4 de abril de 2011
Aula - Humildade, benefícios
1 de abril de 2011
Aula - Planejamento da Reencarnação
Planejamento da Reencarnação
Aula sobre Reencarnação Unidade:
O Espiritismo Ciclo de Juventude
A Reencarnação é o retorno do Espírito ao mundo corpóreo repetidas vezes, através de corpos físicos diversos, constituídos segundo os méritos e necessidades que ele (o Espírito) apresenta.
A finalidade do corpo físico é proporcionar ao Espírito recursos materiais e morais de elevação, tendo em vista a sua qualificação para a Vida Superior, onde permanecerá depois que desenvolver em si as potencialidades da inteligência e do amor.
Existem tantas maneiras de reencarnar quantos são os espíritos reencarnantes, se considerarmos os diversos fatores que interferem no processo reencarnatório, tais como as características do novo corpo, os laços de afinidade com os futuros pais, os problemas familiares e sociais, etc.
Uma vez que todos esses elementos deverão interferir, através de mínimas particularidades, nas experiências e aquisições do reencarnante, são objetos de cuidadoso planejamento prévio por parte de Espíritos Sábios; planejamento tão mais elaborado quanto mais evidentes se façam os méritos e qualidades do candidato à reencarnação.
Para um Espírito em condições evolutivas medianas, o planejamento reencarnatório poderá apresentar as seguintes fases:
a)Intercessão (intervenção) de benfeitores espirituaisEsses companheiros procuram selecionar para o Espírito, com ou sem participação direta, os recursos adequados à aprendizagem futura, fixando detalhes do novo corpo e prevendo situações e oportunidades de aprimoramento.
b)Preparação psicológica dos paisEssa providência visa estabelecer laços de simpatia dos pais para com o futuro filho, ou destacar determinadas atitudes que deverão desenvolver em relação a ele, e acentuar a importância do compromisso que assumem para com aquele Espírito.
c) Encontro do candidato à reencarnação com os futuros pais, no plano espiritualDestina-se a estabelecer vínculos mais íntimos entre o Espírito e aqueles que serão os seus pais.
d)Visita ao futuro lar O Espírito que se candidata à reencarnação é levado ao futuro lar para que entre em contacto com o meio no qual permanecerá, provavelmente, uma grande parcela da sua existência física.
Algumas vezes, contribui também para despertar nele mais intensos desejos de realização, e novas esperanças quanto ao êxito nas experiências que enfrentará.
Q U E S T I O N Á R I O (Respondido pelo grupo de Evangelizando).
01. Quais os recursos materiais e morais que a reencarnação pode proporcionar ao Espírito, auxiliando-o no seu progresso?
R: Corpo, pais, sociedade, ensinamentos das fábulas, do evangelho (parábolas), educação em casa, na escola e espiritual…
02. Diz, com suas palavras, porque é que a reencarnação deve ser planejada.
R: A vida deve ser planejada para ter objetivos adequados às nossas necessidades evolutivas.
03. Basta o planejamento da reencarnação para que o Espírito obtenha o sucesso? Por quê? R: Não. Porque às vezes a vontade do espírito não é suficiente para cumprir o planejamento destinado.
04. Você pode prever que tarefa terá de enfrentar na presente encarnação?
R: Podemos, mas não todas.
05. Comenta a seguinte frase:“(…) toda a alma que reencarna no círculo da Crosta, até mesmo aquela que se encontre em condições aparentemente desesperadoras, tem recursos para melhorar sempre. (…)”
R: Por mais difíceis que sejam as provas e expiações de um Espírito, se ele tiver Paciência, Resignação e Fé, ganhará forças para superar cada etapa da sua vida e assim vai-se melhorando.
31 de março de 2011
História e atividade - Zé Coração


Fontes molde da dobradura: www.casarei.wordpress.com; desenhos em preto e branco: crisghensevavellar.blogspot.com; desenhos coloridos por: www.trabalhinhos.blogspot.com; história: www.cursocrescer.com
Este material foi encontrado no blog:http://trabalhinhos.blogspot.com/2009/04/ze-coracao.html
29 de março de 2011
Aula - Transição para o mundo de Regeneração
19 de março de 2011
Aula - Fluidos-Mecanismo da Prece

Objetivos:Conceituar Prece, à luz da Doutrina Espírita;Identificar os mecanismos que estão presentes na prece, identificando o Fluido Cósmico Universal como o meio de transmissão de nossos pensamentos e da prece;Reconhecer na prece o intercâmbio com o mundo espiritual superior, e como instrumento de paz e harmonia para o Espirito.
Bibliografia:O Livro dos Espíritos – CAPÍTULO II, 3a parte, Da Lei de Adoração;O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XXVII;A Gênese, cap.XIV - Qualidade dos Fluidos (itens 16 à 18); Missionários da Luz – André Luiz/Chico Xavier – Cap. 6 – A Oração; Os Mensageiros – André Luiz/Chico Xavier – Cap. 25 – Efeitos da Oração; Cap. 24 – A Prece de Ismália; Jesus No Lar – A Resposta Celeste – Cap. 28 – Francisco C. Xavier/Neio Lucio.
Desenvolvimento:
1.Prece inicial
2.Iniciar: distribuindo a frase abaixo em pedaços de cartolina para que sejam colocadas em ordem pelos evangelizandos:
“A prece é a maneira pela qual, através do pensamento expresso ou não em palavras, a criatura se liga ao Criador. É o meio de comunicação com Deus e com os planos mais altos da vida.” (Roteiro – Emmanuel, pt 3, cap.2, perg.659).Cada criança deve receber um dos pedaços.
3. Levantar com eles, os principais elementos que essa definição de prece nos traz:
meio = pensamento;
emissor = aquele que ora;
receptor = Deus
4.Perguntar como é que a prece chega a Deus, deixando que discutam, auxiliando até que cheguem no Fluido Cósmico Universal. ==> fazer referência à aula passada (teia de barbante – estamos todos conectados pelos fluidos ambientais).
Fazer comparação com o ar, que leva o som.
5. Perguntar quais os benefícios da prece?
- paz e serenidade de espírito; principalmente nas dificuldades, qdo mais precisamos de serenidade;
- sintonia com os nossos amigos espirituais, para melhor percebermos seus conselhos úteis;
- melhor percepção das escolhas a serem feitas no nosso dia-a-dia;Além de benefícios próprios, também podemos orar por nossos irmãos em Deus.
A prece resolve nossos problemas?==> não; somente nós próprios podemos resolver nossos problemas; a prece é a luz que nos mostra o que fazer, mas a ação, é nossa!
6. Nossas preces são sempre atendidas? Deixar que respondam e depois, contar a história da página de Jesus no Lar. Após a história, levantar os principais ensinos de Jesus nessa pequena história:
Deus se utiliza de diversos elementos para atender à nossa necessidade: moscas; raios, rio que levou a ponte;
Nem sempre percebemos de imediato, a resposta celeste.
Por quê? Por que, normalmente, esperamos que a resposta seja do jeito que pensamos e, nem sempre o jeito que pensamos é o melhor para nós.É preciso ter fé, confiança na solicitude de Deus.
7. Propor o jogo da Redação Circular: dar papel e lápis a cada criança, com o início de uma estória:
“Finalmente chegou o dia de ir passar o dia na Fazenda Arco-Íris, onde além de piscina natural, tem um monte de animais. Ao ouvir o despertador, pulei da cama e olhei a janela: estava uma chuvarada daquelas! Tinha até raios e trovões! .....”
Pedir que continuem a estória escrevendo uma frase. Quando terminarem, passar a folha para o colega da direita que deve continuar de onde o outro parou, escrevendo mais uma frase. Repetir esse procedimento até a folha chegar de volta a seu dono.
Cada um deve ler a história que foi formada.
Fazer comentários sobre a visão positiva ou negativa a partir do fato inicial narrado, observando que nossos pensamentos influenciam diretamente a nossa realidade, e que a prece sincera sempre nos auxilia a perceber a melhor forma de agir em todas as situações.
8. Prece final
*Idade sugerida: 11 anos
*Texto também sugerido para a redação circular:
Jesus no Lar – Cap.28 - A resposta celeste
Solicitando Bartolomeu esclarecimentos quanto às respostas do Alto às súplicas dos homens, respondeu Jesus para elucidação geral:
— Antigo instrutor dos Mandamentos Divinos ia em missão da Verdade Celeste, de uma aldeia para outra, profundamente distanciadas entre si, fazendo-se acompanhar de um cão amigo, quando anoiteceu, sem que lhe fôsse possível prever o número de milhas que o separavam do destino.
Reparando que a solidão em plena Natureza era medonha, orou, implorando a proteção do Eterno Pai, e seguiu.
Noite fechada e sem luar, percebeu a existência de larga e confortadora cova, à margem da trilha em que avançava, e acariciando o animal que o seguia, vigilante, dispôs-se a deitar-se e dormir. Começou a instalar-se, pacientemente, mas espessa nuvem de moscas vorazes o atacou, de chofre, obrigando-o a retomar o caminho.
O ancião continuou a jornada, quando se lhe deparou volumoso riacho, num trecho em que a estrada se bifurcava. Ponte rústica oferecia passagem pela via principal, e, além dela, a terra parecia sedutora, porque, mesmo envolvida na sombra noturna, semelhava-se a extenso lençol branco.
O santo pregador pretendia ganhar a outra margem, arrastando o companheiro obediente, quando a ponte se desligou das bases, estalando e abatendo-se por inteiro.
Sem recursos, agora, para a travessia, o velhinho seguiu pelo outro rumo, e, encontrando robusta árvore, ramalhosa e acolhedora, pensou em abrigar-se, convenientemente, porque o firmamento anunciava a tempestade pelos trovões longínquos. O vegetal respeitável oferecia asilo fascinante e seguro no próprio tronco aberto. Dispunha-se ao refúgio, mas a ventania começou a soprar tão forte que o tronco vigoroso caiu, partido, sem remissão.
Exposto então à chuva, o peregrino movimentou-se para diante.
Depois de aproximadamente duas milhas, encontrou um casebre rural, mostrando doce luz por dentro, e suspirou aliviado.
Bateu à porta. O homem ríspido que veio atender foi claro na negativa, alegando que o sítio não recebia visitas à noite e que nao lhe era permitido acolher pessoas estranhas.Por mais que chorasse e rogasse, o pregador foi constrangido a seguir além.
Acomodou-se, como pôde, debaixo do temporal, nas cercanias da casinhola campestre; no entanto, a breve espaço, notou que o cão, aterrado pelos relâmpagos sucessivos, fugia a uivar, perdendo-se nas trevas.
O velho, agora sozinho, chorou angustiado, acreditando-se esquecido por Deus e passou a noite ao relento. Alta madrugada, ouviu gritos e palavrões indistintos, sem poder precisar de onde partiam.
Intrigado, esperou o alvorecer e, quando o Sol ressurgiu resplandecente, ausentou-se do esconderijo, vindo a saber, por intermédio de camponeses aflitos, que uma quadrilha de ladrões pilhara a choupana onde lhe fora negado o asilo, assassinando os moradores.
Repentina luz espiritual aflorou-lhe na mente.
Compreendeu que a Bondade Divina o livrara dos malfeitores e que, afastando dele o cão que uivava, lhe garantira a tranquilidade do pouso.Informando-se de que seguia em trilho oposto à localidade do destino, empreendeu a marcha de regresso, para retificar a viagem, e, junto à ponte rompida, foi esclarecido por um lavrador de que a terra branca, do outro lado, não passava de pântano traiçoeiro, em que muitos viajores imprevidentes haviam sucumbido.
O velho agradeceu o salvamento que o Pai lhe enviara e, quando alcançou a árvore tombada, um rapazinho observou-lhe que o tronco, dantes acolhedor, era conhecido covil de lobos.
Muito grato ao Senhor que tão milagrosamente o ajudara, procurou a cova onde tentara repouso e nela encontrou um ninho de perigosas serpentes.
Endereçando infinito reconhecimento ao Céu pelas expressões de variado socorro que não soubera entender, de pronto, prosseguiu adiante, são e salvo, para desempenho de sua tarefa.
Nesse ponto da curiosa narrativa, o Mestre fitou Bartolomeu demoradamente e terminou:
O Pai ouve sempre as nossas rogativas, mas é preciso discernimento para compreender as respostas dEle e aproveitá-las.
Fonte: Casa Espírita Missionários da Luz – II Ciclo – 07/05/2010
Aula - Fuidos
Objetivos:Conceituar o Fluido Cósmico Universal;Reconhecer a qualidade dos fluidos ambientais diretamente relacionada aos nossos pensamentos e sentimentos.
Bibliografia:Evang.Segundo o Espiritismo – Cap. XII, item 3, 3ºparágrafo; Cap. XXVII, item 10O Livro dos Espíritos – perg.27A Gênese – Cap.XIV – Os Fluidos, item 16, 19 à 21
Material: Rolo de barbante, três canetas com tampa, três garrafas pet grandes, tesoura, vidro grande (tipo de maionese ou Nescafé), tinta guache (vermelha, azul ou verde), cartolina, carinhas de cartolina (3 para cada evangelizador) nas cores verde, amarelo e vermelha, pasta transparente para deixar as carinhas.
Desenvolvimento:
1.Prece inicial.
2.Hora da novidade
3.Motivação inicial: aplicar a técnica Teia de Ilusões (descrita a seguir) Alternativa: Técnica teia de barbante, para contar as novidades.
4.Exposição dialogada: Da mesma forma que vcs ficaram todos unidos na teia de barbante, somos nós, serem da Criação de Deus, unidos uns aos outros. Alguém sabe como?Existe um elemento que se chama Fluido Cósmico Universal, que é como essa teia: relaciona tudo o que existe na criação. Assim, ninguém está sozinho ou isolado: somos todos relacionados uns aos outros.Na teia, estamos relacionados pelo barbante. E na vida, pelos fluidos que nos envolvem. Tudo o que fazemos tem repercussão nos outros!Na teia, é só nos mexermos que os outros sentem. E na vida? Como podemos interferir nos fluidos?
==> pensamento e vontade;
==> sentimentos.
Esses elementos interferem de forma boa ou ruim nos fluidos que nos rodeiam. É como uma gota de tina na água! Por menor que seja, altera a coloração da água!
5. Mostrar o vidro grande de água limpa: imaginemos que essa água é o fluido que nos envolve. Se colocarmos uma gotinha de tinta, o que vai acontecer?
Demonstrar: qto mais gotas colocamos, mais a água vai mudando de cor.Assim também em nossa vida: quanto mais pensamentos, sentimentos bons, mais puro ficam os fluidos; quanto mais imperfeitos nossos pensamentos e sentimentos, mais impuros, contaminados, ficam os fluidos.
O que acontece conosco, num ambiente de fluidos ruins, contaminados? ==> mal estar, sensação ruim;
E num ambiente de fluidos bons? ==> sensação boa, paz, harmonia.Pedir exemplos de situações em que o ambiente fica com fluidos bons, e outros em que fica ruim.
O que fazer quando sentimos que o ambiente está com fluidos contaminados?
==> sair do ambiente! Se não for possível, orar, pedindo a Deus que nos ajude e a todos os que estão contaminando o ambiente, e também os que estão sendo influenciados por esse ambiente ruim.
Orar devemos fazer sempre. Mas se não temos forças para ficar bem num ambiente ruim, temos que nos afastar para evitarmos ficar doentes!Vamos fazer a nossa parte: colaborar para melhorar o ambiente espiritual de nosso planeta!
6. E aqui em nossa sala? Como está o ambiente?
Propor um painel, onde cada um possa colocar como entende que está influenciando os fluidos espirituais de nossa sala. Numa pasta, teremos três pilhas de carinhas nas cores verde, amarela e vermelha. Tem em número que represente cada um.
No painel, que ficará pendurado na sala, teremos os nomes de todos, junto a um espaço para colocar 1 carinha. A cada dia, ao chegar, cada um deve pegar na pasta, a carinha que representa seu estado íntimo, ou seja, a forma como está influenciando os fluidos espirituais:
- verde – estamos bem, colaborando para a paz e harmonia;
- amarelo – não estamos muito bem. Estamos tristes ou doentes. Precisamos de fluidos bons para melhorarmos!;
- vermelho – não estamos bem! Estamos com sentimentos ainda inferiores: raiva, desinteresse, deboche. Nesse caso, precisamos querer mudar e força de vontade para mudar esses sentimentos!Reforçar que nosso ambiente depende de cada um de nós!
7. Deixar que cada um vá ao painel e coloque sua carinha.Sempre que houver carinhas vermelhas, estimular a reflexão sobre os “benefícios” da atitude atual: faz mal a quem emite esses fluidos ruins e também faz mal aos demais!
8. Prece final.
TEIA DE ILUSÕES (EEV 2010)
Objetivo: permitir aos participantes vivenciar situações que envolvam comunicação, planejamento, cooperação, poder de decisão, flexibilidade e auto-controle.
Tamanho do grupo: máximo de 15 pessoas.
Material Utilizado: rolo de barbante, três canetas com tampa, três garrafas pet grandes, tesoura.
Processo:Solicitar aos participantes que fiquem em pé, formando um círculo.
O facilitador formará a teia envolvendo cada participante no barbante, um de cada vez, de preferência costurando as linhas dispostas umas nas outras. Depois de formada a teia o facilitador irá pendurar as três canetas na teia e dispor as garrafas embaixo de cada caneta. Os fios de barbante que estão as canetas devem ter tamanhos diferentes.
Execução da atividade aos participantes: 10 minutos
O objetivo é que todos consigam colocar e manter as canetas dentro de cada garrafa, sem derrubar as mesmas.
Regras: Os participantes não poderão fazer uso das mãos;
A única parte de corpo que encosta ao barbante é a cinturaNão poderão derrubar as garrafas;
Terão que executar a tarefa em tempo pré determinado. (Sugestão: 10 minutos )
* Caso alguma garrafa seja derrubada fica a critério do facilitador o fim da atividade ou uma nova tentativa.
**Sugestão: Caso derrubem a garrafa no início da atividade, permitir que tentem novamente. Caso derrubem do meio para o final, encerra-se a atividade.




































