22 de abril de 2011
21 de abril de 2011
História - O Lobo Mau Reencarnado
O lobo mau, depois de engolir a vovó de Chapéuzinho Vermelho, pusera uma touca na cabeça e deitara na cama, esperando a vinda da menina.

Chapéuzinho não percebeu a trama do velho lobo e foi entrando confiando, achegando-se ao leito onde sua vovó se encontraria deitada.
- O que a senhora tem? - perguntou Chapéuzinho espantada.
- Estou muito doente, minha netinha! - fingiu o arteiro lobo, com água na boca para abocanhá-la. - Chegue mais perto, minha netinha!
Chapéuzinho aproximou-se e logo perguntou:
- Por que a sua orelha está tão comprida, vovó?
- É para te ouvir melhor!
- E por que esses braços tão grandes?
- É para abraçar você!
- E por que essa boca tão grande, vovó?
O lobo lambeu os beiços:

- É para abocanhar você! E, dito isso, engoliu Chapéuzinho.
Satisfeito com a dupla refeição, o lobo resolveu tirar um cochilo ali mesmo, enquanto fazia a digestão.
O caçador da floresta, que alertara Chapéuzinho sobre os perigos do lobo mau, aproximou-se da casa e vendo a porta aberta, entrou.
O caçador, entendendo o que havia acontecido, tirou uma da cintura, cuidadosamente abriu a barriga do lobo, tirando de lá a vovó e Chapeuzinho, sem que o lobo acordasse.
No lugar delas, ajustou umas pedras na barriga do lobo e os três rapidamente se mandaram.

Nela mergulhou e, por estar muito pesado, afundou e morreu. Enquanto ele afundava, lembrou de todas as maldades que praticara.
Chorou, arrependido, porém desencarnou. Seu espírito libertou-se de seu corpo físico que ficou no fundo da lagoa.

Sentiu-se leve, tão leve, que se libertou das águas, chegando à superfície da água, porém o quadro que via era outro. O lobo estava agora na Espiritualidade. Ele ouviu outros lobos maus uivando solitários e, com muito medo e também arrependimento, chorava.
Nisso, um espírito aproximou-se mansamente. O lobo rosnara instintivamente, mas o espírito não demonstrou medo; ao contrário, aproximou-se e acariciou-lhe a cabeça; um gesto de carinho que o lobo jamais conhecera.
- Quem é você? - perguntou o lobo.
- Sou o encarregado dos lobos maus e sei que você tornará a ser bom!
Gargalhando, o lobo respondeu:
- Toda vida eu fui mau e continuarei a ser!
- Se você prefere assim, serei obrigado a abandoná-lo, até que suas lágrimas de arrependimento me chamem novamente.
- Espere! Eu estava brincando. Cansei de ser mau.

- Então, venha comigo! O lobo foi encaminhado ao Instituto de Regeneração, onde passou por vários corredores, até chegar a uma sala, onde um médico o aguardava.
- Sente-se, por favor! - disse o médico ao lobo. Tenho aqui a ficha de suavida, lobinho.

- De mi-nha vi-da? - o pobre lobo gaguejou.
- Sim! Aqui tenho tudo: nascimento, infância, juventude, maldades pretendidas, uma a uma, até o dia de seu afogamento na lagoa.
- Então viu que sou um caso perdido, não é mesmo? - choramingou o lobo.
- Ninguém nasce para o mal, lobinho. Temos um belo destino pela frente. Com algumas reencarnações será possível corrigir-se das artes e maldades costumeiras.
- Se não houve caso perdido, sou o primeiro. - dizia o lobo chorando de tristeza. - Eu reconheço que sou um caso sem solução, continuarei a ser um lobo malvado para sempre, sei que será assim!

Fazia pena ouvi-lo. O pobre lobo estava irredutível; ele não aceitava que um dia viria a ser bom. Diante disso, a equipe médica que cuidava dele, resolveu mostrar para ele o tele-a-vir, um equipamento cheio de fios que mais parecia uma televisão.
- Resolvemos mostrar-lhe o seu futuro, carolobo! - disse um dos médicos.
- O meu futuro? - admirou-se o lobo.
- Sim! Em casos iguais aos seus, em que se acredita que será mau pela eternidade, convém mostrar uma pontinha das suas vidas futuras, para que você trabalhe pela sua própria recuperação.

- Irei ver-me nas próximas vidas?
- Exatamente! Os médicos ligaram alguns fios ao cérebro do Lobo Mau e outros ao seu coração. Viraram um botão e a tela iluminou-se. De imediato, o lobo viu a sua tão conhecida floresta e ele ali estava muito pequenino. O mesmo caçador que repletara a sua barriga de pedra estava passando por ali e, ao ver aquele pequeno filhote de pastor alemão, exclamou:

- Ah, um cão pastor! Vou levá-lo para a cabana, comigo! Era um belo cão pastor, ainda um pouco selvagem e bravo, porém muito amigo do caçador.
Um dia, porém... Um dia, o caçador saiu cedo de casa e o fiel amigo o acompanhava. Subitamente, o caçador assustou-se, uma enorme cascavel espreitava, pronta para dar o bote.
O ex-lobo mau não hesitou e abocanhou a cobra, para salvar seu amigo mas, velha e manhosa, a cascavel contorceu-se, picando-o no pescoço.
Sem forças, o cão não abandonou a presa, dando tempo para que o caçador fugisse. Carregado nos braços do caçador, sentiu, pela primeira vez, as lágrima de gratidão de um amigo.
O Lobo Mau estava muito emocionado, diante do tele-a-vir.
Ele se preparava para fazer uma pergunta, quando as cenas da próxima existência começaram.

Nascera, agora, como um cão sem raça definida. Ainda filhote, fora abandonado na estrada e, faminto, encontrou uma casa, onde uma boa velhinha o recebeu.
Essa velhinha não era outra, senão a vovó de Chapéuzinho que, mesmo com o passar dos anos, continuava firme. O ex-lobo mau já estava mais dócil e calmo e crescera, ali, com a vovó.

Uma noite, já muito grande que ele era, bom para a vovó e bravo para com os estranhos, eis que três homens perturbados tentaram invadir o pequeno sítio, pondo a dona em perigo.
Valentemente, o cão avançou contra os infelizes. Os homens fugiram, mas um deles, armando-se com um pedaço de pau, deu-lhe no focinho com muita força, antes de escapar com os outros para nunca mais voltar.
A vovó, ao vê-lo caído, já sem forças, chorou muito.
O ex-lobo mau via as lágrimas amigas da velhinha. Ele procurou sorrir calmo e, assim, despediu-se dela, agradecido pelo carinho que recebera naquela curta encarnação.
No Instituto de Regeneração, o Lobo Mau chorava diante do tele-a-vir, onde se apagavam as cenas da segunda existência e imediatamente apareciam as imagens da encarnação seguinte.

Reencarnara, dessa vez, como um cãozinho peludo e esperto. Desde pequenino, revelava a boa índole que adquirira nas existências anteriores e, agora, mal podia se imaginar que um dia ele fora um lobo mau da floresta.
O cãozinho era muito amado por todos.
Crianças e velhinhos detinham-se a brincar com ele, que encantava a todos.
Chapéuzinho Vermelho, sua dona, fazia questão de que todo mundo viesse a conhecê-lo. Mal chegava uma visita e ele logo se aninhava no colo dos adultos e saltitava brincando com as crianças.

Mas, acima de tudo, vivia para Dedé. Dedé era uma menina que crescera de corpo, mas não de inteligência e, por isso, nem todas as outras crianças lhe faziam companhia.
O pequeno cãozinho, porém, não se afastava dela e demorava-se a ouvi-la e ficava a dizer-lhe, entre ganidos e aus-aus, as muitas histórias que Chapéuzinho Vermelho lhe contava, qual se Dedé fosse a alma mais querida de seu coração.

Chapéuzinho, que amava muito Dédé, mostrava-se comovida pela gentileza espontânea de seu cãozinho.
Os médicos desligaram o tele-a-vir.
O Lobo Mau estava deslumbrado.
- Chegarei a ser assim mesmo? - perguntou.
- Dependerá de sua aplicação e comportamento. O que você viu é parte do que preparamos para a sua regeneração. Partindo do seu arrependimento, esse é o programa ditado pelo seu coração e pelo seu próprio cérebro. -O lobo pensou e logo disse:
- Aceito renascer, já que poderei demonstrar o meu arrependimento a cada um dos que mais prejudiquei.
Foi uma grande alegria! O ex-lobo mau, saudado por todos, foi admitido nos departamentos em que aprenderia a transformar seus impulsos de agressão em gestos de amizade, já que várias existências aguardavam sua atuação, a fim de que pudesse, um dia, encontrar a verdadeira paz e ser feliz para sempre.
Bibliografia: Adaptação do livro infantil: O Lobo Mau Reencarnado - Roque Jacintho
http://espiritualidadee.blogspot.com/2010/05/o-lobo-mau-reencarnadoroque-jacintho.html
20 de abril de 2011
Planejamento de Aula - Imortalidade da alma
IDÉIAS BÁSICAS
- Ao espírito princípio inteligente criado por Deus para povoar o Universo concede o Criador a bênção da Imortalidade.
- Embora a imortalidade da alma tenha sido ensinada por todas as doutrinas espiritualistas, coube ao Espiritismo, não só confirmar esta evidência como, através de fatos, comprovarem a sua realidade.
- A Doutrina Espírita, no entanto, não se limita a comprovar a imortalidade da alma e sua individualidade após o túmulo, mas elucida igualmente, os fatores que cercam sua caminhada infinita.
- Desses fatores destacam‑se a evolução, a reencarnação, o livre‑arbítrio e causa e efeito, como leis inerentes à permanente ascensão da alma rumo a Deus, nosso Pai e Criador.
- O Espiritismo vem comprovar assim, que o túmulo não significa o término de nossa vida, a qual se desdobra exuberante no Plano Espiritual.
- Ensina-nos a Doutrina Espírita que, para desfrutar de relativo equilíbrio no plano extra‑físico e em nossas existências futuras, na carne, é indispensável alicerçar as nossas atitudes de hoje no equilíbrio, na responsabilidade cristã e acima de tudo, na edificação do AMOR, único roteiro capaz de nos conduzir a perfeição espiritual a que nos destinamos.
REFERÊNCIAS PRÁTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA AULA
· Nascer e pôr do sol
· A semente e o fruto
· A madeira transformada em móveis e utensílios
· A poda
· O perfume que permanece no frasco depois de retirado
· A voz gravada em fita ou disco
· O filme cinematográfico
· A argila transformada em telhas
· O ouro e as jóias.
CONCLUSÃO EVANGÉLICO‑DOUTRINÁRIA
A imortalidade da alma é uma das mais importantes revelações para a Humanidade, pois, através dela, nos asseguramos da realidade do futuro e da certeza de atingir a perfeição a que todos nos destinamos.
A imortalidade da alma nos oferece um estímulo permanente à nossa transformação para o Bem.
Certos da imortalidade da alma e de sua individualidade, nos sentimos felizes e confiantes num futuro muito melhor.
Prevalecendo o nosso aprendizado e as nossas conquistas espirituais após o túmulo, só nos resta batalhar pela implantação do Bem e do Amor em nós mesmos, para nosso equilíbrio e felicidade no porvir.
DINÂMICAS E BRINCADEIRAS PARA IMORTALIDADE DA ALMA
- A FRASE
“O espírito é o que vivifica a carne para nada aproveita” – Jesus (João 6:63)
A frase acima estará escrita em um papel decorado, com figura de Jesus. Mostramos às crianças e lemos para elas. Para crianças alfabetizadas, podemos pedir para alguma ler. Repetimos algumas vezes a frase e pedimos para que as crianças repitam também.
Após percebemos que “decoraram” a frase, destruímos o papel, rasgando completamente.
Aí perguntamos às crianças: o que estava escrito. Elas, certamente, saberão.
Então dizemos: A frase sobreviveu ao papel. Por mais bonito fosse o papel, o que havia de mais importante ali era a frase. E essa, sabemos mesmo sem o papel.
Assim, o espírito sobrevive à matéria.
- A ÁGUA E OS RECIPIENTES
“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” – Jesus (João 3:8)
Material: Copos descartáveis, vasilha plástica, pano limpo ou esponja limpa.
Trazemos um copo descartável de água e uma vasilha limpa. Mostramos às crianças e perguntamos o que tem dentro do copo. Então, destruímos o copo, de forma que a água caia na vasilha. Nada chocante ou estrondoso. Apenas rasgamos o copo descartável. Então perguntamos o que aconteceu com a água. E as crianças certamente dirão que a água agora está na vasilha. Então pegamos um pano limpo ou uma esponja e encharcamos com a água da vasilha. Podemos torcê-lo para que a água seja despejada em outro copo. Então perguntamos o que aconteceu.
Explicamos que a água nunca deixou de ser a mesma, mesmo mudando de lugar. Só mudou de forma, conforme onde estava.
Assim é o espírito. É imortal e está em cada corpo para se melhorar. Mas não acaba com o corpo. Sobrevive à ele para então, adquirir outro corpo.
- REENCARNAÇÃO
A brincadeira é como a antiga “Coelhinho sai da Toca”.
Cada duas crianças formam uma toca, que aqui chamamos família. Outras crianças são os reencarnantes, que terão que mudar de família quando batermos palma. Faremos de jeito que o número de famílias (grupo com 2 crianças) seja menor que o número de crianças que são os reencarnantes.
Quando batemos palma, cada reencarnante entra em uma família. Sobrarão crianças que não entraram em uma família (estão no plano espiritual).
Ninguém sai do jogo, nem os que não entraram na família.
Explicamos, depois que assim se passa com o espírito. Ele encarna em uma família para seu progresso. Desencarna e volta ao plano espiritual, para planejar uma nova reencarnação, porque o espírito é imortal.
- TROCANDO DE ROUPA
Fazemos coletes para as crianças em número menor que o número de crianças. Delimitamos o lugar de cada colete. Quando batemos palma, cada criança pega um colete e veste. Como o número de crianças é maior que o número de coletes, algumas ficarão sem vestir (estão no plano espiritual, aguardando uma nova chance). Ninguém sai da brincadeira.
- A VIAGEM
Material: mala feita de cartolina ou papel duro, de maneira que atraia a atenção da criança.
Várias figuras: de roupas, dinheiro, livros, pessoas fazendo carinho, etc. Sempre coisas ou atitudes de cunho material e de cunho espiritual.
Então, dizemos à criança que nós faremos uma viagem. Iremos para o plano espirutual. O que devemos levar?
Cada escolha da criança faremos ela refletir se aquilo pode ser usado no plano espiritual, ensinando mas respeitando a opinião da criança.
Cada criança pode ter sua malinha ou o evangelizador pode fazer uma grande mala pra toda turma.
Essa atividade é usada para “checar” o que a criança entende por vida espirutual.
- CONSTRUINDO NOSSO “LAR” NO PLANO ESPIRITUAL
Explicar para a criança que, se somos espíritos imortais, nossa morada verdadeira é o plano espiritual, mas são as nossas atitudes aqui que indicam como será a nossa vida lá. Se optarmos por atitudes positivas, construiremos uma boa morada, uma vida feliz, no plano espiritual.
Para ilustrar faremos a brincadeira, onde as crianças vão, através de boas atitudes, construir a casa no plano espiritual.
Levar um cartaz escrito “Construindo nosso Lar no Plano Espiritual” com uma casa desenhada, para que as crianças achem as peças que faltam e a terminem. As peças que faltam serão conseguidas através de uma brincadeira.
1) Para ganhar o alicerce, onde estará escrito: “Evangelho de Jesus”, as crianças terão que achar, dentro de uma caixa com vários objetos, as figuras dos livros de Allan Kardec.
2) Para ganhar a Disciplina, as crianças terão que colocar na ordem correta os livros de Allan Kardec.
3) Para ganhar a Caridade, as crianças terão que montar o quebra-cabeças com uma cena de gentileza.
4) Para ganhar o Perdão, as crianças terão que resolver o labirinto gigante para reconciliar os dois irmãos que estão brigados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA A PREPARAÇÃO DO EVANGELIZADOR
1. Bases Evangélicas ‑ Mateus: 10:28 ‑ 16:21 ‑ 16:25 a 28 ‑ 17:3 e 4 ‑ 17:9 a 13 ‑ 26:64 - 27:63 ‑ 28:1 a 10. Marcos: 8:35 a 37 ‑ 12:18 a 27. Lucas: 6:23 e 24 ‑ 9:22 ‑ 9:28 a 31 - 16:19 a 31 ‑ 18:26 a 30 ‑ 23:46 ‑ 24:1 a 6 ‑ 24:36 a 46. João: 5:21 ‑ 6:63 ‑ 8:51 ‑ 20:1 a 14. I Coríntios: 15:19. Gálatas: 6:8. II Timóteo: 1:10. I Pedro: 3:18. II Pedro: 1:14 e 15. Velho Testamento: Salmos: 66:9.
2. Bases Doutrinárias ‑ O Livro dos Espíritos: 83, 87, 128, 129, 130, 149 a 165, 189 a 199, 223 a 275, 274 a 319, 958 a 962 ‑ Livro dos Médiuns: Cap.1, 2ª parte: Cap.1, item 56 ‑ Evangelho Segundo o Espiritismo: Cap.2 (todo), Cap.3, item 2, Cap.4 (todo), Cap.17, item 11 ‑ O Céu e o Inferno: Cap.1, item 10 ‑ Cap.2, itens 1 a 10 ‑ A Gênese, Cap.1, itens 37 e 38 ‑ Obras Póstumas: 1ª parte, itens 4 a 9, “O Caminho da Vida”, “A Vida Futura” ‑ O que é o Espiritismo: Cap. III.
3. Obras Subsidiárias ‑ Almas em Desfile: 2ª parte: Caps.4 e 23 ‑ Amor Sem Adeus: Caps.1, 3, 6, 7 ‑ Antologia da Espiritualidade ‑ Astronauta do Além: Cap.3 - Através do Tempo: Cap.1, 4, 17 ‑ A Terra e o Semeador: item 36 ‑ A vida Escreve: 2ª parte: Cap.22 ‑ Baú de Casos: Caps. 6, 8, 19 ‑ Bezerra, Chico e Você: Cap.13 - Caminhos de Volta: “Eles Estão Vivos” ‑ Conversa Firrne: Caps.2, 3, 20 ‑ Contos e Apólogos: Cap.27 ‑ Diálogo dos Vivos: prefácio ‑ Entre Duas Vidas: Caps.6, 36 - Entrevistas: Caps.4, 9, 23, 29, 70, 91 ‑ Enxugando Lágrimas: Cap.1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 16 ‑ Escrínio de Luz: “A Frente da Morte” - F.C.X. Pede Licença: Caps.11, 22ª - Idéias e Ilustrações: Cap. 39 ‑ Jovens no Além: (todo) ‑ Mãos Unidas: Caps.6 ‑ Maria Dolores: Cap.33 ‑ Nosso Livro: “Realidade” ‑ No Portal da Luz: Cap.18 ‑ O Espírito Comélio Pires: Caps.1, 6, 46, 56, 94 ‑ Pensamento e Vida: Caps.14, 15, 28 ‑ Pérola do Além: Ver palavras: Alma e Imortalidade ‑ Pontos e Contos: Cap.15 ‑ Recados do Além: Cap.28 ‑ Relicário de Luz: “Depois da Separação”, “Ternura e Esperança”, “Página de Saudade e Ternura” e “Doce Bilhete” ‑ Retratos da Vida”: item 1 - Rosas com Amor: “Trovas de Irmão” ‑ Roteiro: Caps.2, 3, 4 ‑ Taça de Luz: Caps.2, 16, 21, 38 ‑ Voltei: 2, 3.
*Desconheço a autoria
Planejamento de Aula - Reencarnação
QUANTAS VEZES VOCÊS ACHAM QUE JÁ REENCARNARAM?
POR QUE NÃO NOS LEMBRAMOS DO NOSSO PASSADO?
Para facilitar o aprendizado, e para reparar as faltas cometidas, pois já erramos várias vezes e teríamos vergonha de nossos erros. Também para facilitar a reaproximação com pessoas que não gostamos ou que precisamos aprender a amar.
Por que reencarnar?
Para chegar à perfeição.
Para corrigir os erros, aprender a ser bom, amoroso, amigo.
Para aprender, evoluir.
QUAL LEI REGE AS REENCARNAÇÕES?
LEI DE CAUSA E EFEITO
Nossa condição no mundo espiritual, quando desencarnarmos, vai variar de acordo com o que fizermos aqui, se fomos bons ou maus.
· Se tomar sol demais, fica com insolação.
· Se comer demais, passa mal.
· Se for invejoso ou fofoqueiro, perde os amigos.
· Se mentir, vão descobrir e não confiam mais.
· Se brigou com alguém e não perdoou, talvez tenha que reencarnar para apreender a conviver com aquela pessoa.
O que acontece quando reencarnamos?
Esquecemos das existências anteriores e continuamos a progredir.
Como podemos aproveitar a reencarnação para progredir?
Escolhendo o caminho do bem, ajudando os outros, procurando o autoconhecimento para desenvolver virtudes.
Vamos discutir
A reencarnação causa a perda da personalidade?
SOFRIMENTO
É injusto sofrer por um passado que não lembramos?
INDIFERENÇA
A reencarnação estimula a indiferença para com o próximo, porque quem está sofrendo hoje está pagando seus erros no passado?
PREGUIÇA
A reencarnação estimula a preguiça: adia-se tudo para a próxima vida.
INJUSTIÇA
É justo os pais sofrerem pelo carma dos filhos ou vice-versa?
CIÊNCIA
A Reencarnação é incompatível com a ciência?
VERDUGO E VÍTIMA
*Desconheço a autoria








































