30 de novembro de 2010
Desenhos - A Família de jesus
29 de novembro de 2010
O Passe e Água Fuildificada

No momento do passe, os fluidos do médium aplicador de passes se combinam com os fluidos dos Espíritos desencarnados, e esta combinação de fluidos passa para o receptor, gerando alívio para o sofrimento físico ou espiritual.Apesar do uso das mãos, não são elas que põem e tiram fluidos. O comando vem do pensamento e da vontade, que significa que se eu tiver a intenção sincera de transmitir fluidos, eles serão transmitidos, mesmo que minhas mãos estejam fazendo outra coisa.

Quem recebe o passe pode fazer com que seu efeito dure mais ou menos, dependendo de seus pensamentos. Se quiser continuar a se sentir bem por muito tempo, experimente manter a harmonia interior, através de pensamentos de bondade, paciência, carinho, respeito e compreensão.Afinal, os Espíritos podem nos ajudar, mas nós é que somos donos de nossa casa interior e dos pensamentos que nela acolhemos.
ÁGUA FLUIDIFICADA
Água fluidificada, que, juntamente com os passes e a irradiação (transmissão de fluidos à distância, através da força mental) consiste no que denominamos de “fluidoterapia” (tratamento através do fluido).A água fluida ou fluidificada é um recurso freqüentemente utilizado em diversas casas espíritas para complementar o tratamento através dos passes. A água que as pessoas utilizam no estudo (culto) do evangelho no lar tem por objetivo a fluidificação da água, ou seja, sua magnetização com fluidos (energias) mais puras. Neste caso a água recebe as energias doadas pelos amigos espirituais e ajuda no equilíbrio do corpo físico e espiritual de quem ingeri-la.A água fluidificada surgiu inicialmente com as experiências dos magnetizadores e depois passou a ser utilizada na prática espírita.Allan Kardec, no livro A Gênese, afirma: “as mais insignificantes substâncias, como a água, por exemplo, podem adquirir qualidades poderosas e efetivas, sob a ação do fluido espiritual ou magnético, ao qual elas servem de veículo, ou, se quiserem, de reservatório.”
Como vimos, o processo de fluidificação da água independe da presença de médiuns curadores, pois os Espíritos podem aplicar os fluidos sem intermediários, diretamente sobre os frascos com água, além disso, qualquer pessoa pode fluidificar a água, basta ter fé e concentrar-se naquilo que estiver fazendo, projetando assim os seus próprios fluidos e recebendo o auxílio da Espiritualidade amiga, sempre presente.
Não é necessário abrir os recipientes com água para fluidificação. Para as energias radiantes a matéria não representa obstáculo, podendo, portanto, os fluidos salutares manipulados pelos Espíritos, atravessarem-na com facilidade. Os bloqueios materiais não são entraves aos Espíritos, eles podem fluidificar a água com ou sem tampa sem nenhum constrangimento. Sendo assim, não há a necessidade de se a tirar a tampa. Portanto, o frasco que contém a água a ser fluidificada tanto pode estar aberto quanto fechado. Por uma questão de higiene certamente que será muito melhor que ele esteja fechado.
Reposição da energia espiritual, renovando a estrutura perispiritual.
A terapêutica com a água fluidificada traz muitos benefícios ao organismo, apesar de não poder parar ou regredir as doenças geradas por resgates, doenças crônicas e degenerativas, porém facilita a ação medicamentosa e tem se mostrado eficiente na cura das doenças psicossomáticas.
22 de novembro de 2010
História - O Remédio ideal
O REMÉDIO IDEAL
Opa! Mas, olha só os pensamentos que ele tem na cabecinha!
No início, Luizinho ficou muito aborrecido, mas com o tempo, os passes, a água fluidificada, as aulas de evangelização, os bons amigos...
Nossos pensamentos ruins fazem adoecer nosso corpo.
E você está se esforçando?
CONCLUSÃO:
Nós guardamos no coração muitos sentimentos, pensamentos ruins que fazem adoecer nosso espírito e conseqüentemente nosso corpo. Esses sentimentos e pensamentos são como nuvenzinhas que ficam grudadas em nossos perispírito e o passe dispersa esses pensamentos.
O passe é um bom remédio para a mente, ajuda a equilibrar, mas precisamos mudar nossos pensamentos para sentirmos sempre bem.
E para mudar, o complemento indispensável: seguir o evangelho de Jesus, nele há medicamentos fortificantes infalíveis que operam maravilhas de bem-estar quando deles fazemos uso.
Todos nós conhecemos esses fortificantes: a compreensão, a tolerância, a paciência, o perdão, a caridade, o amor, a misericórdia, a bondade...
História e Ilustração: Simone Anastácio
História - Clara e o Livro
CLARA E O LIVRO
Era uma vez uma menina que ganhou um livro.
Esse livro a transformou mudou seus sentimentos!
Livro ESPIRITA!
Ilustração: Simone Anastácio
16 de novembro de 2010
Aula - O Livro Espírita
O LIVRO ESPÍRITA
Objetivo: Levar a criança compreender os benefícios e a importância do livro espírita.
Bibliografia: WWW.pt.wikipedia.org; Entrevista retirado do site: WWW.omensageiro.com.br com Divaldo P. Franco; Jornal Verdade e Luz Nº 177 de Outubro de 2000; WWW.edicoesgil.com.br (Rita Foelker).
Harmonização com música
Prece inicial
Primeiro momento: Desenvolvimento do tema: Diálogo
Onde ficam registrados os conhecimentos que os homens acumularam durante séculos? Vocês já imaginaram como seria nosso mundo sem a escrita? Como passar o conhecimento se não existisse uma forma de registrá-los? De certo não haveria livros e, portanto não haveria como guardar tanto conhecimento como existem nos dias de hoje. Então, a escrita tem muita importância, não é verdade? Através dela obtemos e passamos informações e fixamos, adquirimos conhecimentos. Sem a escrita muitos conhecimentos adquiridos através de gerações perder-se-iam no tempo por falta de como armazená-las.
Imaginem a dificuldade que encontra o analfabeto. Eles tem dificuldade em comprar e receber troco, pegar um ônibus correto, ler embalagens, etc. E ainda não podem desfrutar do prazer da leitura, não se desenvolvem intelectualmente.
Livros, revistas, jornais, placas, embalagens, etc. são formas de passar informações.
Vou aproveitar o momento para falar um pouquinho para vocês de como surgiu à escrita, foi assim:
A escrita surgiu através de simples desenhos no tempo da pré-história, os homens daquela época buscavam comunicar-se registrando os acontecimentos nas paredes das cavernas em que moravam (fig1).
Fig1- Os desenhos nas paredes das cavernas são "Documentos históricos",
verdadeiros testemunhos da vida do Homem em tempos remotos e de culturas extintas.
Passam os milênios e por volta de 4.000 a.c começa surgir à escrita, onde usaram placas de barro e argila e pedra (fig2),
fig2 - Escrita era feita na pedra, argila ou placa de barro.
depois o papiro (fig3 e 4) feito de uma planta (usado em rolos), e depois foi substituído por pergaminho (fig5) que era feito de couro de boi, cabra ou carneiro até o surgimento do papel.
fig3 - Papiro
Você pensa que era fácil arrumar uma folhinha para escrever naquela época? Hum...
O papiro era obtido utilizando a parte interna, branca e esponjosa, do caule do papiro, cortado em finas tiras que eram posteriormente molhadas, sobrepostas e cruzadas, para depois serem prensadas.
A folha obtida era martelada, alisada e colada ao lado de outras folhas para formar uma longa fita que era depois enrolada. A escrita dava-se paralelamente às fibras.
fig 4 - Papiro
fig5 - Pergaminho era feito de couro de boi, cabra ou carneiro.
A escrita é de suma importância para a propagação dos conhecimentos, pois foi assim que foram surgindo os livros que armazenam as informações.
Quem gosta de escrever poesia, conto ou diário? Quando escrevemos estamos descrevendo um mundo (o nosso), e um livro é assim, descreve para nós novos mundos e novas idéias.
Livros de um modo geral devem trazer algo de bom, ter um objetivo, uma proposta. O livro é fonte de saber de informação onde adquirimos novos conhecimentos. Ao ler um livro, evoluímos e desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa. É importante ter o hábito da leitura porque com ela aprimoramos a linguagem e a comunicação com o mundo.
Segundo momento: Há muitos tipos de livros que falam de muitos assuntos: livros científicos (que trata de ciências), livros didáticos (que usamos na escola), os literários (romances) e como existem livros que edificam nossa alma, nos confortam na dificuldade, aperfeiçoa ou desenvolve as qualidades da nossa alma e mantém o equilíbrio e melhoria dos pensamentos.
O primeiro resultado da leitura é o aumento dos conhecimentos que podem ser gerais (sobre vários assuntos) e específicos (apenas sobre determinado assunto).
Devemos ler muito sobre vários assuntos, mas, a dedicação á leitura (para nós espíritas) deve ser maior em relação aos livros espíritas. A leitura, o estudo das obras espíritas é absolutamente indispensável, sem os quais não se pode conhecer o Espiritismo.
O espiritismo veio para abrir horizontes, e o livro espírita tem o importante objetivo de ajudar a renovar sentimentos.
Vamos conhecer os benefícios do Livro Espírita:
1. Melhoria dos pensamentos – ajuda-nos a ter bons pensamentos e manter o equilíbrio da alma.
2. Discernimento – o bom livro espírita é aquele que nos ensina a selecionar as coisas boas das ruins na nossa vida.
3. Conforto na dificuldade – nos momentos difíceis que atravessarmos, ele traz a perspectiva da melhora e a compreensão de que a dificuldade é transitória.
4. Convite ao aprimoramento - procuramos conforto no ambiente que vivemos, mas, ele é inútil para nós quando passamos por dificuldades e sofrimentos. O livro espírita é aquele que traz conforto espiritual e o melhoramento das qualidades da alma.
Enfim, o livro espírita nos convida a pensar, a questionar, ele abre caminhos, liberta, consola, ensina, nos faz parar e refletir sobre o mais simples acontecimentos corriqueiros, levando-nos a compreender e possível modificação.
Existem muitos livros espíritas psicografados pelos médiuns ou escritos por estudiosos espíritas. Os médiuns mais conhecidos são: Chico Xavier que psicografou 412? livros, Divaldo P. Franco, etc. Muitos livros espíritas trazem mensagens consoladoras, outros romances ou conhecimentos científicos e fatos da vida espírita.
E os Espíritos que ditam as obras, quais já ouviram falar? (André Luiz, Emmanuel, Scheilla, Joana D’Angelis, etc.).
Há 152 anos recebemos a 1ª obra Espírita (relembrar aula Allan Kardec), denominada O Livro dos Espíritos, codificada ou reunida pelo prof. Rivail e a seguir vieram (estimular os evangelizando a enumerar as obras): O Livro dos médiuns, Evangelho segundo Espiritismo, O céu e o inferno e a Gênese que compõem as obras básicas da doutrina espírita e tudo que se ouve falar da doutrina constam nessas obras, pois são a base.
Terceiro momento: Atividade – Confira seus conhecimentos
OBJETIVO: Fixar a aprendizagem. Esta técnica permite que os participantes confiram seus conhecimentos com as fontes bibliográficas apresentadas.
TEMPO DE APLICAÇÃO: conforme planejamento da aula.
MATERIAL: quadro de pregas, livros, cartões com perguntas, gravuras das capas das Obras desejadas.
DESENVOLVIMENTO:
1. O evangelizador divide a turma em grupos (de acordo com o número de livros que será usado), cada grupo correspondente a um livro escolhido.
2. Apresentar um quadro de pregas contendo gravuras das capas dos livros e, lado a lado com essas capas, cartões com perguntas numeradas, relativas ao conteúdo doutrinário de cada uma dos livros. O número de perguntas para cada livro é variável, segundo o tamanho da turma e o tempo disponível.
3. Um voluntário de cada grupo escolhe no quadro de pregas um livro e uma pergunta, seguindo a escolha da sua equipe. Transfere, a seguir, a pergunta ao evangelizador.
4. O evangelizador lê a pergunta escolhida pelo grupo a que o voluntário pertence, e pede aos seus participantes que dêem a resposta. Se o grupo não souber a resposta, o evangelizador dá liberdade para que integrantes dos outros grupos o façam. Procede assim, sucessivamente, até que todos os grupos tenham participado da atividade.
Observações:
· No caso de a resposta não estar total ou parcialmente correta, o cartão correspondente á pergunta volta ao local apropriado no quadro de pregas.
· Em seguida, o evangelizador entrega um exemplar do livro escolhido pelo grupo, pedindo-lhe que pesquise, no livro recebido, respostas as perguntas que ficaram em aberto no quadro de pregas. Na eventualidade de alguma pergunta ficar sem resposta, o evangelizador deve esclarecê-la.
Depois de encerrada a atividade, o evangelizador destaca os pontos importantes dos assuntos estudados da aula.
Quarto momento:
História para colorir: "Clara e o livro".
Prece final
15 de novembro de 2010
Aula - Providência Divina
Atividade dinâmica:
Objetivo: Mostrar que tudo está ligado no universo. Deus está ligado a nós por laços de amor e provendo nossas necessidades.
1. Música. Todos em silêncio observando.
2. O evangelizador enrola a ponta do barbante no dedo e joga o rolo para um dos evangelizando que fará o mesmo até formar uma rede de barbante no centro.
Incentivação inicial: Diálogo.
Dizer as crianças que todas as religiões falam no amparo de Deus sobre Suas criaturas. Que também o Espiritismo ensina que todos nós recebemos os cuidados de nosso Pai Celestial e que a esse amparo dá-se o nome de Providência Divina.
Terceiro momento:
Desenvolvimento: Exposição dialogada.

O que é Providência Divina?
Entendemos por providência Segundo os dicionários, à solicitude, ao desvelo, à atenção de uma pessoa por outra pessoa ou por alguma coisa. É o caso, por exemplo, do carinho e da atenção que a mãe dedica a um filho seu, para que este, principalmente quando pequenino, possa ser atendido em todas as suas necessidades.
Em nos referindo a Deus, providência significa o cuidado, o desvelo que Ele dedica a tudo que criou.
E a essa ação de Deus no sentido de proporcionar amparo aos Seus filhos, provendo-lhes as necessidades, dá - se o nome de Providência Divina.
Pensem nos cuidados que seus pais tem com vocês. Assim e mais è nosso Pai Celeste conosco. Quando criou a terra, não deixou o mundo à sua própria sorte. Pelo contrário, Ele continua cuidando da vida dos seus filhos, cuidando da sua criação. Deus não é como um hábil relojoeiro que formou o mundo deu-lhe corda e deixa acabar essa corda lentamente até o fim; pelo contrário, Ele é o Pai amoroso que cuida daquilo que criou.
Como Deus provê as nossas necessidades? Seu cuidado abrange todas as necessidades, não somente as necessidades físicas, como também as espirituais.
Para atender nossas necessidades físicas, Deus criou a Natureza cujas belezas das estações (primavera, verão, inverno, outono), cada estação é de grande importância para a sobrevivência nossa na Terra. Por exemplo, o inverno: a chuva que cai molha, dá vida ás plantas e das plantas vem muitos alimentos e remédios, além de utilizarmos a madeira das árvores para fabricarem móveis proporcionando conforto as nossas vidas.
Enviou os animais, irmãozinhos mais inferiores a nós, para que nos ajudassem e que infelizmente cultuamos o hábito de alimentar da carne de alguns. Exemplo: o cavalo leva o homem para lugares muito distantes; a vaca dá o leite, a galinha os ovos, etc.
Lembrando Jesus: “Deus cuida das aves do céu e dos lírios do campo. (Mt 6.26-30; 10.29)”.
Em nossas necessidades morais, tendo em vista nossa grande dificuldade de eliminar sentimentos inferiores da alma, Deus cuidou de nos enviar Jesus como guia e modelo para seguirmos como modelo e através de suas palavras adquirirmos maior compreensão da verdadeira Lei Divina: o amor. Jesus é nosso irmão mais velho que traz um “recado muito importante” pra nós de nosso Pai.
Exemplos de Providência Divina
Existem muitos exemplos de amparo divino, como a Doutrina Espírita que é Providência Divina, ela cuida de nos orientar, dando continuidade aos ensinamentos de Jesus.
Nossa família mais um exemplo, nossos pais nunca nos deixam desamparados, temos sempre o cuidado, os conselhos e amor deles; Sem falar dos mensageiros, benfeitores, amigos espirituais, anjos da guarda que estão sempre orientando-nos na vida.
Outro exemplo são as vacinas, os remédios que existem para curar muitas as doenças que existem.
Acreditar na Providência Divina é extremamente importante para fortalecer nossa coragem e o desejo de seguir adiante. É sempre muito bom saber que não estamos sozinhos e que na caminhada em direção ao bem, ao progresso e à felicidade nunca nos faltará amparo e proteção.
Com esta certeza, sentimo-nos mais fortes e esperançosos, aprendemos a lidar com as dificuldades e desafios.
Deus é Pai atento (como nosso pai e mãe aqui na terra) que zela por todos nós e nos auxilia através de seus agentes (espíritos), até mesmo nos momentos mais despercebidos, nos instantes da prece, das mais diversas inspirações, no nosso dia-a-dia, enfim, em todos os nossos passos. Como o sol que nos aquece, Ele nos inspira e alimenta.
Deus nos dá a vida e os recursos para atendermos às nossas necessidades. Ele nos ampara e nos inspira, mas não trabalha por nós. Compete a nós a responsabilidade para com a nossa própria evolução e para com o progresso de toda a humanidade.
14 de novembro de 2010
Aula - Emmanuel
Harmonização com música
Prece inicial
Primeiro momento: Iniciar o diálogo falando-lhes sobre os mentores ou os nossos amigos espirituais.
A Providência Divina está em todas as situações e lugares, proporcionando-nos sua proteção. Como reconhecer essa proteção? Esse amparo acontece de infinitos modos... E um deles vamos falar hoje, e dá-se por intermédio dos mentores espirituais, conhecidos no meio espírita, pelo nome de guias ou amigos espirituais.
O Mentor espiritual pode ser um espírito desencarnado que guia, orienta e aconselha, ele é um espírito que está sempre trabalhando em benefício do próximo. Sua principal tarefa é a orientação.
Eles são almas que já trilharam as experiências terrenas de diferentes reencarnações - as mesmas pelas quais estamos passando -, e hoje são possuidores de muitas virtudes, pois as conquistaram por esforço próprio na prática do amor do respeito da caridade para com o seu semelhante.
Existem muitos mentores espirituais, todos trabalhadores na seara de Jesus que procuram inspirar e orientar o homem. Há guias espirituais individuais que conhecemos como anjos da guarda, como existem também grupos de mentores que cuidam da nossa família, bairro, cidade, estado, País enfim, uma legião que cuida da humanidade ou planeta Terra e que é comando por Jesus. Eles são de diversas ordens de evolução.
Alguns se fizeram conhecidos e isso prova o amparo e o amor do Pai Celeste por nós. Através dos médiuns psicógrafos deixam nos ensinamentos por meio de mensagens e livros. São alguns muito conhecidos por nós: Emmanuel, André Luiz, Maria João de Deus, Scheilla, bezerra de Menezes, Miramez, etc.
E hoje, vamos falar de um mentor em especial, vamos falar de Emmanuel.
Quem foi Emmanuel?
Perguntar se conhecem Chico Xavier. Ouvir as respostas, complementando, se necessário, que Francisco Cândido Xavier, em sua última encarnação, foi alguém que dedicou sua vida ao bem, ao próximo, à caridade. Foi também um importante médium, psicografou 412(?) livros (110 são de Emmanuel), de autoria de diversos Espíritos desencarnados. Nessa tarefa de psicografar (escrever o que os Espíritos desencarnados ditam) ele teve o auxílio de seu Espírito protetor, de seu mentor (guia espiritual), Emmanuel.
Para escapar dos céticos ou pessoas que não acreditavam, ele caminhava pelas ruas de terra da cidadezinha que morava com os sapatos frouxos, até rumo do açude. Aquele era seu refúgio. Ali, ele se encolhia a sombra de uma árvore, na beira da represa, encarava o céu e rezava ao som das águas. Chico então teve sua conversa com Deus interrompida pela visita de uma cruz luminosa. Franziu os olhos e percebeu, entre os raios, a poucos metros, a figura de um senhor imponente, vestido com túnica típica de sacerdotes. O recém-chegado foi direto ao assunto.
O primeiro livro foi “Parnaso de Além-Túmulo”. Explicar que Parnaso significa reunião de poemas. Chico psicografou os 30 livros e muitos outros, mas dizia sempre que ele não escreveu nenhum livro, que eram todos de autoria dos Espíritos. Ele vendeu milhões de livros e nunca recebeu para si dinheiro algum, pois doava todo o dinheiro recebido das obras psicografadas para Instituições de Caridade, para auxiliar os pobres. Também no início da sua nobre missão, Emmanuel disse a Chico que se alguma vez ele o aconselhasse a algo que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Kardec, deveria esquecê-lo, permanecendo fiel a Jesus e a Kardec. Se necessário perguntar aos evangelizandos se eles lembram o que significa: médium, mediunidade, psicografia, obras psicografadas. Lembrar também a importância da mensagem de Emmanuel, salientando que sem disciplina teria sido muito difícil para Chico Xavier realizar a sua missão.
Posteriormente, reencarnou na Grécia, em Éfeso, como um modesto escravo, de nome Nestório, que, na idade madura, participava das reuniões secretas dos cristãos nas catacumbas de Roma.
Atividade pedagógica - Aprendendo a analisar
Objetivos: Possibilitar o reconhecimento dos diferentes enfoques existentes em um texto; propiciar a análise desses enfoques; estimular o desenvolvimento do senso crítico.
Tempo de aplicação: 30 minutos
Material: tiras de papel, texto, lápis, lápis de cor, canetinhas.
Desenvolvimento:
Distribuir frases de Emmanuel em tiras de papel. Essas frases devem ser retiradas de uma caixa que deverá ser denominadas caixa de virtudes. As frases, porém devem estar escritas em pequenos pedaços de papel, e cortadas, palavra a palavra, ou em pequenos trechos, para que sejam colocadas em ordem, como em um quebra-cabeça, dentro de um envelope colorido.
1. Retirar da caixa um envelope contendo as frases, sendo que haverá dois envelopes de mesma cor;
2. Localizar o colega que tenha o envelope com a mesma cor que a sua formando uma dupla;
3. A dupla deverá analisar a frase, colar na folha que vem dentro do envelope e escrever comentando sobre a frase.
4. Poderão também se expressar artisticamente desenhando sobre a frase.
5. Apresentar a interpretação ao grupo.
6. Exposição no varal.
Prece de encerramento
Veja sugestão de frases de Emmanuel
2. A prática do bem é a bússola do ensino.
3. A frase de esperança é um jorro de luz.
4. A humildade é a chave de nossa libertação. A obra da caridade tudo transforma em favor do bem.
5. O autor de qualquer injúria invoca o mal para si mesmo.
6. A tolerância, é acima de tudo, completo esquecimento de todo o mal, com serviço no bem.
7. Perdoar é olvidar a sombra, buscando a luz.
8. Compreendamos que unicamente cooperando na paz dos outros é que o concurso da paz virá ao nosso encontro.
16. Fazer algo em Cristo é fazer sempre o melhor para todos.
17. Seja a nossa tarefa primordial o despertamento dos valores íntimos e pessoais.
18. Por mais graves te pareçam as faltas do próximo, não te detenhas na reprovação.
19. Se ofenderes a alguém, corrige-te na devida reconciliação.
(Frases de Livros de Emmanuel: Fonte Viva, Vinha de Luz, Pensamento e vida, Caminho,verdade e vida)
Aula - A Riqueza Espiritual da Amizade
A RIQUEZA ESPIRITUAL DA AMIZADE
Bibliografia: Conteúdo programático U.E.M; Site da CVDEE; Atividades Técnicas pedagógicas da FEB; Redação do Momento Espírita; O Consolador, questão 174.
Harmonização com música
Prece Inicial
Primeiro momento:
Motivação:
Ao som da música: “É tão simples ser amigo” de Cássio e Junia, pedir que todos se levantem e caminhem pela sala cumprimentando-se uns aos outros, apertando as mãos, abraçando com alegria, perguntando: Qual é o seu nome? Quantos anos você tem? Onde você mora? Onde você estuda? O que você gosta de fazer? De que você gosta de brincar ou fazer?
O evangelizador depois deve verificar se elas sabem as informações do coleguinha ao lado. Caso não incentive a buscar estas informações.
Gancho: E aí? Gostaram de fazer novos amigos? Pois é! É sobre isso que falaremos hoje! (Colar um cartaz com título: “Amigos”).
Segundo momento: Pedir aos evangelizando que falem tudo que pensam saber sobre a amizade e ir anotando no quadro.
Terceiro momento: Contar a história: Amigos sempre
Quarto momento: Conversar com os evangelizando sobre a história.
Quinto momento: Desenvolver o tema -
O que é amizade? Vamos falar um pouquinho desse sentimento que nasce do amor.A amizade é sentimento elevado que nos aproxima uns dos outros é uma das maiores riquezas que possuímos aqui no mundo, pois ele nasce do amor.
A amizade é uma troca, damos e recebendo.Os amigos são espíritos simpáticos, por quem temos afeto e confiança, são os nossos companheiros de jornada que facilitam a nossa existência e como exemplo de bons amigos temos os nossos pais aqui na Terra. Eles são os companheiros que nos auxiliam, consolam, estando presente nas horas difíceis e nos momentos alegres.
Amigos sempre se ajudam buscando serem pessoas melhores.
O que é mais importante: TER amigos ou SER amigo?Nós temos o hábito de dizer que temos muitos amigos, mas não sabemos bem o que é ser amigo, por causa do nosso egoísmo.
Ocorre muita das vezes não nos preocuparmos em ouvi-los, pois só preocupamos em falar e sermos ouvidos, isso é TER amigos, querê-los apenas para atender necessidades.
SER amigo é compreender, ouvir o outro, perdoar, não esperar retorno pelo bem que faz não pedir nada em troca. É sempre dar conselhos para o bem, não colocar o amigo em situações difíceis ou de perigo, mentir ou enganar.
Somos egoístas quando não estamos abertos para ouvir, compartilhar e dar atenção aos nossos amigos só desejando receber deles essas coisas.
Vale à pena fazer uma reflexão para tentar modificar algumas atitudes que temos em relação a eles.
Não devemos nos preocupar em TER muitos amigos, isso será uma conseqüência natural se soubermos SER bons amigos. Na nossa família temos a oportunidade de exercitar e aprender a ser amigo de verdade de alguém.
Lembrando também que para sermos amigos, não precisamos compactuar com o que não achamos correto.
Existem amigos de ocasião que na verdade, não são amigos, mas simplesmente colegas. Eles só se aproximam por interesses ou com intenções e depois vão se embora.
Reconhecemos os amigos naquela pessoa que está sempre nos fortalecendo em nossas realizações e nos estimulando na construção do melhor.
Precisamos aprender a sermos pessoas amigas, e isso só acontecerá se começarmos a exercitarmos o amor ao próximo, o desejo de lhe ser útil, independente de reconhecimento ou retorno.
Temos a oportunidade todos os dias de exercitarmos a amizade, nos importando com o que se passa com o outro. Quando fazemos isso estamos combatendo o egoísmo e trabalhando para fortalecermos bons valores em nós.
Um Amigo maior já nos trouxe há muito tempo os valores da amizade e do amor. Deus nos enviou esse grande Amigo para nos esclarecer e dar o seu exemplo de amor e nos mostrar o caminho para a verdadeira felicidade, é Jesus. Deus quer que aprendamos com Ele a viver com amor e compreensão uns com os outros.
Jesus tinha os apóstolos como grandes amigos que o seguiam e o dava suporte ao longo de sua caminhada.
Quem sabe ser amigo verdadeiro será, sempre, o emissário da alegria e da paz, tornando-se também discípulo de Jesus.
O que é preciso para conservar uma verdadeira amizade? Tempo, amor, carinho, respeito, perdão, tolerância, paciência, sinceridade, lealdade.
Sexto momento:
Atividade Criativa – Desenhando o amor
Material: Papel, lápis preto, lápis de cor.
Após distribuir o papel, pedir às crianças que façam conforme pedido:
· Se o amor tivesse uma forma ou pudesse ser desenhado, como seria?
· Se o amor tivesse uma cor, que cor seria?
Sétimo momento:
Atividade para assimilação de conteúdo – História temática
Características: Técnica indicada para análise de um assunto, tendo com base uma ou mais histórias.
Objetivos: Desenvolver a capacidade de ler e interpretar uma história; promover um debate sobre determinado assunto, tendo como base uma história.
Tamanho do grupo: 20 a 25 pessoas
Material: história; ficha de interpretação de texto; lápis.
Desenvolvimento:Pedir-lhes que realizem as seguintes tarefas:
1. Leitura silenciosa individual da história: O Valor da Amizade;
2. Organização de dupla;
3. Correlação (troca) de idéias;
4. Preenchimento da ficha de interpretação de texto;
5. Escolha do relator para apresentar, em plenário, a ficha de interpretação de texto da dupla.
· O evangelizador fundamentando-se na apresentação dos grupos promove um debate geral fechando o assunto, contextualizando a principal mensagem vinculada pela história com a vida cotidiana.

Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante.
Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias, sobrinhos.
Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e aos olhos da criançada pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho.
Brincaram até tarde. Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça.
Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho, encaminhando-se para a porta.
O que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão.
Os adultos se viraram todos para o pequeno, com olhos acusadores. Sua mãe lhe desferiu aquele olhar de: O que você fez?
O garoto se sentiu acuado. Tinha vontade de sair correndo, fugir, mas as pernas lhe pesavam. Pareciam pregadas ao chão.
Foi o pior momento de sua vida, lembra Lawrence, hoje com mais de setenta anos.
Então, o primo Harry veio em seu socorro. Colocou-se ao lado dele e com segurança falou em voz alta e clara:
Eu dei os soldadinhos para ele.
Recordando aqueles momentos, o escritor que viaja pelo mundo todo, pergunta:
De que outro motivo preciso para amar esse sujeito?
E são amigos até hoje. Mesmo que, crescidos, tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama: amizade.
* * *
A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento.
A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração.
Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da ventura e da paz.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.
Redação do Momento Espírita com base no artigo O último calouro, publicado pela revista Seleções Reader’s Digest, março/2000 e na pergunta 174 do livro O consolador, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.Disponível no livro Momento Espírita v.2.Em 13.03.2009.
A enfermeira então explicou aos americanos: "Ele pensou que ia morrer; não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer."O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- "Mas, Heng, se era assim, então porque você se ofereceu a doar seu sangue?"E o menino respondeu com muita simplicidade:
- "Ela é minha amiga."
Redação do Momento Espírita, com base na história Não há amor maior,
de John W. Mansur, disponibilizado na Internet (col. John W. Mansur,
extraído de The Missileer).
Disponível no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.10.2009.
FICHA DE INTERPRETAÇÃO DO TEXTO






































