13 de novembro de 2011

Aula - Não Separeis o que Deus Uniu



EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO Cap. 22 – NÃO SEPAREIS O QUE DEUS UNIU

TEMA: INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO

SUB-TEMA: O DIVÓRCIO

Objetivo:

- Levar o evangelizando a compreender que a Lei do Amor deve estar presente em todos os relacionamentos, inclusive no casamento.

-Compreender que viver a Lei do Amor no casamento é criar laços de alma.

-Conscientizar o evangelizando a entender que se referindo a casamento, a Lei Humana não é contrária a Lei de Deus, pois enquanto a Lei Humana é mutável, a Divina não.

- Entender que onde existe e impera a Lei do Amor não há separação, pois o amor é o elo que une a Deus e aos homens.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 22; O Evangelho Segundo o Espiritismo para a Infância, Maria Helena Fernandes Leite; Educação Emocional e Intuitiva, Rita Foelker.

Primeiro momento:

Perguntar: Todos vocês amam alguém, certo? O que é o amor?

* Deixar que manifestem suas opiniões. É difícil definir um sentimento tão grandioso com poucas palavras. Podemos dizer que o amor é um conjunto de bons sentimentos, um querer bem, um afeto real e grande, um desejo de servir e fazer o bem.

O amor se manifesta de uma forma apenas? Só existe aquele amor romântico que aparece nas histórias e novelas?

* Após ouvi-los, comentar que há muitas formas de amor. Existe o amor de Deus por todos nós. O universo todo é uma prova de amor do criador pelas suas criaturas.

Há também o amor de Jesus por todos nós. Foi por amor que o Mestre veio nos ensinar a amar, perdoar, ser caridosos, dar valor aos bens do espírito, não julgarmos... O amor do Cristo pela humanidade é tão grande, que ele está conosco desde a formação do planeta e permanecerá dirigindo esse globo até que todos nós evoluamos.

Existe também o amor maternal, o paternal, o fraterno, o romântico, o amor a uma causa, aos animais, à natureza... Há também, é claro, o amor a Deus, a Jesus e aos bons espíritos.

Segundo momento: (Usei imagens reais coletadas na internet para dar veracidade ao tema)

1. Apresentar gravuras de crianças se abraçando, e dizer que essas crianças estão unidas pelos laços da amizade, e a outras estão unidas pelos laços sanguíneos. Depois de criança abraçando adultos, e dizer o mesmo.

2. A seguir apresentar gravuras de crianças separadas (de costa uma para outra ou brigando) dizer que foram amigas, e outras unidas por laços sanguíneos, mas se desentenderam. Depois criança e adultos se abraçando e dizer o mesmo.

3. Apresentar gravuras de casais e famílias felizes juntos e separados, dizer que a família unida permanece unida por laços de amor e a que está separada, com a separação dos pais alguns laços de família, há separação daqueles que Deus permitiu se unirem pelo sangue, para juntos crescerem espiritualmente. Além da família sangüínea há a família por laços espirituais, e se acontece que se separam também há rompimento de laços.

A Lei do Amor deve estar presente no casamento e presente em todos os relacionamentos.

Terceiro momento:

De acordo com o Evangelho, Deus nos dá oportunidades de conviver em família sanguínea e espiritual, conviver com muitas pessoas para que possamos acertar desentendimentos que trazemos de outras vidas.

Deus gostaria que todos nós aprendêssemos a viver juntos com amor, respeito e compreensão. Ele quer nossa união, que nos tornemos amigos e irmãos uns dos outros nos ajudemos, auxiliemos e vivamos em paz, harmonia e entendimento.

Mas, não é sempre que isso acontece, não é?

Algumas vezes, as pessoas não conseguem se perdoar, e aceitar o outro, então acabam brigando e se separando. Por vezes amizades bonitas se desfazem por que se desentendem por orgulho, egoísmo ou vaidade.

Outras vezes são os pais que se separam, divorciam-se, separando também os irmãos. Nos casos em que os desentendimentos dos pais provocam situações graves como agressões morais e até físicas, em que ambos se prejudicam e prejudicam os filhos, é melhor assim que se separem, mas segundo a lei resgataram um com outro ainda.

O divorcio é uma lei humana que tem por finalidade separar legalmente o que está separado de fato. Não é, pois contrário à lei de Deus. O próprio Jesus afirmou que o casamento não tem que ser indissolúvel se os dois não se entendem. A lei divina é a lei de amor.

As pessoas que estão reunidas numa família vieram com compromissos uns com as outras, sejam pai, mãe, irmãos, primos ou avós. Mesmo acontece na escola, com amigos, colegas de escola, professores e alunos, colegas de trabalho e aqui no centro espírita, se estamos reunidos é porque precisamos estar juntos e não estamos unidos pelo acaso. Estamos no lugar certo e com as pessoas certas para aprendermos amar, tolerar e resgatar, se Deus nos uniu devemos aceitar essa vontade sábia e viver do melhor jeito possível fazendo o bem.

A convivência entre as pessoas e a família nem sempre é fácil. No lar, existem problemas financeiros, coisas do dia-a-dia, que preocupam os membros da família. Um dia, é a mamãe que está contrariada por estar sobrecarregada de serviço, outro dia, é o papai que chega aborrecido do emprego. Outro dia são os irmãos que se desentendem. Mas quando há amor, tudo isso pode mudar?

No lar, é preciso que todos tenham paciência, compreensão, carinho e, quando há amor, tudo vai se harmonizando.

Quando Jesus ensinou no evangelho “Não separeis o que Deus uniu”, vale para os irmãos de um mesmo lar, para Pais, Esposos e Filhos, amigos, colegas de escola, colegas de trabalho. A família sanguínea e espiritual deve permanecer unida. Os irmãos devem querer-se bem e respeitar os demais familiares, avós, tios, primos sobrinhos, e os amigos devem ser companheiros, se ajudarem, compreenderem, respeitarem, porque não devemos nos separar por causa de discórdias e intolerância. Brigar, ficar inimigos é a separação que Jesus citou, Deus quer que amemos uns aos outros.

Se nos reuniu no ambiente que estamos que permaneçamo-nos com paciência e resignação sendo bons irmãos de caminhada.

Quando há AMOR há UNIÃO. Onde existe e impera a Lei do Amor não há separação, pois o amor é o elo que une a Deus e aos homens.

Quarto momento:

UNIR E NÃO SEPARAR

“Não separar o que Deus Uniu”

SOMOS UNIDOS QUANDO:

*O que nos faz ficar unidos

ESTAMOS SEPARADOS ou SEPARANDO QUANDO:

*O que nos separa uns dos outros

· Pacientes - ser paciente nos faz serem pessoas calmas;

· Coerentes usam o raciocínio e procuram harmonizar idéias.

· Consolamos - Quando usamos as palavras para consolar e trazer paz ao nosso próximo;

· Compreensivos todos nós erramos e não deveríamos ficar criticando, julgando as ações dos outros por piores que elas sejam;

Compreender mais que ser compreendido; não ser aquela pessoa que quer sempre ser compreendido, procurar compreender mais o outro em primeiro lugar.

· Pacíficos – remediando brigas, se somos provocados não se sentir humilhado e ter calma, não reagir com violência, procurar se entender com o outro.

· Humilde – ceder e ser compreensivo; dobrar sua vontade em favor do outro.

· Perdoar – todos nós erramos e precisamos do perdão e da compreensão uns dos outros.

· Caridosos – doar coisas materiais, e o carinho, a amizade, compreensão; o tempo para alguém que precise de atenção.

· Benevolente – fazendo todo o bem possível a quem precisar.

*A bondade e a compreensão unem as pessoas e somos amados e queridos por isso.

· Briga ou provocar uma briga, ou alimentar uma;

· Ira ou raiva, gritar com os pais, familiares, professores, amigos, etc.

· Maledicência ou fazer fofocas, traindo a nós mesmos e ao próximo mentindo e provocando discórdia;

· Pirraça com intenção de contrariar e magoar;

· Não perdoar, ficar com raiva e fazer inimizade;

· Vingar quando se sentir ofendido;

· Reagir com violência por qualquer motivo;

· Não aceitar as idéias e a vontade dos outros, querer que prevaleça as suas (orgulho);

· Não repartir (egoísmo);

· Julgar e fazer criticas destrutivas;

· Provocar conflitos procurar não ser aquele que leva a discórdia.

Conflito é quando duas ou mais pessoas querem coisas diferentes e discordam quando não querem ceder um para o outro.

*Para haver união e concordância, uma das partes tem que ceder e ser humilde e compreensivo aceitar a opinião e vontade do outro.

* Com esses sentimentos estaremos unidos aos nossos afetos, ao nosso próximo, do Amor, de Jesus e de Deus!

* Com esses sentimentos nos separamos da família, dos nossos afetos, dos amigos, do Amor, de Jesus e de Deus!


Quinto momento:

Dinâmica - União

Objetivo: Compreender a força da união; que estamos unidos pelos sentimentos.

Como aplicar:

1. Entregue uma tira de papel a cada criança. Todos deverão dobrar seus papéis em ziguezague, usando os traços como guias.

2. No retângulo de 6X7 cm, cada um desenhara um menino ou uma menina, de modo que as mãos terminem na borda do papel. Em seguida, os papéis serão recortados usando o desenho como guia.

3. Pedir que desenhem um coração e escrevam sentimentos que unam as pessoas.

4. Ao terminar, cada criança terá um conjunto de cinco figurinhas que se dão as mãos.

* Mas, se nós juntássemos os recortes de todos? Ajude-os a colar seus recortes de modo a formar uma grande “corrente humana”, una a corrente formando um círculo representando a união da família sanguínea e da universal.

Dizer “Este é o poder da união. Estamos em união com a família sanguínea e espiritual, enfim, universal pelos laços de amor. Separamos-nos quando os sentimentos dos nossos corações são desarmônicos rompendo-se os laços. Quando somos unidos ajudamos uns aos outros, e é o que Deus quer ver nossa união pelo amor.”

5. Guarde em separado a figura recortada por você. Agora, recorte nas junções e mostre o que acontece se você cortar a união entre as pessoas, deixando que elas caiam, uma a uma, sobre a mesa ou no chão.

6. Todos se dão as mãos e cantam uma música (Canção da Alegria Cristã ou Cativar).

Sexto momento: Distribuir atividade escrita.

Prece Final



7 de novembro de 2011

Festa da Criança 2011 na CEAL

Festa da Criança 2011 na CEAL - Casa André Luiz








2 de novembro de 2011

Dinâmica - Pelos frutos conhecemos a árvore

DINÂMICA: “Pelos frutos conhecemos a árvore!”

Você pode utilizar essa dinâmica após fazer o estudo sobre “Conhecendo a árvore pelos seus frutos!”

baseados nos textos bíblicos de: João 15; Mateus 7:16 ao 21 e Gálatas 5:22 ao 25.



COMO FAZER:

Faça duas árvores, você pode escolher qualquer material que desejar, geralmente uso cartolinas e papel madeira. Ponha nelas frutos, que podem ser chocolates, cole-os nas árvores e junto de cada fruto uma folhinha onde estará escrito sobre aquele fruto, se é ruim ou é bom.

Quando os alunos já tiverem escolhido e “colhido” cada um o seu “fruto”, devem ler o que está escrito sobre ele, então o evangelizando dirá se aquele é um bom fruto ou um fruto ruim; se for bom, ele pode ficar com o chocolate e dividir o fruto bom com as pessoas em sua volta, mas se for um fruto ruim, deve ser lançado fora.

Ponha um lixeiro no meio da sala para eles lançarem fora os frutos ruins (com o chocolate). Devem também ser lançados fora aqueles em que estiverem escrito “Não produz fruto nenhum!”.

Sempre há ótimos resultados na reflexão com os evangelizando, alguns têm dificuldades em jogar fora o chocolate, e até querem pegar depois da dinâmica, mas você deve interagir à medida que observa cada reação, mostre como os frutos ruins às vezes são difíceis de ser deixados, e que precisa de uma renúncia, de esforço, e disciplina, exatamente pela consciência de que aquilo que se pratica não trará bons resultados para vida deles.

Reflexão:

Jesus ensinou e exemplificou a produzir bons frutos, se seguirmos Ele, seus exemplos e ensinamentos, alcançaremos a evolução espiritual.

No modo de pensar, falar, agir, sentir, enfim, em todas as áreas de nossas vidas deveremos refletir os ensinamentos que Jesus deixou.

Que frutos você tem produzido em seus relacionamentos e sua maneira de viver?

Como andam seus pensamentos?

Suas palavras são agradáveis e edificam os outros?

Você é benevolente no tratar com as pessoas?

Sua palavra é consoladora?

Como lida com seus pais e familiares?

Sabe escolher boas amizades?

Suas mãos estendem para beneficiar o seu próximo?

E o que você tem visto e ouvido? Como anda sua visão e audição?

O que muda quando seguimos os exemplos de Jesus?! Etc.


http://ministerio-c-adolescentes.blogspot.com/2011/09/dinamica-conhecendo-arvore-pelos-seus.html

Desenhos - A árvore e seus frutos






















Aula - Conhece-se a árvore pelos frutos



EVANGELHO SEG. O ESPIRITISMO 21 – HAVERÁ FALSOS CRISTOS E FALSOS PROFETAS

TEMA: CONHECE-SE A ÁRVORE PELOS FRUTOS

Objetivos:

-Entender que todos nós somos árvores de Deus almejando a Luz espiritual que nos levará à verdade e à felicidade.

-Compreender que são pelas obras, pelas ações e pela conduta que reconhecemos as qualidades morais e as virtudes dos espíritos encarnados e desencarnados.

-Conscientizar que devemos buscar sempre a verdade em nossas palavras e ações.

-Identificar em Jesus o Grande Jardineiro Divino que cuida de cada árvore humana dando-lhes todos os recursos necessários ao seu desenvolvimento.

Bibliografia: Evangelho Seg. o Espiritismo, cap. 21; Lucas, cap. 6: 43-45; Gálatas 6: 12; Provérbios 15: 5; Provérbios 15: 18.

Harmonização musical

Primeiro momento: Formar uma roda em que todos fiquem sentados próximos.

Colar no quadro a frase “A Árvore e seus Frutos” e ler a passagem que ensinou Jesus "Não é boa a árvore que dá frutos maus, nem má árvore a que dá bons frutos. Porquanto, cada árvore é conhecida pelos seus frutos. Porque não se colhem figos dos espinheiros nem dos abrolhos se vindimam uvas.

O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem, e o homem mau, tira o mal; porque do que está o coração cheio, disso é que fala a boca". (Lucas, cap. 6: 43-45)

Jesus ensinou certa vez que se conhece a árvore pelos seus frutos. A árvore que Jesus se referia somos nós e os frutos nossos sentimentos e ações. Assim, a qualidade da nossa ação revela o grau do nosso adiantamento moral.

Quando fomos criados por Deus Ele não nos criou nem bons e nem maus, se somos bons ou maus agora é por que nós escolhemos estar assim.

Estava meditando sobre isso e pensei: “Por quais frutos sou conhecida”? Quando me fiz esta pergunta vi que ainda tenho que melhorar muito. Até porque nós como espíritas temos que conhecer onde somos melhores e onde somos falhos para mudar, entretanto, quando comecei a refletir, vi que posso oferecer mais, ser melhor para meus irmãos do caminho, as pessoas que convivo.

Esta reflexão é o ponto de partida para que sejamos “boa árvore”.

Segundo momento: Momento de reflexão

Então agora eu transfiro a pergunta para vocês se questionarem: quais são os seus frutos? Bons ou maus? Pois é por eles que somos conhecidos. Jesus Cristo tem se mostrado através de suas ações? Dar um minuto para que reflitam.

É lógico que Deus vê nossa intenção, nosso desejo em acertar, mas sabe de uma coisa, Deus quer que passemos da intenção, ultrapassemos o desejo e quer que sejamos realmente conhecidos por sermos uma boa árvore, porque uma boa árvore produz bons frutos. E quais são estes frutos? AMOR, CARIDADE, ALEGRIA, PAZ, BONDADE, PERDÃO, MANSIDÃO, COMPREENSÃO.

Quando estamos produzindo os bons frutos? Deixar que respondam conduzindo quando necessário.

E quando estamos produzindo os maus frutos? Esperar as respostas e acrescentar:

Se você anda respondendo aos seus pais, lhe falta primeiro respeito, depois sabedoria e por fim, porque você deve controlar seu ímpeto, prestando-lhes obediência e ficando atento para a instrução deles.

Se você vê um irmão que é carente e pode ajudá-lo e nada faz, falta-lhe amor ao próximo; se sua língua é ferina e fala mal dos outros, machuca e ofende, falta-lhe bondade, porque ao invés de estar se ocupando com boas ações, está se importando em “destruir” seu irmão; se você vive em confusão ou fica procurando briga, falta-lhe paz coragem, paciência. Se todo dia você anda “emburrado”, falta-lhe bom-humor e alegria; se você não consegue perdoar, nem controlar a sua língua, se a vingança está em seus planos ou se você ira-se com facilidade... Você precisa melhorar urgente, porque os seus frutos não estão sendo nada bons.

Volto a perguntar: por quais frutos vocês têm sido conhecidos? Pelo que você será lembrado? Por sua alegria ou por ser uma pessoa insuportável? Bem, se você encontra-se em alguma das situações ou em qualquer outra que você veja que não se enquadra nos frutos bons, pare agora e onde quer que você esteja, faça uma oração especial e peça a Deus e a Jesus, coragem e forças para mudar, e segue os ensinamentos de Jesus, pois Ele é o único caminho para transformar-nos e sermos árvores que dê bons frutos.

Terceiro momento:

DINÂMICA: “Pelos frutos, conhecemos a árvore!” João 15:8

Você pode utilizar essa dinâmica após fazer o estudo sobre “Conhecendo a árvore pelos seus frutos!”

COMO FAZER:

Faça duas árvores, você pode escolher qualquer material que desejar geralmente uso cartolinas e papel madeira. Ponha nelas frutos, que podem ser chocolates, cole-os nas árvores e junto de cada fruto uma folhinha onde estará escrito sobre aquele fruto, se é ruim ou é bom.

Quando os alunos já tiverem escolhido e “colhido” cada um o seu “fruto”, devem ler o que está escrito sobre ele, então o evangelizando dirá se aquele é um bom fruto ou um fruto ruim; se for bom, ele pode ficar com o chocolate e dividir o fruto bom com as pessoas em sua volta, mas se for um fruto ruim, deve ser lançado fora.

Ponha um lixeiro no meio da sala para eles lançarem fora os frutos ruins (com o chocolate). Devem também ser lançados fora aqueles em que estiverem escrito “Não produz fruto nenhum!”.

Sempre há ótimos resultados na reflexão com os evangelizando, alguns têm dificuldades em jogar fora o chocolate, e até querem pegar depois da dinâmica, mas você deve interagir à medida que observa cada reação, mostre como os frutos ruins às vezes são difíceis de ser deixados, e que precisa de uma renúncia, de esforço, e disciplina, exatamente pela consciência de que aquilo que se pratica não trará bons resultados para vida deles.

Reflexão:

Jesus ensinou e exemplificou a produzir bons frutos, se seguirmos Ele, seus exemplos e ensinamentos, alcançaremos a evolução espiritual.

No modo de pensar, falar, agir, sentir, enfim, em todas as áreas de nossas vidas deveremos refletir os ensinamentos que Jesus deixou.

Que frutos você tem produzido em seus relacionamentos e sua maneira de viver?

Como andam seus pensamentos?

Suas palavras são agradáveis e edificam os outros?

Você é benevolente no tratar com as pessoas?

Sua palavra é consoladora?

Como lida com seus pais?

Sabe escolher boas amizades?

Suas mãos estendem para beneficiar o seu próximo?

E o que você tem visto e ouvido? Como anda sua visão e audição?

O que muda quando seguimos os exemplos de Jesus?! Etc.

Quarto momento: Atividade escrita.

PRECE FINAL


27 de outubro de 2011

Desenhos - Ação e Reação





Caça ao Tesouro - Dinâmica O Céu e o Inferno

Grupos:

1. Allan Kardec

2. Chico Xavier

3. André Luiz


Ambientes:

Serão utilizadas 05 salas.

1. Sala 1: Planeta Terra

2. Sala 2: Umbral (transição)

3. Sala 3: Mundo de Provas e Expiações

4. Sala 4: Mundo de Regeneração

5. Sala 5: Colônia Alvorada

· O único ambiente que terá cenário dinâmico (mudará a cada etapa da caça ao tesouro) será o Umbral.

Figurantes:

1. Guardião do Umbral (01 pessoa): será quem entregará as pistas para as equipes, mesmo com a mudança do cenário, o guardião continua o mesmo – irá mudar de “fantasia” a medida que as etapas vão passando.

2. Protetor (01 pessoa): ficará integrado nas equipes, sem que elas percebam. Não irá interferir, a menos que a sua ajuda seja solicitada. Não será identificado como Protetor – os integrantes das equipes deverão chegar a essa conclusão.

3. Guardiões dos Planetas / Colônia (03 pessoas): ficará em frente às salas, esperando as equipes entregarem os objetos corretos. Só pode aparecer 01 Guardião por vez, sendo assim, em cada etapa, só aparecerá o guardião do planeta correspondente.

4. Protetor do Tesouro (01 pessoa): ficará sozinho no Solário, aguardando as equipes.

5. Coadjuvantes (vários): serão as pessoas que ficarão no Umbral. Trocarão de fantasia a cada etapa, e ajudarão a trocar a decoração do ambiente.

6. Monitores (03 pessoas): irão acompanhar as equipes para que não se machuquem, não corram, etc. Não poderão ajudar com dicas, ou qualquer tipo de ajuda referente as pistas (este é o papel do Protetor). Estarão com crachá os identificando como monitores.

Cenários:

1. Umbral:

a. 1º etapa: bexigas pretas espalhadas, tnt preto nas janelas, risadas ameaçadoras tocando, bacias com barro espalhadas, pessoas de preto correndo. O guardião estará vestido de preto, com um pano preto na cabeça, tipo de algoz.

b. 2º etapa: ambiente claro, sem música, pratos de sopa espalhados, pessoas vestindo de branco, pessoas comendo ou deitadas. O guardião estará de branco – de preferência de jaleco.

c. 3º etapa: pessoas vestidas de branco, em pé, formando um círculo, como se estivessem fazendo uma oração (não é necessário mãos dadas). Música suave – poderia ser um canto gregoriano bem leve. O Guardião estará vestido de branco (sem o jaleco), em posição de destaque (em cima de uma cadeira) olhando para o alto, como se estivesse orando. Tiras de tnt colorido presas ao teto. Quando as equipes chegarem, desenrola um papel do alto com um coração dourado desenhado, e a pista codificada em baixo.

2. Mundo de provas e Expiações: tiras de tnt preto presas ao teto, bexigas pretas espalhadas no chão (ou presas no teto).

3. Mundo de Regeneração: ambiente claro, flores espalhadas, bexigas coloridas.

4. Alvorada: separar o salão ao meio, com fileiras de cadeiras dos dois lados – umas de frente para as outras, com um corredor no meio. Este corredor poderia ter algo no chão ... (?) Bexigas brancas e douradas enfeitam o salão. O Guardião ficará sentado em uma cadeira em cima do tablado, com o baú ao lado (em cima da mesa). Poderiam ter flores em volta. O Guardião fica sozinho na Sala.

Descrição da Caça ao Tesouro:

As crianças que vão chegando, serão direcionadas à Sala (Planeta Terra). Quando estiverem todos presentes, será dada uma explicação muito breve sobre a Caça ao Tesouro, e serão divididos os grupos, procurando mesclar as crianças de todos os ciclos. Será dado a cada equipe, um kit e os colares que os identificarão.

Será dada a 1° pista: “Gargalhadas sarcásticas feriam-me os ouvidos, enquanto os vultos negros desapareciam na sombra. Para quem apelar? Torturava-me a fome, a sede me escaldava. De quando em quando, deparavam-se-me verduras que me pareciam agrestes, em torno de humildes filetes de água a que me atirava sequioso.”

Esta pista é para indicar que as equipes devem dirigir-se ao Refeitório.

Chegando ao Umbral (sala), a equipe encontrará o guardião misturado as pessoas, e ao avistar as equipes, deve ir até elas de modo “agressivo”. O Guardião dará a pista do que eles devem procurar no Refeitório:

“Vocês terão que procurar A Chave para entrar no próximo mundo, que é da mesma ordem de onde vocês vieram.”

As equipes terão que procurar A Chave, que estará identificada com o nome da equipe. Cada equipe, só poderá utilizar a SUA PRÓPRIA chave.

Depois de encontrarem a chave, irão para o mundo de expiações e provas. Antes de a equipe sair do Umbral (da sala), o guardião entrega 02 pepitas de ouro, para que guardem no saquinho que veio no kit.

Chegando neste mundo, deverão entregar a chave ao guardião, que dirá: “Somente pode entrar UMA pessoa da equipe”. Após a equipe escolher o candidato, ele entrará na sala, e procurará a próxima pista:

Pista 2: “A essa altura, serviam-me caldo reconfortante, seguido de água muito fresca, que me pareceu portadora de fluidos divinos. Aquela reduzida porção de liquido reanimava-me inesperadamente.”

Voltam para o Umbral.

Chegando ao Umbral, entregam a pista ao Guardião e recebem outra do que eles terão que encontrar: “ Estamos nas Esferas espirituais vizinhas da Terra, e o Sol que nos ilumina, neste momento, é o mesmo que nos vivificava o corpo físico. Nosso Sol é a divina matriz da vida, e a claridade que irradia provém do autor da criação.”

As equipes terão que procurar o Sol identificado com o nome de sua equipe. Ao encontrarem, as equipes deverão se deslocar para o mundo de regeneração. Antes de a equipe sair do Umbral, o guardião entrega 02 pepitas de ouro, para que guardem no saquinho que veio no kit.

Ao chegarem à Sala de Regeneração, a equipe entrega o Sol para o Guardião, e são autorizados a entrarem na Sala. Todos procurarão a pista.

Pista 3: “Aquela melodia renovava-me as energias profundas. Seguindo vacilante, cheguei ao enorme Salão, onde numerosa assembléia meditava em silêncio, profundamente recolhida. Sentado em lugar de destaque, um ancião coroado de luz fixava o Alto, em atitude de prece.”

Com a pista em mãos, as equipes retornam para o Umbral. Antes de a equipe sair do Umbral, o guardião entrega 02 pepitas de ouro, para que guardem no saquinho que veio no kit.

Chegando ao Umbral, as equipes encontrarão todos vestidos de branco, formando um circulo em atitude de prece. O guardião representará o Ancião, sentando em lugar de destaque. Ninguém falará com as equipes neste momento, deixando-os em apreensão. Após alguns instantes, um coração dourado se desenrolará do Alto, e neste instante o Guardião falará: “Este coração os levará á Alvorada, que fica no lugar mais alto”. Todos permanecem em atitude de prece.

Esta é a dica para que procurem o coração dourado, identificado com o nome da equipe. Ao encontrarem, as equipes deverão seguir para o Solário, que representará a Colônia Alvorada.

Antes de a equipe sair do Umbral, o guardião entrega 02 pepitas de ouro, para que guardem no saquinho que veio no kit.

Quando chegarem à escada que dá acesso ao Solário, o Guardião da Colônia pegará o coração e deixará a equipe entrar. As equipes encontrarão apenas o Guardião do Tesouro, sentado em uma cadeira, ao lado da mesa com o baú do Tesouro. Ao se aproximarem do Guardião, para pedirem o Tesouro, o Guardião pedirá para que se sentem, aguardando todas as equipes chegarem. Quando todas as equipes estiverem presentes, o Guardião pedirá que a equipe vencedora eleja um candidato para pegar o baú e ver o tesouro. Quando o candidato se aproximar e abrir o baú, verá que este está vazio. Neste momento, o Guardião falará: “O tesouro sempre esteve com vocês”, e pede para que mostrem as pepitas que os integrantes carregaram durante toda a Caça ao Tesouro. O Guardião continua: “As pepitas representam as virtudes adquiridas durante a nossa evolução, durante as nossas provas. A demora de cada equipe para chegar, representa que todos temos o nosso tempo, os nossos imprevistos, as nossas dificuldades, mas todos temos o mesmo destino: a perfeição. Que cada participante leve essa “Caça ao Tesouro”, que na verdade deveria ser chamada de “Caça ao Tesouro Interior”, para o resto de suas vidas, como um aprendizado, como uma lembrança de que nunca estaremos sós, e que todos chegaremos a luz.”

Encerra-se a Caça ao Tesouro com a distribuição das pepitas para todos os participantes.

* Desconheço a autoria

8 de outubro de 2011

Aula - Ação e Reação

DAR-SE Á ÀQUELE QUE TEM

CAPÍTULO DO EVANGELHO: 18. MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS

Sub-temas:

- Justiça Divina: Livre Arbítrio (Lei de liberdade);

- Cada um segundo suas obras (Ação e Reação);

Objetivos: - Explicar aos evangelizando que a cada ação praticada haverá sempre uma conseqüência de igual ou maior valor, e que conscientes do que somos e do que fazemos, somos naturalmente responsáveis pelos nossos atos.

- Estimular a compreensão de que todos nós somos convidados a todo o momento a participarmos do festim, como diz a Parábola, importante ainda, pensar sobre a pureza dos nossos corações que refletem em nossos pensamentos e atitudes.

- Ressaltar que através da mudança e melhoria contínua dos nossos pensamentos, atitudes, conversações (ressaltar a necessidade da vigilância em nossa fala) e seguindo os ensinamentos de Jesus, a luz de Deus habitará permanentemente em nossos corações.

Bibliografia: O Evangelho Seg. O Espiritismo, Allan Kardec – Cap. 18; O Evangelho Seg. O Espiritismo para a Infância, de Maria Helena Fernandes Leite; 52 Lições de Catecismo Espírita.

Primeiro momento: Colar a gravura no quadro.


Iniciar o diálogo perguntando: Vocês concordam comigo que todas nossas ações têm conseqüências boas ou ruins, grandes ou pequenas? Que somos responsáveis por todos nossos atos?

Nós temos liberdade de escolha de fazer ou não qualquer coisa. Qual o nome que se dá a essa liberdade? Chama-se livre-arbítrio e quem nos concedeu-o foi Deus e ele é que nos torna responsáveis por todos nossos atos.

Porque Deus nos concedeu o livre-arbítrio ou a liberdade de escolha? Foi para que nós mesmos construíssemos o nosso destino, portanto, nós somos os construtores de nossa felicidade ou infelicidade pelas as escolhas que temos feito. Portanto temos a liberdade para: Pensar, Falar e Agir.

Mas toda escolha tem conseqüências, assim como as escolhas que fizemos durante nossa vida.
Deus criou todos os Espíritos simples e em ignorância, com aptidão tanto para o bem como para o mal, e que através de nossas escolhas podemos ir para o lado do bem ou do mal e que, portanto, cada um poderá ser feliz ou infeliz, conforme as escolhas feitas por si mesmo. Não há fatalidade nos menores acontecimentos da vida e que somos os responsáveis quando algo sai errado por causa de uma atitude nossa. O preço da liberdade é a responsabilidade, ou seja, podemos agir livremente, mas seremos responsáveis por nossos atos.

Importante plantar o bem para colher o bem. Quem escolhe o mal, acaba recebendo algo de ruim de volta, mais cedo ou mais tarde.

Escolher o que é certo nos conduz à felicidade, enquanto escolhas equivocadas trazem sofrimentos.

Tudo de bom ou de ruim que fazemos retorna para nós, mais cedo ou mais tarde, nesta ou em outra reencarnação. A escolha (livre-arbítrio) de quais atitudes teremos (boas ou ruins) é nossa, e através dessas escolhas estaremos elegendo o sofrimento (escolhendo o mal) ou a felicidade (escolhendo o bem) como conseqüência.

Quando escolho o caminho do bem este me fará feliz, se escolher o caminho do mal este me levará a grandes sofrimentos.

CAMINHO DO BEM: Perdão, compreensão, caridade e felicidade. (escrever ao lado da gravura)

CAMINHO DO MAL: Vingança, raiva, vício e sofrimento.

Cada ato que praticamos é seguido de uma conseqüência.

UM ATO BOM: traz conseqüências boas. (escrever ao lado da gravura)

UM ATO MAL: traz conseqüências más.

Podemos praticar o mal, mas temos que agüentar as conseqüências. Já sabemos quais são as conseqüências do mal; é uma reencarnação dolorosa.

  • Seu eu jogar para cima pétalas de rosas, o que irá acontecer? Cairão pétalas de rosas. E se eu jogar pedras? Cairão pedras na minha cabeça.

Comentar que cada atitude tem uma conseqüência, por exemplo:

  • Comer demais (passar mal, dor de barriga);
  • Estudar bastante para uma prova (irá bem à prova);
  • Não tomar banho (terá cheiro desagradável, poderá adquirir alguma doença);
  • Tomar muito sol (ficará queimado e ardendo);
  • Dormir tarde e acordar cedo (passará o dia sonolento);
  • Jogar videogame demais (mil e umas conseqüências).

Deus governa o Universo com base na Lei de Causa e Efeito. Tudo o que acontece tem uma causa e uma conseqüência. Cada pessoa é responsável por suas atitudes e colhe as conseqüências do que fizer. Tudo o que fizermos de bom ou ruim volta para nós.

Todos os que sofrem é porque não usaram o seu livre-arbítrio para a prática do bem.

Nós temos a inteligência suficiente para distinguir o que é bom do que é ruim e saber aceitar o que é útil e repelir o que não presta.

A nossa consciência guia a nossa inteligência e nos mostra o que devemos e o que não devemos fazer. É ouvindo a consciência que usaremos com acerto o livre-arbítrio.

Outra coisa que devemos evitar é agir sem refletir. Em qualquer circunstância é preciso conservar a calma. Pensar primeiro, agir depois.

Concluir:
Através do esforço em transformar os nossos sentimentos e atitudes negativas no nosso dia a dia: na família, na escola, no trabalho, no convívio com os outros irmãos, vamos aos poucos transformando defeitos em virtudes, assim é que evoluímos.
Nosso maior desafio na Terra é aprender a conviver pacificamente uns com os outros, pois é através dos relacionamentos que aprendemos e nos transformamos em seres humanos melhores.
Durante nosso percurso na Terra, seremos sempre levados a fazer escolhas. Os caminhos que percorrermos será o resultado das nossas escolhas.
Mas se a dúvida lhe invadir, lembre-se que temos um poderoso auxilio: a prece, que nos coloca em sintonia com a espiritualidade superior.
Se perceber que tomou o caminho errado, não se desespere, Deus sempre nos dá uma nova oportunidade, desde que estejamos dispostos a nos melhorar. Nossas escolhas do passado nos colocaram onde estamos no presente, nossas escolhas de hoje determinarão onde estaremos no futuro.

E se sentir sozinho no meio do caminho, tenha certeza de que Deus nunca abandona seus filhos. As dificuldades fazem parte do nosso crescimento espiritual.

Segundo Momento: Atividade – VIVENCIANDO SITUAÇÕES

Vamos usar o corpo ou vivenciar o que foi exposto. A criança absorve muito mais qualquer tipo de situação quando ela vivencia.

Situações a serem vivenciadas – Boas e Ruins

Após cada situação vivenciada perguntar a quem a praticou o que sentiu e a quem recebeu também perguntar o que sentiu. Depois pedir que invertam as situações, para assim os dois experimentem as duas situações.

1. Situação positiva:

· Pedir uma criança que dê um abraço forte e um beijo com alegria na outra, e pergunte a que recebeu o que ela sentiu, depois pergunte a que deu o beijo o que sentiu também.

· Criança cai no solo e a outra a ajuda levantar.

· Criança chora e a outra a abraça consolando.

· Criança entrega uma flor para o amigo que está triste a um canto.

2. Situação negativa:

· Dramatizar uma prisão por briga, e pergunte a quem foi preso o que sentiu e também pergunte a quem prendeu o que sentiu, pois eles precisam perceber que quem pratica a ação de manter a ordem, nem sempre se sente bem com isso.

· Criança empurra outra e a xinga.

· Criança toma um objeto da mão da outra ameaçadoramente.

· Criança discute com a outra dizendo coisas que a ofenda.

Dessa forma você estará trabalhando ação e reação e ainda pode tocar no assunto de boa convivência entre eles e as pessoas que estão dentro do centro.

Trabalhar com o corpo e com o sentimento é muito mais fácil de entender.

Terceiro momento: Atividade escrita

Atividade - Livre-Arbítrio e Ação e Reação