22 de fevereiro de 2012

Aula - Valores Espirituais e Valores Materiais


OBJETIVOS:

- Alertar sobre o apego aos bens terrenos: um dos maiores obstáculos ao nosso adiantamento moral e espiritual.

- Compreender que tudo aquilo que possuímos nessa vida nos foi dado por Deus para nosso progresso espiritual e nada levaremos dessa vida, senão as conquistas intelectuais e morais.

-Conscientizar o evangelizando quanto à importância de adquirirmos os valores espirituais, pois estes são os verdadeiros bens do espírito, e são os que o acompanharão durante todo o seu processo evolutivo.

- Identificar que no Reino de Jesus as maiores riquezas são as virtudes morais e espirituais.

BIBLIOGRAFIA: Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, Cap.II; O Castelo de Açúcar, Robson Dias.

Harmonização musical

Prece Inicial

Primeiro momento: Atividade Dinâmica para contar a estória – O Castelo de AÇÚCAR, Robson Dias.

A dinâmica consiste na participação dos evangelizando durante a estória, ou seja, permitir que eles participem. Eles deverão ser orientados da seguinte forma:

1. Distribua os fantoches dos personagens da estória antes de começar.

2. Combinar no início da aula, pedindo às crianças que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na estória ou quando citá-lo, movimentando-o no cenário.

Segundo momento: Breve exposição dialogada de dez minutos, ou segundo a tolerância da turma.

Terceiro momento: Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)

1. Montagem do personagem;

2. Para fixação da história, divida a turma em grupos (ou, individual) e peça que cada grupo encene sem palavras (com os personagens que eles mesmos montaram), ou se preferirem façam mímicas, com uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é dizendo como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.

Quarto momento: Painel/Cartaz

1. Colagem - recortes de revistas e/ou desenho colorido expressando o tema, em dois cartazes – VALORES ESPIRITUAIS/VALORES MATERIAIS. Espalhar as gravuras sobre a mesa e deixarem que colem nos cartazes as imagens.

2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.

PRECE FINAL

SUBSÍDIOS PARA O TEMA

Desejamos coisas só porque os outros têm? (Roupas de marca, celular, jogos, tênis, mochilas entre outras coisas.)
- As coisas materiais são importantes? Por quê? (É preciso dinheiro para viver, para manter-se materialmente.)

- Por que algumas pessoas têm muito dinheiro e outras nem tanto? (Reencarnamos ricos ou pobres para aprender e evoluir, de acordo com a necessidade daquela existência.)
- Deus gosta mais de quem tem mais dinheiro? (Não. Deus ama todos seus filhos igualmente. As pessoas devem ser valorizadas por suas virtudes e não pelo que possuem materialmente.)
- É necessário ter muito dinheiro para ajudar alguém? (Não. Podemos doar amor, atenção, respeito, boas energias, uma prece, entre outras coisas.)
- É preciso de muito dinheiro para ser feliz? (Não. Deus nos dá o que necessitamos para evoluir e sermos felizes nessa encarnação. E Jesus ao passar na terra demonstrou que bens materiais que devemos preservar devem ser apenas para a subsistência do corpo físico porque a felicidade está na humildade, simplicidade, no perdão das ofensas e etc.)

VALORES ESPIRITUAIS são as qualidades que desenvolvemos, são os nossos bens do coração, são as boas ações que praticamos o conhecimento que adquirimos e o afeto que temos pelos amigos e familiares.

Os bens materiais são passageiros e os bens espirituais permanecem.

O que realmente possuímos são as conquistas e valores morais (que devem ser trabalhados em nosso dia-a-dia) e que nos levam ao crescimento, tais como: o amor, a caridade, generosidade, o estudo – conhecimento, paciência, benevolência, caridade, etc.

Os Valores imperecíveis (que dura muito tempo; eterno) são os bens do Espírito como: A BONDADE para com todos os viventes. Seja o nosso irmão do caminho, sejam as plantas, os animais, as coisas infinitamente pequenas ou as coisas infinitamente grandes com as do Céu.
A humildade a Paciência e as conquistas intelectuais, tais como as ciências e as filosofias.

A CARIDADE para com todos nossos irmãos necessitados de pão e carinho.

O carinho, amizade, respeito, responsabilidade, honestidade, caridade, humildade e muitos outros - levamos com a gente para o plano espiritual e são conquistas que ninguém pode nos tirar. Se nos preocupamos muito com as coisas materiais, sofremos muito ao desencarnar, porque elas não vão nos acompanhar. Já se cultivamos os valores espirituais não teremos grandes problemas ao deixar a vida corpórea.

Os bens da Terra têm uma importância muito menor que as coisas do coração.

As coisas simples podem nos dar um prazer muito maior do que aquelas que se compram com bastante dinheiro. Vamos agora citar coisas que trazem felicidade e não são difíceis de adquirir.

São exemplos de valores espirituais:
•A generosidade, em vez do egoísmo.
•A sinceridade, em vez da mentira.
•A doçura, em vez da violência.
•A bondade, em vez da crueldade.
•A honestidade, em vez da corrupção.
•A justiça, em vez da injustiça.
•A coragem, em vez da covardia.
•O amor, em vez do ódio.
•A compaixão, em vez da indiferença.
•A solidariedade, em vez da inveja.
•A amizade, em vez da inimizade.
•A boa vontade, em vez da intolerância.
•A compreensão, em vez da prepotência.
•A humildade, em vez da arrogância.

Jesus nos disse:

“Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Onde estiverem os bens que tivermos adquirido, estará o nosso coração, quer dizer a nossa felicidade. As coisas caras e os prazeres materiais que requerem dinheiro não duram para sempre, nem podem ser adquiridos a qualquer tempo. Seremos mais felizes se dermos valor aos bens singelos e às boas sensações do espírito, que podemos cultivar em qualquer tempo. Aquele que só se importa com as coisas do corpo tem seu tesouro no plano físico e a ele fica preso ao morrer, o que dificulta muito seu crescimento espiritual.

Precisamos alimentar a alma da mesma forma que nosso corpo tem necessidade de alimento. Como assim? Precisamos dar algum tipo de comida para nosso espírito. E a alma se alimenta das sensações, dos prazeres e das dores. Quanto mais suave for o alimento, mais saudável será a alma.

Aquele espírito que se "alimenta" com coisas pesadas como álcool, drogas, cigarro, ódio, inveja, mentira, acaba por adoecer e fica preso às zonas inferiores, onde a felicidade não está presente.

Tudo isso quer dizer que devemos tratar os bens materiais, o dinheiro como coisas necessárias, sem apego, porque ele é importante para a vida na T erra e precisamos estar conscientes quem é o dono de quem. Não podemos ser escravos dele, em momento nenhum. A falta dele não é o fim do mundo, embora pareça, algumas vezes.

É preciso amar e não se esquecer de vigiar nossos pensamentos, para não cairmos em tentações. Como dissemos tudo o que é material aqui permanece. No Céu não há ladrões, não há ferrugens nem traças ou cupins. Disse Jesus, "Onde está o teu tesouro, ai está o teu coração".

Se nosso tesouro, são as coisas materiais, ali estará o nosso coração e por isso sofremos, quando as vemos danificadas ou roubadas. Não devemos nos preocupar demasiado com as coisas materiais. Deus vela por seus filhos e nada lhes faltará.

20 de fevereiro de 2012

Atividade Dinâmica para contar a estória – O Castelo de AÇÚCAR

A dinâmica consiste na participação dos evangelizando durante a estória, ou seja, permitir que eles participem. Eles deverão ser orientados da seguinte forma:

1. Distribua os fantoches dos personagens da estória antes de começar.

2. Combinar no início da aula, pedindo às crianças que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na estória ou quando citá-lo, movimentando-o no cenário.

Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)

1. Montagem do personagem;

2. Para fixação da história, divida a turma em grupos (ou, individual) e peça que cada grupo encene sem palavras (com os personagens que eles mesmos montaram), ou se preferirem façam mímicas, com uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é dizendo como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.

O castelo de açúcar

Robson Dias

Era uma manhã muito bonita. A floresta estava em festa. Todos já haviam
acordado e se preparavam para o trabalho. Egolanda era uma formiguinha
muito esperta que morava em um grande formigueiro. Como formiguinha
operária sua responsabilidade era trazer alimento para as outras irmãs.

Naquele dia, Egolanda decidiu que iria para a região próxima à cerca do
Parque. Era domingo, estava repleto de pessoas e, com certeza, acharia muita
comida. Pediu autorização ao chefe do serviço, no que foi prontamente assistida.
Assim correu para o Parque.
Passou por muitos troncos, folhas, árvores, até que chegou à grande cerca.
Olhou de um lado, olhou do outro e decidiu ir mais adiante, até que...
- Nossa!... - exclamou assustada... Havia encontrado uma enorme montanha,
toda branquinha.
- Puxa, que bonito! Vou olhar mais de perto.
Aproximou-se, então, percebeu que aquela montanha era toda feita de
açúcar. Ficou tão maravilhada com a sua descoberta que gritou bem alto: Estou
rica, rica... Esta montanha inteira daria para alimentar o formigueiro todinho por
mais de um ano!
Mas, aquela alegria mudou de repente...
- O quê? Eu... dividir isto com aquelas formigas preguiçosas? Quem achou
fui eu. Poderei passar o resto da vida aqui, sentada e sem fazer nada. Vou
construir o meu castelo e serei a Rainha do Açúcar. Quem quiser do meu açúcar
que pague, e caro.
Mas, primeiro vou construir uma muralha em volta para evitar as formigas
intrusas em meu palácio. Será lá em cima, bem no topo, para que todas vejam
quem sou.
Passou todo o dia catando gravetos, folhas. Construiu o muro e o castelo.
Já era noite e lá no formigueiro todos estavam muito preocupadas porque
ela não havia voltado.
Falaram com a Rainha da sua ausência e ela, imediatamente, ordenou que
fossem providenciados alguns grupos de busca. Deviam partir logo pela manhã.
No outro dia, de manhã cedinho, várias equipes saíram à sua procura. Ela
foi encontrada tomando sol na varanda do seu castelo.
- Egolanda! O que faz aí? - gritou uma das suas irmãs, ao que ela
respondeu, prontamente:
- Agora estou rica e não preciso de vocês. Olhem o meu reino e fiquem
maravilhadas com tudo o que tenho.
Todas se entreolharam. Como não entenderam nada, voltaram correndo
para o formigueiro e contaram tudo à Rainha.
A Rainha resolveu ir fazer sua visita para ver o que se passava. Chegando
lá observou aquela montanha e percebeu o que havia acontecido. Dirigiu-se a
Egolanda e falou:
- Minha filha, sei o que se passa. Esta montanha é toda de açúcar, não é?
- Sim, respondeu Egolanda, e toda minha também.
- Mas, Egolanda, pense bem como poderia ser útil para todas nós a sua
descoberta. Poderíamos ter alimento por um longo período de tempo!
A Rainha se entristeceu muito. A chefe da guarda que havia acompanhado
a Rainha ficou indignada com a atitude de Egolanda e falou:
- Majestade, vamos tomar a montanha à força e depois prenderemos
essa ingrata e...
- Não, ela não está precisando de prisão; ela está doente, muito doente...
Vamos embora e deixemos tudo como ela deseja. As formigas foram embora e
deixaram Egolanda em sua nova casa.
O tempo foi passando e Egolanda ficava o dia inteiro sem fazer nada, só
comendo e dormindo.
Certo dia começou a cair uma chuvinha muito fininha que logo virou uma
grande tempestade. Egolanda estava protegida no seu castelo. Como estava
chovendo, foi dormir um pouquinho. Arrumou sua caminha e tirou uma longa
soneca...
A chuva, que estava caindo lá fora, aos poucos foi derretendo a montanha
e começou a formar uma enorme lagoa de melado.
Egolanda acordou assustada e viu que estava presa e cada vez mais
afundava mais e mais. Tentou sair dali, mas não tinha no que segurar. Ficou
desesperada e gritou por socorro.
- Socorro! Socorro! Socorro! Alguém me ajude...
Lá no formigueiro, a sentinela de plantão começou a ouvir aquele grito
que vinha de bem longe.
Correu para a Rainha e disse:
- Majestade, tem alguém lá fora precisando de ajuda e está gritando por
socorro.
A Rainha, prontamente respondeu:
- Chame a equipe de resgate e salve a criatura... Depressa, anda...
Imediatamente a equipe de resgate partiu em direção ao chamado. Viram
aquela enorme lagoa e lá no meio alguém com as mãos estendidas.
Improvisaram uma corda com alguns pedacinhos de folhas. Laçaram a infeliz,
puxando-a para fora.
Que surpresa! Descobriram, então, quem era.
- Nossa! É Egolanda - falou o chefe do grupo. – Vamos levar a fujona para
a Rainha.
Chegando ao formigueiro, para espanto geral, a Rainha mandou que
arrumassem o melhor quarto e chamassem os melhores médicos. Cuidou
pessoalmente dela durante muitos dias, até que Egolanda despertou. Abriu os
olhos e viu a grande Rainha à sua frente.
Sentindo-se amparada, Egolanda começou a se lembrar do que havia feito.
Lembrou-se que havia negado partilhar sua descoberta com as irmãs e não
compreendia porque estavam tratando dela tão bem. Já não era mais rica, já não
tinha mais nada a oferecer.
Antes que a Rainha se retirasse, perguntou apressada:
- Majestade, por que vocês estão me tratando assim depois de tudo o que eu fiz?
- O que você fez não foi correto, mas existe algo que você não está
levando em consideração.
- O quê? - perguntou Egolanda.
A Rainha sorriu com doçura e disse:
- É que nós amamos você.
Diante daquelas palavras, Egolanda começou a chorar. Desejou naquele
momento ter morrido na lagoa, tamanha a vergonha que sentia.
Percebendo o que se passava, a Rainha mudou de assunto dizendo:
- Espero que você sare logo, que possa voltar ao trabalho.
- A senhora não vai me castigar por tudo o que fiz? - perguntou a
pobrezinha.
- Você não acha filha, que já se castigou o bastante? É muito bom que
esteja de volta.
- A Rainha retirou-se do quarto e Egolanda chorou muito... e muito
tempo. Chorava não mais de vergonha do que havia feito, mas de felicidade,
porque havia compreendido que o tesouro maior nesse mundo são os amigos
que conseguimos conquistar com o perdão, amor e solidariedade.

FANTOCHES para Montar




FANTOCHES

- Usar para contar a estória

Cole com durex, palitos de churrasco nos fantoches de maneira que possam movimentar os personagens durante a estória.
















COMO FAZER O PAINEL

Em uma caixa grande de papelão aberta, cole as imagens nas laterais de jeito que elas fiquem em pé simulando um palco.







16 de fevereiro de 2012

História - Uma Estrelinha Em busca da Luz

É uma linda estória.

E somos qual essa estrelinha procurando a luz; a luz que Jesus veio nos trazer. Façamos como ela, perseveremos, mesmo que com os joelhos desconjuntados...

Abraços fraternos,

Simone

















11 de fevereiro de 2012

Dinâmica de Aula - Desenho Revelado – Tema: As três Revelações

*Desenho modificado.

O evangelizador, em casa, escreverá em folha de cartolina branca (três), usando giz de cera branco, a palavra REVELAÇÃO, e abaixo LEI de JUSTIÇA, LEI de AMOR, LEI de VERDADE, com letras bem grossas.

Preparará, também, um pouco de tinta guache em cor viva, mais muito rala; e um pincel.
Ao iniciar a aula, mostrará às crianças a cartolina, perguntando-lhes se podem ler o que está ali escrito.
Como elas terão dificuldade para fazê-lo, dizer-lhes que irá revelar, ou seja, tornar claro, fazer aparecer as palavras ali grafadas.

Pincelará, então, a palavra Revelação com a tinta guache sobre o cartaz; o papel ficará
colorido e as letras, como não “pegam” a tinta, aparecerão em branco.

Não revelar as três Leis, por enquanto, apenas fazê-lo a medida que expor o tema, ou, as revelações.

Comentar, rapidamente, antes de iniciar a exposição que revelar significa tornar visível, fazer aparecer, tornar claro, e que o estudo do dia versará sobre algumas revelações importantes para nosso progresso espiritual.

3 de fevereiro de 2012

Aula - A Presença Divina

OBJETIVO:

- Identificar a presença de Deus em nossa vida: na natureza, nas pessoas e em nós mesmos.

- Diferenciar leis humanas e leis divinas: caráter transitório e caráter permanente.

- Reconhecer a paternidade divina: Deus – Nosso Pai, portanto, somos todos irmãos.

- Identificar e reconhecer a oração como meio imediato de nossa comunhão com o Pai Celestial – A oração “Pai Nosso”

BIBLIOGRAFIA: Evangelho Seg. o Espiritismo para Infância, de Maria Helena Fernandes Leite; Evangelho Seg. o Espiritismo para Infância e juventude, vol. 1 – Allan Kardec; Pai Nosso, de Meimei / F.C.Xavier; 52 Lições de Catecismo Espírita; site: WWW.searadomestre.com.br.

HARMONIZAÇÃO COM MÚSICAS

PRECE INICIAL

PRIMEIRO MOMENTO:

Incentivação inicial: Técnica de relaxamento e reflexão - Desenho.

Escrever no quadro a palavra DEUS, em letras bem grandes. Pedir que as crianças a leiam, e a repitam vagarosamente, algumas vezes. Depois solicitar que fechem os olhos e pensem em Deus (música suave ao fundo), durante um minuto (que será marcado pelo evangelizador). A um sinal sonoro abrirão os olhos e receberão uma folha em branca na qual desenharão (apenas com lápis preto) alguma coisa que as faça lembrar-se de Deus, ou que está associado a Ele.

Após dez minutos o evangelizador recolherá os desenhos como estiverem, colocando em cada um o nome do respectivo dono.

SEGUNDO MOMENTO:

Iniciar a aula mostrando como o Universo é grande (figura de uma galáxia). Dizer que há bilhões de galáxias como a Via-Lactea, cada uma com bilhões de estrelas como o nosso sol, que por sua vez tem planetas orbitando em volta.



Fazer várias perguntas aos evangelizando, com relação ao tema a ser estudado e anotar as respostas no quadro.
Sugestões de perguntas:
* Deus é nosso Pai. Por que dizemos que Ele é nosso pai? Porque Ele nos criou. Lembrar que somos Espíritos criados por Deus e estamos reencarnados em um corpo material para evoluir. Através de nossos pais recebemos o corpo material (corpo físico).
* Coisas que Deus criou: sol, natureza, seres humanos, animais.
* Pegar novamente a gravura da galáxia e da flor, perguntar quem criou tudo isso. Seria possível ser criado pelo ser humano? Por quê?



* Alguém já viu Deus? Perguntar como podemos saber – ter certeza - de que Deus existe, se não podemos enxergá-Lo? Também não podemos ver o vento, mas podemos senti-lo. Podemos sentir Deus e Seu amor, através da sua obra (flores, plantas, estrelas, sol, mar, animais).

Deus se revela na sua criação: os seres humanos, a natureza. O homem não poderia fazer o sol, a lua, as estrelas, os oceanos, os animais, planetas. Podemos sentir Deus nas vibrações de seu infinito amor. Deus ama a todos os seus filhos igualmente.

Deus tudo pode, tudo vê, tudo sabe. Ele criou todo o Universo (o universo não é obra do acaso). Deus está presente em nossa vida também através de seus mensageiros, como o nosso anjo da guarda. A bondade de Deus está presente através de suas leis de amor, perdão e evolução.

TERCEIRO MOMENTO: Colocar sobe a mesa copinhos com água doce e salgada, e convidá-los que provem sem nada dizer do sabor, depois comentar:

Se a gente pegar dois copos d’água, um com água e açúcar, e outro com água e sal, como poderemos saber qual deles está doce e qual está salgado? Os dois estão iguais, pois a água não tem cor, e quando misturada com o açúcar ou o sal, não muda em nada. Mesmo não vendo o açúcar ou o sal, nós sabemos que eles estão lá. A única maneira de sabermos qual deles está com açúcar e qual está com sal, é sentindo o gosto da água.

Com Deus é a mesma coisa, mesmo não o vendo, sabemos que Ele existe... É só sentir.

Mas como podemos sentir Deus? Basta vocês olharem na janelinha do seu quarto... Olhem para o Céu, vocês estão vendo algum passarinho voando, ou uma borboleta, ou uma flor no jardim, ou mesmo o Sol, ou a Lua? Quem poderia criar coisas tão belas?

Será que algum homem tem uma inteligência tão sábia e criou essas coisas? Ora, já vimos que nem uma flor ele consegue fazer como a de verdade! Imagina se ele faria o Sol ou a Lua!

Se não foi o homem, tem que ter sido alguma coisa, e esta tem que ser muito sábia para criar tudo isso, com tanta beleza e tanta harmonia.

O que criou tudo isso? DEUS.

QUARTO MOMENTO:

Deus criou todas as coisas, inclusive as leis que mostram como as coisas funcionam.

Há leis para as coisas materiais. E há leis para coisas espirituais.

As Leis que Deus criou são chamadas Lei Divina ou Natural elas indicam o que se deve e o que não se deve fazer, servem para que a gente não se esqueça de que devemos sempre viver buscando fazer as coisas boas e certas, pois só assim faremos com que a nossa vida e a vida das outras pessoas sejam tranqüilas e felizes.
A lei Divina é eterna e Imutável ou nunca muda porque é perfeita, conservam-se firmes e constantes, elas sempre vão existir como Deus sempre existirá.

A lei dos homens mudam se alteram e acabam.

Todas as coisas da Natureza são leis divinas porque Deus é o autor de todas as coisas.

Temos como exemplos de leis humanas e Divinas:

· LEIS HUMANAS – As leis de transito – Vermelho – Pare; Amarelo – Atenção e Verde – Seguir,organizam nossa vida em sociedade ao transitarmos pelas ruas. Mas, se transgredirmos as leis de trânsito o que acontece?As leis são boas? Servem para tornar nossas vidas melhores ou piores?

As leis dos homens mudam porque são imperfeitas. Valem por um certo tempo.

Constituição do Brasil
Constituição do Estado
Constituição do Município
Regulamento da Escola.


· LEIS DE DEUS – São as leis de amor e caridade: Devemos sempre ajudar nosso próximo – “Amar ao próximo como a nós mesmos” – fazer ao próximo o que você deseja para você (colar gravura e a frase); lei de livre arbítrio (somos livres para fazer nossas escolhas); lei de causa e efeito (todas nossas atitudes retornam para nós), lei da reencarnação, etc.

As leis de Deus não mudam porque são perfeitas.


QUINTO MOMENTO:

1 - Quem conhece a oração do Pai Nosso?
2 - Que outros nomes possui esta oração? (Oração Dominical ou Oração do Senhor, porque os discípulos chamavam Jesus de Dominus - Senhor em latim)
3 - Quem ensinou esta prece?
4 - A quem é dirigida esta oração?

Nós não podemos ver Deus, com os olhos, mas podemos senti-lo e sabemos da sua existência através dos mares, das estrelas e tudo o que está na natureza criada por Ele. E para Senti-lo e nos comunicar com Ele é por meio da Oração. A oração é o meio de estarmos em contato com o Pai Celestial. Quando rezamos conversamos com Deus. Conversar com Deus é conversar com alguém que ama-nos muito e que sempre vai nos ouvir com carinho nossas rogativas. O Pai Celestial houve todas nossas preces e nos dá tudo o que precisamos.

Quem nos ensinou a rezar o Pai Nosso foi Jesus, e Ele iniciou dizendo assim:

- Pai Nosso, que estais nos céus...

O Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso Pai.

Criador dos homens, das estrelas e das flores.

E sendo Criador de todos e de tudo, Ele é Pai de todos nós, portanto somos todos irmãos e fomos criados todos iguais, sem sabermos nada para que assim evoluíssemos pelos nossos próprios méritos.

Nenhum de nós foi criado mais inteligente ou bom por nosso Pai Celeste. Para Ele, todos somos filhos queridos e abençoados. Jesus com essa afirmativa quis também nos explicar que somos no mundo uma só família e que, por isso, sendo todos nós irmãos, temos o dever de ajudar-nos uns aos outros.

Se sentirmos Deus como Nosso Pai, reconheceremos que os nossos irmãos se encontram em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los, a fim de sermos ajudados um dia, mais cedo ou mais tarde.

SEXTO MOMENTO:

Desenvolvimento: Narração Contar história

EXISTÊNCIA DE DEUS (Do livro "Pai Nosso", de Meimei / F.C.Xavier)

SÉTIMO MOMENTO:

Material didático: Papel colorido, lápis de cor, canetinha, cola colorida.

Fixação: Desenho, pintura.

1. Depois repetindo a técnica da incentivação inicial, ou seja, pedir que fechem os olhos pensem em Deus, enquanto isso colocar música suave, porém, na incentivação final o evangelizador lê um pequeno texto do livro "Pai Nosso", de Meimei / F.C.Xavier em voz baixa.

2. Depois devolver às crianças as folhas com os desenhos que fizeram na Incentivação inicial para que completem e pintem ou façam colagem.

3. Os pequeninos deverão ser incentivados a mostrar no desenho uma maneira pela qual reconhecem o amor e a inteligência divina.

PRECE FINAL