10 de agosto de 2011

Aula - Família - Amor e Respeito


Família – Amor e Respeito

Objetivos:

  • Levar o evangelizando a compreender a importância do lar; ajudá-los a compreender como superar as dificuldades em família.
Bibliografia: Evangelho segundo o Espiritismo – cap. XIV.

Harmonização com músicas

Prece inicial


Primeiro momento: falar que temos uma surpresa. Distribuir a cada criança um copo de plástico transparente com água (um pouco mais que a metade do copo deve estar preenchido com água). Entregar a cada criança uma flor pequena (dobrada), que dentro deve estar escrito um sentimento positivo. A flor deve ser colocada suavemente sobre a água. As crianças devem observar o copo, esperando que cada flor abra, revelando o sentimento que está escrito nela.

Nesse momento pode ser colocada uma música que fale sobre família, para dar um fundo musical.

Exemplos de sentimentos para serem escritos nas flores: amor, paciência, respeito, carinho, amizade, humildade, colaboração, compreensão, união, confiança, perdão, educação, saber falar, saber ouvir, saber calar, alegria, bom-humor, não mentir.

Obs.: Pintar as bordas de cada flor com canetinhas coloridas, em um traço bem largo (forte), pois as flores ficarão no copo e soltarão tinta, colorindo a água. As flores não devem ser muito grandes, nem dobradas em muitas vezes. É importante testar antes, para ver se o tipo de dobradura realizada vai abrir.

Segundo momento: explicar que sentimentos positivos são qualidades, virtudes importantes. Pedir que leiam o que está escrito nas flores (são sentimentos, qualidades, virtudes importantes a serem desenvolvidas). Perguntar onde esses sentimentos devem começar a ser desenvolvidos/trabalhados/aperfeiçoados e são extremamente importantes? Na família. Por que são tão importantes? Para a harmonia no lar, respeito e crescimento espiritual. E também porque a família é o primeiro lugar onde podemos (e devemos) exercitar os bons sentimentos.

Terceiro momento: recolher os copos todos em uma bandeja (para evitar acidentes). Deixar, porém, eles em um lugar visível, no centro da mesa, para que as crianças possam observar a água sendo colorida pela tinta da flor.

Quarto momento: lembrar que existem situações difíceis em família, que nem tudo está sempre bem. Narrar a seguinte situação, perguntando o que teria acontecido com as diferentes reações frente a cada fato:

1) Pai que chega em casa cansado, de mau-humor. Mãe está atarefada e preocupada com o filho que trouxe um bilhete da escola. O filho de 9 anos está tirando notas baixas na escola e seus dois outros irmãos menores estão brigando pelo controle remoto da tv. Perguntar como está o ambiente do lar?

2) O pai está com problemas no trabalho, e ao chegar em casa, encontra os dois filhos brigando pelo controle remoto. O que ele pode fazer? * pode entrar na briga e gritar com os filhos * pode conversar e acalmar os filhos, sugerindo uma solução.

3) E os filhos que estão brigando (na verdade eles querem a atenção dos pais), que atitudes eles podem ter frente a chegada do pai? * alguém pode ceder e parar a briga *continuar brigando e ir para o castigo.

4) A mãe, com relação ao filho que está com notas baixas pode: *dar uma bronca *chamar o filho para uma conversa.

5) O filho que está com problemas na escola porque não entregou os trabalhos, não fez os temas e conversou demais durante a aula, pode: * mentir que os colegas incomodam, que a professora faz prova surpresa * conversar com a mãe e mudar de atitude, compreendendo que estudar é importante para o seu futuro, que estuda para si mesmo e não para os pais ou para a professora, pois precisa recuperar a confiança dos pais.

Quinto momento: perguntar que sentimentos foram utilizados para resolver os conflitos? União, saber falar, saber ouvir, não mentir, respeito, carinho, compreensão, amor, respeito. O que teria acontecido se os sentimentos usados não fossem esses, mas outros, que são sentimentos negativos? Haveria discórdia, brigas e o ambiente ficaria repleto de energias negativas. Lembrar que na família (e na vida) sempre podemos escolher que atitude tomar frente as situações difíceis.

Obs.: importante o evangelizador aproveitar as diversas respostas dos evangelizandos, concluindo com eles qual a atitude mais adequada a ser tomada em cada situações.

Sexto momento: verificar os copos com as flores. A água ficou colorida pela tinta das canetinhas. Concluir que assim como as cores se propagaram no copo, os bons e os maus sentimentos também se espalham na família e no ambiente em que estamos, por isso a importância de escolhermos com amor como vamos agir perante as dificuldades.

Conclusão:

§ Falar sobre a importância da família, lembrar que muitas crianças estão em orfanatos por não terem família.

§ Devemos valorizar a nossa família, respeitando nossos pais, avós, irmãos, as pessoas que cuidam de nós e as demais pessoas que fazem parte dela.

§ Nem sempre a nossa família é formada por pai, mãe, avós..., pois pode haver aqueles que já desencarnaram.

§ Podemos morar apenas com o pai ou com a mãe ou com nossos avós, ou com outra pessoa como uma tia, mas mesmo assim estamos em família. Não podemos esquecer que família são aquelas pessoas que convivem conosco.

§ Devemos agradecer ao Mestre Jesus pela família que temos e pedir forças para que saibamos agir com amor e respeito com nossos familiares, para contribuirmos com a felicidade do nosso lar.

Sétimo momento: Atividade -

Confeccionar o colar da "família ideal" (colar das mãos). Entende-se "família ideal" aquela que se ajuda mutuamente, desenvolvendo atitudes positivas entre seus membros.

Prece Final


Técnica do colar de mãos:

  • O colar é feito a partir de desenhos da mão aberta, com os dedos fechados, devidamente recortados e colados até formar um colar.
  • Escrever em cada mãozinha, atitudes que devemos ter no lar, com a família para que o lar seja mais harmonizado. Ex.: paciência, amor, respeito, amizade.
  • Lembrar aos alunos a importância de nossas mãos, pois é através delas que nos vestimos, penteamos nossos cabelos, escovamos os dentes, escrevemos. Podemos e devemos utilizá-las para realizar muitas coisas boas a nós mesmos e aos membros de nossa família.
  • Montar o colar utilizando papel ofício branco. Cada criança desenha sua mão, recorta e escreve o sentimento dentro. Depois colamos em papel color-set dentro desse colar uma folha escrita:

Aqui na terra não nos achamos ligados com alguém por laços de família, sem alguma razão.



MODELO DA FLOR


*Desconheço a autoria desse plano de aula

1 de agosto de 2011

Idéias básicas - A imortalidade da Alma


Bibliografia: Conteúdo Programático – DIJ / União Espírita Mineira – BH/MG

IDÉIAS BÁSICAS

  • Ao espírito-princípio inteligente criado por Deus para povoar o Universo-concede o Criador a bênção da Imortalidade.
  • Embora a imortalidade da alma tenha sido ensinada por todas as doutrinas espiritualistas, coube ao Espiritismo, não só confirmar esta evidência como, através de fatos, comprovarem a sua realidade.
  • A Doutrina Espírita, no entanto, não se limita a comprovar a imortalidade da alma e sua individualidade após o túmulo, mas elucida igualmente, os fatores que cercam sua caminhada infinita.
  • Desses fatores destacam‑se a evolução, a reencarnação, o livre arbítrio e causa e efeito, como leis inerentes à permanente ascensão da alma rumo a Deus, nosso Pai e Criador.
  • O Espiritismo vem comprovar assim, que o túmulo não significa o término de nossa vida, a qual se desdobra exuberante no Plano Espiritual.
  • Ensina-nos a Doutrina Espírita que, para desfrutar de relativo equilíbrio no plano extra‑físico e em nossas existências futuras, na carne, é indispensável alicerçarmos as nossas atitudes de hoje no equilíbrio, na responsabilidade cristã e acima de tudo, na edificação do AMOR, único roteiro capaz de nos conduzir a perfeição espiritual a que nos destinamos.


REFERÊNCIAS PRÁTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA AULA

· Nascer e pôr do sol

· A semente e o fruto

· A madeira transformada em móveis e utensílios

· A poda

· O perfume que permanece no frasco depois de retirado

· A voz gravada em fita ou disco

· O filme cinematográfico

· A argila transformada em telhas

· O ouro e as jóias.

CONCLUSÃO EVANGÉLICO‑DOUTRINÁRIA

· A imortalidade da alma é uma das mais importantes revelações para a Humanidade, pois, através dela, nos asseguramos da realidade do futuro e da certeza de atingir a perfeição a que todos nos destinamos.

· Pela luzes da Terceira Revelação, a imortalidade da alma oferece‑nos um estímulo permanente à nossa transformação para o Bem.

· Certos da imortalidade da alma e de sua individualidade sentimo-nos felizes e confiantes num futuro muito melhor.

· Prevalecendo o nosso aprendizado e as nossas conquistas espirituais após o túmulo, só nos resta batalhar pela implantação do Bem e do Amor em nós mesmos, para nosso equilíbrio e felicidade no porvir.

DINÂMICAS E BRINCADEIRAS PARA IMORTALIDADE DA ALMA

1. A FRASE

“O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita” – Jesus (João 6:63)

A frase acima estará escrita em um papel decorado, com figura de Jesus. Mostramos às crianças e lemos para elas. Para crianças alfabetizadas, podemos pedir para alguma ler. Repetimos algumas vezes a frase e pedimos para que as crianças repitam também.

Após percebemos que “decoraram” a frase, destruímos o papel, rasgando completamente.

Aí perguntamos às crianças: o que estava escrito. Elas, certamente, saberão.

Então dizemos: A frase sobreviveu ao papel. Por mais bonito fosse o papel, o que havia de mais importante ali era a frase. E essa, sabemos mesmo sem o papel.

Assim, o espírito sobrevive à matéria.

2. A ÁGUA E OS RECIPIENTES

“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” – Jesus (João 3:8)

Material: Copos descartáveis, vasilha plástica, pano limpo ou esponja limpa.

Trazemos um copo descartável de água e uma vasilha limpa. Mostramos às crianças e perguntamos o que tem dentro do copo. Então, destruímos o copo, de forma que a água caia na vasilha. Nada chocante ou estrondoso. Apenas rasgamos o copo descartável. Então perguntamos o que aconteceu com a água. E as crianças certamente dirão que a água agora está na vasilha. Então pegamos um pano limpo ou uma esponja e encharcamos com a água da vasilha. Podemos torcê-lo para que a água seja despejada em outro copo. Então perguntamos o que aconteceu.

Explicamos que a água nunca deixou de ser a mesma, mesmo mudando de lugar. Só mudou de forma, conforme onde estava.

Assim é o espírito. É imortal e está em cada corpo para se melhorar. Mas não acaba com o corpo. Sobrevive à ele para então, adquirir outro corpo.

3. REENCARNAÇÃO

A brincadeira é como a antiga “Coelhinho sai da Toca”.

Cada duas crianças formam uma toca, que aqui chamamos família. Outras crianças são os reencarnantes, que terão que mudar de família quando batermos palma. Faremos de jeito que o número de famílias (grupo com 2 crianças) seja menor que o número de crianças que são os reencarnantes.

Quando batemos palma, cada reencarnante entra em uma família. Sobrarão crianças que não entraram em uma família (estão no plano espiritual).

Ninguém sai do jogo, nem os que não entraram na família.

Explicamos, depois que assim se passa com o espírito. Ele encarna em uma família para seu progresso. Desencarna e volta ao plano espiritual, para planejar uma nova reencarnação, porque o espírito é imortal.

4. TROCANDO DE ROUPA

Fazemos coletes para as crianças em número menor que o número de crianças. Delimitamos o lugar de cada colete. Quando batemos palma, cada criança pega um colete e veste. Como o número de crianças é maior que o número de coletes, algumas ficarão sem vestir (estão no plano espiritual, aguardando uma nova chance). Ninguém sai da brincadeira.

5. A VIAGEM

Material: mala feita de cartolina ou papel duro, de maneira que atraia a atenção da criança.

Várias figuras: de roupas, dinheiro, livros, pessoas fazendo carinho, etc. Sempre coisas ou atitudes de cunho material e de cunho espiritual.

Então, dizemos à criança que nós faremos uma viagem. Iremos para o plano espirutual. O que devemos levar?

Cada escolha da criança faremos ela refletir se aquilo pode ser usado no plano espiritual, ensinando mas respeitando a opinião da criança.

Cada criança pode ter sua malinha ou o evangelizador pode fazer uma grande mala pra toda turma.

Essa atividade é usada para “checar” o que a criança entende por vida espirutual.

6. CONSTRUINDO NOSSO “LAR” NO PLANO ESPIRUTUAL

Explicar para a criança que, se somos espíritos imortais, nossa morada verdadeira é o plano espiritual, mas são as nossas atitudes aqui que indicam como será a nossa vida lá. Se optarmos por atitudes positivas, construiremos uma boa morada, uma vida feliz, no plano espiritual.

Para ilustrar faremos a brincadeira, onde as crianças vão, através de boas atitudes, construir a casa no plano espiritual.

Levar um cartaz escrito “Construindo nosso Lar no Plano Espiritual” com uma casa desenhada, para que as crianças achem as peças que faltam e a terminem. As peças que faltam serão conseguidas através de uma brincadeira.

1) Para ganhar o alicerce, onde estará escrito: “Evangelho de Jesus”, as crianças terão que achar, dentro de uma caixa com vários objetos, as figuras dos livros de Allan Kardec.

2) Para ganhar a Disciplina, as crianças terão que colocar na ordem correta os livros de Allan Kardec.

3) Para ganhar a Caridade, as crianças terão que montar o quebra-cabeças com uma cena de gentileza.

4) Para ganhar o Perdão, as crianças terão que resolver o labirinto gigante para reconciliar os dois irmãos que estão brigados.

Que tenhamos uma linda aula e abraços fraternos em todos!!!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA A PREPARAÇÃO DO EVANGELIZADOR

1. Bases Evangélicas ‑ Mateus: 10:28 ‑ 16:21 ‑ 16:25 a 28 ‑ 17:3 e 4 ‑ 17:9 a 13 ‑ 26:64 - 27:63 ‑ 28:1 a 10. Marcos: 8:35 a 37 ‑ 12:18 a 27. Lucas: 6:23 e 24 ‑ 9:22 ‑ 9:28 a 31 - 16:19 a 31 ‑ 18:26 a 30 ‑ 23:46 ‑ 24:1 a 6 ‑ 24:36 a 46. João: 5:21 ‑ 6:63 ‑ 8:51 ‑ 20:1 a 14. I Coríntios: 15:19. Gálatas: 6:8. II Timóteo: 1:10. I Pedro: 3:18. II Pedro: 1:14 e 15. Velho Testamento: Salmos: 66:9.

2. Bases Doutrinárias ‑ O Livro dos Espíritos: 83, 87, 128, 129, 130, 149 a 165, 189 a 199, 223 a 275, 274 a 319, 958 a 962 ‑ Livro dos Médiuns: Cap.1, 2ª parte: Cap.1, item 56 ‑ Evangelho Segundo o Espiritismo: Cap.2 (todo), Cap.3, item 2, Cap.4 (todo), Cap.17, item 11 ‑ O Céu e o Inferno: Cap.1, item 10 ‑ Cap.2, itens 1 a 10 ‑ A Gênese, Cap.1, itens 37 e 38 ‑ Obras Póstumas: 1ª parte, itens 4 a 9, “O Caminho da Vida”, “A Vida Futura” ‑ O que é o Espiritismo: Cap. III.

3. Obras Subsidiárias ‑ Almas em Desfile: 2ª parte: Caps.4 e 23 ‑ Amor Sem Adeus: Caps.1, 3, 6, 7 ‑ Antologia da Espiritualidade ‑ Astronauta do Além: Cap.3 - Através do Tempo: Cap.1, 4, 17 ‑ A Terra e o Semeador: item 36 ‑ A vida Escreve: 2ª parte: Cap.22 ‑ Baú de Casos: Caps. 6, 8, 19 ‑ Bezerra, Chico e Você: Cap.13 - Caminhos de Volta: “Eles Estão Vivos” ‑ Conversa Firrne: Caps.2, 3, 20 ‑ Contos e Apólogos: Cap.27 ‑ Diálogo dos Vivos: prefácio ‑ Entre Duas Vidas: Caps.6, 36 - Entrevistas: Caps.4, 9, 23, 29, 70, 91 ‑ Enxugando Lágrimas: Cap.1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 16 ‑ Escrínio de Luz: “A Frente da Morte” - F.C.X. Pede Licença: Caps.11, 22ª - Idéias e Ilustrações: Cap. 39 ‑ Jovens no Além: (todo) ‑ Mãos Unidas: Caps.6 ‑ Maria Dolores: Cap.33 ‑ Nosso Livro: “Realidade” ‑ No Portal da Luz: Cap.18 ‑ O Espírito Comélio Pires: Caps.1, 6, 46, 56, 94 ‑ Pensamento e Vida: Caps.14, 15, 28 ‑ Pérola do Além: Ver palavras: Alma e Imortalidade ‑ Pontos e Contos: Cap.15 ‑ Recados do Além: Cap.28 ‑ Relicário de Luz: “Depois da Separação”, “Ternura e Esperança”, “Página de Saudade e Ternura” e “Doce Bilhete” ‑ Retratos da Vida”: item 1 - Rosas com Amor: “Trovas de Irmão” ‑ Roteiro: Caps.2, 3, 4 ‑ Taça de Luz: Caps.2, 16, 21, 38 ‑ Voltei: 2, 3.










31 de julho de 2011

Aula - Higiene Mental

HIGIENE MENTAL

1. Harmonização com música

2. Prece Inicial

3. Introdução:

Na última aula falamos sobre os cuidados que devemos ter com o corpo, como a HIGIENE, para termos uma boa saúde física e mental.

A HIGIENE física ajuda a prevenir doenças de origem física.

A HIGIENE mental ajuda a prevenir doenças de origem espiritual.

O que são doenças de origem espiritual? Isso nós vamos ver na aula hoje.

4. DESENVOLVIMENTO:

Todos nos somos um conjunto formado por corpo, perispírito e espírito, por isso para vivermos vem precisamos estar bem fisicamente e espiritualmente, este equilíbrio significa FELICIDADE.

· As doenças físicas são causadas por vírus, bactérias, acidentes, etc. (relembrando a aula passada) e são tratadas pela medicina.

· As doenças de origem espiritual são causadas por problemas de outras vidas ou obsessores.

Exemplos de problemas de outras vidas são: crianças que nascem com alguma deficiência física, doenças hereditárias, como tipos de câncer, diabetes, doenças crônicas, como alergias, problemas de estômago, etc. Isso acontece porque as coisas que fazemos de errado e que não estão de acordo com as leis de Deus ficam marcadas em nosso CORPO ESPIRITUAL (Perispirito) e ao encarnarmos novamente trazemos essas marcas que se manifestam em nosso novo corpo físico. Por isso devemos procurar fazer coisas boas para não acumularmos estas marcas em nosso Corpo Espiritual, começando por uma higiene mental, como por exemplo:

· Evitar sentimentos como: (cobiça, ódio, preguiça, inveja, ciúme, ambição etc. )

· Procurar nutrir bons sentimentos como: (amor, c arinho, respeito, caridade, compreensão, tolerância, amizade, etc.)

· O que é a cobiça?

· A cobiça é um sentimento que se caracteriza pelo desejo muito forte de possuir alguma coisa, mesmo que pertença a outra pessoa.

· É um sentimento que tem causado ao nosso planeta muitas guerras entre os povos e, em menor tamanho, muitas brigas entre as pessoas.

· A cobiça é um sentimento comum às pessoas que gostam muito de coisas materiais. São pessoas que colocam a possibilidade de possuir algo como a coisa mais importante das suas vidas.

· O apego às coisas materiais é um gerador do sentimento de cobiça.

· É um sentimento contrário à amizade. Pois aquele que cobiça aquilo que não é seu, não pode ter uma amizade sincera com ninguém.

· Sentimos cobiça quando, por exemplo, queremos ter um brinquedo que não é nosso, quando não dividimos as coisas que possuímos e assim por diante.

· O que é a inveja?

· Sentimento misto de desgosto e de ódio provocado pela prosperidade ou alegria de outra pessoa.

· A inveja é um sentimento destruidor. A pessoa que o possuiu tanto faz mal a si mesma, quanto àquele que é a vítima da inveja, porque o invejoso sempre deseja destruir as pessoas ou coisas que despertam sua inveja.

· O invejoso está mais preocupado com a vida alheia do que com a sua. Ao invés de tentar progredir, em crescer tanto materialmente, quanto espiritualmente, ele prefere ficar sofrendo quando vê o sucesso dos outros.

· Todas as pessoas que possuem este sentimento são tristes, irritadas e desagradáveis, justamente porque descuidam da própria vida, não procuram imitar aquilo que acha bom e certo, mas sim, preferem lamentar- se e vibrar negativamente.

· Assim como a cobiça, a inveja também é um sentimento contrário à amizade. A amizade não tolera a inveja.

· Somos invejosos quando, por exemplo, desejamos que aquele brinquedo de um amigo, que é mais bonito que o nosso, se quebre, somente para que nós continuemos a ter o melhor.

· Quando desejamos que aquele aluno que só tira notas boas, tire um grande zero, para sermos melhor do que ele.

· O que é o ciúme?

· Inquietação causada por suspeita ou receio de perder a pessoa amada ou alguma coisa.

· É um sentimento parecido com a inveja.

· Pessoas muito orgulhosas possuem no ciúme a manifestação do seu orgulho.

· O ciumento é aquele que sente seu orgulho ferido, pois acredita que tudo e todos devem girar a sua volta. Quando percebe que isto não acontece, fica contrariado, tornando- se uma pessoa desagradável e até vingativa.

· A insegurança é uma causa que faz alguém ser ciumento. Acredita que as pessoas não gostam dela, sente- se incapaz que realizar tarefas que para outras pessoas são coisas simples. Assim, ao invés de perceber suas deficiências e tentar supera- las prefere colocar a culpa das suas limitações nas pessoas que o rodeiam.

· Ninguém gosta de ter amizade com pessoas ciumentas.

· Sentimos ciúme quando, por exemplo, não gostamos de ver nossos amigos brincando com outras crianças.

· O que significa ter amizade por alguém?

· Sentimento de afeição. Estima e apreço. Benevolência, bondade.

· Ter amizade é respeitar, querer bem, ajudar.

· Quando procuramos nos livrar dos sentimentos negativos, colocando a amizade em primeiro lugar, espalhamos ao nosso redor um campo agradável de bem estar, onde todos que se aproximarem serão atraídos pela nossa presença.

· Nós podemos perceber quando estamos em um lar onde a amizade entre os seus membros predomina, quando nesse lar o ambiente é agradável e existe no ar um sentimento de positividade, respeito e amor.

· Perdoar nossos inimigos é dar- lhes uma prova de amizade.

· Enfim, a amizade é o contrário de todos os outros sentimentos que vimos anteriormente. A amizade constrói, perdoa, ama, consola, ensina e evolui.

· Semear a amizade aonde quer que estejamos, é semear o evangelho que Jesus nos ensinou.

Agora vamos falar sobre o que é OBSESSOR.

A obsessão é a ação insistente de um espírito sobre outro por causa de vários fatores como vingança ou um apego muito grande e descontrolado.

O espírito fica junto a pessoa influenciando em sua vida atrapalhando seus relacionamentos, com isso a pessoa passa a sentir as dores que o espírito sente tendo sintomas de algumas doenças que a medicina não consegue ver.

As dores físicas são tratadas pela medicina, as dores causadas por obsessores são tratadas no centro espírita com água fluída, passes, oração, mas a cura depende principalmente do doente, ele que tem que modificar seus sentimentos e pensamentos, no bem e no amor.

Por isso devemos ter boa higiene mental para no futuro não sermos vitimas de obsessores.

3. Conclusões:

· O orgulho ferido, a ambição frustrada, a cobiça, a inveja, o ciúme, todas as paixões, numa palavra, são torturas para o nosso espírito.

· Para aquele que a inveja e o ciúme atacam, não há c alma, nem repouso possíveis.

· Os objetos de sua cobiça são como fantasmas que lhe não dão tréguas e o perseguem até durante o sono.

· O invejoso e o ciumento vivem ardendo em contínua febre. Com as suas paixões, ele c ria para si mesmo suplícios voluntários, tornando sua vida na Terra um verdadeiro inferno.

· O homem só é infeliz pela importância que dá às coisas deste mundo. Fazem- lhe a infelicidade a vaidade, a ambição e a cobiça desiludidas.

4. Atividade escrita

5. Prece Final

(Desconheço a autoria ou fonte. Se souber qual seja, por favor, nos informe, a fim de darmos os devidos créditos)

PARA REFLETIR









30 de julho de 2011

Aula - Família


Objetivos: os evangelizando deverão reconhecer:

· A importância do grupo familiar

· O seu papel nesse núcleo

Base doutrinária: Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.XIV.

Atividades iniciais

1 . Prece

2 . Apresentação da música Família, com Padre Zezinho ou Laços de Família do Conjunto Acorde da Paraíba.

3 . Introdução ao tema:

Contar aos evangelizando duas histórias sobre família. A primeira fala dos laços de ódio que os une por erros de vidas passadas e a segunda família, essa em processo evolutivo adiantado, reencarnam juntas para continuarem seu aprendizado. Veja abaixo as histórias.

História 1


Uma bonita jovem casou com um fazendeiro de idade madura. Depois de certo tempo, descobre que ele teve dois filhos com uma escrava. Indignada, manda vender a escrava, que vai trabalhar em local pantanoso e logo morre de febre maligna. Coloca os dois rapazes no tronco, acusados falsamente de ladrões. Após, manda colocar pesadas correntes em seus pescoços que ficam cheios de feridas. Eles ficam tuberculosos. Ninguém os socorre e eles morrem miseravelmente. No mundo espiritual reúnem-se com a mãe e, cheios de ódio, passam a perseguir a fazendeira cruel. Esta adoece e sofre por dez anos, sem que médico algum consiga curá-la. Desencarna. Encontra seus perseguidores que se liga a ela por meio de fios fluídicos. Eles, na forma de ovóides. Quando o fazendeiro morre, também é atraído pelo grupo. Quando se torna possível, após muitos anos, ele reencarna. A ex-esposa também reencarna para casar novamente com ele e terão como filhos, os três inimigos para aprenderem a se perdoar e se amarem.

Livro "Libertação", André Luiz, cap. 7, pág. 95 a 100 – resumo (Extraído do Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo, 3º ciclo da infância - FERGS)

História 2


A casa de Laura na cidade espiritual "Nosso Lar", é uma grandiosa construção cercada de colorido jardim (pág. 96). A casa foi comprada por seu esposo, Ricardo (espírito), que desencarnou 18 anos antes de Laura. Pelo seu trabalho pôde comprar a casa. A moeda de "Nosso Lar" é o Bônus-hora. É uma ficha que remunera 1 hora de trabalho prestado com dedicação. Uma casa custa, em média, 30.000 Bônus-hora, ou seja, 30.000 horas de trabalho. Leva-se mais ou menos oito anos para se conseguir este valor, trabalhando 12 horas por dia. Folga-se 1 dia por semana. Quando Laura desencarnou foi morar com o esposo, na casa comprada. Os dois trabalhavam e estudavam com muita dedicação e amor. Depois de alguns anos os dois filhos, Lísias e Judite, desencarnaram e foram morar com eles. Compõe uma família feliz, no mundo espiritual. Depois de alguns anos Ricardo reencarna Laura também renascerá para casar com ele. No momento certo, os dois filhos também reencarnarão como filhos do casal. A família se reconstituirá na Terra. O aprendizado continuará.

Livro Nosso Lar, psicografado por Francisco Cândido Xavier - Pág. 264 a 269, cap. 48- resumo (Extraído do Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo, 3º ciclo da infância - FERGS)

4 . Desenvolvimento:

Fazer comentários e comparações sobre as duas histórias. Pedir aos evangelizandos que comentem sobre as diferenças entre as duas histórias e que lição se pode aprender com elas.

Ø História1 - Salientar que o ódio e a vingança também unem os seres humanos e que a vida se encarrega dos reajustes necessários. A família é a melhor escola. O esquecimento do passado é uma bênção de Deus aos seus filhos, facilitando aos desafetos o perdão, através do amor que os une nos laços de família.

Ø História 2 - Comentar sobre o amor que existe entre os membros da família, lembrando o encontro no Plano Espiritual e a reencarnação para dar continuidade ao processo evolutivo.

Dividir os evangelizando em grupos e dar um texto para cada grupo ler e fazer a explanação do que entendeu.

Sugestão para texto de apoio:

O parentesco corporal e o parentesco espiritual.

Os verdadeiros laços de família não são os da consangüinidade e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais unem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Dois seres nascidos de pais deferentes podem ser mais irmãos pelo sangue.

Não é pelos laços de sangue que se criam elos entre os espíritos. O corpo é procedente do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, uma vez que o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho, mas apenas lhe fornece o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.

Laços de afeto e desafeto entre os Espíritos.

Normalmente, os espíritos que se reúnem numa família, através da reencarnação, principalmente como parentes próximos, já se encontram ligados por relações anteriores, que se expressam por uma afeição recíproca na existência terrena. Mas, também pode acontecer de se reunirem, numa mesma família, os que são completamente estranhos uns aos outros, afastados entre si por antipatias igualmente anteriores. Disso resulta um relacionamento de mútuo antagonismo, que lhes serve de provação.

Os verdadeiros laços de família não são os da consangüinidade.

Assim, os verdadeiros laços de família não são os da consangüinidade e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais unem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Portanto, dois seres nascidos de pais deferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. Podem então atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando juntos, ao passo que dois irmãos consangüíneos podem se repelir, conforme podemos observar claramente todos os dias. Este é um problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências.

A família corporal e a família espiritual

Sendo assim, há duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma. As segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente, já na existência atual.

Foi neste contexto que Jesus, estando diante de sua mãe e de seus irmãos, perguntou a seus discípulos: _Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?

(Marcos, cap. III, vv. 20, 21 e 31 e 35. _ Mateus, cap. XII, vv. 46 a 50.)


*Estudo elaborado a partir do item A parentela corporal e a parentela espiritual, cap. XIV, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, editado pela Federação Espírita Brasileira _ FEB www.febnet.org.br

Solicitar que durante um ou dois minutos eles pensem em alguém que tenham dificuldades de relacionamento. Após, distribuir uma cartolina em forma de círculo duplo para que, durante a semana, eles façam alguma coisa de bom com relação a esta pessoa. Quem quiser pode escrever no círculo para compartilhar a experiência com os colegas no próximo encontro. Escrevemos na frente da cartolina uma frase: “Promova a paz fazendo o bem.”

5. Prece final

*Desconheço a autoria