1 de agosto de 2013
5 de julho de 2013
Aula - FRATERNIDADE - Movimento da Fraternidade e a Cidade da Fraternidade
Bibliografia: Conteúdo Programático
da UEM; site MOFRA - Movimento da
Fraternidade;
Livro: Movimento da Fraternidade e Fraternidade chama inextinguível
- Célio Allan Kardec de Oliveira.
Prece inicial
Primeiro Momento: dialogar sobre a fraternidade.
Perguntar aos evangelizando se a pessoa que comer só um tipo
de alimento, como por exemplo, batata, conseguiria todos os nutrientes de que o
seu organismo necessita.
Após ouvi-los comentar que todos os alimentos têm um valor
nutricional, e assim também tudo tem o seu valor no universo e exerce um papel importante.
Às vezes valorizamos mais determinada coisa, objeto ou criatura, em detrimento
de outra; mas a verdade é que tudo o que existe tem sua importância.
Assim como
entre os variados alimentos são importantes para nossa saúde, o mesmo acontece
entre os animais, todos eles têm um papel importante na natureza; numa
orquestra todo o instrumento tem importância; na sociedade todas
as profissões são importantes.
A variedade é importante, porque nos
ajuda a desenvolver o sentimento de humildade e cooperação, já que os seres passam a depender uns dos outros para viverem.
Todos os seres vivos da Criação estão em constante
aperfeiçoamento, em termos de sentimento, de inteligência, e sob o ponto de
vista da matéria. Tudo se aprimora em a Natureza, a caminho da perfeição de que
nos falou Jesus.
As reencarnações, que nos ensejam experimentar várias
situações - como vir homem ou mulher, rico ou pobre, negro ou branco, sadio ou
doente - são excelentes oportunidades de aprendermos o que aquela situação pode
oferecer. A riqueza, por exemplo, é uma oportunidade de praticarmos o desapego,
a correta utilização do dinheiro para gerar progresso... A pobreza é chance
para exercitarmos o trabalho, agindo sem revolta.
Por que abrigamos o orgulho no coração, pai do preconceito? Nascemos
em raças diferentes, em lugares diversos, tudo nos propicia ensinamentos
valiosos, hoje somos ricos, amanhã poderemos vir pela nossa necessidade evolutiva
sendo pobres. O Espírito precisa passar por várias experiências, para aprender
tudo o de que necessita para seu progresso.
Ter preconceito é valorizar as coisas e pessoas não pelo que
elas são, mas pelo que elas têm ou pelo que aparentam. E a partir deste
entendimento errôneo, agir criticando, separando, discriminando os outros.
As pessoas preconceituosas - por exemplo, que o pobre é
inferior ao rico, que o negro á inferior ao branco, que certas profissões são
mais importantes porque são mais “chiques” - certamente não sabem que essas
situações podem mudar de uma reencarnação para outra.
Com esses ensinamentos, a Doutrina Espírita nos ajuda a
combatermos em nós mesmos o orgulho, e a desenvolvermos o belo sentimento da
fraternidade; o reconhecimento de que somos todos filhos do mesmo Pai e
caminhamos para o mesmo destino, que é a Perfeição.
Quem é capaz de dar algum exemplo de atitude preconceituosa?
O evangelizador comentará os exemplos, e caso as crianças
não se pronunciem, poderá apresentar
alguns, como:
- dizer que cabelo crespo é “cabelo ruim”;
- achar que todo pobre é pouco inteligente ou é bonzinho, só
porque sofre;
- achar que todo rico é ganancioso ou vaidoso;
- achar que o deficiente físico é incapaz de trabalhar, etc.
Todos os seres são filhos de Deus,
portanto irmãos a quem devemos amar, respeitar, ajudar e servir em nome do
Senhor e da fraternidade que deve reger nossas ações.
Assim, a raça, a posição social, a
religião não podem, em hipótese alguma, nos separar uns dos outros.
Pela fraternidade desaparecem todos os
preconceitos de posição social, raça, religião, os quais têm se constituído,
através dos tempos, em sérios entraves ao progresso real da humanidade.
É pelo amor ao próximo exemplificado por
Jesus, que aprendemos ajudar sempre, sem distinções ou reservas.
A fraternidade é uma lei universal, que
precisa ser cada vez mais sentida e levada a todas as criaturas. Ela é virtude
que todos nós devemos cultivar, pelo amor ao próximo exemplificado por Jesus,
ajudando sempre, praticando a gentileza para com todos, respeitando o
semelhante, sendo bondosos e compreensivos para com todos, ajudar sempre em
tudo que for preciso a quem precise.
Devemos abrir a alma ás manifestações
generosas para com todos os seres, e não caminhar indiferente a dor do próximo,
auxiliar sempre, buscando nos relacionar com as pessoas sem distinção ou
preconceito.
"Fraternidade é o amor que se expande
entre os corações humanos,
promovendo a interligação das criaturas numa mesma pulsação de sentimentos...
os da Fraternidade"
promovendo a interligação das criaturas numa mesma pulsação de sentimentos...
os da Fraternidade"
Segundo Momento: dialogar sobre o Movimento da
fraternidade.
E, pois sendo todos nós filhos de Deus, e
a humanidade uma só família, a espiritualidade superior, visando promover a
união da família universal nos corações
humanos, num sentimento de fraternidade aqui no Brasil, anunciou o Movimento da
Fraternidade, que teria como objetivo viver e praticar o ensinamento de Jesus
“Amai-vos uns aos Outros”.
Assim várias pessoas e grupos espíritas se uniram para
promover um movimento de fraternidade, e onde houvesse necessitado, levariam
eles a ajuda. Assim aos desamparados o calor humano, ao doente a visitação e o
remédio da alma e do corpo, a os pobres e carentes as vestes e o pão, ao que
sofre a fé em Deus ou o evangelho de Jesus.
Os grupos espíritas que aderiram ao movimento da
fraternidade passariam a seguir um programa de trabalho, onde haveria cursos da
doutrina espírita e do Evangelho, assistência social (assistência as crianças
carentes, sopa fraterna, distribuição de alimentos, etc.), tratamentos
espirituais (passes, ecotoplasmia), distribuição de roupas e remédios, etc.
E então, essas pessoas também movidas pelo sentimento de
família universal, com um grande ideal, decidiram construir uma cidade onde as
pessoas se ajudassem mutuamente, não sendo elas apenas de laços consangüíneos,
mas sendo unidas pelos laços do espírito.
Essa cidade seria diferente, seria uma família diferente das que
conhecemos, essas famílias teriam um sistema de vida diferente, essas pessoas seriam
ligadas pelo sentimento de amor ao próximo e a fraternidade, estes seriam os
laços que as uniriam.
A cidade da fraternidade é um modelo de comunidade cristã
para o 3º milênio, e planejada para abrigar criaturas desamparadas, além de
servir ao próximo sem os laços da consangüinidade. É uma nova sociedade,
exemplo para a construção do amanhã, uma oportunidade de todos nós de vivenciarmos
a fraternidade. Objetivo da cidade é viver o amor ao próximo e a fraternidade
que Jesus ensinou.
Os moradores da CIDADE DA FRATERNIDADE são pessoas provenientes dos Grupos
da Fraternidade e por estes indicados. Mas, ela atende um grupo de moradores
sem terra, ou cerca de 150 famílias assentadas. Hoje, essas famílias e outras
residentes próximas à CIFRATER constituem o principal foco de atendimento
social. A cidade possui uma escola “Educandário Humberto de Campos”, um
casa espírita “Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Veneranda”, e um Posto de
Saúde, além dos seus moradores.
E assim, surgiu a CIDADE DA FRATERNIDADE – CIFRATER.
A
Cidade da Fraternidade foi fundada em 20/12/1963, está situada no Município de
Alto Paraíso - Estado de Goiás, a 213 quilômetros de Brasília. Apresentado algumas fotos da cidade durante a explicação.
Terceiro Momento: Contar história: Cidade da Fraternidade, lições de amor.
A história dessa cidade e dessas famílias
cujos laços são os do espírito, vamos contar agora.
Quarto Momento:
Fazendo arte.
Material: Tinta guache, pinceis, folha A4 60kg (resistente), lápis preto e lápis de cor.
Material: Tinta guache, pinceis, folha A4 60kg (resistente), lápis preto e lápis de cor.
Técnica: Orientar as crianças
a desenhar com o lápis preto e contornar com lápis de cor (quem preferir
desenha apenas com lápis de cor), e após pintar com tinta guache.
Distribuir o material de pintura, e propor aos
evangelizando pintar a cidade da fraternidade. Explicar que o trabalho será
exposto para que todos apreciem no final.
Apresentar algumas das gravuras da cidade
da fraternidade para se inspirarem.
Após o trabalho de pintura realizada,
colocar a moldura feita de papel cartão (tiras de 3cm) para a exposição dos trabalhos.
PRECE FINAL
CIDADE DA FRATERNIDADE, LICÕES DE AMOR
A Cidade da Fraternidade – uma comunidade cristã,
contada para o público infantil em vários capítulos.
Oi amiguinhos,
Vamos fazer uma viagem a um local repleto de amor,
onde pessoas como nós estão vivendo as lições trazidas pelo nosso inesquecível
Mestre Jesus, nos moldes da família Universal.
Capítulo 1 – A
Família: célula social
Certo dia, um grupo de amigos, de uma
organização cristã, resolveu morar em um lugar onde todos pudessem viver em
harmonia. Reuniram-se e tomaram importante decisão: comprar um terreno bem
grande, bem distante dali. As casas seriam construídas em mutirões nos finais
de semana. Planejaram tudo, cada detalhe. E assim fizeram. Não foi nada fácil!
Assim surgiu a Cidade da Fraternidade.
Era um lugar lindo! Bem próximo, um
riacho trazia água bem clarinha do alto da serra. Á volta, montanhas cobertas
de verde davam ao lugar tamanha beleza. Não seria uma comunidade rica. As casas
seriam simples e bem cuidadas, feitas “no capricho”, conforme dizia “Seu” Machado,
o mestre de obras de “mão cheia” que coordenava todo o trabalho de construção.
Era o morador da casa 1, casado com Dona Leonor, pai de Cissa e Jorginho.
Aos poucos as casas foram surgindo. Ao
todo eram oito casas, quatro de cada lado. Uma pequena cerca separava cada
quintal. Á frente delas uma pracinha. Na entrada uma placa de madeira que dizia:
“ Cidade da Fraternidade”.
Durante a semana os pais e algumas
mães saem para o trabalho e as crianças para a escola, o Educandário Humberto
de Campos. Aos domingos as famílias costumam fazer brincadeiras onde todas as
crianças participam, passeios na natureza ou mutirão para cuidar da horta
comunitária. Mas, aquele domingo seria muito especial. Tia Vilma, da casa 5,
combinou um passeio ao zoológico. Pedrinho foi logo dizendo:
- Gosto dos macacos. Eles moram todos
na Ilha dos Macacos. Eles são tão engraçados!
-
É Pedrinho. Os macacos são brincalhões. – disse tia Vilma. E vivem juntos
porque os animais formam suas famílias. É muito bom viver numa família. As
famílias humanas, quando vivem com amizade, formam uma comunidade feliz.
-Como
aqui, não é tia Vilma, disse Cissa.
-
É, aqui cada um mora com sua família, mas, pela nossa união, formamos uma
comunidade feliz. A sociedade será melhor e mais feliz quando todos entenderem
a importância de um lar feliz.
No
domingo, o pessoal foi chegando e se reuniu na pracinha.
Verinha,
que morava na casa 4, chegou com uma novidade.
-
Tia Vilma, essa noite, Mileide, a gata lá de casa, teve seis gatinhos.
-Parabéns,
Verinha. Você viu a ninhada nascer? – perguntou tia Vilma, interessada.
-Vi
sim, tia Vilma. A Mileide é bem mansinha e essa é a segunda ninhada. Quando
chegou a hora, ela escolheu o seu cantinho preferido, deitou-se bem devagar e
logo depois os gatinhos foram nascendo um a um.
-
E ela cuidou bem deles, Verinha? – perguntou tia Vilma
-
A Mileide lambia cada filhote e depois pegava na boca, um de cada vez, para mostrar
para minha mamãe.
-
Viu só, Verinha? A sua gatinha está dando um bom exemplo sobre a importância da
família.
Todos
ouviram atentos a conversa, até que chegou o ônibus da escola. “Seu” Nicolau,
que mora na casa 8 é o motorista. Todos embarcaram, com calma, mas bem alegres.
Chegando ao Zoológico visitaram muitos animais. Viram as cobras, os jacarés e
lagartos, até que um fato chamou a atenção de todos.
As
crianças viram uma zebrinha sendo tratada pelos enfermeiros.
-
O que aconteceu com ela? – perguntou Pedrinho a Dra Vivian, a veterinária.
-
A mãe da zebrinha morreu. Mas, logo, logo, o filhote estará bem e brincando.
Aqui no Zoológico cuidamos para que os animais tenham boa alimentação, bastante
espaço, jaulas limpas, bons tratadores, o melhor para que cresçam sadios. Mas
se os filhotes vivessem no seu ambiente natural poderiam sobreviver só com os
cuidados e proteção das suas famílias. E isso é verdade para todas as aves e
mamíferos. Para os seres humanos a família ainda é indispensável.
-Obrigada,
Dra. Vivian, disse tia Vilma. Sabemos que aqui no Zoológico os animais são
tratados com muito carinho e dedicação.
Foi
um dia realmente especial. As crianças gostaram muito e os adultos também.
Aula - A Parábola do Samaritano
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Cap. 13– QUE VOSSA MÃO ESQUERDA NÃO
SAIBA O QUE DÊ A VOSSA MÃO DIREITA e Cap. 15– FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO
Objetivos:
- Sensibilizar a criança sobre as
diversas oportunidades de auxiliar as pessoas que encontram em seu dia-a-dia.
- Estimular o evangelizando a refletir sobre a importância de
não cultivar no coração quaisquer tipos de preconceitos (raça, religião e/ou
crença, cor, etc.).
- Destacar que a Parábola* exemplifica os ensinamentos de
Jesus, como a caridade e a humildade, duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao
orgulho.
- Conscientizar o evangelizando sobre a importância de
praticar a caridade com desprendimento e humildade.
- Evidenciar que a caridade é o amor em ação e está ao
alcance de todos, independe da crença, condição financeira ou posição social.
- Identificar que a prática do Bem e a ajuda sincera ao
semelhante é a melhor maneira de expressar a nossa gratidão a Deus e a Jesus
pelo muito que deles recebemos, sempre.
- Ressaltar que toda a caridade que
praticamos, devemos praticar com amor e sem esperar que o beneficiado nos
retribua.
-Compreender que como espíritas, compete-nos esforçar para
que as nossas ações expressem sempre e unicamente o bem, em favor de todas as
criaturas.
BIBLIOGRAFIA:
Lc, 10: 29 - “E quem é o
meu próximo?”; LC, 10: 30 a 35 - A Parábola. ESE, cap. 15, item 3
(final); Livro da Esperança (Emmanuel / F.C.Xavier), caps. 28 e 40; Religião
dos Espíritos (Emmanuel / F.C.Xavier), cap. 49; Jesus no Lar (Néio Lúcio /
F.C.Xavier), cap. 29; Histórias que Jesus contou, Clóvis Tavares.
PRIMEIRO
MOMENTO: Incentivação inicial: Exposição.
ESCREVER
NO QUADRO: “Quem é o meu próximo?”
– “O próximo a quem precisamos prestar imediata
assistência é sempre a pessoa que se encontra mais perto de nós.” – Emmanuel.
Isto é, nossos familiares, nossos amigos e nossos
irmãos em humanidade.
SEGUNDO
MOMENTO: Desenvolvimento: Jesus ensinou...
Essa mesma pergunta: Quem é o meu próximo, foi feita a
Jesus por um doutor da Lei, um judeu.
Respondendo-lhe, Jesus contou a Parábola do Bom
Samaritano, que vamos narrar para vocês.
*Para narrar à
parábola confeccionei um painel colorido com o cenário de um caminho em direção
a cidade de Jerusalém, e os personagens da parábola. A medida que narrava
fixava o personagem.
*As personagens da
história estão disponível, clique no link: http://evangelizacao-infantil.blogspot.com.br/2013/06/atividade-o-bom-samaritano.html
Antes de narrar o final da parábola, interferir
perguntando: Qual dos três (o sacerdote, o levita ou o samaritano) foi o próximo do
pobre homem que caiu em poder dos ladrões?
Jesus contou essa história para que entendamos que deveríamos
amar a todos, e não apenas os familiares e amigos; para que tenhamos compaixão
sem distinção alguma, seja de raça, religião, posição social ou intelectual,
etc. Esse é o verdadeiro sentido do seu ensinamento: “Amar a Deus sobre todas
as coisas e ao próximo como a si mesmo.”
TERCEIRO MOMENTO: Narração dialogada - Após
contar a Parábola:
O que é ter compaixão?
Compaixão é o mesmo que misericórdia ou Piedade, e esta é
irmã da Caridade, como nos diz o Espírito Michel em O Evangelho Segundo o
Espiritismo; “sem compaixão não há caridade”. Compaixão é se colocar no lugar da
pessoa que está passando por um problema. É imaginar se o que ela está passando
fosse comigo. Ter compaixão é viver o problema da pessoa, ajudando-a,
colaborando com ela, fazendo o que for possível por ela.
Jesus nos ensina com a
Parábola do Bom Samaritano, que devemos fazer o mesmo que o bondoso samaritano,
estar sempre prontos para socorrer quem sofre, sem qualquer indagação ao
necessitado.
Nunca perguntar, nunca procurar saber coisa alguma daquele que você pode e deve
auxiliar. Não se interesse em saber se a pessoa necessitado é espírita ou
católico, se é judeu ou protestante, se é pessoa branca ou de cor, rica ou
pobre, importante ou não, e se também é seu amigo ou não. Não se interesse em
saber quais as idéias que ele professa. Não cultivemos no coraçãozinho os
odiosos preconceitos de raça, de religião ou de cor. Que você olhe apenas as
feridas ou necessidades de quem sofre, para auxiliar. Enxergar somente a dor do
próximo, para aliviá-la.
QUARTO MOMENTO: HORA DA
ESTÓRIA
Como seguir esse
importante ensinamento de Jesus em nossas vidas?
“Certa vez, um menino de
seus oito anos passeava com sua bicicleta nas ruas de seu bairro quando de
repente não viu um enorme buraco a sua frente e foi jogado longe, bateu a
cabeça no meio fio e machucou-se muito.
Logo vinha um menino de
sua idade, eram vizinhos e freqüentavam a mesma igreja, era muito sabido e
inteligente, passava por ali e viu o pobre menino caído, mas não parou para
ajudá-lo e seguiu seu caminho.
A seguir passou uma
menina muito bem vestida com seu poodle perfumado, de mesma idade e freqüentavam
a mesma escola, era rica, inteligente e popular, viu também o menino, mas
também não ajudou com medo dele.
Logo após veio passando
outro menino, vestido simples de chinelo de dedo com um saco de pães nas mãos,
viu o menino e correu imediatamente para acudi-lo. Ajudou-o a se levantar e tratou
de levá-lo para sua casa, fazer um curativo e levá-lo de volta pra casa da sua
família.”
Qual dos três crianças
foi o próximo do pobre menino que caiu da bicicleta? Quem teve compaixão do
menino?
Jesus deseja que imitemos
o Bom Samaritano. É Jesus quem pede ao nosso coraçãozinho: “Vá e faça o mesmo”,
sempre, em toda parte, com quem quer que seja. Compaixão é isso amiguinho é ir e fazer, ajudar sem olhar a quem está
ajudando.
Este é o caminho da felicidade
verdadeira e Eterna, com Jesus. Fazendo assim seguimos Jesus.
PRECE FINAL
21 de junho de 2013
ATIVIDADE - O Bom Samaritano
MONTE UMA MAQUETE
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Parábolas
O BOM SAMARITANO
Do livro: HISTÓRIAS QUE
JESUS CONTOU
CLÓVIS TAVARES
CLÓVIS TAVARES
O BOM SAMARITANO
(Lucas, capítulo 10º, versículos 25 a
37)
Um dia, um pobre homem descia da cidade
de Jerusalém para uma outra cidade, Jericó, a trinta e três quilômetros daquela
capital, no vale do Rio Jordão.
A estrada era cheia de curvas. Nela havia muitos penhascos, em cujas grutas era comum se refugiarem os salteadores de estradas, que naquele tempo eram muitos e perigosos.
O pobre viajante foi assaltado pelos ladrões. Os salteadores usaram de muita maldade, pois, além de roubarem tudo o que o pobre homem trazia, ainda o espancaram com muita violência, deixando-o quase morto no caminho.
Logo depois do criminoso assalto, passou por aquele mesmo lugar um sacerdote do Templo de Salomão. Esse sacerdote vinha de Jerusalém, onde possivelmente terminara seus serviços religiosos, e se dirigia também para Jericó. Viu o pobre viajante caído na estrada, ferido, meio morto. Não se deteve, porém, para socorrê-lo. Não teve compaixão do pobre ferido, abandonado no chão da estrada. Apesar dos seus conhecimentos da Lei de Deus, era um homem de coração muito frio. Por isso, continuou sua viagem, descendo a montanha, indiferente aos sofrimentos do infeliz...
Instantes depois, passa também pelo mesmo lugar um levita. Os levitas eram auxiliares do culto religioso do Templo. Esse levita não procedeu melhor do que o sacerdote. Também conhecia a Lei de Deus, mas, na sua alma não havia bondade e ele fez o mesmo que o padre, seu chefe. Viu o ferido e passou de largo.
Uma terceira pessoa passa pelo mesmo lugar. Era um samaritano, que igualmente vinha de Jeru¬salém. Viu também o infeliz ferido da estrada, mas, não procedeu como: o sacerdote e o levita. O bom samaritano desceu do seu animal, aproximou-se do pobre judeu e se encheu de grande compaixão, quan¬do o contemplou de perto, com as vestes rasgadas e sangrentas e o corpo ferido pelas pancadas que rece¬bera.
Imediatamente, o bondoso samaritano retirou do seu saco de viagem duas pequenas vasilhas. Uma era de vinho, com ele desinfetou as feridas do pobre homem; outra, de azeite, com que lhe aliviou as do¬res. Atou-lhe os ferimentos e levantou o desconhecido, colocando-o no seu animal. Em seguida, condu¬ziu-o para uma estalagem próxima e cuidou dele co¬mo carinhoso enfermeiro, durante toda a noite.
Na manhã seguinte, tendo de continuar sua viagem, chamou o dono do pequeno hotel, entregou-lhe dois denários (*) e recomendou-lhe que cuidasse bem do pobre ferido:
— Tem cuidado com o pobre homem. Se gastares alguma coisa além deste dinheiro que te deixo, eu te pagarei tudo quando voltar.
A estrada era cheia de curvas. Nela havia muitos penhascos, em cujas grutas era comum se refugiarem os salteadores de estradas, que naquele tempo eram muitos e perigosos.
O pobre viajante foi assaltado pelos ladrões. Os salteadores usaram de muita maldade, pois, além de roubarem tudo o que o pobre homem trazia, ainda o espancaram com muita violência, deixando-o quase morto no caminho.
Logo depois do criminoso assalto, passou por aquele mesmo lugar um sacerdote do Templo de Salomão. Esse sacerdote vinha de Jerusalém, onde possivelmente terminara seus serviços religiosos, e se dirigia também para Jericó. Viu o pobre viajante caído na estrada, ferido, meio morto. Não se deteve, porém, para socorrê-lo. Não teve compaixão do pobre ferido, abandonado no chão da estrada. Apesar dos seus conhecimentos da Lei de Deus, era um homem de coração muito frio. Por isso, continuou sua viagem, descendo a montanha, indiferente aos sofrimentos do infeliz...
Instantes depois, passa também pelo mesmo lugar um levita. Os levitas eram auxiliares do culto religioso do Templo. Esse levita não procedeu melhor do que o sacerdote. Também conhecia a Lei de Deus, mas, na sua alma não havia bondade e ele fez o mesmo que o padre, seu chefe. Viu o ferido e passou de largo.
Uma terceira pessoa passa pelo mesmo lugar. Era um samaritano, que igualmente vinha de Jeru¬salém. Viu também o infeliz ferido da estrada, mas, não procedeu como: o sacerdote e o levita. O bom samaritano desceu do seu animal, aproximou-se do pobre judeu e se encheu de grande compaixão, quan¬do o contemplou de perto, com as vestes rasgadas e sangrentas e o corpo ferido pelas pancadas que rece¬bera.
Imediatamente, o bondoso samaritano retirou do seu saco de viagem duas pequenas vasilhas. Uma era de vinho, com ele desinfetou as feridas do pobre homem; outra, de azeite, com que lhe aliviou as do¬res. Atou-lhe os ferimentos e levantou o desconhecido, colocando-o no seu animal. Em seguida, condu¬ziu-o para uma estalagem próxima e cuidou dele co¬mo carinhoso enfermeiro, durante toda a noite.
Na manhã seguinte, tendo de continuar sua viagem, chamou o dono do pequeno hotel, entregou-lhe dois denários (*) e recomendou-lhe que cuidasse bem do pobre ferido:
— Tem cuidado com o pobre homem. Se gastares alguma coisa além deste dinheiro que te deixo, eu te pagarei tudo quando voltar.
*******
Jesus contou esta parábola a um doutor
da lei que Lhe havia perguntado:
— Mestre, que devo fazer para possuir a Vida Eterna?
Jesus lhe respondeu que era necessário amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, de todas as forças e de todo o entendimento; e também amar ao próximo como a si mesmo.
O doutor da lei, apesar de sua sabedoria, perguntou ao Divino Mestre quem é o próximo. Então, Jesus lhe contou a Parábola do Bom Samaritano. Termina¬da a história, o Senhor perguntou ao sábio judeu:
— Qual dos três (o sacerdote, o levita ou o samaritano) te parece que foi o próximo do pobre ho¬mem que caiu em poder dos ladrões?
— Foi o que usou de misericórdia para com ele — respondeu o doutor.
— Vai e faze o mesmo — disse-lhe o Divino Mestre.
— Mestre, que devo fazer para possuir a Vida Eterna?
Jesus lhe respondeu que era necessário amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, de todas as forças e de todo o entendimento; e também amar ao próximo como a si mesmo.
O doutor da lei, apesar de sua sabedoria, perguntou ao Divino Mestre quem é o próximo. Então, Jesus lhe contou a Parábola do Bom Samaritano. Termina¬da a história, o Senhor perguntou ao sábio judeu:
— Qual dos três (o sacerdote, o levita ou o samaritano) te parece que foi o próximo do pobre ho¬mem que caiu em poder dos ladrões?
— Foi o que usou de misericórdia para com ele — respondeu o doutor.
— Vai e faze o mesmo — disse-lhe o Divino Mestre.
*
Entendeu, filhinho, a Parábola do Bom
Samaritano?
O doutor da lei queria saber quem ele deveria considerar seu próximo, a fim de amar esse mesmo próximo. Mas, Jesus lhe respondeu indiretamente à pergunta, com outra questão: “Quem foi o próximo do homem ferido?” Jesus indagou do doutor da lei quem soube ter amor no coração para o desconhecido padecente da estrada. E o doutor, que era um judeu (os judeus odiavam os samaritanos), confessou que foi o samaritano.
“Vai e faze o mesmo” — é a ordem eterna do Mestre. O nosso próximo, filhinho, é qualquer pessoa que esteja em nosso caminho; é qualquer alma necessitada de auxílio; é aquele que tem fome, que tem sede, que está desamparado, que está sofrendo na prisão ou no leito de dor...
Que você, meu filho, imite sempre o Bom Samaritano. Esteja sempre pronto para socorrer quem sofre, como o bondoso samaritano fez, sem qualquer indagação ao necessitado.
Que você faça o mesmo, como Jesus pediu. Nunca pergunte, nunca procure saber coisa alguma da¬quele que você pode e deve auxiliar. Não se interesse em saber se o pobre, se o doente, se o orfãozinho necessitado é espírita ou católico, se é judeu ou protestante, se é pessoa branca ou de cor. Não se interes¬se em saber quais as idéias que ele professa ou a política que ele acompanha. Não cultive no coração¬zinho os odiosos preconceitos de raça, de religião ou de cor. Que você olhe apenas as feridas de quem sofre, para pensá-las. Que você enxergue somente a dor do próximo, para aliviá-la.
Imite o Bom Samaritano, filhinho. É Jesus quem pede ao seu coraçãozinho: “Vá e faça o mesmo”, sempre, em toda parte, com quem quer que seja.
Este é o caminho da Vida Eterna, com Jesus.
O doutor da lei queria saber quem ele deveria considerar seu próximo, a fim de amar esse mesmo próximo. Mas, Jesus lhe respondeu indiretamente à pergunta, com outra questão: “Quem foi o próximo do homem ferido?” Jesus indagou do doutor da lei quem soube ter amor no coração para o desconhecido padecente da estrada. E o doutor, que era um judeu (os judeus odiavam os samaritanos), confessou que foi o samaritano.
“Vai e faze o mesmo” — é a ordem eterna do Mestre. O nosso próximo, filhinho, é qualquer pessoa que esteja em nosso caminho; é qualquer alma necessitada de auxílio; é aquele que tem fome, que tem sede, que está desamparado, que está sofrendo na prisão ou no leito de dor...
Que você, meu filho, imite sempre o Bom Samaritano. Esteja sempre pronto para socorrer quem sofre, como o bondoso samaritano fez, sem qualquer indagação ao necessitado.
Que você faça o mesmo, como Jesus pediu. Nunca pergunte, nunca procure saber coisa alguma da¬quele que você pode e deve auxiliar. Não se interesse em saber se o pobre, se o doente, se o orfãozinho necessitado é espírita ou católico, se é judeu ou protestante, se é pessoa branca ou de cor. Não se interes¬se em saber quais as idéias que ele professa ou a política que ele acompanha. Não cultive no coração¬zinho os odiosos preconceitos de raça, de religião ou de cor. Que você olhe apenas as feridas de quem sofre, para pensá-las. Que você enxergue somente a dor do próximo, para aliviá-la.
Imite o Bom Samaritano, filhinho. É Jesus quem pede ao seu coraçãozinho: “Vá e faça o mesmo”, sempre, em toda parte, com quem quer que seja.
Este é o caminho da Vida Eterna, com Jesus.
(*) O denário era uma moeda romana, em
curso na Palestina no tempo de Jesus.
Querida criança:
Aqui está mais um livrinho de história para você. Os heróis destas histórias não são dos nossos dias: têm quase dois mil anos...
Aqui está mais um livrinho de história para você. Os heróis destas histórias não são dos nossos dias: têm quase dois mil anos...
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