principalmente por quem são ou foram. Alguns médiuns notáveis: Francisco Cândido Xavier, que se destacava pela bondade e psicografou mais de trezentos livros; Divaldo Pereira Franco - grande palestrante e psicógrafo de livros muito importantes para o Espiritismo; Yvonne do Amaral Pereira, que psicografou vários livros importantes. Claro que há muitos outros de destaque.

* Lembrar que Kardec não tinha nenhuma mediunidade ostensiva.

Existe mediunidade com Jesus e sem Jesus. Alguém sabe dizer a diferença?

* Após ouvir e comentar possíveis respostas, esclarecer que, na mediunidade com Jesus, o médium visa apenas a prática do bem e o auto-melhoramento, não cobra pelo que faz e não pretende obter vantagens. O médium que trabalha com e pelo Cristo procura estudar, ser humilde, paciente e amoroso com todos que atende.A mediunidade sem Jesus é aquela em que o médium busca vantagens pessoais, como dinheiro, presentes ou elogios. A prática da caridade não é o objetivo principal e muitas vezes o médium se utiliza dos espíritos e do fato de as pessoas acreditarem nele para enganar, divertir-se ou conseguir coisas para si mesmo.O Evangelho nos diz que devemos dar de graça o que de graça recebemos. A comunicação entre encarnados e desencarnados foi permitida por Deus como uma forma de evoluirmos, aprendendo uns com os outros. A mediunidade não é um brinquedo, muito menos é um negócio. O que o médium recebe do plano espiritual não é dele, mas sim do espírito comunicante, logo ele não pode ganhar pelas comunicações que dá.

Segundo momento: Contar a história: A CURIOSIDAD DE MARIANA. Esta é uma “história com interferência”. O evangelizador conta a história com a participação dos evangelizando. Nas palavras em negrito, o evangelizador deve perguntar às crianças o que elas já sabem sobre o tema.
Terceiro momento: ATIVIDADE: COLORIR RECORTAR E COLAR

PRECE FINAL

10 de junho de 2009

Aula - Pluralidade dos mundos habitados

PLANO DE AULA

Pluralidade dos mundos habitados


OBJETIVO: A criança deverá identificar na pluralidade e diversidade dos mundos existentes recursos do Amor e Sabedoria de Deus com vistas à progressão dos Espíritos.

Canções para harmonizar

Prece Inicial

Primeiro momento: escrever no quadro a seguinte frase: "Há muitas moradas na casa de meu Pai". Pedir que as crianças expliquem o significado deste ensinamento de Jesus. Concluir que as moradas (casas) são os planetas, a casa do Pai é o Universo.
Segundo momento: mostrar gravura do nosso Sistema Solar e dentro dele a Via-Láctea. Explicar que apenas em nossa galáxia existem cerca de 400 milhões de estrelas como o nosso sol. Concluir, com os evangelizandos, que há muitos planetas semelhantes ao nosso ou que possuem condições de vida (mesmo diferente da nossa). Os mundos e os seres que neles encarnam estão em diferentes etapas evolutivas, resultando em diferentes tipos de mundos e variadas espécies de corpos materiais, mais ou menos sutis.Só para termos uma pequena idéia da grandiosidade do Universo criado por Deus: a ciência astronômica nos informa que, numa noite clara, podemos ver, a olho nu, cerca de 5.000 estrelas. Entretanto, diz ainda a Ciência, que isto que é observado por telescópio não passa de uma pequena gota num oceano. Daí, só palidamente podemos entender a grandeza da obra divina, com bilhões de mundos espalhados pelo espaço universal.Outra observação científica: uma galáxia é um conjunto de estrelas, nebulosas e aglomerados estelares; Somente em nossa galáxia – a Via Láctea (assim denominada porque parece um caminho leitoso) – onde se encontra o nosso Sistema Solar, calcula-se que existam mais de 100 bilhões de estrelas!Sendo assim, um astro de pequeno tamanho na imensidade do Cosmo, porque teria a Terra o privilégio de ser o único astro habitado? Não seria mais lógico admitir que todos eles são moradas de Espíritos em diferentes graus de evolução e que, se não temos conhecimento sobre a vida em outros mundos, isto se deve ao fato de não ter, ainda, a Ciência conseguido comprovar esta realidade?Entre nós, o desenvolvimento da criança e do adolescente se processa ajudado por escolas diferentes: a pré-escola, o 1º grau, o 2º grau e as faculdades, cada uma delas dotada de condições específicas para atender aos alunos em determinada faixa de evolução. Da mesma forma, para atender ao desenvolvimento de Espíritos diferentes, existem diferentes categorias de mundos, assim:
a) MUNDOS PRIMITIVOS: são mundos recém-formados, onde aparece a vida nos seus estágios iniciais. A Terra já foi um mundo primitivo.

b) MUNDOS DE PROVAS E EXPIAÇÕES: nestes mundos dominam as paixões ainda incontidas: a avareza e a violência gerando as guerras; o egoísmo gerando as injustiças sociais, etc., ou seja, o mal predomina sobre o bem. A Terra está, atualmente, nesta categoria.

c) MUNDOS DE REGENERAÇÃO: são mundos onde os espíritos já atingiram um mais alto grau de evolução,havendo, por isto mesmo, um ambiente de mais paz e entendimento entre os seus habitantes.

d) MUNDOS FELIZES: onde se vive num ambiente de amor e fraternidade, evidenciando-se, ali, todas as virtudes.
Terceiro momento: Contar a história seguinte:

O UNIVERSO: AS MUITAS MORADAS

Há bilhares de anos atrás (antes da existência de nossa galáxia), um grupo de Espíritos habitava um dos planetas no universo. E entre eles estava Aquele que conheceríamos por Jesus. A vida naquele planeta (onde Jesus habitava) é bem diferente desta que conhecemos, pois, não havia a influência da matéria, predominava o bem e o amor entre eles. Jesus fazia parte desse grupo de Espíritos que vivia em perfeita harmonia e amor.
Um dia, Deus o chamou e disse-lhe: “Meu filho, por ser um Espírito de muito amor e conhecimento serás responsável por criar uma nova morada para alguns irmãos teus que estão em desarmonia com o amor e minhas Leis. Chama quantos precisares e começa teu trabalho. Estarei sempre contigo!”
Reunindo um grupo de Espíritos amigos inicia sua missão. Bem, se fazia necessário um “novo lar”, “uma nova casa” para acolher aqueles Espíritos rebeldes. Junto com sua equipe de amigos escolhe no universo um conjunto de estrelas no universo e, apartir de uma estrela maior ou Sol, faz com que ocorra uma grande explosão neste e então se separa vários pedaços que são os planetas conhecidos como: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão. Planetas que seriam ou são moradas de muitos Espíritos.
Jesus então escolhe um deles – a nossa querida Terra – e a faz passar por muitas transformações (após a explosão a Terra era apenas uma formação rochosa) até ficar como a conhecemos hoje, apresentando uma diversidade de ambiente: florestas, desertos, mares, etc., possibilitando a vida de várias espécies. Pois, então seguindo a evolução do planeta, surgem os animais, e o homem é colocado neste meio.
Vários Espíritos com o mesmo grau de desenvolvimento moral e intelectual, ou seja, com sentimentos e inteligência semelhantes, encarnam no novo planeta.
O tempo vai passando, a população vai crescendo e vão surgindo várias raças (brancos, negros, ruivos, etc.) e também vão surgindo às diferenças, as rivalidades, os homens não se respeitam, são cruéis, não perdoam ou, há muita injustiça e falta de amor. Jesus que acompanhava os passos dos homens na Terra, vendo a dureza de seus sentimentos, pede ao Pai que use sua misericórdia e alerte aos homens. E, Deus envia mensageiros, os profetas ou Espíritos muito bons que vem para falar sobre Sua existência e seu amor; vem trazer Leis e justiça para amparar e orientar o homem. Mas, mesmo assim movidos pelo orgulho e egoísmo, nem percebem os sinais que Deus envia.
Então, Jesus resolve: “Eu vou até lá!”. E nasce entre os homens, seus amigos espirituais o ajudam a encarnar. Ele vem como um homem simples e pobre, reúne um grupo – os apóstolos – e fala aos homens da importância do amor, do perdão, e da caridade, pois a vida na terra é passageira e sem essas virtudes não é possível evoluir moralmente e ser feliz.
Falou coisas lindas, deu exemplo de amor, fez até poesia com os lírios do campo, ensinou como rezar e que não estávamos sozinhos.
O homem não entendeu bem suas mensagens, e Ele morreu condenado na cruz por ter muito nos amado. Mas, tudo que ele ensinou está num livro – a Bíblia – que é o guia que nos conduz até o seu encontro num mundo de luz, paz e felicidade.
O que temos feito com que Jesus veio nos ensinar? Aprendemos algo de seus ensinamentos?
Quarto momento: Distribuir os quadrinhos da história contada.(ver: História em quadrinhos - Universo as muitas moradas)
Prece final

28 de maio de 2009

História em quadrinhos- Universo - As muitas moradas

HISTÓRIA EM QUADRINHOS
UNIVERSO - AS MUITAS MORADAS







(Desconheço a autoria desse trabalho. Porém, sofreu modificações nas ilustrações aqui apresentadas)