8 de maio de 2011

Aula - Mundo Espiritual

Aula

Mundo Espiritual

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO ( Allan Kardec)
Capítulo II – Meu Reino Não é deste Mundo.


" Tornou pois Pilatos a entrar no Pretório (Na Roma antiga, tribunal), chamou a Jesus e disse-lhe: 'Tu és o rei dos Judeus?'.
Respondeu-lhe Jesus: ' O meu Reino não é deste mundo: se meu reino fosse desse mundo, certo que os meus ministros haveriam de pelejar ( combater, lutar ) para que eu não fosse entregue ao judeus; por agora, o meu R
eino não é daqui'.

Disse-lhe então Pilatos; 'Logo tu és rei?'. Respondeu Jesus: 'Tu o dizes que eu sou rei. Eu não nasci nem vim a este mundo, senão para dar testemunho da verdade; todo aquele que é da verdade ouve a minha voz'" (João, cap. XVIII, vers. 33 a 37)

O que será que Jesus queria dizer com: Meu reino não é deste mundo?!

Jesus sempre se referiu à vida do Espírito Im
ortal. Ele quis nos ensinar que a verdadeira preocupação do homem sobre a terra é a vida futura. A vida futura é a certeza de que existe outro mundo, o mundo dos Espíritos, onde a Justiça Divina se realiza. A vida terrena é uma escola de aprimoramento moral.


Perguntar como as crianças imaginam o Mundo Espiritual. Deixar que falem, dando direcionamento à conversa, e corrigindo, com amor, os equívocos que possam surgir.
Indagar como sabemos que o Mundo dos Espíritos é como é? Deixar que os evangelizandos respondam. Depois, complementar explicando que os Espíritos contam e os médiuns relatam nos livros que psicografam. Alguns médiuns foram, em sonho, até o Mundo Espiritual para ver como era e depois contaram aos outros. Alguns médiuns, que sabem desenhar, costumam desenhar o que viram nesses sonhos, a fim
de que outras pessoas possam conhecer o Mundo dos Espíritos.

Lembrar, que conforme já estudaram, de acordo com nossas atitudes e pensamentos no Mundo Terreno será o lugar que iremos depois do desencarne: pode ser um hospital, um lugar de sofrimento, uma Colônia Espiritual. Falar que o Mundo Espiritual é semelhante ao nosso mundo físico, tem hospitais, casas, escolas, ministérios. E também há lugares de sofrimento, que são transitórios, chamados de Umbral.

Os desenhos a seguir foram feitos pela evangelizadora Cristina Chaves, da Sociedade Espírita Casa do Caminho, Bairro Jardim das Palm
eiras em Porto Alegre/RS,

responsável pelo site http://www.freewebs.com/sementinhasdocaminho

publicado no site SEARA DO MESTRE




Um espírito no Umbral (lugar de sofrimento, mas transitório) - Os Espíritos que desencarnam se ligam a lugares de sofrimento, solidão e escuridão pela sintonia dos seus pensamentos e atitudes (atitudes egoístas, de maldade, de fofoca, de vaidade, de materialismo, de preguiça). Podemos orar pelas pessoas que já desencarnaram, pois elas serão beneficiadas pelos bons fluidos que lhe enviarmos através das preces.



Visão Geral do Nosso Lar - É uma Colônia Espiritual, que possui casas, escolas, hospitais, plantas, árvores, animais, lagos, Ministérios (lugares que organizam as atividades na Colônia e que preparam a reencarnação dos espíritos que voltarão a Terra).

Casa - As casas nas Colônias do Mundo Espiritual são semelhantes às nossas casas, com camas, sofás, mesas, cadeiras; mas são locais simples, sem luxo, mas com muito aconchego, um lugar legal de se morar.



Praça - Parte de uma Colônia do Mundo Espiritual, é um local com flores, árvores, bancos para sentar, pássaros a alegrar o ambiente. É também um local onde os Espíritos amigos se encontram para conversar.


Pessoas sentadas à mesa, para uma refeição - A alimentação no Mundo Espiritual é mais leve, baseada em frutas, sucos, sopas, água. Quanto mais evoluído for o Espírito, menos ele precisa de alimentação.


Bosque das Águas - Um belo lugar, que faz parte da Colônia do Mundo Espiritual chamada de Nosso Lar. Possui um lago, muitas árvores e flores e é um lugar de refazimento, de descanso.



Pessoa que está ligada pelo fio de prata ao Mundo Terrno. Alguém encarnado visitando em sonho, um filho que desencarnou e se encontra no Mundo Espiritual.





Aeróbus - Meio de transporte utilizado no Mundo Espiritual, com capacidade para grande número de passageiros. Suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos, de grande comprimento, parecendo ligado a fios invisíveis, com grandes números de antenas na tolda. Alcança grande velocidade.

ATIVIDADE

Fonte: http://uniaoinfantil.blogspot.com/2011/03/mundo-espiritual-1-prece-inicial-o.html


Aula - Resignação

AULA

RESIGNAÇÃO

OBJETIVO: Distinguir a atitude positiva de resignação diante do que não pode ser mudado, da atitude de acomodação do conformismo

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
- Apresentar a seguinte situação:
Joaquim e João são dois irmãos. A mamãe prometeu que, no domingo, toda a família ia fazer um passeio muito agradável. Eles poderiam tomar banho de mar, ir ao parque de diversões, andar no carrossel e fazer muitas brincadeiras. Os meninos esperavam felizes o dia de domingo. Na madrugada de domingo caiu um temporal muito forte. Pela manhã a chuva continuava e... não puderam fazer o tão sonhado passeio.

Apresentar o anexo 1 e dizer:
Joaquim reclamou, chorou, gritou de tristeza e raiva.
João também ficou triste, mas não reclamou, nem chorou, nem berrou. Ficou pensando como poderia divertir-se naquele dia de chuva, mesmo dentro de casa.


ATIVIDADE REFLEXIVA-
Pedir que as crianças, observando o anexo 1, respondam:
– Quem foi o mais inteligente? Por quê?
Explicar que João aceitou o que não podia mudar. O nome dessa qualidade que João tem é resignação. Resignação quer dizer aceitar com calma o que não pode ser mudado (no caso, a chuva). Mas o menino não deixou de pensar como poderia melhorar a situação. Assim devemos sempre fazer.

Narrar: O LIVRO DE PEDRINHO

Observação: Antes da reunião, o educador deve costurar pela margem esquerda as gravuras, já coloridas, fazendo um livro. Arrematar com fita crepe ou durex colorido.
- Explorar bem as gravuras, avaliando a compreensão do que é apresentado.
- Levar as crianças a refletir:

a- sobre situações que viveram e não gostaram.
b- se poderiam ou não ter mudado a situação.
c- como reagir: com calma ou com raiva.
- A partir das situações apresentadas pelas crianças, auxiliá-las a perceber qual a forma mais inteligente de agir, mantendo-se calmos diante do que não pode ser mudado.

ATIVIDADE CRIATIVA
1- Apresentar situações do cotidiano das crianças para que elas digam ou dramatizem o que fariam.
Exemplos:
a- Você ganhou este sorvete de casquinha (dar à criança um canudinho de papel na forma da casquinha). Se o sorvete cair no chão, você não poderá mais tomá-lo. O que você pode fazer para evitar que isso aconteça?
b- Você ganhou dois reais (dar duas notas de um real) mas gostaria de comprar um brinquedo que custa cinco reais. O dinheiro que você tem não dá para comprar o brinquedo que você quer. O que poderia fazer?
Observações: Estimular as crianças a indicarem mais de uma solução, para que sintam que há sempre caminhos para melhorar as situações.

O LIVRO DE PEDRINHO

Pedrinho já sabe ler.
Ele fez sete anos e ganhou um livro muito interessante da sua tia.
Todos os dias Pedrinho lê o livro para sua irmãzinha.
Vocês também vão conhecer o livro de Pedrinho.

Fig.1- Existem coisas de que eu gosto:
• Tomar sorvete.
• Brincar com meus amigos.
• Ler um bonito livro de história.
• Dar milho às galinhas.


Fig.2- Existem coisas de que eu não gosto:
• Ir para a escola num dia de chuva.
• Comer um prato cheio de berinjela.
• Ver a mamãe nervosa.
• Não comprar um brinquedo porque mamãe não tem dinheiro.


Fig.3- Das coisas de que eu não gosto, algumas eu não posso mudar:
• Mesmo com chuva, eu tenho de ir para a escola.
• Não comprar um brinquedo porque mamãe não tem dinheiro.


Fig.4- Das coisas de que eu não gosto, algumas eu posso mudar um pouco:
• Comer só um pouquinho de berinjela porque faz bem à saúde.
• Não desobedecer a mamãe e ela não ficará nervosa comigo.
Anexo 1- Quando eu não posso mudar uma situação, posso escolher:
• Gritar, como um menino bobo.
• Pensar numa boa solução, sem chorar, nem reclamar, como faz um menino inteligente e que sabe ser...

FONTE: EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL - LAR FABIANO DE CRISTO






2 de maio de 2011

Aula - O Orgulho e a Humildade


O Orgulho e a Humildade
Evangelhos Segundo o Espiritismo – Cap. 7 – Bem-aventurados os Pobres de Espírito
Objetivo:
- Compreender que os pobres de espírito são os simples e humildes, os que não têm orgulho;
- Entender que o orgulho destrói todas as qualidades do espírito, enquanto a humildade, aos olhos de Deus, eleva;
- Perceberem que se não nos fizermos simples e humildes, o orgulho nos impedirá a entrada no reino dos céus, ou: não seremos moralmente perfeitos.
- Compreender que os humildes são os bons que sabem amar a Deus e ao próximo, tanto quanto amam a si mesmo;
- Reconhecer que a humildade é fundamento de todas as virtudes, que caracteriza as pessoas modestas, espontâneas e probas;
- Reconhecer que em Jesus encontramos o maior exemplo de humildade;
- Relacionar atitudes de humildade e orgulho.
Bibliografia: Evangelho Seg. o Espiritismo – cap. 7; Evangelização – Conteúdo Programático; 52 Lições de Catecismo Espírita, de Eliseu Rigonatti; Justiça divina, caps. 6,20,46 e 71; Elucidações Evangélicas – Antonio Luiz Sayão; Luz Imperecível – UEM, cap. 56; Pensamento e vida – Emmanuel, cap. 24; Parábolas e ensinos de Jeus – Cairbar Schutel; A Vida Fala II – Francisco C. Xavier, pelo Espírito Neio Lúcio.
Músicas ( Cativar, etc.)
Prece Inicial
Primeiro Momento: Contar para os evangelizando a historinha "O burro de carga” de Francisco C. Xavier, pelo Espírito Neio Lúcio. (esta história está postada neste Blog em marcadores: História)
Verificando o entendimento da história –
Perguntar o que acharam da atitude do cavalo árabe, do inglês, do húngaro, do jumento espanhol, do burro de carga e do rei.
1. Que sentimento levava os outros animais a tratarem mal o burrinho de carga? E este, por que não reagia?
* Ajudá-los a perceber que eles se sentiam muito superiores a ele. Esse sentimento tem o nome de orgulho. Já o burro que era humilhado era humilde, tinha consciência das suas fraquezas e não desprezava ninguém.
Ele não era simplesmente um fraco, como pensavam. Não reagia porque sabia serem falsas ou exageradas as acusações e passageira a glória dos outros.
2. Trazendo para nossa vida essa história, quem o rei e o burrinho representam em nossa realidade?
* Ouvir e comentar respostas. Auxiliá-los a ver que o rei pode ser entendido como Deus e o burrinho como aquela pessoa humilde e trabalhadora, disposta à tarefa do bem a qualquer tempo.
3. Perguntar- lhes: na opinião de vocês, por que os outros animais contavam tanta vantagem a respeito de si mesmos?
* Após as respostas das crianças comentar que provavelmente eles mesmos não estavam muito certos de terem as virtudes que alardeavam. Quando ficamos contando vantagem sobre alguma virtude, freqüentemente queremos convencer a nós mesmos de que a temos. Quem as tem de verdade não precisa dizer: os outros simplesmente vêem.
Assim, quem é inteligente de fato não precisa dizer que é, porque qualquer um pode perceber isso; quem é honesto, responsável ou bondoso não necessita gritar isso, ou tentar convencer os outros de que é, e muito menos desmerecer (não merecer) os méritos alheios para elevar o seu. Se as virtudes forem verdadeiras, elas se imporão por si.
Observar que, muitas vezes, aquele que faz propaganda de uma virtude tem pouco mais do que imagina, e pouco pra se orgulhar.
Segundo Momento:
Jesus disse: ”Bem-Aventurados os Pobres de Espírito”
Para chegarmos à perfeição, precisamos eliminar os defeitos que possuímos: ORGULHO é um dos piores defeitos que temos.
E para vencer esse inimigo no coração precisamos substituí-lo pela maior das virtudes: HUMILDADE.
O que é orgulho? E o que é humildade?
O orgulho é o conceito elevado ou exagerado de si próprio; é um exagero de auto-valorização. O orgulhoso se sente superior ou melhor que os outros, acredita que as qualidades que possui o faz ser o melhor.
O orgulhoso mente para si mesmo, porque se acredita muito melhor do que verdadeiramente é. Ele pode ofender muitas pessoas no caminho, porque seu orgulho não lhe permite ver que elas não são seres inferiores, que merecem ser tratados como tal. Aquele que alimenta o orgulho tem dificuldades na convivência com os outros, além de preparar para si mesmo momentos de sofrimentos. Ele não sabe falar carinosamente a seus irmãos, esquece-se de Deus e despreza as palavras do Mestre.
A Humildade é um virtude que leva a pessoa a reconhecer seus defeitos e compreender suas limitações. O humilde sabe que é imperfeito e cheio de falhas e que precisa melhorar-se, e por isso aceita com mais facilidade a vontade de Deus, o que faz com que seja mais tranqüilo para cumprir sua missão aqui na T erra.
Existe vantagem em ser humilde? Qual?
* A pessoa humilde evolui mais depressa, porque reconhece seus defeitos e isso é o primeiro passo para eliminar sentimentos como o orgulho. A humildade leva a pessoa a cultivar outras virtudes, como o respeito, a paciência, a tolerância e a compreensão dos erros dos outros, esta porque sabemos sermos nós mesmos cheios de falhas.
Quem é humilde sabe servir ao próximo; é uma pessoa bondosa, semeadora de felicidade; ensina os que não sabe; consola os aflitos, espalha a fé e a esperança por todos os lados; é prestativa, ajuda a todos sem olhar a quem ajuda.
A humildade é a mais importante das virtudes, e uma das maiores conquistas do Espírito, quem conquista esta virtude, aceita, sem se sentir ofendido ou rebaixado, tarefas simples, aceita a obrigação de trabalhar em benfícios dos outros.
Orgulho destrói todas as qualidades do espírito, enquanto a humildade, aos olhos de Deus, eleva.
Quando estou sendo orgulhoso e quando estou sendo humilde?

Estou sendo orgulhoso quando:


- Julgo saber muito e não aceita ser corrigido;

- Não aceito que errei e procuro uma desculpa dizendo assim: “Não foi minha culpa”;
- Se acha sempre certo e perfeito, julga não pre
cisar mudar, pois tudo que faz é muito bom;
- Resiste áqueles que são mais velhos e experientes (professores, pais, avós, etc.), se sentem humilhados e põe-lhes defeito;
- Faz apenas sua tarefa e diz ainda: “Faço ape
nas o meu trabalho, a minha parte”;
- Não aceita críticas, pois acha humilhante ser corrigido;
- Não aceita as idéias dos outros, julga as suas sempre melhores;
- É vaidoso, insatisfeito, se julga sábio e poderoso, não reconhece Deus como fonte de sabedoria.


Estou sendo humilde quando:
- Reconhece que precisa aprender ainda muito e está sempre disposto a aprender;
- Reconhece quando erra e diz assim: Eu me equivoquei” e procura fazer de novo, e melhor;
- Humilde sempre reconhece que precisa fazer melhor e aperfeiçoar-se, deseja sempre fazer o melhor;
- Respeita aqueles que são mais velhos e experientes (professores, pais, avós, etc.), e trata de aprender algo com eles;
- Estão sempre dispostos, fazem sua tarefa e algo a mais além da sua obrigação;
- Houve as críticas e está sempre disposto a ouvir as opiniões e aprender com elas;
- É agradecido a Deus e sabe que há muitas coisas que ainda desconhece e que há muito o que aprender.
Quando temos o direito de reclamar e não reclamamos, quando abstemo-nos de fazer o mal ou vingar-nos e alguém, de reagir com violência, estamo estendendo o Bem, adotando a compreensão e o entendimento para com o próximo, estamos sabendo ser HUMILDES.
O Orgulhoso fica estagnado ou parado, não evolui,mas também não involui, pois fica iludido na falsa posição de superioridade. Já o humilde cresce sempre, porque está sempre disposto a se corrigir e a aprender.
Terceiro Momento: Pedir que citem o nome de alguma pessoa muito humilde que conheçam ou de quem já tenham ouvido falar.
* Conduzi- os à percepção de que Jesus, além de ensinar a humildade através das palavras, exemplificou-a o tempo todo. Ele, o maior homem que já passou pela T erra, não humilhou ninguém com seu poder, com sua superioridade.
Poderia, certamente, ter escolhido nascer rico, em meio a ouro e roupas bonitas. Teria todas as possibilidades de assumir o poder, de mandar nas pessoas da época, se assim quisesse. Se fosse orgulhoso, não quereria andar no meio de pobres, prostitutas, cegos e estropiados.
Não trataria a todos como seus iguais. Não chamaria a todos de irmãos, nem se curvaria diante do que percebia será vontade do Pai.
O Mestre nos disse que "Bem- aventurados são os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus". Quis dizer com isso que a felicidade é para os humildes, aqueles que não procuram rebaixar os outros, que sabem se colocar na sua posição exata diante de Deus, de si e dos homens.
Jesus, ao pregar a humildade, sabia que ela é a mãe de outras virtudes muito importantes para o nosso crescimento.
Ele disse também que "Os exaltados serão humilhados e os humilhados serão exaltados". Isso significa que aqueles que buscam se elevar acima dos homens acaba se tornam os mais inferiores diante de Deus, enquanto aqueles que fazem a vontade deste e aceitam servir ao semelhante elevam-se diante do criador.
*Exaltados: aquele que se ergue excessivamente, que se eleva acima dos outros.
Humilhado: aquele que sofre humilhação.
Contar- lhes a cena da Santa Ceia, em que Jesus lava os pés e as mãos dos doze apóstolos, que estavam com ele. Na época, essa tarefa era feita por criados e, antes da chegada do nazareno, os seus companheiros discutiam à cerca de quem faria tão subalterna atividade. Após lavar- lhes os pés e as mãos, Jesus falou- lhes: "Aquele que quiser ser o maior dentre vós, seja o menor", deixando claro que a verdadeira virtude está na humildade.
Quarto Momento: Convidar os evangelizandos a “fazer um passeio” (um ambiente da sala que foi prepara anteriormente, de um lado, uma natureza triste com árvores secas e céu nublado, e de outra, alegre e colorida com muitas flores, pássaros, borboletas e etc., dois caminhos que levam aos ambientes criados, tudo feito em EVA e papel color-set).
Dizer-lhe que aqueles ambientes representam o estado da alma de quem possui a virtude humildade (natureza alegre), e o orgulho (natureza triste), e que o caminho do orgulho leva a solidão, aos poucos amigos, a inveja, vaidade, antipatia, tristeza, ambição desmedida, ignorância, a presunção, a ilusão, o mau humor. E a consequencia é o sofrimento para aqueles que não procuram adquirir as riquezas espirituais.
Já o caminho da humildade nos leva a ter muitas amizades, alegria, fé e coragem, confiança, bondade dos nossos semelhantes para conosco, modéstia, sabedoria e a compreensão, e este é o caminho que leva a felicidade, o cultivo das riquezas espirituais que são as virtudes da alma. É um caminho estreito, as vezes dificil de se percorrer.
Nós escolhemos o caminho que iremos seguir:

Quinto Momento: Atividade escrita - Quebra-cabeça
Prece Final

ATIVIDADE - Quebra-cabeça Orgulho e a Humildade
Colorir, recortar e montar

Sugestão para MOCIDADE, enviada por Thiago da Mocidade Espírita Paulo e Estevão (Fortaleza/CE)
Encontro para jovens sobre "Bem Aventurados os Pobres de Espírito”, segue a atividade:

A idéia é confrontar orgulho vs. humildade.
Abaixo temos uma atitude orgulhosa seguida de sua atitude humilde equivalente.
São 12 atitudes orgulhosas seguidas de 12 atitudes humildes.
Vamos colocar as 24 frases misturadas numa caixa, e os jovens vão tirando ao azar até esgotá-las (é provável que fique jovem com mais de um papelzinho, não tem problema).
Em seguida, pedimos que alguém leia uma atitude orgulhosa. E discutimos em grupo qual seria o oposto àquela atitude.
O jovem, então, que está com a atitude humilde equivalente àquela atitude orgulhosa lê seu papelzinho e comparamos o que conversamos com o que está escrito.
E assim vamos até esgotar os papeizinhos.

Exemplo de frases:
Acha que sabe muito e não aceita ser criticado ou corrigido, pois se sente humilhado

Reconhece que ainda precisa aprender muito e está sempre aberto a novos conhecimentos

Não admite que errou e procura uma desculpa dizendo assim: "Não foi minha culpa"

Reconhece quando erra e diz assim: "Desculpe, eu me equivoquei" e procura fazer de novo, e melhor

Se acha sempre certo e acredita que não precisa mudar, pois tudo que faz é muito bom

Reconhece que pode fazer melhor e se aperfeiçoa para sempre superar a si mesmo

Resiste àqueles que são mais velhos e experientes (professores, pais, avós, etc.) e põe defeitos neles

Respeita aqueles que são mais velhos e experientes e trata de aprender algo com eles

Faz apenas sua tarefa e ainda diz: “Eu só faço meu trabalho; que outra pessoa faça a outra parte”

Estão sempre dispostos a fazer sua tarefa e algo a mais além da sua obrigação

Não aceita as ideias dos outros, pois julga as suas sempre melhores

Está sempre disposto a ouvir as ideias dos outros, pois acredita que todos são capazes de colaborar

Se julga sábio e poderoso e não reconhece Deus como força superior a todos os homens

É agradecido a Deus pela perfeição de suas leis e de sua criação

Está sempre insatisfeito, pois se sente injustiçado e merecedor de melhor sorte

Acredita plenamente na justiça divina e sabe que tem exatamente aquilo que merece

Acha que perdão é para os fracos; quem é forte mesmo arruma um jeito de se vingar (ele chama isso de "fazer justiça")

Sabe que engolir o orgulho e perdoar é a verdadeira virtude; a vingança só o iguala ao ofensor

Se arrepende do bem que faz quando não é reconhecido

Sabe que a verdadeira recompensa não está aqui, por isso faz o bem sem interesse de obter reconhecimento

Dá muita importância a cargos, posições sociais, nobreza familiar

Acredita que a verdadeira grandeza é moral e independe de qualquer título terreno

Não aceita demonstrar falhas em público nem pedir ajuda e prefere receber do que dar um pouco de si em benefício do grupo

Reconhece a timidez como sinal de orgulho e luta contra ela, mesmo que tenha de se expor à opinião do grupo.
* Meus sinceros agradecimentos pela sugestão de atividade,
Paz de Jesus no seu coração,
Simone

Origem do dia das Mães

Origem do dia das Mães

Hoje vou contar pra vocês quem inventou o Dia das Mães.É uma história muito bonita, mas o final faz a gente pensar...

A muitos anos atrás, em 1864 nascera Anna Jarvis, em Vírginia nos Estados Unidos.Era uma moça muito bonita que vivia muito bem com sua mãe, viúva, e sua irmã mais nova que era cega.Apesar de serem só as três viviam felizes, pois se amavam e não tinham problemas com dinheiro.



Mas, em 1905, sua mãe morreu.Anna ficou muito, muito triste.Sentia muita falta de sua mãe.Tinha uma linda casa, cuidava bem de sua irmã, mas sofria de saudades de sua mãe.
Então, num belo dia, teve a idéia de criar um dia para as mães!
Sugeriu a idéia ao prefeito Reyburn de Filadélfia (onde ela passou a morar).
Daí em diante, começou uma campanha para se criar esse dia, onde o ponto básico era, homenagear não só as mães vivas, mas também as mães que já haviam morrido.Ela dirigia tudo de sua casa:escreveu á governadores,igrejas, industriais, clubes femininos,-qualquer um que pudesse ajudar a implantar esse dia.
Recebeu tantas respostas que resolveu largar o emprego e comprou a casa vizinha para se dedicar exclusivamente a campanha.
Logo fou convidada á visitar outras cidades para falar sobre esse plano.Escreveu e imprimiu folhetos que era distribuido de graça!Tudo isso com seu dinheiro!
Finalmente,depois de tanta luta, Anna ficou muito, muito feliz! Em 1914 o presidente dos Estados Unidos da época, Woodrow Wilson, proclamou o 2° Domingo de maio (no aniversáro da morte da mãe de Anna) como o Dia das Mães!!!
Mas Anna, feliz da vida, não parou por aí:era preciso conquistar o mundo!Assim continuou viajando, falando, escrevendo e publicando folhetos para o mundo.
E ela conseguiu:durante sua vida 43 países adotaram o Dia das mães!O Brasil foi um deles!Em 5 de maio de 1932, o então presidente Getúlio Vargas, promulgou o 2° Domingo do mês de maio como o Dia das Mães!
Mas, um dia, Anna ficou novamente muito, muito triste...Começou a perceber que a data que ela criara, tão especialmente para se homenagear as mães, estava sendo usada para se ganhar dinheiro!"Esse é um dia de sentimentos, não de lucros!"Ela dizia.
Anna não queria que a festa da mãe pobre fosse diferente da mãe rica.Um simples cravo branco -flor predileta de sua mãe- bastava para exprimir um mundo de afeto.



Então Anna viu-se só:todo seu dinheiro acabara na campanha e sua intenção foi transformada.Daí em diante se fechou em sua casa, com sua irmã, lamentando ter criado o Dia das mães...
O que Anna queria era que as pessoas tivessem pelo menos um dia para homenagear as mães, mandando cartas, bilhetes e um cravo branco (seu símbolo do dia das mães).Mas infelizmente o comércio tomou conta dessa data tão bonita...
Vamos mudar essa história?Abraçar, dar carinho, dizer que a ama.Esse é o verdadeiro objetivo do Dia das Mães!!!
(Dados tirados do livro:Mãe-antologia medúnica, Francisco Cândido Xavier)http://www.gegr.org.br/clubedolivro/livros/200905.php


Atividade:Fazer para as mães um "porta amor": Como faremos de cartolina,segue um exemplo, mas o nosso será adaptado:

Dentro do "porta amor" colocaremos uma flor desenhada pela criança!


Retirado em: http://lubeheraborde.blogspot.com/,

mas a fonte de origem é: http://evangelizaresaberamar.blogspot.com/


PORTA AMOR




História - Dr. Bezerra, o grande amigo




DR. BEZERRA- O GRANDE AMIGO


Há muitos anos atrás viveu no Rio de Janeiro um médico muito famoso: Adolfo Bezerra de Menezes, que também foi político.Homem honesto,digno, foi vereador e deputado. Porém Dr.Bezerra ficou conhecido por ser um verdadeiro amigo dos ricos quanto dos muitos necessitados. Por isso ele também recebeu muita ajuda.

Fig.1-Quando era ainda estudante de medicina,estava em sérias dificuldades financeiras e precisava de uma quantia relativamente grande para pagar algumas despesas da Faculdade e o seu aluguel atrasado. O proprietário ameaçava o jovem Adolfo de despejá-lo.Onde ele iria morar? Como pagar a faculdade? Adolfo estava muito preocupado.Mas nunca esqueceu de Deus e fez uma prece fervorosa.


Fig.2-Dias depois bateu à sua porta um rapaz que queria aulas particulares de matemática. Bezerra resolveu aceitar,mesmo não gostando da matéria.O rapaz disse que iria pagar todas as aulas antecipadamente para não gastar o dinheiro.Era a quantia certa para pagar todas as suas contas! Bezerra ficou muito feliz e o rapaz também.Combinaram dia e hora para inicio das aulas.Bezerra estudou muito a matéria,mas o aluno...nunca mais apareceu!
Já formado médico Dr.Bezerra atendia os seus clientes no consultório da Francisco Cordeiro,no centro da cidade do Rio de Janeiro.
O consultório estava sempre cheio.Gente pobre e rica.Figuras da alta sociedade e gente faminta, miserável, em busca de um bom amigo.Pagava a consulta somente quem podia pagar.



Fig.3- Um dia chegou no consultório uma pobre mulher com uma criança doente.O aspecto dos dois era de miséria e fome. Bezerra atendeu a criança e deu a receita à mãe dizendo que poderia comprar os remédios na própria farmácia.
-Comprá-los com que dinheiro,doutor?Não tenho um centavo nem para comer. Eu e meu filho estamos em jejum...
O bondoso amigo olhou para a mãe e ambos choraram.
- Espere, minha filha-disse Dr. Bezerra- vou ajudá-la.
Colocou as mãos nos bolsos da calça e do paletó e nada encontrou.Saiu da sala procurando o amigo Cordeiro, bondoso dono da farmácia.
-Das consultas de hoje quantos temos de dinheiro?
-Nada,ele respondeu.Ninguém pôde pagar.
- E das consultas de ontem?
O amigo então entregou-lhe um envelope.
Bezerra agradeceu e voltou ao consultório entregando o envelope à pobre mãe sem ao menos saber o quando estava dando.
- Compre os remédios,o leite para a criança e a comida que precisa.
A pobre mulher surpresa com a oferta, nada conseguiu falar e chorou abraçada ao bondoso médico.
- Nada de lágrimas,vá na santa paz de Deus.Seu filhinho ficará bom...
E assim, dia após dia,Dr.Bezerra continuava atendendo a muitos clientes mas a maioria nada pagava e todos que o procuravam saíam agradecidos ao bom amigo Dr.Bezerra- o amigo dos pobres.



Fonte: http://peloscaminhosdaevangelizacao.blogspot.com/2009/08/amizade.html

História - Deixe Cristo entrar em seu Coração


Deixe Cristo entrar em seu coração!

Depois da aula de evangelização no domingo, a turma estava conversando:

- Você viu aquele menino que levantou a mão na aula e perguntou várias vezes a evangelizadora como é esse negócio de deixar Jesus entrar no coração! Será que ele não presta atenção na aula? – continuou Carlinhos

- Vai ver que ele entendeu ao pé da letra. E a evangelizadora já explicou que devemos refletir as passagens bíblicas para compreender a lição deixada por Jesus, e não é só ler e ficar decorando suas palavras, Jesus quer que sigamos seus exemplos.

- É mesmo, eu também já escutei a nossa evangelizadora falar sobre isso, Jesus entra em nosso coração quando fazemos como Ele fez. Disse Beth.

- Mas eu queria entender isso direito. Como assim fazer como Ele fez?

Zazá resolveu ajudar os amigos: - É fácil, Jesus amou todos igualmente, não fazia distinção de ninguém. Ajudava a todos, curava porque seu Amor era muito grande, não julgava ninguém, não guardava rancor, ensinava a perdoar, a amar nosso próximo fazendo todo bem possível, a sermos pacíficos, humildes, a ter fé em Deus. E isso é um pouquinho do que Ele fez, e é isso que nós devemos fazer, e quem segue os exemplos dEle ou procura fazer o que Ele fez aqui na Terra entre nós, esse deixou Jesus entrar em seu coração.

-É isso aí Zazá – Disse Carlinhos – deixar Jesus entrar em nosso coração é seguir seu exemplo, fazer pelos outros o que ele fazia por nós.

- Bem pessoal, temos que ir embora, pois nossos pais estão nos chamando. - Disse Bia.

*Essa história é uma adaptação minha. A original está logo abaixo.




Organizei a história adaptada também assim: