1 de dezembro de 2010
30 de novembro de 2010
História - Um Menino Bom
Deus, nosso Pai, criou também um menino muito bom. E isso aconteceu há muito tempo, numa cidade muito distante daqui. Ele era muito trabalhador e humilde. Estava sempre ajudando alguém; ajudava seu pai, que era carpinteiro, ajudava sua mãe nos serviços da casa; ajudava os que passavam na rua pedindo auxílio.
Quando estava só, após cumprir suas obrigações, ficava horas e horas olhando as flores, as árvores, as montanhas, o céu azul cheio de nuvens brancas como algodão.
Ele gostava muito dos bichinhos e não maltratava nenhum deles, conversava com os passarinhos, cuidava deles, pois sabia que eles são nossos irmãozinhos menores criados por Deus como nós.
Quando via alguma criança atirando pedras nos passarinhos, corria e dizia a elas:
- Deixe-os em paz! Eles foram criados por nosso Pai Celeste e devem ser amados! Maltratá-los é não amar a Deus!
Esse menino bom, até as formiguinhas protegia, desviando-as do caminho por meio de pequenos gravetos, para que não fossem pisadas pelos que passavam.
Velando por seu sono, muitas vezes sua mãe acordava a noite para cobri-lo e ia encontrá-lo admirando e olhando o céu cheio de estrelas brilhantes, em prece.
-Foi Deus, o meu Pai que está nos céus, quem fez tudo isso! Como o Pai Celeste tem sabedoria! – Dizia ele para sua mãe.
Sua mãe ficava preocupada com ele. Temia que o pequeno ficasse doente, mas não podia obrigá-lo a ficar na cama; tão grande era o amor desse menino pelo Pai Criador e pela natureza.
Esse menino maravilhosamente bom era também muito inteligente. Falava para os adultos sobre o Pai Celeste mostrando tanto saber, que causava admiração em todos.
Vivia e crescia, sempre aumentando sua bondade e sabedoria. Ensinava a todos a serem bons, a fazerem o bem a todos, a ajudarem as pessoas necessitadas, a perdoarem as maldades e ensinava até a não ficarem com raiva dos inimigos.
Ensinava que os negros e os brancos, os homens de diferentes religiões são todos irmãos. Ensinava também que o Pai do Céu ama a todos com o mesmo Amor, e queria que todos fossem bons para serem felizes.

(Desconheço a autoria)
Desenhos - A Família de jesus
29 de novembro de 2010
O Passe e Água Fuildificada

No momento do passe, os fluidos do médium aplicador de passes se combinam com os fluidos dos Espíritos desencarnados, e esta combinação de fluidos passa para o receptor, gerando alívio para o sofrimento físico ou espiritual.Apesar do uso das mãos, não são elas que põem e tiram fluidos. O comando vem do pensamento e da vontade, que significa que se eu tiver a intenção sincera de transmitir fluidos, eles serão transmitidos, mesmo que minhas mãos estejam fazendo outra coisa.

Quem recebe o passe pode fazer com que seu efeito dure mais ou menos, dependendo de seus pensamentos. Se quiser continuar a se sentir bem por muito tempo, experimente manter a harmonia interior, através de pensamentos de bondade, paciência, carinho, respeito e compreensão.Afinal, os Espíritos podem nos ajudar, mas nós é que somos donos de nossa casa interior e dos pensamentos que nela acolhemos.
ÁGUA FLUIDIFICADA
Água fluidificada, que, juntamente com os passes e a irradiação (transmissão de fluidos à distância, através da força mental) consiste no que denominamos de “fluidoterapia” (tratamento através do fluido).A água fluida ou fluidificada é um recurso freqüentemente utilizado em diversas casas espíritas para complementar o tratamento através dos passes. A água que as pessoas utilizam no estudo (culto) do evangelho no lar tem por objetivo a fluidificação da água, ou seja, sua magnetização com fluidos (energias) mais puras. Neste caso a água recebe as energias doadas pelos amigos espirituais e ajuda no equilíbrio do corpo físico e espiritual de quem ingeri-la.A água fluidificada surgiu inicialmente com as experiências dos magnetizadores e depois passou a ser utilizada na prática espírita.Allan Kardec, no livro A Gênese, afirma: “as mais insignificantes substâncias, como a água, por exemplo, podem adquirir qualidades poderosas e efetivas, sob a ação do fluido espiritual ou magnético, ao qual elas servem de veículo, ou, se quiserem, de reservatório.”
Como vimos, o processo de fluidificação da água independe da presença de médiuns curadores, pois os Espíritos podem aplicar os fluidos sem intermediários, diretamente sobre os frascos com água, além disso, qualquer pessoa pode fluidificar a água, basta ter fé e concentrar-se naquilo que estiver fazendo, projetando assim os seus próprios fluidos e recebendo o auxílio da Espiritualidade amiga, sempre presente.
Não é necessário abrir os recipientes com água para fluidificação. Para as energias radiantes a matéria não representa obstáculo, podendo, portanto, os fluidos salutares manipulados pelos Espíritos, atravessarem-na com facilidade. Os bloqueios materiais não são entraves aos Espíritos, eles podem fluidificar a água com ou sem tampa sem nenhum constrangimento. Sendo assim, não há a necessidade de se a tirar a tampa. Portanto, o frasco que contém a água a ser fluidificada tanto pode estar aberto quanto fechado. Por uma questão de higiene certamente que será muito melhor que ele esteja fechado.
Reposição da energia espiritual, renovando a estrutura perispiritual.
A terapêutica com a água fluidificada traz muitos benefícios ao organismo, apesar de não poder parar ou regredir as doenças geradas por resgates, doenças crônicas e degenerativas, porém facilita a ação medicamentosa e tem se mostrado eficiente na cura das doenças psicossomáticas.
22 de novembro de 2010
História - O Remédio ideal
O REMÉDIO IDEAL
Opa! Mas, olha só os pensamentos que ele tem na cabecinha!
No início, Luizinho ficou muito aborrecido, mas com o tempo, os passes, a água fluidificada, as aulas de evangelização, os bons amigos...
Nossos pensamentos ruins fazem adoecer nosso corpo.
E você está se esforçando?
CONCLUSÃO:
Nós guardamos no coração muitos sentimentos, pensamentos ruins que fazem adoecer nosso espírito e conseqüentemente nosso corpo. Esses sentimentos e pensamentos são como nuvenzinhas que ficam grudadas em nossos perispírito e o passe dispersa esses pensamentos.
O passe é um bom remédio para a mente, ajuda a equilibrar, mas precisamos mudar nossos pensamentos para sentirmos sempre bem.
E para mudar, o complemento indispensável: seguir o evangelho de Jesus, nele há medicamentos fortificantes infalíveis que operam maravilhas de bem-estar quando deles fazemos uso.
Todos nós conhecemos esses fortificantes: a compreensão, a tolerância, a paciência, o perdão, a caridade, o amor, a misericórdia, a bondade...
História e Ilustração: Simone Anastácio
História - Clara e o Livro
CLARA E O LIVRO
Era uma vez uma menina que ganhou um livro.
Esse livro a transformou mudou seus sentimentos!
Livro ESPIRITA!
Ilustração: Simone Anastácio
16 de novembro de 2010
Aula - O Livro Espírita
O LIVRO ESPÍRITA
Objetivo: Levar a criança compreender os benefícios e a importância do livro espírita.
Bibliografia: WWW.pt.wikipedia.org; Entrevista retirado do site: WWW.omensageiro.com.br com Divaldo P. Franco; Jornal Verdade e Luz Nº 177 de Outubro de 2000; WWW.edicoesgil.com.br (Rita Foelker).
Harmonização com música
Prece inicial
Primeiro momento: Desenvolvimento do tema: Diálogo
Onde ficam registrados os conhecimentos que os homens acumularam durante séculos? Vocês já imaginaram como seria nosso mundo sem a escrita? Como passar o conhecimento se não existisse uma forma de registrá-los? De certo não haveria livros e, portanto não haveria como guardar tanto conhecimento como existem nos dias de hoje. Então, a escrita tem muita importância, não é verdade? Através dela obtemos e passamos informações e fixamos, adquirimos conhecimentos. Sem a escrita muitos conhecimentos adquiridos através de gerações perder-se-iam no tempo por falta de como armazená-las.
Imaginem a dificuldade que encontra o analfabeto. Eles tem dificuldade em comprar e receber troco, pegar um ônibus correto, ler embalagens, etc. E ainda não podem desfrutar do prazer da leitura, não se desenvolvem intelectualmente.
Livros, revistas, jornais, placas, embalagens, etc. são formas de passar informações.
Vou aproveitar o momento para falar um pouquinho para vocês de como surgiu à escrita, foi assim:
A escrita surgiu através de simples desenhos no tempo da pré-história, os homens daquela época buscavam comunicar-se registrando os acontecimentos nas paredes das cavernas em que moravam (fig1).
Fig1- Os desenhos nas paredes das cavernas são "Documentos históricos",
verdadeiros testemunhos da vida do Homem em tempos remotos e de culturas extintas.
Passam os milênios e por volta de 4.000 a.c começa surgir à escrita, onde usaram placas de barro e argila e pedra (fig2),
fig2 - Escrita era feita na pedra, argila ou placa de barro.
depois o papiro (fig3 e 4) feito de uma planta (usado em rolos), e depois foi substituído por pergaminho (fig5) que era feito de couro de boi, cabra ou carneiro até o surgimento do papel.
fig3 - Papiro
Você pensa que era fácil arrumar uma folhinha para escrever naquela época? Hum...
O papiro era obtido utilizando a parte interna, branca e esponjosa, do caule do papiro, cortado em finas tiras que eram posteriormente molhadas, sobrepostas e cruzadas, para depois serem prensadas.
A folha obtida era martelada, alisada e colada ao lado de outras folhas para formar uma longa fita que era depois enrolada. A escrita dava-se paralelamente às fibras.
fig 4 - Papiro
fig5 - Pergaminho era feito de couro de boi, cabra ou carneiro.
A escrita é de suma importância para a propagação dos conhecimentos, pois foi assim que foram surgindo os livros que armazenam as informações.
Quem gosta de escrever poesia, conto ou diário? Quando escrevemos estamos descrevendo um mundo (o nosso), e um livro é assim, descreve para nós novos mundos e novas idéias.
Livros de um modo geral devem trazer algo de bom, ter um objetivo, uma proposta. O livro é fonte de saber de informação onde adquirimos novos conhecimentos. Ao ler um livro, evoluímos e desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa. É importante ter o hábito da leitura porque com ela aprimoramos a linguagem e a comunicação com o mundo.
Segundo momento: Há muitos tipos de livros que falam de muitos assuntos: livros científicos (que trata de ciências), livros didáticos (que usamos na escola), os literários (romances) e como existem livros que edificam nossa alma, nos confortam na dificuldade, aperfeiçoa ou desenvolve as qualidades da nossa alma e mantém o equilíbrio e melhoria dos pensamentos.
O primeiro resultado da leitura é o aumento dos conhecimentos que podem ser gerais (sobre vários assuntos) e específicos (apenas sobre determinado assunto).
Devemos ler muito sobre vários assuntos, mas, a dedicação á leitura (para nós espíritas) deve ser maior em relação aos livros espíritas. A leitura, o estudo das obras espíritas é absolutamente indispensável, sem os quais não se pode conhecer o Espiritismo.
O espiritismo veio para abrir horizontes, e o livro espírita tem o importante objetivo de ajudar a renovar sentimentos.
Vamos conhecer os benefícios do Livro Espírita:
1. Melhoria dos pensamentos – ajuda-nos a ter bons pensamentos e manter o equilíbrio da alma.
2. Discernimento – o bom livro espírita é aquele que nos ensina a selecionar as coisas boas das ruins na nossa vida.
3. Conforto na dificuldade – nos momentos difíceis que atravessarmos, ele traz a perspectiva da melhora e a compreensão de que a dificuldade é transitória.
4. Convite ao aprimoramento - procuramos conforto no ambiente que vivemos, mas, ele é inútil para nós quando passamos por dificuldades e sofrimentos. O livro espírita é aquele que traz conforto espiritual e o melhoramento das qualidades da alma.
Enfim, o livro espírita nos convida a pensar, a questionar, ele abre caminhos, liberta, consola, ensina, nos faz parar e refletir sobre o mais simples acontecimentos corriqueiros, levando-nos a compreender e possível modificação.
Existem muitos livros espíritas psicografados pelos médiuns ou escritos por estudiosos espíritas. Os médiuns mais conhecidos são: Chico Xavier que psicografou 412? livros, Divaldo P. Franco, etc. Muitos livros espíritas trazem mensagens consoladoras, outros romances ou conhecimentos científicos e fatos da vida espírita.
E os Espíritos que ditam as obras, quais já ouviram falar? (André Luiz, Emmanuel, Scheilla, Joana D’Angelis, etc.).
Há 152 anos recebemos a 1ª obra Espírita (relembrar aula Allan Kardec), denominada O Livro dos Espíritos, codificada ou reunida pelo prof. Rivail e a seguir vieram (estimular os evangelizando a enumerar as obras): O Livro dos médiuns, Evangelho segundo Espiritismo, O céu e o inferno e a Gênese que compõem as obras básicas da doutrina espírita e tudo que se ouve falar da doutrina constam nessas obras, pois são a base.
Terceiro momento: Atividade – Confira seus conhecimentos
OBJETIVO: Fixar a aprendizagem. Esta técnica permite que os participantes confiram seus conhecimentos com as fontes bibliográficas apresentadas.
TEMPO DE APLICAÇÃO: conforme planejamento da aula.
MATERIAL: quadro de pregas, livros, cartões com perguntas, gravuras das capas das Obras desejadas.
DESENVOLVIMENTO:
1. O evangelizador divide a turma em grupos (de acordo com o número de livros que será usado), cada grupo correspondente a um livro escolhido.
2. Apresentar um quadro de pregas contendo gravuras das capas dos livros e, lado a lado com essas capas, cartões com perguntas numeradas, relativas ao conteúdo doutrinário de cada uma dos livros. O número de perguntas para cada livro é variável, segundo o tamanho da turma e o tempo disponível.
3. Um voluntário de cada grupo escolhe no quadro de pregas um livro e uma pergunta, seguindo a escolha da sua equipe. Transfere, a seguir, a pergunta ao evangelizador.
4. O evangelizador lê a pergunta escolhida pelo grupo a que o voluntário pertence, e pede aos seus participantes que dêem a resposta. Se o grupo não souber a resposta, o evangelizador dá liberdade para que integrantes dos outros grupos o façam. Procede assim, sucessivamente, até que todos os grupos tenham participado da atividade.
Observações:
· No caso de a resposta não estar total ou parcialmente correta, o cartão correspondente á pergunta volta ao local apropriado no quadro de pregas.
· Em seguida, o evangelizador entrega um exemplar do livro escolhido pelo grupo, pedindo-lhe que pesquise, no livro recebido, respostas as perguntas que ficaram em aberto no quadro de pregas. Na eventualidade de alguma pergunta ficar sem resposta, o evangelizador deve esclarecê-la.
Depois de encerrada a atividade, o evangelizador destaca os pontos importantes dos assuntos estudados da aula.
Quarto momento:
História para colorir: "Clara e o livro".
Prece final






























