15 de setembro de 2013

Temas para aula - Chico Xavier

Encontro – Lindos Casos
1. A Infância de Chico.

1.1. Objetivos:

a-    Mostrar para as crianças: O quanto a infância do Chico foi difícil. Que crianças não vêem fantasmas, mas sim espíritos. Que a prece tem um poder muito grande. Que Deus nunca nos abandona.

b-    Levar as crianças a sentirem os sentimentos de obediência, paciência, fé, persistência e perdão, que sempre estiveram presentes na vida do Chico.

 c- Instigar a capacidade criativa das crianças.

1.2. Bate-papo: Contar a historinha em quadrinhos “Toinzinho e Chico Xavier em Lindos Casos, nº23”.

1.3. Dinâmica: Levar uma foto do Chico para as crianças verem. Separar a sala em pequenos grupos. Cada grupo “terá a missão” de confeccionar uma parte do corpo ou das vestimentas do Chico (do tronco para cima) e depois colar em um mural de papel pardo. A boina, o óculos, roupas simples e lábios grossos são elementos que não podem faltar nesse desenho.

 Encontro – Lindos Casos

2. Sempre precisamos uns dos outros


2.1. Objetivos:
a - Levar as crianças a sentirem os sentimentos de perdão e fé, que são essenciais para que possamos viver bem com as pessoas, como o Chico vivia.
 b - Dar a oportunidade de as crianças terem um contato diferente com o alfabeto.
C- Levar as crianças a se ajudarem.
d-Trabalhar a coordenação motora.

2.1. Bate-papo: Contar a historinha em quadrinhos “Toinzinho e Chico Xavier em Lindos Casos, nº32”

2.3. Dinâmica: Alfabeto diferente. Em um mural, escreveremos a frase: “(?) O Chico era uma criança obediente e um adulto que sempre desculpava (?)

  As letras que formarão essa frase serão escritas com canetinha, cada uma, pelas evangelizadoras em folhas de duas revistas. As crianças não vão saber identificar cada letra, mas saberão que terão que recortar todos os desenhos de letras em canetinha que estiverem nas folhas de revistas. Além do mais, terão que se ajudar para identificar o que recortar, para compartilhar as revistas, já que serão apenas duas, e para compartilhar as tesouras. Quando terminarem, as evangelizadoras vão organizar as letras para formar a frase, e, assim, pedirão para as crianças se ajudarem para colarem na ordem correta.

 Encontro - Lindos Casos
3. A Verdade é como o Diamante.


3.1. Objetivos:


a-Levar as crianças a entender que sempre devemos falar a verdade, mas com jeitinho para não machucar a pessoa a que nos dirigimos

c-    Auto-conhecimento.

3.2.  Bate-papo: Contar o conto “A verdade é como Diamante” do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, pg. 140. ADAPTÁ-LO.

 
3.3. Dinâmica:
 a-Levar situações para as crianças e pedir para elas nos dizer como elas falariam a verdade naquela situação, enquanto brincamos de corre-cutia. De acordo com o seu desempenho, perguntaremos se merece uma pedra sem brilho, um diamante com pouco brilho ou um diamante com muito brilho. (figuras de diamantes salvas no pc.)

 b.Situações:
Você estragou um brinquedo do seu irmão. Você negaria que o fez quando ele te perguntasse ou confessaria, dizendo que o ajudaria a concertá-lo?
Sua mamãe está muito nervosa e briga com você sem você ter feito nada. Você quer dizer a ela que não gosta quando ela briga com você. Você diria “Mamãe, larga de ser chata e pára de brigar comigo!” ou “Mamãe, você não precisa ficar brava comigo; eu não fiz nada.”

Dessa vez, sua mamãe está muito brava e briga com você porque você fez alguma coisa de errado. Você diria: “Sua chata, eu te odeio” ou “Mamãe, me desculpe. Da próxima vez, não precisa ficar brava, é só me falar o que fiz de errado que eu faço direitinho.
Você esqueceu-se de fazer a tarefa de casa. A sua professora pergunta o porquê. Você diria: “Eu estava doente e não deu para fazer” ou “Professora, a verdade é que me esqueci de fazer o dever.
Você está com raiva do seu amiguinho porque ele fica te enchendo a sua paciência. Daí, você pega a bola dele e joga numa roseira e ela fura. Seu amiguinho pergunta para você quem jogou a bola dele na roseira. O que você diria?
Está todo mundo aqui na salinha desenhando. A tia Dayane fala que vai no banheiro rapidinho e que não quer ninguém mexendo na tinta. Aí, você vai lá e mexe na tinta e derruba ela todo no chão. A tia Dayane volta e pergunta quem fez aquela bagunça. O que você diria?
Depois da sopa, você vem aqui na salinha e começa a mexer nas coisas. Pega um giz de cera e rabisca a parede. Daí, você volta lá para baixo e vai brincar com as outras crianças. A tia Lú sobe para cá para vir ao banheiro e vê que está tudo bagunçado e que a parede está rabiscada. Ela vai até lá em baixo onde está você e as outras crianças e pergunta quem foi o autor daquilo. Você diria que foi você?
Você acha a sua prima uma menina muito chata. Aí, no dia do aniversário dela, ela te pergunta o que você acha dela. Você diria “Ah, menina, você é muito chata! Não gosto de você!” ou “Eu te acho chata só quando você me enche o saco. Se você parar te fazer isso, não vou te achar chata mais.
 
 Encontro – Lindos Casos

4. Desprendimento e Desinteresse.

4. 1. Objetivos:
a-    Mostrar para as crianças que, apesar da pobreza do Chico, ele nunca aceitava dinheiro quando ajudava e sempre dava um pouco do que tinha para os mais necessitados do que si.
b-    Termos uma noção da situação de vida de cada criança.
c-    Trabalhar com as crianças o fato de ser tão difícil dar para outros o que mais gostamos.
d-    Trabalhar o não-julgamento, pois, a criança que se recusar a dar não poderá ser julgada pelas outras crianças.
e-    Trabalhar o auto-conhecimento com as crianças.

4. 2.  Bate-papo: Contar o conto “Um Relógio ao Doente” do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, pg. 88. ADAPTÁ-LO

4. 3. Dinâmica:
Sentar em círculo. Entregar para uma criança um relógio de pulso e perguntar o que ela tem na casa dela que ela mais gosta e pedir para ela perguntar ao seu colega do lado se ele tem alguma das coisas que ela citou. Se ele não tiver, perguntar para ela se daria pra ele. Se ela concordar, ela passa o relógio para ele. Se não concordar, perguntar se daria alguma outra coisa que ela goste menos, mas que seu colega não tem. E assim por diante.

Encontro – Lindos Casos
5. O que é o Passe?

5. 1. Objetivos: Levar as crianças a entender que o passe é uma troca de pensamentos, fluidos e energia entre o necessitado, o médium e o espírito assessor.

5. 2. Bate-papo e dinâmica:

a-Simular o ato do passe com três pessoas. Explicar que o espírito recebe diretamente de Deus os fluidos necessários para o necessitado, o médium passa os fluidos do espírito para o necessitado, e o necessitado recebe esses fluidos de acordo com a sua fé.
b- Pedir para as crianças colorirem um desenho que retrata bem o mecanismo do passe (salvo no pc) e pedir para identificarem quem é o espírito, o médium e o necessitado.

Encontro – Lindos Casos
6. O Passe e o Comportamento.

6.1. Objetivos: Levar as crianças a entender que “ao nos referirmos à condição de receptividade do paciente, óbvia sob qualquer aspecto, lembraríamos o impositivo dele manter atitudes respeitosas durante e depois do passe. Todo tratamento exige dieta e essa dieta, no passe, é o momento seguinte de como vai ficar o nosso comportamento
. Atitudes e ações levianas destroem as pontes de fixação que ajudam a reter as energias vitalizadoras e construtivas em nós, fazendo com que essas energias se evoluem, ficando o lugar das mesmas ocupado por outras de baixo teor.”

6.2. Bate-papo e dinâmica: Brincar de “Amigos de Jó”comentar:

1-Se vocês não tivessem prestado atenção no “mestre”, vocês teriam dado conta de fazer a coreografia?

2-Se vocês estivessem fazendo bagunça, vocês saberiam que coreografia dançar?

3-E quando a gente está fazendo o passe? Será que se a gente ficar fazendo bagunça à gente vai conseguir receber o remedinho? Ou, se a gente ficar sentadinho, mas não prestar atenção em Deus, a gente vai receber o remedinho?

4-Então, o que a gente tem que fazer para receber o remedinho na hora do passe direitinho? Se sobrar tempo, pedir para as crianças desenharem como deve ser os seus comportamentos na hora do passe.
 
Encontro – Lindos Casos
7. O Passe e a Cura


Objetivos: Levar as crianças a entender que o passe é como um processo de assepsia (o passe tira a “sujeira” do nosso espírito – é o “banho” deste). E para que isto ocorra com efetividade, é necessário que haja sintonia e confiança entre espírito, médium e paciente.

7.1. Bate-papo:
 a.Contar o conto “Em visita à casa do Pai” do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, pg. 72.

Não é necessário adaptá-lo, mas explicar à medida que a leitura caminha.
b- Comentar:

Quem é esse Pai que  Chico foi a casa? (Deus.)
O que a criança fez com o Chico? (Deu um passe nele)
O que a criança passou para o Chico? (O remedinho invisível.)
Foi o espírito do Chico ou o corpo do Chico que recebeu o Passe?Então, o passe cura as nossas doenças?Jesus também curava as pessoas dando passe?Jesus precisava estender as mãos para curar um irmão, ou um abraço ou até mesmo o encostar da pessoa em Jesus já fazia com que ele se curasse? (Lembram da historinha “A filha de Jairo”? Nesta historinha, uma mulher foi curada só de encostar-se a Jesus.)Se essas pessoas não acreditassem que iam ser curadas, elas se curariam? (Não, pois foi Jesus mesmo quem disse “A tua fé te salvou”.) Então, são as mãos ou os pensamentos do médium que passam o passe?

7.2. Dinâmica:
 Entregar um folha em que há dois desenhos: um de uma pessoa antes do passe e o outro, depois do passe. Pedir para colorirem de acordo com o que acreditem estar à pessoa nestas duas situações. ( “aulas para evangelização” – CEUA).


 Encontro – Lindos Casos

8. O Passe e o Amor Universal.


8.1. Objetivos: Levar as crianças a entender que “no Universo tudo é atração. Em síntese, é a manifestação do amor universal sustentando a vida através de trocas incessantes”. Tudo no universo é o amor universal porque tudo nele é Deus.

8.2. Bate-papo: a.Recitar o poema “Deus” de Cecília Meireles, no livro “O Canto da Cotovia”, pg. 79.

b.Comentario- Onde podemos achar Deus?
Quando recebemos o passe, de quem recebemos o remedinho invisível? (Recebemos o remedinho de Deus, através do espírito amigo e do médium.)

8. 3. Dinâmica: “Onde podemos achar Deus?” Vamos passear pelo bairro e observar a natureza, as pessoas, questionando:

a.Onde podemos achar Deus?
b.Por que podemos achar Deus aí?
c.Podemos achar Deus no ar?

d.Mas, porque, então, não conseguimos ver Deus? (Porque Deus é amor. A gente consegue ver o amor?)

e.Nós encontramos Deus na gente? (Sim. Todo mundo tem um luzinha dentro do coração
. Quando a gente briga com o nosso amiguinho, quando a gente faz bagunça na hora da prece, do passe, essa luzinha apaga. Então, para essa luzinha sempre ficar acesa, nós temos que ser crianças educadas, que sempre fazem prece antes de dormir, etc.)

Encontro – Lindos Casos
9. André Luiz e Emmanuel.

 9. 1.Objetivos:

a.Mostrar para as crianças a importância que esses dois personagens tiveram na vida do Chico e na vida dos espíritas, já que eles nos esclareceram e ainda nos esclarecem tantas coisas a vida eterna.

b.Trabalhar a afetividade.

9.2. Bate-papo e dinâmica:

a.Psicofonia: As evangelizadoras vão fingir ser ou o Emmanuel ou o André Luiz. As crianças serão os médiuns. As evangelizadoras passarão por cada criança, dizendo para darem um beijo, um abraço no colega do lado, etc

b.Psicografia: As evangelizadoras vão fingir ser ou o Emmanuel ou o André Luiz. As crianças serão os médiuns. As evangelizadoras passarão por cada criança, segurando suas mãos, fazendo desenhos e escrevendo frases, que, depois, serão colados todos juntos em um mural.

Encontro – Lindos Casos
10.  O Espiritismo - Da França ao Brasil.

10. 1.Objetivos: Mostrar para as crianças que o Espiritismo nasceu na França, tendo como codificador Allan Kardec, mas o maior país espírita do mundo é o Brasil.

10. 2.Dinâmica: Fazer um Grande mural, intitulado “O que é o Espiritismo”. Este mural terá seções, tais como: das obras básicas (+ figura de Kardec e da França); do Brasil (figura do mapa do Brasil, destacado o estado de Minas Gerais, figura de Chico); e seções que exemplifiquem, com figuras também, o que essa doutrina prega evolução (pode ser as figuras do Darwin; uma escadinha, simbolizando o aprimoramento moral); ensinamentos de Jesus; reencarnação; amor à natureza (ecologia) e ajuda mútua: as crianças procuram em revistas, etc.
Encontro - O Brasil como pátria do Espiritismo - De Pedro Leopoldo a Uberaba para o Brasil.

- Continuidade que Chico deu a Kardec

1. Objetivos: Levar as crianças a entender que o Chico foi muito importante para que o Espiritismo se consolidasse no Brasil.


1.__Encontro - O Brasil como pátria do Espiritismo – De Pedro Leopoldo ao mundo.
2.___ Encontro - O Brasil como pátria do Espiritismo – A confiança de Jesus na nossa Terra



19 de agosto de 2013

Aula - Desigualdades da Riqueza

Desigualdade das riquezas

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 16 – NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON
Objetivos:
- Conscientizar os evangelizando que os bens materiais são empréstimos “transitórios” de Deus e que devemos fazer bom uso destes - Ressaltar que o desapego aos bens terrenos consiste em dar à riqueza o devido valor, utilizando-a para si e para o próximo, sem tratá-la com descaso ou indiferença, pois somos usufrutuários, administradores temporários dos bens que Deus nos concede, o seu emprego deve, portanto, ser guiado pelo bom-senso, zelo e responsabilidade.   
 - Esclarecer que Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e poder. Lembrando que Deus em sua infinita sabedoria e amor possibilita a todos, múltiplas existências que são verdadeiras oportunidades de vários e diferentes aprendizados, ora na riqueza ora na pobreza.
- Sensibilizar sobre a importância da fé em Deus, da oração e da vigilância diárias em nossas vidas, para não sermos escravos da cobiça, da inveja, da amargura, da incompreensão.
- Despertar o evangelizando de que a riqueza é um elemento de progresso moral, espiritual e intelectual. Sendo que o bom uso gera trabalho, pesquisas, descobertas que propiciam avanços, projetos sociais em que muitos podem ser beneficiados.

PRIMEIRO MOMENTO: Contar a história: O Pequeno herói Anônimo, explorando a história.


SEGUNDO MOMENTO: Apresentar gravuras (apresentei as gravuras no PowerPoint), e à medida que as apresenta fazer os questionamentos abaixo aplicando o tema da aula:
Criança rica / Criança pobre / Casa pobre / casa Rica
Criança sadia / Criança paralítica / Criança branca / Criança negra

Perguntar: Porque existem tantas diferenças? Uns com saúde e beleza, outros doença e deficiências físicas? Outros com retardo mental e outros com grande inteligência? E por que na Terra existem homens ricos e pobres?

Responder: Na riqueza e na Pobreza por dois motivos:

1.      Por causa das diferenças das capacidades (talentos) e pelo empenho pessoal durante a vida.
2.      Porque Deus dá provas diferentes a homens diferentes na reencarnação.

· Na riqueza,  o homem tem que suportar não fazer todo o mal que o dinheiro lhe permite realizar.
· Na pobreza,  o homem passa pelas dificuldades da escassez da matéria (alimentação,  vestuário,  etc.), devendo fazê-lo sem queixas,  resignado.

Riqueza e pobreza nada mais são que provas pelas quais o Espírito necessita passar com objetivo mais alto de progresso. Deus concede a uns a prova da riqueza e a outros a da pobreza para experimentá-los de modos diferentes.

A pobreza é para os que a sofre, a prova da paciência e da resignação.

A riqueza é para os que a usufruem, a prova da caridade e da abnegação.

Desigualdade de riquezas, de saúde, de condições sociais, raças, etc., são então situações definidas antes de nascermos como provas para nossa evolução espiritual.

Muitas diferenças na Terra como saúde e beleza, doença e inteligência é muitas vezes são provas, com freqüência, escolhidas pelos próprios Espíritos, que nelas já sucumbiram. Por exemplo, se foi belo e isso lhe serviu de queda, pede a imperfeição física para não recair em novas faltas; se foi inteligente e usou sua inteligência para fazer sofrer e para o mal, ele deforma seu corpo espiritual e ao reencarnar seu perispírito molda um cérebro deformado e ele não poderá usar sua inteligência naquele corpo físico.


Os Espíritos escolhem as suas provas, conforme as suas faltas:
1) Uns, escolhem uma vida de privações ou a pobreza.
2) Outros, preferem vencer as tentações da riqueza.

Lembrando que por riqueza não se pode considerar somente dinheiro, e sim, aquilo que possuímos: o corpo, o Lar, os amigos, a capacidade de pensar, os conhecimentos espirituais, etc.
Tanto uma quanto outra são provas muito difíceis, porque se na pobreza o Espírito pode ser tentado à revolta e à blasfêmia contra o Criador, na riqueza expõe-se ele ao abuso dos bens que Deus lhe empresta, deturpando-lhe os objetivos elevados.

Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e poder. Lembrando que Deus em sua infinita sabedoria e amor possibilita a todos, múltiplas existências que são verdadeiras oportunidades de vários e diferentes aprendizados, ora na riqueza ora na pobreza.

É preciso que entendamos sempre: a existência no corpo é passageira e a morte do corpo priva-nos de todos os recursos materiais de que eventualmente disponha na Terra. Pobres e ricos voltam, portanto, à vida espiritual em idênticas condições, o que mostra que a condição de rico e a condição de pobre não passam de expressões passageiras. Os únicos bens que levamos é o bem que espalhamos, as dores que aliviamos, os sorriso que despertamos, enfim, as virtudes do coração.

TERCEIRO MOMENTO: 

Desenvolvimento: o mundo em que vivemos está repleto de desigualdades que despertam em nós sentimentos positivos e negativos. Conversar quais são e ouvir.
(positivos: fraternidade, compreensão, bondade, tolerância, aceitação e outros que constituem o conjunto das virtudes humanas. Negativos: incompreensão, revolta, tristeza, desalento, desesperança, que nos fazem sofrer) 


Esses dois tipos de sentimentos nos mostram o nosso grau de entendimento da lei divina. Compreender a situação e o momento evolutivo do outro é entender a lei.


Diante os contrastes das desigualdades que a vida nos apresenta tais como: saúde e doença, alegria e tristeza, bondade e maldade, riqueza e pobreza e tantos outros somos convidados a fazer crescer este entendimento da lei divina.

Levantar questionamentos:
- Por que todos os homens não são igualmente ricos? Não são igualmente inteligentes, ativos e trabalhadores? Os homens não são criaturas iguais. Há entre eles os que são mais inteligentes e mais ativos, pois são suas conquistas espirituais. Precisamos experimentar diferentes situações para nossa aprendizagem.
- A desigualdade de riquezas é necessária? Sim, para o desenvolvimento da inteligência e do sentimento, do progresso material e moral.

Concluir com elas: se a riqueza fosse repartida igualmente não haveria estímulos para as descobertas, pesquisas, etc.
A riqueza é desenvolvimento do sentimento, progresso moral quanto do intelectual.
Existem diferenças de riquezas, mas é possível que exista igualdade e bem estar social.
Se o homem praticar lei de justiça, amor e caridade, não haverá diferenças, pois os homens se entenderão.
Tudo isto é decorrente do trabalho do homem.

QUARTO MOMENTO:  SOLIDARIEDADE E CRIATIVIDADE

Objetivos: Técnica ideal para dividir os grupos ou formar grupos diferentes. Ao mesmo tempo, estimular o trabalho em grupos e a solidariedade.

Materiais: Folhas de cores diferentes: azul, verde, rosa e amarela.

Procedimento: Escrever frases relativas ao tema nas folhas de cartolinas. Recortar formando um quebra-cabeças. Misturar todas as cores. Os participantes receberão os pedaços e tentarão formar as frases. Eles não serão informados que as frases estão escritas em folhas da mesma cor. Terão que descobrir por si, ajudando uns aos outros. No final, ao reconstruir as frases, os grupos estão formados pelas cores.

Exemplos de Frases:
A pobreza é para os que a sofre, a prova da paciência e da resignação.
A riqueza é para os que a usufruem, a prova da caridade e da abnegação.
Riqueza e pobreza nada mais são que provas, pelas quais o Espírito necessita passar, tendo em vista o objetivo, que é o seu progresso.
Deus concede a uns a prova da riqueza, e a outros a da pobreza, para experimentá-los de modos diferentes.
Desigualdade de riquezas, de saúde, de condições sociais, raças, etc., são situações definidas antes de nascermos como provas para nossa evolução espiritual.
Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e poder.


QUINTO MOMENTO: Atividade escrita


PRECE FINAL








4 de agosto de 2013

Aula - Jesus, a fé e a caridade

Tema: Jesus, a fé e a caridade
Objetivos:
 - Recordar que Jesus é o mais perfeito Guia e Modelo da Humanidade: O Caminho, a Verdade e a Vida.
 - Identificar a fé como equivalente a um estado de confiança e certeza absolutas, sobrepondo-se a qualquer atividade calculista do intelecto humano.
- Levar o evangelizando a entender que a caridade é uma virtude que pode ser praticada por todos, e que pode ser exercida no campo material e no campo moral.
- Observar que a caridade é a ação impulsionada por um sentimento de amor e realizada por nós em favor do próximo.
- Compreender que a caridade não consiste só nas coisas materiais que distribuímos, mas também, no amor, no tempo, no carinho, na atenção e nas gentilezas que dispensamos aos outros.

BIBLIOGRAFIA: Evang. Seg. o Espiritismo, Cap. 11 – AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO; O Livro dos Espíritos: 3ª parte - Caps. XI e XII (Questões 647 e 886); Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda, Pág.87 a 97;  Fonte Viva Lições: 91; 126; 159. - Vinha de Luz, Pag. 273; Educação do ser integral. Lar Fabiano de Cristo. Unidade o Homem – Amor: Do Egocentrismo ao Altruísmo.

Harmonização com músicas

Prece Inicial

PRIMEIRO MOMENTO:
Uma das coisas que Jesus ensinou foi à fé e a caridade, e demonstrou como se deve fazer através de seu maior ensinamento ao dizer: “Ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Ele veio ensinar o Amor trazendo exemplos da verdadeira caridade, da fé e do amor ao semelhante, e ensinou como se deve amar: sendo caridosos, amando uns aos outros, tendo fé em Deus, desculpando ou perdoando, compreendendo e tolerando, sendo indulgentes fraternos e bondosos com todos e não julgando ou criticando.

O amor ao próximo está intimamente ligado a caridade. Caridade é amor em ação, pois ela coloca em prática o amor que Ele nos ensinou. A fé é um estado de alma, de confiança e certeza absoluta no amparo de Deus e nossos guias espirituais. Estando certos que tudo que damos de nós em favor do semelhante, nada nos faltará, pois Deus tudo provê.

Existem muitos tipos de fé, como fé nas pessoas, em situações, em nós, etc., mas a fé que nos sustenta a alma e nos dá força para as realizações, esta nós deveremos depositar em Deus, lembrando que devemos trabalhar, e segundo a vontade de Deus, nossos desejos se cumpriram. Há também mais de um tipo de caridade, que é a moral e a material que poderemos fazer em favor do semelhante.


SEGUNDO MOMENTO: ATIVIDADE REFLEXIVA
Hoje vamos falar do Amor ensinado por Jesus e da fé e da caridade que procede desse amor ensinado por Ele. Pois, toda essência da vida encontra-se no Amor, que vem de Deus.


Levar as crianças a observarem a gravura de duas plantas da mesma espécie, uma bem desenvolvida, outra não. Pedir que expliquem essa diferença (falta de sol, tipo de terra, qualidade da semente, pragas...).

Comparar o desenvolvimento das plantas com as pessoas:

• As plantas que recebem a luz do sol geralmente desenvolvem-se bem, exceto se faltar água, adubo etc. O mesmo acontece com nosso coração, se está aberto a Deus e a mensagem de amor de Jesus, praticando o amor, seremos pessoas generosas fraternas e bondosas.
• Todas as pessoas são envolvidas pelo amor de Deus, tal como as plantas recebem a luz do sol. Mas enquanto a pessoa não sentir o amor de Deus, será como aquela planta mal desenvolvida.
• As pessoas que não sentem esse amor sentem-se vazias e, às vezes, deixam-se dominar por vícios, por influências de más companhias ou vivem tristes. E aí vão definhando, tal como planta atacada pelas pragas. São as pessoas irritadas, egoístas, orgulhosas, agressivas, mal humoradas, vingativas e ressentidas por qualquer coisa que as acometem.

Destacar entre os evangelizando dois participantes que voluntariamente se ofereçam para a expressão corporal do que o grupo citar.
Perguntar ao grupo:
– Como são as pessoas que NÃO sentem amor pelos semelhantes, não tem fé em Deus, não se interessam em ser caridosas?
Provavelmente o grupo responderá:
• só falam e cuidam de si mesmas;
• não param para ouvir os outros;
• sentem-se irritadas e infelizes;
• nunca têm iniciativa e boa vontade para ajudar quem precisa;
• agridem as pessoas com palavras e até fisicamente.
• criticam e julgam as pessoas descaridosamente.
• falam mal das pessoas ou fofocam.

Em seguida, perguntar:
– Como são as pessoas que SENTEM amor pelos semelhantes, tem fé em Deus, são caridosas?
• são alegres e felizes;
• sabem ouvir, compreender as pessoas;
• ajudam quando necessário;
• preocupam-se com os sentimentos do outro, respeitando-os;
• são caridosas, pois sabem compartilhar, não temem que nada falte porque tem fé em Deus e sabem que todo o bem que fazem elas recebem de volta;
• toleram e são indulgentes com a falta dos outros, pois sabem que também erram e são imperfeitos;
• são simples e humildes;
• desculpam ou perdoam.

Lembrar que raiva, mágoas e desentendimentos que ocorrem freqüentemente em família, com amigos e vizinhos são causados quase sempre pela falta do amor, de perdão e de caridade que Jesus ensinou e que devemos ter uns pelos outros.

 Perguntar:
– Podemos fazer o amor, perdão a fé e a caridade CRESCER no nosso coração?
Ouvir com atenção as respostas, e depois responder que é praticando o que Jesus ensinou que vamos fazer crescer em nós, e que no inicio é difícil, pois estamos acostumados ou viciados nos sentimentos negativos (orgulho e egoísmo), mas com o tempo nos esforçando todos os dias, um dia serão ações naturais em nós. Não podemos perder a fé em Deus e em Jesus, pois todos nós temos o amparo dos nossos anjos da guarda que cuidam para que nós consigamos serem pessoas bondosas. O único exemplo que temos que seguir é de Jesus, Ele é o caminho, sigamos seus passos.



Mostrar o desenho do girassol, descrevendo o movimento que esta flor faz de modo a voltar-se sempre para o sol.
Comparar com a necessidade das pessoas de voltar-se para Deus. Como?
• sentindo o seu amor, por meio do amparo de nossos pais, amigos e anjo da guarda;
• orando, pedindo fé, sabedoria e amor;
• vivendo com bondade e caridade;
• perdoando aqueles que nos magoam, humilham e perseguem, compreendendo que todos nós temos erros e não podemos julgar e nem criticar nossos semelhantes.

Fazendo assim seguimos Jesus, nos voltamos, assim como o girassol volta-se para receber a luz do sol, voltamo-nos para Deus e para nosso amado irmão Jesus, então nada nos faltará.

PORQUE TUDO QUE DAMOS RECEBEMOS DE VOLTA; SE OFERECEMOS AMOR E PERDÃO NÓS O RECEBEREMOS DE VOLTA DE DIVERSAS FORMAS. ESSA É  LEI DE DEUS: CAUSA E EFEITO.

TERCEIRO MOMENTO: ATIVIDADE DINÂMICA

 Dividir a turma em dois grupos, que se sentam um em frente ao outro. Cada um do primeiro grupo, na sua vez, diz uma frase que represente uma conduta com falta de amor. Exemplo: Hoje acordei irritadíssimo.
- O colega em frente transforma a frase, expressando uma conduta amorosa. Exemplo: Hoje acordei de bem com a vida.
- Inverter as posições: o 2º grupo enuncia a conduta sem amor e o 1º grupo, a conduta amorosa.
QUARTO MOMENTO: ATIVIDADE CRIATIVA – Apresentar as frases para meditarem e logo propor aos evangelizando desenharem: 

JESUS É O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA

O AMOR DE DEUS CRESCE A CADA DIA NO MEU CORAÇÃO. 

PRECE FINAL