12 de abril de 2011

Aula - Evolução Moral

AULA

EVOLUÇÃO MORAL


OBJETIVO:

Levar os evangelizandos a compreenderem que a perfeição é o grande objetivo do Espírito e se processa, naturalmente, com a subida de vários degraus evolutivos; e que quem evolui, renova-se para o bem, transforma-se para melhor.

l. DINÂMICA/ATIVIDADE INTRODUTÓRIA MOTIVADORA

Construção de painel, pelos jovens, com desenhos representativos de todas as etapas da evolução da Terra.

Esquema da Evolução do Planeta (Segundo Walter Oliveira Alves)

... matéria se desprende da nebulosa solar...

... surge o Sol...

... são formados os Planetas e a Terra...

... a Terra em meio a vapores aquosos e descargas elétricas...

... é formada a crosta solidificada, em contato com o frio do Espaço...

... grandes tempestades e melhoria gradual do ambiente...

... a luz solar invade a Terra...

... a pressão atmosférica e a temperatura permitem o surgimento da Vida...

... Jesus envia uma nuvem de forças cósmicas...

... a Terra passa por um período de repouso...

... surge, na crosta e no fundo dos oceanos, um elemento viscoso...

... nasce o protoplasma, germe sagrado dos primeiros homens...

... surgem os primeiros habitantes da Terra: células albuminóides, amebas e organizações unicelulares...

... tais organizações unicelulares, isoladas e livres, multiplicam-se prodigiosamente nos oceanos (possuíam apenas o tato)...

... formam-se organismos mais complexos...

... nos oceanos, o reino vegetal e animal se confundem, sem forma individual...

... as plantas buscam a luz do Sol...

... o vento espalha as sementes das plantas, que germinam, formando as grandes vegetações...

... com as grandes vegetações, há o aumento do oxigênio da superfície...

... há o favorecimento da saída dos primeiros animais: os anfíbios...

... os anfíbios adquirem, evolutivamente, pulmões e patas (sua reprodução ainda se dá na água)...

... há o surgimento dos primeiros répteis, que punham ovos em terra...

... diferentes formas surgem – gigantescos dinossauros e seres voadores de grande porte...

... os trabalhadores do Cristo operam na evolução das espécies...

... desaparecem os animais monstruosos...

... surgem os primeiros mamíferos (há 70 milhões de anos, segundo a Ciência)

... evolução para aparecimento dos primeiros antropóides (período terciário)...

... passagem do reino animal para o humano, fora da crosta terrestre, em esferas apropriadas e condições especiais...

... os antropóides das cavernas espalham-se, aos grupos, pela superfície do Globo...

... definitiva transição no corpo perispiritual preexistente, dos homens primitivos...

... surgimento dos primeiros selvagens de compleição melhorada...

... primeiros homens usam ferramentas primitivas (ossos de animais e pedras afiadas)...

... primeiros homens aprimoram as primeiras ferramentas...

... aprendem a usar o fogo e a caçar animais de grande porte...

... aprendem a se comunicar através da fala...

... nômades, sem habitação fixa, em cavernas, alimentam-se da caça e da coleta de frutos...

... aprendem a plantar cereais e a cultivar frutas (surge a agricultura)...

... começam a domesticar certos animais – surge a pecuária...

... a Terra recebe os exilados de Capela, que reencarnam no meio das raças primitivas...

... Jesus os orienta a trabalharem no Bem para regenerarem-se...

... os exilados de Capela formam quatro grandes civilizações: egípcios, hebreus, hindus e arianos.

2. DESENVOLVIMENTO DO CONTEÚDO

2.1 O processo evolutivo do ser humano, no plano físico e no espiritual, obedece, em tese a quatro fatores essenciais, a saber: a) compreensão da necessidade de mudar; b) conjugação da boa-vontade, do esforço e da perseverança; c) firme deliberação de estabilizar a “mudança”; e d) propósito de não retroceder na atitude mental superior, a fim de que se verticalize, em definitivo, o processo de renovação. Enquanto o homem não compreender, e ele próprio sentir a necessidade de mudar, não sairá das linhas horizontais da acomodação e das promessas.” (O Pensamento de Emmanuel, Cap. 8).

2.2 A marcha dos Espíritos é progressiva, jamais retrógrada. Eles se elevam gradualmente na hierarquia e não descem da categoria a que ascenderam. (L.E., Questão 194).

2.3 Somente o progresso moral pode assegurar aos homens a felicidade na Terra, refreando as paixões más; somente esse progresso pode fazer que entre os homens reine a concórdia, a paz, a fraternidade. (A Gênese, Cap. XVIII, item 19).

2.4 A aquisição de qualidades nobres é a glória infalível do esforço. (Jesus no Lar)

2.5 A escala do progresso é sublime e infinita. (...) O mineral é atração. O vegetal é sensação. O animal é instinto. O homem é razão. O anjo é divindade. Busquemos reconhecer a infinidade de laços que nos unem nos valores gradativos da evolução e ergamos em nosso íntimo o santuário eterno da fraternidade universal. (O Consolador, Questão 79).

2.6 As aquisições de cada indivíduo resultam da lei do esforço próprio no caminho ilimitado da Criação, destacando-se daí as mais diversas posições evolutivas da criatura e compreendendo-se que tempo e espaço são laboratórios divinos, onde todos os princípios da vida são submetidos às experiências do aperfeiçoamento, de modo que cada um deva a si mesmo todas as realizações, no dia de aquisição dos mais altos valores da vida. (O Consolador, Questão 86).

2.7 O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. No círculo acanhado do orbe terrestre, ambos sã o classificados como adiantamento moral e adiantamento intelectual (...), devemos reconhecer que ambos são imprescindíveis ao progresso, sendo justo, porém, considerar a superioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda, na repetição das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando o núcleo mais importante das energias evolutivas. (O Consolador, Questão 204).

2.8 O conhecimento de si mesmo (...) é a chave do progresso individual. (L.E., Questão 919)

2.9 O Espírito prova sua evolução quando todos os atos de sua vida corporal são a prática da lei de Deus e quando compreende, por antecipação, a vida espiritual. (L.E., Questão 918)

2.10 O homem se desenvolve, ele mesmo, naturalmente. Mas, nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma forma; é então que os mais avançados ajudam o progresso dos outros, pelo contato social. (L.E., Questão 779)

2.11 O orgulho e o egoísmo são os maiores obstáculos ao progresso moral. (L.E., Questão 785)

2.12 O objetivo da Reencarnação é... “Expiação, aprimoramento progressivo da Humanidade, sem o que, onde estaria a justiça?” (L.E., Questão 167)

2.13 A alma que não alcançou a perfeição na vida corpórea acaba de depurar-se suportando a prova de uma nova existência. (L.E., Questão 166)

2.14 Os Espíritos não podem degenerar. À medida que avançam, compreendem o que os distancia da perfeição. Quando o Espírito finda uma prova, fica com o conhecimento que não esquece mais. Pode permanecer estacionário, mas não retrograda. (L.E., Questão 118)

2.15 Todos nós, crianças, jovens e adultos, somos Espíritos em evolução, que renascemos na Terra com o objetivo de evoluir, desenvolver nosso potencial interior, corrigir erros do passado, superar defeitos e, pouco a pouco, vibrar em sintonia com as Leis Universais. (Walter de Oliveira Alves, Educação do Espírito, Cap. 1)

2.16 (...) Nosso Globo, como tudo o que existe, está submetido à lei do progresso. Ele progride, fisicamente, pela transformação dos elementos que o compõem e, moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados e desencarnados que o povoam. Esses progressos se realizam paralelamente. Fisicamente (...), por transformações que a ciência tem comprovado e que o tornaram sucessivamente habitável por seres cada vez mais aperfeiçoados. Moralmente (...), pelo desenvolvimento da inteligência, do senso moral e do abrandamento dos costumes. (A Gênese, Cap. XVIII, Item 2)

2.17 A evolução dá-se individual e coletivamente. O indivíduo melhorado colabora para o progresso da coletividade. Exemplos de vultos históricos que colaboraram para o progresso da Humanidade: Luís Pasteur, Osvaldo Cruz, Jean Piaget, Maria Montessori, Pestalozzi, Graham Bell, Santos Dumont, Albert Sabin, Einstein, Gandhi, Jesus Cristo, Bezerra de Menezes...

2.18 Resumo de Conteúdo, traçando paralelo com aulas anteriores:

O HOMEM DE BEM

Jesus disse: “Sede perfeitos, como vosso Pai Celestial é perfeito.”

AS LEIS MORAIS

Diz a Lei de Progresso que “somos seres perfectíveis. Se desejarmos alcançar a felicidade, devemos buscar o nosso aprimoramento moral e intelectual, além de uma compreensão mais ampla dos mecanismos da vida e de nossa posição no Universo.

LIVRE ARBÍTRIO

O livre arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo, que amadurece e evolui. (L.E., Questões 122 e 844). Segundo usam o seu Livre Arbítrio, os homens progridem mais ou menos rapidamente em inteligência quanto em moralidade. (L.E., Questão 127)

CARIDADE

Amemo-nos uns aos outros e façamos a outrem o que quereríamos que nos fosse feito. Toda a religião, toda a moral se encontram encerradas nestes dois preceitos; se fossem seguidos nesse mundo, seríeis todos perfeitos. (E.S.E., Cap. XIII, Item 9)

2.19 O princípio espiritual, desde o momento da criação, caminha incessantemente para frente. Embora com o apoio das inteligências superiores (Jesus e outros Espíritos de Luz), cada Espírito evolui através do esforço próprio, com o trabalho de si mesmo. O mecanismo da evolução é AÇÃO, ATIVIDADE, TRABALHO. Tudo no Universo é ação, dinamismo, movimento. Somos Espíritos em evolução e evoluímos pela atividade, pelo esforço próprio, pela ação e pelo trabalho e não ouvindo passivamente aulas teóricas.

2.20 Somos Espíritos que retornamos às lides da Terra para nova etapa evolutiva, trazendo imensa bagagem de nosso passado milenar. Quantas existências já tivemos? Por quais civilizações já vivemos? Que sentimentos já desenvolvemos nos passado? Sentimentos nobres, ideais elevados, vícios depreciativos? Nessa romagem evolutiva, através dos milênios, de encarnação em encarnação, de experiência em experiência, nos aperfeiçoamos e progredimos. Mas até onde iremos?

3. FIXAÇÃO DO CONTEÚDO/AVALIAÇÃO

Laboratório de estória. Os jovens deverão criar, a partir do conteúdo desenvolvido a estória de um homem em processo evolutivo, mencionando as diversas fases por ele enfrentadas, bem como as dificuldades encontradas pelo caminho (internas/próprias ou externas/do meio onde vive). Deverão, ainda, construir cartaz(es) onde seja possível a visualização da evolução da personagem principal da estória.

4. PRECE DO EVANGELIZANDO

* Desconheço a fonte ou a autoria.

11 de abril de 2011

Aula - Pensamentos

PLANO DE AULA

PENSAMENTOS

Objetivo: Levar as crianças a perceberem que é pelo pensamento que nós criamos o ambiente favorável ou desfavorável que nos perturba ou garante a paz e harmonia.

Prece inicial

Canções para harmonizar

Bibliografia: Programa de Evangelização da União Espírita Mineira; Pensamento e vida – Chico Xavier/ Emmanuel; SITE Seara do Mestre.

Primeiro momento: Hoje vamos falar da importância dos nossos pensamentos e sentimentos e como eles são responsáveis pelo nosso estado de felicidade e infelicidade.

Segundo momento: Atividade de observação e reflexão

Objetivo: Possibilita a reflexão sobre os próprios sentimentos, de modo que sejam trabalhados com vistas ao nosso progresso espiritual.

Tempo de aplicação: Cerca de 15 minutos.

Material: papel celofane (preto, vermelho, amarelo, azul, transparente).

Desenvolvimento:

1. Distribuir aos evangelizando pedaços de papel celofane, em formato de coração, de diversas cores.

2. Pedir que eles andem pela sala, olhando através do papel colorido, dizendo baixinho como se sentem, olhando o mundo através daquela cor.

3. Após alguns minutos, as crianças devem trocar os pedaços de papel com os colegas, diversas vezes, até que todos tenham observado a sala com todas as cores de papel.


Terceiro momento: Indagar aos evangelizando:

Enxergaram bem com todas as cores? Era mais fácil de ver com alguma cor? Por quê?
Com qual cor gostaram mais? Por quê?


Após ajudar os alunos a concluir que é difícil enxergar através do preto, que tudo parecia triste; que através do amarelo as coisas pareciam ter cores
que não possuem; que quanto mais escura a cor (vermelho, azul), mais difícil de ver; que através do papel celofane transparente era possível perceber melhor os objetos, os outros papéis coloridos e a expressão dos colegas.

A idéia é comparar as cores com os sentimentos que temos: preto – tristeza, negatividade; vermelho - raiva; azul - calma; transparente - paz, harmonia; amarelo – alegria.

Explicar que os papéis celofanes são em forma de coração simbolizando que cada pessoa vê a vida e o mundo conforme os sentimentos que
possui. Por isso as pessoas percebem de diferentes maneiras as mesmas coisas, como se cada uma olhasse através de uma folha colorida diferente.


Quarto momento:

O que é preciso fazer para mudar sentimentos negativos no coração? Esperar até que respondam que é preciso mudar os pensamentos, então explicar que mudando a forma de pensar mudamos nossos sentimentos.

Como sentimos vemos a vida e as pessoas, se somos rancorosos, egoístas, orgulhosos e muito egoístas veremos e sentiremos o mundo as pessoas assim e nos tornaremos pessoas infelizes de difícil convivência, poucos se aproximam de nós. E, se ao contrário, alegres, generosos, compreensíveis com as pessoas e as situações, humildes, serenos, somos pessoas felizes, pois o que pensamos estamos sentindo e isso influencia os outros a nossa volta, sabem como? Nossos pensamentos são como nuvens, eles ficam em torno de nós como as nuvens no céu.

Não vemos com nossos olhos físicos esses pensamentos, essas idéias que formamos, mas percebemos com nossos olhos espirituais e sentimos, pois pensamentos bons, positivos são aqueles que trazem bem-estar, simpatia e já os ruins trazem sensações ruins e desagradáveis àqueles que se aproximam de nós. E nós atraímos as companhias encarnadas ou desencarnadas conforme nossos pensamentos, e isso é chamado de sintonia. Se forem pensamentos bons irão se aproximar espíritos bons, caridosos que simpatizam conosco e querem nos ajudar, mas se forem pensamentos ruins e negativos irão se aproximar de nós por sintonia de pensamentos espíritos que quererão nos incentivar a praticar maus atos nos levando ao caminho mau, pelo vício.

E para manter o equilíbrio do corpo e espírito, devemos vigiar constantemente nosso pensamento. Pensamentos negativos, pessimistas trás doenças para o corpo, trás tristeza e problemas psicológicos, são como lixo: poluem a mente e o corpo, ocasionando as sensações ruins. O positivo sempre nos traz bem-estar, harmonia, saúde, disposição e alegria e é um hábito que se adquire praticando.

E dependendo de nossos pensamentos vamos ser muito felizes ou infelizes, pois os bons pensamentos são a garantia das grandes realizações.

E é através do pensamento que se originam nossas atitudes, por isso a importância dos pensamentos bons ou positivos e de vigiá-lo, como pensamos agimos (citar exemplos).

Mas como ter pensamentos bons? Como podemos mudá-los? Procurando ver sempre o lado bom das coisas, vigiarem as atitudes os comportamentos e as palavras, escolhendo coisas construtivas para fazer, leituras edificantes, brincadeiras e conversas positivas (sem fofocas, brigas, brincadeiras de guerra ou filmes de terror); estando em sintonia com a Espiritualidade Superior através da prece, sendo otimista. Perante as dificuldades devemos ter atitudes de fé e confiança em Deus, crença em si mesmo (nas capacidades que possuímos), oração e vontade de agir corretamente.

Quinto momento:

1. Distribuir quadradinhos de papéis onde estão escritos vários sentimentos (positivos e negativos).

Sugestões: perdão, paciência, harmonia, confiança, perseverança, bondade, gratidão, alegria, bom humor, sensibilidade, desapego, educação, lealdade, entusiasmo, doçura, paz, carinho, responsabilidade, fé, humildade, simplicidade, cooperação, prece, trabalho, respeito, calma, coragem, sinceridade, justiça, amor, honestidade, caridade, raiva, tristeza, injustiça, ódio, mau-humor, mentira, preguiça, briga, desconfiança, falsidade, guerra, orgulho, egoísmo, maldade, pessimismo, rancor, fofoca, inveja, ciúme.

2. Distribuir corações recortados em cartolina a cada evangelizando. Explicar aos evangelizando que o desenho representa o coração de cada um.

1) Solicitar que eles separem os sentimentos bons dos ruins, entre os papeizinhos que receberam.

2) Cada criança deverá colar o "sentimento positivo" no seu coração de cartolina.

3) Explicar que devemos cultivar estes sentimentos em nosso coração e vivenciá-los através de nossas atitudes.

4) Perguntar onde devemos guardar (ou colocar) os sentimentos ruins (os papéis que sobraram). No lixo, deve ser a resposta das crianças. Pedir que cada evangelizando coloque no lixo "os sentimentos negativos" (os papeizinhos que restaram).

5) Agora que temos espaço mental, que pensamentos legais podemos colocar nele? Pedir sugestões

Sexto momento:

Atividade escrita: cada criança deve escrever sentimentos, pensamentos, atitudes e fatos positivos e negativos em uma folha de um lado, os sentimentos positivos e do outro os negativos.

Outra: Atividade escrita: cada criança deve escrever pensamentos (folha A4 com desenho de balões pensamento) de um lado os sentimentos positivos e do outro os negativos.

PRECE FINAL

7 de abril de 2011

História - Amizade Custa Pouco





Gessy Carísio de Paula

Amizade custa pouco e vale muito... É uma verdade! Mas somente para quem usa de boa vontade! Na casinha do cachorro, lá no fundo do quintal, veio esconder um gatinho com medo do temporal! O cãozinho não gostou da sua presença ali.



Rosnou, latiu, empurrou:- Já pode sair daqui!- A minha casa é pequena, não dá espaço pra dois! Onde já se viu combinarem cão e gato!... Ora, pois!



O gatinho respondeu com um olhar lacrimoso: - Não faça isto comigo, o tempo está tão chuvoso! - Logo que tudo cessar, você fica... eu pulo o muro, muito embora já esteja ficando tudo tão escuro! - A noite cai bem depressa e os trovões estão tão fortes... Tenha paciência comigo, deixe-me ficar, não se importe!



- Está bem, disse o cãozinho, com um ar muito importante, mas chegue bem lá pro canto e que não seja implicante! E o tempo foi passando... passando... a chuva caía, caía... o vento assobiando e a enxurrada escorria...



Pela porta da casinha começou a penetrar. O cãozinho se molhando, começou a se afastar... ...mais para o fundo da casa, onde se encolheu o gatinho.


Este só olhou por baixo e continuou bem quietinho! Não tinham uma coberta, nem um trapo pra se embrulhar... O jeito era, na certa, se enroscarem pra esquentar! Vez por outra, o cãozinho abria um olho só, para ver como o gatinho tremia... Fazia dó! E a dona do cãozinho não teve nem condição de levar-lhe um agasalho ou um prato de refeição...


Acanhado, o cachorrinho foi-se chegando, chegando, ao canto onde o gatinho se encolhia, ronronando! Chegou bem humildemente e pedindo de mansinho: - Posso deitar-me aqui, ao seu lado, bem juntinho? - A chuva está tão fria e a casa toda molhada... Só restou este cantinho livre dessas poças d’água! - Venha, dou-lhe meu lugar, você é o dono da casa... Foi gentil me abrigando, logo esta chuva passa...


Na troca de gentilezas do gatinho pro cãozinho, abraçaram-se e dormiram bem juntinhos, bem quietinhos!


Amanheceu um sol lindo, sorrindo num novo dia. O gatinho espreguiçou-se e, devagarzinho, saía... Não queria acordar o cãozinho que dormia... Tão tranqüilo e sossegado... Depois agradeceria...


Ao chegar á porta, então, ouviu a voz do cãozinho: - Não se vá, fique comigo, sempre fui muito sozinho! Dividirei com você minha casa, meu cantinho, meu leite, meu cobertor, meu quintal, meu brinquedinho! O gatinho aceitou, mesmo por não ter morada... Ficava só pelos muros ou casas abandonadas!





Desde então, naquela casa, lá no fundo do quintal, ouviam-se só latidos misturados a “miaus”! Eram os dois amiguinhos, brincando de esconde-esconde, ou, fugindo pela grade, iam pro parque, bem longe! Depois voltavam alegres, caminhando lado a lado... O povo até parava ver o inusitado: Um cãozinho todo preto e um gato muito branquinho, amigos, vivendo juntos, sem rixas... bem alegrinhos! Este exemplo, meus amigos, vem dizer muito pra todos: “Vale mais uma amizade... Inimizade é para tolos!” Usou de boa vontade com Mimoso, o gatinho... Afirmando esta verdade, Totó, o negro cãozinho!


Fonte: retirada da internet


4 de abril de 2011

Aula - JESUS, o Mestre

PLANO DE AULA

TEMA: Jesus, o Mestre


01. OBJETIVO: A criança deverá sentir-se estimulada a aceitar e praticar os ensinamentos de Jesus, por reconhecê-Lo como o Mestre capaz de guiar-nos com segurança no caminho do progresso.

02. BIBLIOGRAFIA: João, 13: 13 e 14: 6; Lucas, 1: 26 a 33; LE, itens 625 a 627; ESE, I: 3, 4, 9 e 10; A Caminho da Luz (Emmanuel / Chico Xavier), caps. 1 e 12; O Evangelho por Dentro (Paulo A.Godoy), cap. “Quem é o Verbo”; O Consolador (Emmanuel / Chico Xavier), itens 282 a 291; Estudos Espíritas (Joanna de Angelis / Divaldo Franco), cap. 25; Desperte e Seja Feliz (Joanna de Angelis / Divaldo Franco), cap. 1; Ceifa de Luz (Emmanuel / Chico Xavier), cap. 50.

Material Didático: descrito na Incentivação e Figura da Fixação, retângulos de cartolina e cola.

03. AULA:
a) Incentivação Inicial: Brincadeira.
O evangelizador preparará alguma surpresa para as crianças (uma guloseima, um pequeno objeto, um cartãozinho com frase carinhosa, etc.) e esconderá a caixa que a contenha em algum lugar da sala.
Proporá aos pequenos a brincadeira “Seguir o Mestre”, assumindo ele, o evangelizador, o papel de condutor.
Explicará às crianças como se desenvolverá o jogo, dizendo-lhes que se obedecerem e seguirem as ordens do “mestre” elas alcançarão agradável surpresa (o evangelizador colocará as crianças em fila ou grupo e dará as ordens de modo que se encaminhem e encontrem a surpresa oculta).

b) Desenvolvimento: Exposição dialogada.

Desenvolver com as crianças uma conversa baseada nos seguintes itens:

- um mestre é sempre alguém que sabe mais e é capaz de ensinar a outros;

- existem mestres das mais diversas matérias: os mestres do colégio nos ensinam... (deixar que as crianças falem o que aprendem na escola); mestres das artes como pintura, escultura, música...

− não importa o que seja, as características do mestre é saber e fazer o que sabe, ou seja, ele é capaz de agir de acordo com o que ensina;

− existe um mestre, a quem chamamos “Mestre dos mestres”, porque Ele é o Espírito que mais sabe e que tem a incumbência de nos ensinar o que necessitamos aprender e praticar para sermos cada vez mais iluminados e felizes. Seus ensinamentos são para melhorar o Espírito, que não morre nunca. Essa incumbência lhe foi dada por Deus. Quem sabe quem é este Mestre?

− Quem pode dizer um ensinamento de Jesus?

04. Fixação: Encaixe.

Reproduzir para cada criança a Figura da Fixação, devidamente recortada nas partes pontilhadas.
Fornecer-lhes um retângulo de papel (de preferência cartolina) no centro do qual vão colar a figura de Jesus.
Ao redor dela irão encaixar as partes que se ajustem corretamente, por serem aquelas que definem algumas “matérias” ensinadas pelo Mestre Jesus.





Fonte: ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME-JF)
Departamento de Evangelização da Criança (DEC)

Aula - Honestidade, por que

PLANO DE AULA

TEMA: Honestidade - por que


1. OBJETIVO: A criança deverá compreender a honestidade como uma virtude que, exercitada, contribui para uma posição confortável do Espírito diante da própria consciência, pois que ela se traduz por fidelidade não só às leis humanas, mas, sobretudo, às leis divinas.


2. BIBLIOGRAFIA: I Tim, 2: 2.; CI, 2a. Parte, III: Joseph Bré; Depois da Morte (Léon Denis), cap. XLIII; Desperte e Seja Feliz (Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco), cap. 24.


Material didático: Cartazes com palavras diversas (vide a Incentivação), fichas com os casos e material para a anotação das conclusões.


3. AULA:


a) Incentivação inicial: O Jogo do Contrário. O evangelizador irá apresentando às crianças cartazes com algumas palavras, e elas deverão rapidamente dizer o antônimo das mesmas (explicar o que seja antônimo, se as crianças não o souberem).


Por exemplo: Claro (Escuro), Alto (Baixo), Grande (Pequeno), Feio (Bonito), Rico (Pobre), Áspero (Macio), Gordo (Magro), Sincero (Mentiroso), Honesto (Ladrão), Alegre (Triste),Calmo (Nervoso), etc...


Informar aos pequenos que irão conversar sobre uma daquelas palavras, mostrando-lhes o cartaz com o vocábulo HONESTO.


b) Desenvolvimento: Exposição.


Comentar os itens abaixo, desdobrando-os, se necessário:


- Todos nós, os seres humanos, temos uma inteligência desenvolvida, temos a noção do que é certo e o que é errado. Isto porque as leis divinas estão impressas em nossa consciência, e, à medida que evoluímos, elas vão se tornando cada vez mais claras em nosso entendimento, como se uma voz nos falasse lá de dentro de nós mesmos, alertando-nos sobre o erro, sobre o perigo;


- O certo é tudo aquilo que produz o bem, para nós ou para os outros, respeitados os direitos de cada um;


- Nem sempre, porém, ouvimos a voz da consciência, nem sempre ficamos em acordo com as Leis de Deus, preferindo o caminho errado;


- Poderemos usar este caminho errado para enganar o próximo, ou a nós mesmos, fingindo, dissimulando, roubando... E aí estaremos sendo desonestos;


- A desonestidade, que vai desde a “mentira” aparentemente pequena, até grandes roubos, é uma qualidade extremamente negativa, que acaba por levar o desonesto à enfermidade, ao desequilíbrio. Isto porque não conseguimos agir contra nossa consciência durante muito tempo, sem pagar o preço do remorso, e, após o arrependimento, a reparação, geralmente com muito sofrimento;


- Se desejamos, portanto, ter a consciência tranqüila, preservarmos nossa saúde física, mental e espiritual, jamais deveremos agir com desonestidade.


4. Fixação: Estudo de casos.

Poderá ser feito com toda a turma estudando, juntos, os dois casos, ou os mesmos serão distribuídos um para cada grupo.

Em se escolhendo a primeira opção (todos juntos), as crianças formarão um círculo ao redor de uma mesa, ou assentadas no chão, para facilitar as discussões. Ao final dos debates, as conclusões serão apresentadas por um relator.


CASO 1 - (LESAR O OUTRO)


Uma mulher chega em casa, muito brava, comentando com o marido que lhe passaram uma nota falsa de cinqüenta reais. O marido pede para ver a nota falsa e ela responderá que não poderá mostrá-la porque também já a passou no supermercado.

Perguntas: (1) Onde está o ato desonesto?

(2) Quem agiu desonestamente?

(3) Quais as conseqüências do ato desonesto?


CASO 2 - ( PROMETER E NÃO CUMPRIR )


O candidato a presidente do time de futebol de salão do colégio promete que se for eleito, ele irá dar uniformes novos e tênis para todos os jogadores. Irá também dar prêmios de cem reais para cada um toda vez que o time ganhar um jogo. O candidato sabe, porém, que não tem condições de cumprir as promessas; ele deseja apenas garantir votos para a vitória nas urnas.

Perguntas:


(1) Onde está a desonestidade?


(2) Que prejuízos a atitude do candidato pode trazer para ele mesmo e para os outros?


OBSERVAÇÃO - O evangelizador não deverá falar de que tipo de desonestidade trata cada caso, mas incentivará os debates e conduzirá a conclusão, conforme a dificuldade das crianças.


Fonte: ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME-JF) AULA No. 24 Departamento de Evangelização da Criança (DEC)

Aula - Fraternidade, combatendo preconceitos

PLANO DE AULA


TEMA: Fraternidade - significado e importância


(combatendo os preconceitos raciais e sociais)


1. OBJETIVO: As crianças deverão aceitar que todas as pessoas, independente de raça ou posição social, são iguais perante Deus e têm a mesma destinação: alcançar a perfeição.


2. BIBLIOGRAFIA: Mt, 23:8. LE, itens 54, 115, 116, 803 a 811; O Consolador (Emmanuel/F.C.Xavier), itens 54 a 57 e 61; Caminho, Verdade e Vida (Emmanuel/F.C.Xavier), caps. 42 e 137.


3. Material didático: Ilustrações anexas, lápis de cor. 4. AULA: a) Incentivação inicial: Análise de figura. Mostrando às crianças a Figura 1, o evangelizador dirá que ali estão representadas quatro raças. Indagará, então, qual daquelas pessoas lhes parece ser a mais bondosa, e a mais inteligente. Conduzirá as respostas, de modo a que concluam ser impossível avaliar qualidades de alguém pela aparência que tenha. Enfatizar que diferenças de raça, condição social, crença religiosa, etc. são apenas diferenças e não indicativos de superioridade e inferioridade, porquanto o que nos qualifica são nossos valores internos, espirituais.


b) Desenvolvimento: Narração.


- A PANELA - (Adaptado da obra “E, para o resto da vida...”, de Wallace L. Rodrigues, ed. O Clarim)


Artur era um garotinho esperto e inteligente para seus oito anos. Como residisse um pouco afastado da cidade, o amiguinho que permanecia mais tempo com ele era o André, neto de d. Joana, a ajudante de cozinha da mamãe de Artur.


D. Joana, uma mulata de cabelos já embranquecendo, não dispensava um avental sempre muito clarinho e vivia com um belo sorriso nos lábios. Há muito tempo trabalhava com os Almeida, e como criava o neto, levava-o para o emprego, achando, ela e os pais de Artur, que era muito bom que as crianças se fizessem companhia, pois eram da mesma idade.


Mas, em todas as brincadeiras, a parte do André era sempre a mais pesada, a mais passiva, a secundária. Artur invariavelmente era o “comandante”, o chefe, e André o “empregado”.


- Ei, André, me empurre aqui na gangorra! - dizia Artur. Mas, depois, não empurrava o amiguinho ... (Figura 2)


- Ei, André, vamos brincar de carrinho; eu serei o dono do Posto de gasolina e você será meu empregado. Nas brincadeiras com bola, somente o André a buscava quando acontecia de a mesma rolar para longe.


A maneira como Artur tratava André fazia lembrar de adultos preconceituosos, ou seja, pessoas que se julgam melhores que outras só porque têm mais dinheiro, ou porque estudaram muito, ou porque têm pele clara, por exemplo.


Mas será que Artur tinha consciência do quanto estava errado agindo daquela maneira?


Que vocês acham? Um dia, estavam as crianças brincando, quando ouviram o chamado de d. Joana:


- Ei, meninos, venham me ajudar com esta panela de doce de leite; preciso colocá-la em cima da mesa para encher os vidros.


Já pensando na “provinha” de doce que ganhariam (e como era delicioso o doce de leite de Joana!...), os garotos dispararam, afoitos, para atenderem ao pedido da boa senhora. No que, porém, seguraram nas alças da panela, começaram a gritar: (Figura 3)


-Ai, ai... Ui, ui... A panela ainda está quente!... Ajudando as crianças a aliviarem o desconforto causado pelo calor da panela, que não estava tão quente assim, a velha Joana falou:


- Mas que coisa interessante!... A cor da pele de vocês é tão diferente, e a dor que sentem é a mesma, pois não? Os meninos concordaram que sim.


E nunca mais Artur se esqueceu daquele episódio. Afinal, foi ali que ele começou a perceber que uma pele clara, dinheiro, boa posição social, juventude, não justificam superioridade de ninguém.


5. Fixação: Labirinto. Dar a cada criança a reprodução da Fixação anexa, para que elas encontrem os caminhos que reunirão todas as pessoas no mesmo coração.



Figuras 2 e 3



Fixação



Fonte: ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME-JF) AULA No. 24 Departamento de Evangelização da Criança (DEC)

Aula - Humildade, benefícios

PLANO DE AULA
TEMA: Humildade - benefícios

1. OBJETIVO: A criança compreenderá a humildade como aquela preciosa qualidade da alma que nos faz ser e agir, realmente, como filhos de Deus e irmãos de todas as criaturas, por Ele criadas, como nós, com as mesmas possibilidades e destinação.

2. BIBLIOGRAFIA: Mt, 20:27; Lc, 14:7 a 11; I Pe, 3:8 e 5:5. ESE, cap. VII.; Depois da Morte (Léon Denis), cap. XLV; Convites da Vida (Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco), cap. 28; Pensamento e Vida Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 24; Religião dos Espíritos (Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 17.

3. Material didático: Uma manjedoura (ou a figura de uma), cópias do exercício de fixação anexo, cola.

4. AULA: a) Incentivação inicial: Apresentação de objeto. Mostrar às crianças a figura, ou uma pequena manjedoura, perguntando-lhes o que aquele objeto as faz recordar. Caso elas não consigam responder, estimular-lhes a lembrança do nascimento de Jesus, que teve por berço uma manjedoura (cocho para colocar comida para animais), em uma estrebaria.

b) Desenvolvimento:

Exposição dialogada. Desenvolver com as crianças uma conversa baseada nos seguintes itens;

- Ao ter apenas a manjedoura a lhe servir de berço, quando nasceu, Jesus nos deu a lição da humildade. Embora fosse o Espírito mais evoluído que conhecemos, o Diretor Espiritual da Terra, deixou claro, desde o início de Sua missão, que valemos pelo que somos, não pelo que aparentamos.


- Ao nascer em família humilde, filho de um carpinteiro da pequenina Nazaré, mostrou também que todas as dificuldades que possamos enfrentar, não serão suficientes para, por elas mesmas, nos fazer melhores ou piores; tudo vai depender de como as enfrentamos, se com coragem, fé e esperança, ou com rebeldia e desesperação.

- Convivendo com pessoas de todas as classes sociais, ensinou ainda que as circunstâncias mudam, como mudam as pessoas, todas destinadas por Deus à perfeição, que irão atingindo pelo aprendizado, através das reencarnações.

-Quando afirmou que tudo que Ele fazia, nós também poderíamos fazer, e até mais, reforçou o ensinamento que somos Espíritos criados por Deus com idênticas possibilidades, dependendo de cada um, de seus esforços e atitudes, se fazer mais feliz

- Ensinando a reencarnação, deixou claro que podemos passar por vários tipos de experiência, em corpos masculinos e femininos, raça branca, amarela ou negra, pobre ou rico, etc...


- Assim, as pessoas que se julgam superiores às outras por terem mais coisas, ou serem mais bonitas ou inteligentes, apenas demonstram que não conhecem a Verdade ensinada por Jesus, e constroem suas vidas baseadas em ilusões, em mentiras que, mais tarde, poderão lhes trazer grandes decepções, muito sofrimento.


- Os atos de orgulho servem apenas para nos tornar antipáticos, solitários e infelizes, pois que afastam de nós as pessoas, com as alegrias das descobertas e da convivência fraternal e gentil.

5. Fixação: Exercício escrito. Distribuir para cada criança uma cópia do exercício anexo, explicando-lhes como fazer para resolvê-lo. Caso as crianças não sejam alfabetizadas, o evangelizador fará um painel com o exercício, resolvendo-o à frente, com a ajuda dos pequenos, à medida em que for lendo para eles as frases nas tiras de papel.


6. Atividade: cópias do exercício de fixação anexo, cola. O evangelizador recortará as frases abaixo, nas linhas pontilhadas, entregando a cada criança todas elas.

A criança deverá escolherá aquelas que correspondam a cada personagem, colando-as debaixo da mesma. .............................................................

Não tem muitos amigos. É gentil com todas as pessoas. .............................................................

É simpático e sorridente. Anda de “cara fechada”. .............................................................

Se acha o “mais sabido”. Considera-se irmão de todos. .............................................................

As pessoas gostam de sua companhia. É solitário. .............................................................




Fonte: ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME-JF)

AULA No. 24 Departamento de Evangelização da Criança (DEC)

1 de abril de 2011

Aula - Planejamento da Reencarnação

TEXTO PARA ESTUDO

Planejamento da Reencarnação



Aula sobre Reencarnação Unidade:
O Espiritismo Ciclo de Juventude

A Reencarnação é o retorno do Espírito ao mundo corpóreo repetidas vezes, através de corpos físicos diversos, constituídos segundo os méritos e necessidades que ele (o Espírito) apresenta.

A finalidade do corpo físico é proporcionar ao Espírito recursos materiais e morais de elevação, tendo em vista a sua qualificação para a Vida Superior, onde permanecerá depois que desenvolver em si as potencialidades da inteligência e do amor.

Existem tantas maneiras de reencarnar quantos são os espíritos reencarnantes, se considerarmos os diversos fatores que interferem no processo reencarnatório, tais como as características do novo corpo, os laços de afinidade com os futuros pais, os problemas familiares e sociais, etc.

Uma vez que todos esses elementos deverão interferir, através de mínimas particularidades, nas experiências e aquisições do reencarnante, são objetos de cuidadoso planejamento prévio por parte de Espíritos Sábios; planejamento tão mais elaborado quanto mais evidentes se façam os méritos e qualidades do candidato à reencarnação.

Para um Espírito em condições evolutivas medianas, o planejamento reencarnatório poderá apresentar as seguintes fases:

a)Intercessão (intervenção) de benfeitores espirituaisEsses companheiros procuram selecionar para o Espírito, com ou sem participação direta, os recursos adequados à aprendizagem futura, fixando detalhes do novo corpo e prevendo situações e oportunidades de aprimoramento.

b)Preparação psicológica dos paisEssa providência visa estabelecer laços de simpatia dos pais para com o futuro filho, ou destacar determinadas atitudes que deverão desenvolver em relação a ele, e acentuar a importância do compromisso que assumem para com aquele Espírito.

c) Encontro do candidato à reencarnação com os futuros pais, no plano espiritualDestina-se a estabelecer vínculos mais íntimos entre o Espírito e aqueles que serão os seus pais.

d)Visita ao futuro lar O Espírito que se candidata à reencarnação é levado ao futuro lar para que entre em contacto com o meio no qual permanecerá, provavelmente, uma grande parcela da sua existência física.

Algumas vezes, contribui também para despertar nele mais intensos desejos de realização, e novas esperanças quanto ao êxito nas experiências que enfrentará.

Q U E S T I O N Á R I O (Respondido pelo grupo de Evangelizando).

01. Quais os recursos materiais e morais que a reencarnação pode proporcionar ao Espírito, auxiliando-o no seu progresso?
R: Corpo, pais, sociedade, ensinamentos das fábulas, do evangelho (parábolas), educação em casa, na escola e espiritual…

02. Diz, com suas palavras, porque é que a reencarnação deve ser planejada.
 R: A vida deve ser planejada para ter objetivos adequados às nossas necessidades evolutivas.

03. Basta o planejamento da reencarnação para que o Espírito obtenha o sucesso? Por quê? R: Não. Porque às vezes a vontade do espírito não é suficiente para cumprir o planejamento destinado.

04. Você pode prever que tarefa terá de enfrentar na presente encarnação?
R: Podemos, mas não todas.

05. Comenta a seguinte frase:“(…) toda a alma que reencarna no círculo da Crosta, até mesmo aquela que se encontre em condições aparentemente desesperadoras, tem recursos para melhorar sempre. (…)”

R: Por mais difíceis que sejam as provas e expiações de um Espírito, se ele tiver Paciência, Resignação e Fé, ganhará forças para superar cada etapa da sua vida e assim vai-se melhorando.

31 de março de 2011

História e atividade - Zé Coração














Orientações




Recorte os desenhos coloridos e coloque um palitinho de churrasco atrás de cada um deles. Para ficarem mais fixos, cole os desenhos em uma cartolina. Passe fita adesiva para segurar o palito atrás do desenho, fazendo parecer com uma placa.




Os desenhos tristes e bravos são do menino que não tinha Jesus no coração. Os alegres são do garoto que já o havia aceitado.



História


Este é o Zé Coração.


Vocês sabem por que ele tem esse nome?É porque o seu rosto tem o formato de coração.



Ele é um menino mal humorado, por isso, não tem amigos. (mostrar)



Ele tem olhos tristes (mostrar).


Seus olhos só vêem o defeito dos seus colegas. Ele não acha nada bonito.Para ele, o mundo e a vida são horríveis. Ele não se alegra com nada. Qualquer coisa é motivo de choro.



Seus ouvidos são tristes (mostrar).



Ele só gosta de ouvir piadas picantes, indecentes, zombarias e palavrões.



Da sua boca, só saem palavrões, mentiras... (mostrar).



Ele fala mal de todos, põe defeito nos colegas... ele é malcriado, responde com desrespeito aos professores, às autoridades. Ele não respeita ninguém.


Tic-tac, tic-tac! (mostrar).


Ele não tem tempo para ajudar aos outros. Além disso, ele também só chega atrasado nas aulas.


Seus pés, como todo o seu corpo, também é triste (mostrar).


Eles vão a lugares que não são bons. Eles costumam ser usados para fazer os colegas tropeçarem e para praticarem coisas más.


E suas mãos? Delas também só sai tristeza. Zé as usa para roubar coisas de seus colegas, como lápis, dinheiro, caneta e borracha. Os professores já não sabem o que fazer com ele.


Embora já tenha sido expulso de várias aulas e já tenha freqüentado muitas escolas, Zé Coração não se corrigiu.


Um dia, apareceu em sua escola, um menino chamado Beto.Beto era um menino feliz e ao contrário de Zé Coração, gostava de fazer amizades.Por ser muito simpático, Beto logo conquistou a amizade de Zé. E, num instante, Beto já estava falando lindas coisas de Jesus para o Zé. Ele até mostrou um versículo na Bíblia, que dizia:“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”


Beto mostrou a Zé Coração, que o amor de Deus por ele e por toda a humanidade é tão grande, que Ele enviou nosso irmão mais velho, Jesus Cristo, para trazer ensinamentos de amor e respeito ao próximo para que transformemos nossos defeitos em virtudes. E aquele que segue a Jesus terá uma vida mais feliz e ainda progride espiritualmente, evolui.


Zé Coração sentiu feliz com as idéias novas que Beto trouxe e reconheceu as coisas erradas que fazia, e ele resolveu seguir a Jesus, pedindo-lhe em prece para ajudá-lo a mudar o seu modo de ser.


E Jesus ouviu o pedido de Zé, enviou-lhe força e coragem para mudar, transformando sua vida. Agora, ele é um menino feliz. (mostrar)


Tic-tac, tic-tac. Agora, Zé Coração tem tempo para ajudar aos outros.Além disso, ele passou a chegar cedo na escola.(mostrar).


Os seus olhos, agora, enxergam o mundo lindo que Deus criou. Zé, agora, sabe ver as qualidades dos outros (mostrar).


Ele também gosta de ouvir só coisas boas. Os seus ouvidos estão sempre alegres, agora (mostrar).


Os seus pés passaram a andar só em lugares que agradam a Deus. Eles também são alegres. (mostrar)


As suas mãos, agora, vivem dispostas a ajudar os outros. E ele já não tira mais nada dos outros. Suas mãos são alegres. (mostrar)


Quanto à sua boca, dela, hoje, só saem palavras agradáveis, de estímulo e companheirismo.Hoje, todos notam a sua transformação depois que resolveu seguir Jesus.


Seus colegas e professores tornaram-se seus amigos e Zé, passou a ter, agora, uma vida repleta de alegrias, uma vida cheia de amor.


“Siga também a Jesus e tenha uma vida transformada, como a vida de Zé Coração.”




Prece


Convidar as crianças a fazer uma prece.



"Senhor Jesus, eu sei que faço muitas coisas erradas ainda, te peço forças e coragem para mudar meu coração. Assim seja."


ATIVIDADES CORAÇÃO EM DOBRADURA





MAIS CORAÇÃO






Fontes molde da dobradura: www.casarei.wordpress.com; desenhos em preto e branco: crisghensevavellar.blogspot.com; desenhos coloridos por: www.trabalhinhos.blogspot.com; história: www.cursocrescer.com


Este material foi encontrado no blog:http://trabalhinhos.blogspot.com/2009/04/ze-coracao.html