4 de abril de 2011

Aula - Fraternidade, combatendo preconceitos

PLANO DE AULA


TEMA: Fraternidade - significado e importância


(combatendo os preconceitos raciais e sociais)


1. OBJETIVO: As crianças deverão aceitar que todas as pessoas, independente de raça ou posição social, são iguais perante Deus e têm a mesma destinação: alcançar a perfeição.


2. BIBLIOGRAFIA: Mt, 23:8. LE, itens 54, 115, 116, 803 a 811; O Consolador (Emmanuel/F.C.Xavier), itens 54 a 57 e 61; Caminho, Verdade e Vida (Emmanuel/F.C.Xavier), caps. 42 e 137.


3. Material didático: Ilustrações anexas, lápis de cor. 4. AULA: a) Incentivação inicial: Análise de figura. Mostrando às crianças a Figura 1, o evangelizador dirá que ali estão representadas quatro raças. Indagará, então, qual daquelas pessoas lhes parece ser a mais bondosa, e a mais inteligente. Conduzirá as respostas, de modo a que concluam ser impossível avaliar qualidades de alguém pela aparência que tenha. Enfatizar que diferenças de raça, condição social, crença religiosa, etc. são apenas diferenças e não indicativos de superioridade e inferioridade, porquanto o que nos qualifica são nossos valores internos, espirituais.


b) Desenvolvimento: Narração.


- A PANELA - (Adaptado da obra “E, para o resto da vida...”, de Wallace L. Rodrigues, ed. O Clarim)


Artur era um garotinho esperto e inteligente para seus oito anos. Como residisse um pouco afastado da cidade, o amiguinho que permanecia mais tempo com ele era o André, neto de d. Joana, a ajudante de cozinha da mamãe de Artur.


D. Joana, uma mulata de cabelos já embranquecendo, não dispensava um avental sempre muito clarinho e vivia com um belo sorriso nos lábios. Há muito tempo trabalhava com os Almeida, e como criava o neto, levava-o para o emprego, achando, ela e os pais de Artur, que era muito bom que as crianças se fizessem companhia, pois eram da mesma idade.


Mas, em todas as brincadeiras, a parte do André era sempre a mais pesada, a mais passiva, a secundária. Artur invariavelmente era o “comandante”, o chefe, e André o “empregado”.


- Ei, André, me empurre aqui na gangorra! - dizia Artur. Mas, depois, não empurrava o amiguinho ... (Figura 2)


- Ei, André, vamos brincar de carrinho; eu serei o dono do Posto de gasolina e você será meu empregado. Nas brincadeiras com bola, somente o André a buscava quando acontecia de a mesma rolar para longe.


A maneira como Artur tratava André fazia lembrar de adultos preconceituosos, ou seja, pessoas que se julgam melhores que outras só porque têm mais dinheiro, ou porque estudaram muito, ou porque têm pele clara, por exemplo.


Mas será que Artur tinha consciência do quanto estava errado agindo daquela maneira?


Que vocês acham? Um dia, estavam as crianças brincando, quando ouviram o chamado de d. Joana:


- Ei, meninos, venham me ajudar com esta panela de doce de leite; preciso colocá-la em cima da mesa para encher os vidros.


Já pensando na “provinha” de doce que ganhariam (e como era delicioso o doce de leite de Joana!...), os garotos dispararam, afoitos, para atenderem ao pedido da boa senhora. No que, porém, seguraram nas alças da panela, começaram a gritar: (Figura 3)


-Ai, ai... Ui, ui... A panela ainda está quente!... Ajudando as crianças a aliviarem o desconforto causado pelo calor da panela, que não estava tão quente assim, a velha Joana falou:


- Mas que coisa interessante!... A cor da pele de vocês é tão diferente, e a dor que sentem é a mesma, pois não? Os meninos concordaram que sim.


E nunca mais Artur se esqueceu daquele episódio. Afinal, foi ali que ele começou a perceber que uma pele clara, dinheiro, boa posição social, juventude, não justificam superioridade de ninguém.


5. Fixação: Labirinto. Dar a cada criança a reprodução da Fixação anexa, para que elas encontrem os caminhos que reunirão todas as pessoas no mesmo coração.



Figuras 2 e 3



Fixação



Fonte: ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME-JF) AULA No. 24 Departamento de Evangelização da Criança (DEC)

Aula - Humildade, benefícios

PLANO DE AULA
TEMA: Humildade - benefícios

1. OBJETIVO: A criança compreenderá a humildade como aquela preciosa qualidade da alma que nos faz ser e agir, realmente, como filhos de Deus e irmãos de todas as criaturas, por Ele criadas, como nós, com as mesmas possibilidades e destinação.

2. BIBLIOGRAFIA: Mt, 20:27; Lc, 14:7 a 11; I Pe, 3:8 e 5:5. ESE, cap. VII.; Depois da Morte (Léon Denis), cap. XLV; Convites da Vida (Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco), cap. 28; Pensamento e Vida Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 24; Religião dos Espíritos (Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 17.

3. Material didático: Uma manjedoura (ou a figura de uma), cópias do exercício de fixação anexo, cola.

4. AULA: a) Incentivação inicial: Apresentação de objeto. Mostrar às crianças a figura, ou uma pequena manjedoura, perguntando-lhes o que aquele objeto as faz recordar. Caso elas não consigam responder, estimular-lhes a lembrança do nascimento de Jesus, que teve por berço uma manjedoura (cocho para colocar comida para animais), em uma estrebaria.

b) Desenvolvimento:

Exposição dialogada. Desenvolver com as crianças uma conversa baseada nos seguintes itens;

- Ao ter apenas a manjedoura a lhe servir de berço, quando nasceu, Jesus nos deu a lição da humildade. Embora fosse o Espírito mais evoluído que conhecemos, o Diretor Espiritual da Terra, deixou claro, desde o início de Sua missão, que valemos pelo que somos, não pelo que aparentamos.


- Ao nascer em família humilde, filho de um carpinteiro da pequenina Nazaré, mostrou também que todas as dificuldades que possamos enfrentar, não serão suficientes para, por elas mesmas, nos fazer melhores ou piores; tudo vai depender de como as enfrentamos, se com coragem, fé e esperança, ou com rebeldia e desesperação.

- Convivendo com pessoas de todas as classes sociais, ensinou ainda que as circunstâncias mudam, como mudam as pessoas, todas destinadas por Deus à perfeição, que irão atingindo pelo aprendizado, através das reencarnações.

-Quando afirmou que tudo que Ele fazia, nós também poderíamos fazer, e até mais, reforçou o ensinamento que somos Espíritos criados por Deus com idênticas possibilidades, dependendo de cada um, de seus esforços e atitudes, se fazer mais feliz

- Ensinando a reencarnação, deixou claro que podemos passar por vários tipos de experiência, em corpos masculinos e femininos, raça branca, amarela ou negra, pobre ou rico, etc...


- Assim, as pessoas que se julgam superiores às outras por terem mais coisas, ou serem mais bonitas ou inteligentes, apenas demonstram que não conhecem a Verdade ensinada por Jesus, e constroem suas vidas baseadas em ilusões, em mentiras que, mais tarde, poderão lhes trazer grandes decepções, muito sofrimento.


- Os atos de orgulho servem apenas para nos tornar antipáticos, solitários e infelizes, pois que afastam de nós as pessoas, com as alegrias das descobertas e da convivência fraternal e gentil.

5. Fixação: Exercício escrito. Distribuir para cada criança uma cópia do exercício anexo, explicando-lhes como fazer para resolvê-lo. Caso as crianças não sejam alfabetizadas, o evangelizador fará um painel com o exercício, resolvendo-o à frente, com a ajuda dos pequenos, à medida em que for lendo para eles as frases nas tiras de papel.


6. Atividade: cópias do exercício de fixação anexo, cola. O evangelizador recortará as frases abaixo, nas linhas pontilhadas, entregando a cada criança todas elas.

A criança deverá escolherá aquelas que correspondam a cada personagem, colando-as debaixo da mesma. .............................................................

Não tem muitos amigos. É gentil com todas as pessoas. .............................................................

É simpático e sorridente. Anda de “cara fechada”. .............................................................

Se acha o “mais sabido”. Considera-se irmão de todos. .............................................................

As pessoas gostam de sua companhia. É solitário. .............................................................




Fonte: ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME-JF)

AULA No. 24 Departamento de Evangelização da Criança (DEC)

1 de abril de 2011

Aula - Planejamento da Reencarnação

TEXTO PARA ESTUDO

Planejamento da Reencarnação



Aula sobre Reencarnação Unidade:
O Espiritismo Ciclo de Juventude

A Reencarnação é o retorno do Espírito ao mundo corpóreo repetidas vezes, através de corpos físicos diversos, constituídos segundo os méritos e necessidades que ele (o Espírito) apresenta.

A finalidade do corpo físico é proporcionar ao Espírito recursos materiais e morais de elevação, tendo em vista a sua qualificação para a Vida Superior, onde permanecerá depois que desenvolver em si as potencialidades da inteligência e do amor.

Existem tantas maneiras de reencarnar quantos são os espíritos reencarnantes, se considerarmos os diversos fatores que interferem no processo reencarnatório, tais como as características do novo corpo, os laços de afinidade com os futuros pais, os problemas familiares e sociais, etc.

Uma vez que todos esses elementos deverão interferir, através de mínimas particularidades, nas experiências e aquisições do reencarnante, são objetos de cuidadoso planejamento prévio por parte de Espíritos Sábios; planejamento tão mais elaborado quanto mais evidentes se façam os méritos e qualidades do candidato à reencarnação.

Para um Espírito em condições evolutivas medianas, o planejamento reencarnatório poderá apresentar as seguintes fases:

a)Intercessão (intervenção) de benfeitores espirituaisEsses companheiros procuram selecionar para o Espírito, com ou sem participação direta, os recursos adequados à aprendizagem futura, fixando detalhes do novo corpo e prevendo situações e oportunidades de aprimoramento.

b)Preparação psicológica dos paisEssa providência visa estabelecer laços de simpatia dos pais para com o futuro filho, ou destacar determinadas atitudes que deverão desenvolver em relação a ele, e acentuar a importância do compromisso que assumem para com aquele Espírito.

c) Encontro do candidato à reencarnação com os futuros pais, no plano espiritualDestina-se a estabelecer vínculos mais íntimos entre o Espírito e aqueles que serão os seus pais.

d)Visita ao futuro lar O Espírito que se candidata à reencarnação é levado ao futuro lar para que entre em contacto com o meio no qual permanecerá, provavelmente, uma grande parcela da sua existência física.

Algumas vezes, contribui também para despertar nele mais intensos desejos de realização, e novas esperanças quanto ao êxito nas experiências que enfrentará.

Q U E S T I O N Á R I O (Respondido pelo grupo de Evangelizando).

01. Quais os recursos materiais e morais que a reencarnação pode proporcionar ao Espírito, auxiliando-o no seu progresso?
R: Corpo, pais, sociedade, ensinamentos das fábulas, do evangelho (parábolas), educação em casa, na escola e espiritual…

02. Diz, com suas palavras, porque é que a reencarnação deve ser planejada.
 R: A vida deve ser planejada para ter objetivos adequados às nossas necessidades evolutivas.

03. Basta o planejamento da reencarnação para que o Espírito obtenha o sucesso? Por quê? R: Não. Porque às vezes a vontade do espírito não é suficiente para cumprir o planejamento destinado.

04. Você pode prever que tarefa terá de enfrentar na presente encarnação?
R: Podemos, mas não todas.

05. Comenta a seguinte frase:“(…) toda a alma que reencarna no círculo da Crosta, até mesmo aquela que se encontre em condições aparentemente desesperadoras, tem recursos para melhorar sempre. (…)”

R: Por mais difíceis que sejam as provas e expiações de um Espírito, se ele tiver Paciência, Resignação e Fé, ganhará forças para superar cada etapa da sua vida e assim vai-se melhorando.

31 de março de 2011

História e atividade - Zé Coração














Orientações




Recorte os desenhos coloridos e coloque um palitinho de churrasco atrás de cada um deles. Para ficarem mais fixos, cole os desenhos em uma cartolina. Passe fita adesiva para segurar o palito atrás do desenho, fazendo parecer com uma placa.




Os desenhos tristes e bravos são do menino que não tinha Jesus no coração. Os alegres são do garoto que já o havia aceitado.



História


Este é o Zé Coração.


Vocês sabem por que ele tem esse nome?É porque o seu rosto tem o formato de coração.



Ele é um menino mal humorado, por isso, não tem amigos. (mostrar)



Ele tem olhos tristes (mostrar).


Seus olhos só vêem o defeito dos seus colegas. Ele não acha nada bonito.Para ele, o mundo e a vida são horríveis. Ele não se alegra com nada. Qualquer coisa é motivo de choro.



Seus ouvidos são tristes (mostrar).



Ele só gosta de ouvir piadas picantes, indecentes, zombarias e palavrões.



Da sua boca, só saem palavrões, mentiras... (mostrar).



Ele fala mal de todos, põe defeito nos colegas... ele é malcriado, responde com desrespeito aos professores, às autoridades. Ele não respeita ninguém.


Tic-tac, tic-tac! (mostrar).


Ele não tem tempo para ajudar aos outros. Além disso, ele também só chega atrasado nas aulas.


Seus pés, como todo o seu corpo, também é triste (mostrar).


Eles vão a lugares que não são bons. Eles costumam ser usados para fazer os colegas tropeçarem e para praticarem coisas más.


E suas mãos? Delas também só sai tristeza. Zé as usa para roubar coisas de seus colegas, como lápis, dinheiro, caneta e borracha. Os professores já não sabem o que fazer com ele.


Embora já tenha sido expulso de várias aulas e já tenha freqüentado muitas escolas, Zé Coração não se corrigiu.


Um dia, apareceu em sua escola, um menino chamado Beto.Beto era um menino feliz e ao contrário de Zé Coração, gostava de fazer amizades.Por ser muito simpático, Beto logo conquistou a amizade de Zé. E, num instante, Beto já estava falando lindas coisas de Jesus para o Zé. Ele até mostrou um versículo na Bíblia, que dizia:“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”


Beto mostrou a Zé Coração, que o amor de Deus por ele e por toda a humanidade é tão grande, que Ele enviou nosso irmão mais velho, Jesus Cristo, para trazer ensinamentos de amor e respeito ao próximo para que transformemos nossos defeitos em virtudes. E aquele que segue a Jesus terá uma vida mais feliz e ainda progride espiritualmente, evolui.


Zé Coração sentiu feliz com as idéias novas que Beto trouxe e reconheceu as coisas erradas que fazia, e ele resolveu seguir a Jesus, pedindo-lhe em prece para ajudá-lo a mudar o seu modo de ser.


E Jesus ouviu o pedido de Zé, enviou-lhe força e coragem para mudar, transformando sua vida. Agora, ele é um menino feliz. (mostrar)


Tic-tac, tic-tac. Agora, Zé Coração tem tempo para ajudar aos outros.Além disso, ele passou a chegar cedo na escola.(mostrar).


Os seus olhos, agora, enxergam o mundo lindo que Deus criou. Zé, agora, sabe ver as qualidades dos outros (mostrar).


Ele também gosta de ouvir só coisas boas. Os seus ouvidos estão sempre alegres, agora (mostrar).


Os seus pés passaram a andar só em lugares que agradam a Deus. Eles também são alegres. (mostrar)


As suas mãos, agora, vivem dispostas a ajudar os outros. E ele já não tira mais nada dos outros. Suas mãos são alegres. (mostrar)


Quanto à sua boca, dela, hoje, só saem palavras agradáveis, de estímulo e companheirismo.Hoje, todos notam a sua transformação depois que resolveu seguir Jesus.


Seus colegas e professores tornaram-se seus amigos e Zé, passou a ter, agora, uma vida repleta de alegrias, uma vida cheia de amor.


“Siga também a Jesus e tenha uma vida transformada, como a vida de Zé Coração.”




Prece


Convidar as crianças a fazer uma prece.



"Senhor Jesus, eu sei que faço muitas coisas erradas ainda, te peço forças e coragem para mudar meu coração. Assim seja."


ATIVIDADES CORAÇÃO EM DOBRADURA





MAIS CORAÇÃO






Fontes molde da dobradura: www.casarei.wordpress.com; desenhos em preto e branco: crisghensevavellar.blogspot.com; desenhos coloridos por: www.trabalhinhos.blogspot.com; história: www.cursocrescer.com


Este material foi encontrado no blog:http://trabalhinhos.blogspot.com/2009/04/ze-coracao.html

Atividades e Desenhos diversos














































29 de março de 2011

Aula - Transição para o mundo de Regeneração

PLANO DE AULA


TERRA – Transição para o mundo de Regeneração

OBJETIVO: · As crianças deveram compreender que a Terra pertence à família de vários mundos do Universo e que é uma escola abençoada para nosso aperfeiçoamento espiritual, e que aqui encontramos preciosas oportunidades de evolução; · Conscientizar para a importância do aperfeiçoamento moral na transformação de nós mesmos e do planeta.

Bibliografia: Evangelização – Conteúdo Programático – UEM; Evangelho Segundo Espiritismo, Capítulo 3; L.E. Questões 166 a 188; 52 Lições de Catecismo Espírita; Apostila da ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA.

Harmonização com música

Prece inicial


Recursos: Várias imagens (as que usei es´~ao no marcador: Imagens-As muitas moradas da casa do Pai)


Primeiro momento: Diálogo inicial: Colar no quadro a frase: “Há muitas moradas na casa do meu Pai” e explicar que foi dita por Jesus e os Espíritos a explicam no capítulo terceiro da primeira parte de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Á noite, quando olhamos para o céu, nós vemos milhões de estrelas. Cada uma dessas estrelas é um mundo. Segundo nos revelam os Espíritos e o bom senso determina a Terra não é o único planeta habitado. E também segundo os ensinos de Jesus existem inúmeros mundos, ou moradas para os espíritos no Universo. Esses mundos semeados pelo espaço sem fim constituem as diferentes moradas que nós habitaremos a medida que formos progredindo.


E assim como os espíritos progridem também os planetas passam por transformações evolutivas junto de seus habitantes, ou seja, a evolução dos mundos habitados ocorre no mesmo ritmo da dos seres que habitam em cada um deles. O nosso mundo já foi um mundo primitivo e por milhares de anos o planeta sofreu transformações, hoje pelo progresso intelectual do homem existem muitas comodidades e avanço tecnológico. Como podemos observar tudo está em constante mudança no universo, formas mais primitiva vão dando lugar às mais desenvolvidas.

Os mundos habitados no universo, segundo o Espiritismo, podem ser classificados como: Mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações do Espírito; Mundos de expiação e provas, onde domina o mal entre os Espíritos; Mundos de regeneração, nos quais os Espíritos ainda têm o que expiar; Mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal e os Mundos celestes ou divinos, onde exclusivamente reina o bem.


Segundo momento: Colar abaixo da frase a classificação dos mundos em ordem de evolução. Apresentar as principais características num cartaz, de modo que todos possam observar as diferenças entre eles, mas dando destaque ao mundo de Provas e Expiações e de Regeneração.

Ao final, perguntar a que mundo pertence o planeta Terra, e após as respostas explicar que nosso planeta Terra passa por uma etapa de transição entre mundo de provas e expiações e Regeneração.

A Terra está entrando em uma fase de transição quando passará de “Mundo de Provas e Expiações”, para “Mundo de Regeneração”, obedecendo às leis naturais de evolução.


Transição é a transformação do planeta Terra de mundo de expiações e provas, onde o mal impera, em mundo de regeneração onde há predominância do Bem. Portanto, o fim do mundo que se refere à bíblia não é o fim do planeta, mas o fim de uma era, a era na qual o mal predominava na Terra. E para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, que somente ao bem se dediquem, e essa transformação se dará pela encarnação apenas de Espíritos propensos ao bem.

A Terra na condição de provas e expiações se prepara para um novo ciclo evolutivo, ou seja, para o plano de regeneração. Logo que os espíritos venceram todas as provas e expiaram todos os seus erros e já sabem usar de sua inteligência para o bem, conquistam o direito de se encarnarem nos mundos de regeneração.

Nos mundos de regeneração o bem predomina. Os espíritos que se encarnam nos mundos de regeneração conhecem as leis de Deus e se esforçam por praticá-las. O amor une os habitantes dos mundos de regeneração e todos trabalham alegremente para corrigirem as últimas imperfeições.


Nós todos estamos recebendo oportunidades valiosas na atual transição para acompanharmos este progresso encarnados aqui na Terra, portanto a encarnação atual é muito importante, é uma valiosa oportunidade de nos redimir dos erros passados e corrigir em nós mesmos os defeitos morais, para isso devemos nos esforçar para nos aprimorar moralmente.

E para que a mudança ocorra em nosso coração, basta que sigamos um importante ensinamento de Jesus, “Amando a Deus e ao próximo como a si mesmo, fazendo aos outros os que gostariam que fizesse a si”.

Mas quando acontece do espírito por rebeldia não acompanhar a evolução do planeta, ele será exilado em outros planetas inferiores. Isso não significa uma condenação divina ou retrocesso na evolução espiritual, mas nova oportunidade que Deus oferece em outro educandário (como mudar de escola). Podemos também comparar ao aluno que não aprendeu a lição e repete o ano letivo.

Podemos comparar a Terra a uma escola, como os vários planetas no universo, funcionando com vários cursos e várias séries e matérias, e que a exemplo das escolas terrenas que se dividem em vários ciclos cada planeta oferece aos espíritos que neles estagia o aprendizado de que necessitam. Quando o espírito já aprendeu tudo o que aquele mundo pode oferecer, passa para outro de evolução mais adiantada e assim, sucessivamente. Sendo a Terra uma escola perguntar se sabem dizer quais as lições que aqui viemos aprender.

A Terra um dia se tornará um dos mundos felizes do universo, mas para isso é preciso que nós façamos nossa parte, é mudando a nós mesmos que mudaremos o mundo ( a Terra) em que vivemos. É fundamental, conforme orienta Jesus, que perseveremos na prática do Amor e do Bem para que possamos continuar a viver neste planeta abençoado.

Como se dará a transformação da Terra para um mundo feliz? Como isso vai acontecer? Como podemos cooperar na transformação do planeta?


Terceiro momento: A transformação moral do planeta se dará pela NOSSA TRANSFORMAÇÃO INTERIOR e EXTERIOR, ou seja, pela mudança de hábitos e atitudes nossa para com o semelhante e também para com o planeta. Nenhuma conquista exterior será conseguida se não mudarmos intimamente; pois, é lá no íntimo onde estão instalados nossos hábitos ruins. Esses hábitos estão em nossos pensamentos, sentimentos e ações.

Os obstáculos para a nossa evolução são o egoísmo e o orgulho e surge na sociedade gerando crimes, guerras, violência, miséria física e moral, vícios de toda ordem, insensibilidade diante da necessidade alheias. E até que ocorra a regeneração no nosso mundo haverá dores físicas e morais, resultado dos sentimentos inferiores em nosso coração.

Mas nós encontramos muitas oportunidades de aprimoramento espiritual na Terra, é pelo estudo, pelo trabalho honesto, pela caridade e fraternidade que conseguiremos nos transformar.


Explicar que pelo estudo desenvolvemos a inteligência; pelo trabalho desenvolvemos os dons, ajudamos o progresso; pela caridade e o amor a Deus e ao próximo que transformaremos os sentimentos.

Portanto, cooperamos na transformação do planeta:

1. Pela nossa transformação moral – sendo benevolente, fazendo todo o bem possível; praticando a caridade moral e material; sendo fraternos e humildes, desculpando as ofensas, sendo pacífico; não tendo preconceito, não fazendo distinção de raças e nem de crenças nem de nacionalidades porque todos somos irmãos.(pedir que citem exemplos)

2. Pelo respeito à obra de Deus – · Respeitando a natureza, preservando-a; reciclando o lixo, não jogando lixo no chão, nas ruas; não cortar árvores desnecessariamente; cuidar das plantas; evitar o desperdício de água e luz.

Dialogar com as crianças encaminhando a conversação para a responsabilidade que cabe a cada um de nós na preservação da natureza.

Não basta não sujar, não poluir. É necessário proteger, preservar a Natureza, maravilhosa obra de Deus nosso Pai e Criador.

· Respeitando aos animais, cuidando dos bichinhos de estimação; procurar não comer carne, alimentar com os recursos vegetais que existe na natureza. (pedir que citem exemplos) Mudando nosso sentimento e atitudes em relação ao próximo e toda obra divina que transformaremos nosso planeta para um mundo feliz onde não haverá sofrimento. E podemos aproveitar melhor essa existência atual dando apenas um passo: Seguindo os exemplos deixados por Jesus.


Conclusão Final Somos habitantes da Terra num momento muito especial, o que é uma dádiva divina. Esta é grande oportunidade que temos de iniciarmos a reparação dos nossos erros pretéritos. Precisamos com toda nossa força, com toda nossa vontade, com todo nosso empenho, aproveitar desta oportunidade de aqui estarmos habitando este planeta que logo-logo pode nos dar a condição de termos um ambiente onde a tendência ao bem será a tônica. Como alcançarmos esta graça? A única solução é iniciarmos já nossa regeneração espiritual, a nossa transformação íntima.

Quarto momento: Dinâmica – Trabalhando sentimentos

CARACTERISTICAS: Trata-se de uma técnica que possibilita a reflexão sobre os próprios sentimentos, de modo que seja trabalhado com vistas ao nosso progresso espiritual.

OBJETIVO: Estimula o processo de autoconhecimento; criar um clima de empatia; favorecer a interação grupal.


MATERIAL: folhas de papel A4; lápis preto; canetinhas coloridas.

DESENVOLVIMENTO:

· O evangelizador ressalta, inicialmente, que sendo Espíritos ainda em evolução, todos nós temos sentimentos positivos, que devem ser reforçados, e, outros, negativos, que precisam ser transformados para melhor.

· Em seguida, entrega a cada participante duas folhas de papel A4.

· O evangelizador pede, então, a cada um deles que desenhe, numa das folhas de papel recebidas, a sua mão direita, contornando-a com canetinha colorida.

· Depois que todos tiverem desenhado as próprias mãos, o evangelizador solicita aos participantes que escrevam, dentro de cada dedo desenhado, um sentimento positivo que já conseguem identificar em si mesmos.

· Após esse exercício, o evangelizador pede a cada integrante que desenhe a própria mão esquerda, na outra folha por ele recebida, e escreva em cada dedo, desta feita, um sentimento negativo que deseja renovar.

· Em seguida, o evangelizador estimula os participantes a compartilharem as suas anotações, favorecendo a troca de idéias e experiências com vistas ao crescimento do grupo. Na ocasião deve ressaltar o papel das mãos como instrumento de trabalho no bem, trabalho esse indispensável ao nosso progresso espiritual.


Quinto momento: Elaborar um cartaz com o título: “COOPERANDO NA TRANSFORMAÇÃO DO MUNDO” - Cada criança vai desenhar ou escrever em folha separada.

Prece final