5 de março de 2014

AULA - BENS ESPIRITUAIS E BENS MATERIAIS

PLANO DE AULA  -  BENS ESPIRITUAIS E BENS MATERIAIS

Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 2 – MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO

Objetivo:
- Alertar sobre o apego aos bens terrenos: um dos maiores obstáculos ao nosso adiantamento moral e espiritual.
- Compreender que tudo aquilo que possuímos nessa vida nos foi dado por Deus para nosso progresso espiritual e nada levaremos dessa vida, senão as conquistas intelectuais e morais.
- Conscientizar o evangelizando quanto à importância de adquirirmos os valores espirituais, pois estes são os verdadeiros bens do espírito, e são os que o acompanharão durante todo o seu processo evolutivo.

- Identificar que no Reino de Jesus as maiores riquezas são as virtudes morais e espirituais.

Bibliografia: O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XVI; Caminho, Verdade e vida – FCX/Emmanuel, Cap. 21, 24, 64.

Harmonização com músicas

Prece Inicial

Primeiro momento:  Brincadeira – Caça ao Verdadeiro Tesouro

Material

Dois Baú de madeira. Um contendo nome de virtudes dentro de corações de acrílicos; outro baú com imagens de pessoas fazendo caridade, de carros, casas, dinheiro, riquezas e bijuterias.

Preparação da sala:
Colocar os baús em uma mesa e explicar aos evangelizando que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de ajuntarem um tesouro muito precioso.

Passos
1- Dê a cada criança envelope com o desenho de um baú e a frase escrita “Aqui guardo o TESOURO do coração”, e diga que eles peguem apenas cinco ”tesouros” que desejam para si.
2 - Especifique o tempo.
3 - Depois de esgotado o tempo reúna todos.
4 – Questionar os evangelizando: “Qual é o VERDADEIRO TESOURO? Aquele que a traça e a ferrugem não corroem e os ladrões não roubam!”

Observação: No primeiro momento é aplicado à dinâmica, no segundo momento expor o tema da aula que fala sobre o verdadeiro tesouro de nosso espírito. No final da exposição do tema exposto pedir que eles separem e coloquem no baú apenas os tesouros do coração.

Segundo momento: Após a dinâmica desenvolver o tema da aula.
Os tesouros da Terra são os bens materiais que permanecem aqui na Terra após nosso desencarne, porque não podemos levá-los para a espiritualidade. Dar Exemplos: (casa, automóvel, jóias, terras, vestuários etc. Pedir sugestões as crianças. São enfim as coisas materiais, perecíveis, sujeitas a deterioração, a serem roubadas, invejadas, e destruídas.
Jesus ensinou: "Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu". -  (Mateus 6:19-20).
Com isso Jesus queria dizer, que os bens da Terra as coisas materiais podem ser tirados de nós, eles são perecíveis, passageiros e de pouca duração, eles não são tesouros realmente, pois não podemos levá-los para a pátria espiritual.

   Seriam então desprezíveis? Não, eles são de uso para a nossa vida material, portanto necessários. Jesus quis somente demonstrar que não são os verdadeiros tesouros. São necessários somente para nossa vida material, são bens de empréstimo e uso provisório.

     Nosso Amigo divino nos aconselha amealhar, juntar, conquistar os verdadeiros tesouros, os tesouros imperecíveis (que dura muito tempo; eterno) e estes são os bens do Espírito como: A BONDADE para com todos os seres da criação. Seja o nosso irmão do caminho, sejam as plantas, os animais, as coisas infinitamente pequenas ou as coisas infinitamente grandes com as do Céu. 
     Juntar riquezas como a humildade a Paciência e as conquistas intelectuais, tais como as ciências e as filosofias. A CARIDADE para com todos nossos irmãos necessitados de pão e carinho. O carinho, amizade, respeito, responsabilidade, honestidade, caridade, humildade e muitos outros que levamos com a gente para o plano espiritual e são conquistas que ninguém pode nos tirar.

Se nos preocupamos muito com as coisas materiais, sofremos muito ao desencarnar, porque elas não vão nos acompanhar. Já se cultivamos os valores espirituais não teremos grandes problemas ao deixar a vida corpórea.
Os bens da Terra têm uma importância muito menor que as coisas do coração, como as coisas simples que podem nos dar um prazer muito maior do que aquelas que se compram com bastante dinheiro.
Vamos agora citar coisas simples que trazem felicidade?
Deixar que falem, em seguida, auxiliá-los com alguns exemplos: o amanhecer e o entardecer; o canto dos passarinhos; uma fruta madura no pé; um abraço de avó; a carta de um amigo distante, ou um telefonema; soltar pipa no céu; brincar no parque, no zoológico, ou fazer piquenique no final de semana com a família; olhar o céu à noite e contar as estrelas; deitar no chão e ver as formas que as nuvens fazem; conversar com os amigos; o cheiro de comida quentinha; um banho quando estamos cansados; a nossa cama, depois de um dia longo; o vento batendo no rosto; brincar na chuva; ouvir ou ler uma história interessante; uma surpresa; uma visita inesperada de quem não se vê muito tempo; ouvir ou dizer palavras de afeto; ficar perto de que se gosta muito...
Valorizar as coisas simples e dar importância maior aos bens do coração não é invenção nossa (evangelizador) ou conversa de antigos.
Precisamos alimentar a alma da mesma forma que nosso corpo tem necessidade de alimento. Como assim? Precisamos dar algum tipo de comida para nosso espírito. E a alma se alimenta do Amor. Quanto mais suave for o alimento, mais saudável será a alma. Aquele espírito que se "alimenta" com coisas pesadas como álcool, drogas, cigarro, ódio, inveja, mentira, acaba por adoecer e fica preso às zonas inferiores da Terra, onde a felicidade não está presente.
Tudo isso quer dizer que devemos tratar os bens materiais, o dinheiro como coisas necessárias, sem apego, porque ele é importante para a vida na Terra e precisamos estar conscientes quem é o dono de quem. Não podemos ser escravos dele, em momento nenhum. A falta dele não é o fim do mundo, embora pareça, algumas vezes.
É preciso amar e não se esquecer de vigiar nossos pensamentos, para não cairmos em tentações. Como dissemos tudo o que é material aqui permanece. No Céu não há ladrões, não há ferrugens nem traças ou cupins. Disse Jesus, "Onde está o teu tesouro, ai está o teu coração".
     Se nosso tesouro, são as coisas materiais, ali estará o nosso coração e por isso sofreremos quando as vemos danificadas, perdidas ou roubadas. Não devemos nos preocupar demasiado com as coisas materiais. Deus vela por seus filhos e nada lhes faltará.   Nossa maior preocupação deve ser com os bens do Espírito.

    Terceiro momento: Pedir que eles separem e deixem no seu envelope apenas os tesouros do Espírito.

Quarto momento:  JOGO DE ADVINHAÇÃODAS VIRTUDES – O QUE É QUE É...

O evangelizador lançará as questões e aqueles que acertarem ganha um cartão-coração com o nome da virtude. 
Os cartões serão colados na atividade.

1.     Virtude que nos faz esquecer todas as ofensas. (Perdão)
2.     Virtude que doamos alimentos, roupas, amizade, abraço, tempo, etc. (Caridade)
3.     Virtude que nos dá confiança em Deus. (Fé)
4.     Virtude que nos permite reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações; simplicidade. (Humildade)
5.     Virtude que temos a capacidade de tolerar contrariedades, dissabores, infelicidades. (Paciência)
6.     Virtude que temos disposição natural que nos leva a fazer o bem a todos e nunca mal. (Bondade)
7.     Virtude que possuímos um sentimento que nos impede de fazer ou dizer coisas desagradáveis a alguém; honramos, obedecemos, tememos o outro. (Respeito)
8.     Virtude que é um misto de franqueza e verdade. (Sinceridade)
9.     Virtude que nos faz ser dócil e manso. (Brando)
10.   Virtude daquele que é Tranqüilo, Sereno. (Calma)
11.  Virtude daquele que tem compaixão pela desgraça alheia. (Piedade)
12.  Virtude em que aceitamos os outros, seu modo de pensar, de agir e de sentir, mesmo que seja diferente do nosso. (Tolerância)
13.  Virtude em que temos reconhecimento por alguém por um benefício que ele nos tenha feito; agradecimento. (Gratidão)
14.  Virtude daquela pessoa que tudo no mundo é o melhor possível; Tendência a ver tudo bem; tendência daqueles que se consideram satisfeitos com o atual estado de coisas. (Otimismo)
15.  Virtude a qual somos exigentes conosco e compreensíveis com os outros. (Indulgência)


Prece Final



13 de novembro de 2013

AULA - As curas em nosso dia-a-dia (Passe)


As curas em nosso dia-a-dia

Objetivos:
- Lembrar de forma singela os diferentes métodos de cura existentes em nosso mundo e em diferentes realidades, de outros povos e países, com culturas milenares.
- Sensibilizar os evangelizando para o conhecimento e respeito aos passes - como real instrumento de cura que a tantos auxilia e respeito também ao ambiente e aos passistas, que são colaboradores de Cristo, trabalhando em uma seara abençoada de luz. 
- Abordar as terapias de curas existentes e que a tantos beneficia, como as terapias com passes, com florais, que consideram o ser holisticamente, como um ser integral, ou seja, considerando-o física, psíquica, emocional e espiritualmente. Importante lembrar da atenção e cuidado que devemos ter, sendo necessária o conhecimento e a confiança nas escolhas destas terapias (quais, como são, a pessoa que realiza, onde, etc.).                                                                     

PRIMEIRO MOMENTO: Incentivo inicial:

Retirar de uma sacola, caixas e frascos de remédios e pedir que as crianças nomeiem e digam para que servem e quando são usados. Deverá explorar bem o material, deixando que as crianças os manuseiem; deixando que as crianças falem de outros remédios, se já tomaram remédios, se já ficaram doentes, se gostam se não gostam como elas se sentem em relação a eles.
Todos aqui já ficaram doentes ou caíram e se machucaram? Todos já usaram remédios como estes daqui para ficarem curados? Para sarar? Onde papai e mamãe compram esses remédios? Ah! Na Farmácia...
E quando ficam muitos tristes, desanimados ou irritados com raiva, que fazem para melhorar? (Deixar que exponham suas opiniões e experiências).

SEGUNDO MOMENTO: Nosso corpo e nosso Espírito exigem muitos cuidados para serem conservados saudáveis. A saúde é um bem precioso, que não tem preço. Quem tem saúde é alegre, feliz, trabalha, brinca e estuda, ajuda os semelhantes praticando o amor e caridade. Devemos cuidar de nossa saúde, evitando doenças físicas, mentais e espirituais.
Devemos ter cuidados com o corpo, como a HIGIENE, para termos uma boa saúde física e mental.
A HIGIENE física ajuda a prevenir doenças de origem física.
A HIGIENE mental ajuda a prevenir doenças de origem espiritual.

O que são doenças de origem espiritual? – Isso nós vamos ver na aula hoje.

DESENVOLVIMENTO: Doenças físicas e espirituais
Todos nos somos um conjunto formado por corpo e espírito, por isso para vivermos bem precisamos estar bem fisicamente e espiritualmente, este equilíbrio significa FELICIDADE.

As doenças físicas são causadas por vírus, bactérias, acidentes, etc., e são tratadas pela medicina.

As doenças de origem espiritual são causadas por problemas de outras vidas, ou por como conduzimos nossos sentimentos, pensamentos ou ações.

Exemplos de problemas de outras vidas são: crianças que nascem com alguma deficiência física, doenças hereditárias, como tipos de câncer, diabetes, doenças crônicas, como alergias, etc.
Isso acontece porque as nossas más ações, sentimentos ruins (raiva, ódio, egoísmo, orgulho, inveja, maledicência, críticas destruitivas) que não estão de acordo com as leis de Deus ficam marcadas em nosso CORPO ESPIRITUAL (Perispírito) e essas marcas se manifestam em nosso novo corpo físico, um dia, provocando doenças que levaremos para outras vidas se não procurarmos corrigir nossos sentimentos maus por aqueles que o Mestre Jesus ensinou. Quais são os sentimentos que Jesus nos recomendou?

Por isso devemos procurar fazer coisas boas para não acumularmos estas marcas em nosso Corpo Espiritual, começando por uma higiene mental, como por exemplo:
Evitar sentimentos como: (cobiça, ódio, preguiça, inveja, ciúme, ambição etc.)
Procurar nutrir bons sentimentos como: (amor, carinho, respeito, caridade, compreensão, tolerância, amizade, etc.)
Da mesma forma que a boa alimentação (carne, ovos, frutas, verduras...) nos dá saúde e energia para o corpo, os bons pensamentos nos favorecem com a saúde mental e os bons sentimentos nos dão a saúde espiritual.
Para as doenças físicas, mentais e psicológicas existem vários tratamentos que a medicina cura, controla e trata. Tais como: tratamentos como a homeopatia (ervas medicinal), florais, etc., para reequilíbrio dos corpos físicos e espirituais.

Na casa espírita há um tipo de tratamento, um remédio que ajuda a curar doenças do corpo, do coração e do espírito. Sabem de qual me refiro? é um remédio que não se compra na farmácia ou se pega no posto de saúde; que ele é dado de graça por pessoas de boa vontade. Após as resposta... É o passe.

Mas o que é passe? O Passe é uma transmissão de energia, através das mãos, assim como o sol transmite sua energia, calor a nós, o passista (pessoa que aplica passe) transmite energias que ele recebe do mundo espiritual.
Quando guardamos em nossos corações muitos sentimentos e idéias ruins, esses nos fazem ficar doentes, estou falando é daqueles sentimentos de raiva, egoísmo, irritação, rancor e vingança que guardamos e que tanto faz mal para o corpo e para o espírito, provocando dor de cabeça, desânimo, mau-humor, etc.
Esses pensamentos ruins são como sujeirinhas que ficam presas no perispírito da gente em forma de nuvenzinhas escuras, feias e desagradáveis.

TERCEIRO MOMENTO: 
1) Demonstração - PASSE
Vejam as figuras: (colar no quadro um cartaz com desenho de uma paisagem e outra de uma criança) 
®    Como já o dissemos, ficam registrados em nosso perispírito (breve explicação) muitas de nossas emoções, tanto as boas como as ruins, e as ruins são como nuvenzinhas escuras e feias que ficam grudadas em nosso perispírito (colar as nuvenzinhas com pensamentos ruins em torno do personagem). 
®    Quando recebemos passe, recebemos as energias boas que o passista doa limpando nosso perispírito. (colar no quadro a figura da personagem recebendo passe)
®    E assim, os sentimentos ruins que temos dispersam, desgrudam. (retirar as nuvenzinhas do personagem) 
®    Assim é o passe, tomamos um banho de luzes energias que saem das mãos do passista que retira toda a sujeirinha (sentimentos e pensamentos ruins). 
®    O passe ajuda equilibrar nosso organismo e nossas emoções, mas se quisermos continuar a sentir sempre bem, não adoecer, devemos mudar nossos pensamentos tendo sempre pensamentos de bondade, paciência, carinho, respeito e compreensão para com todos; com papai, mamãe, amigos etc. (colar as nuvenzinhas com pensamentos bons)
Afinal, os bons espíritos e o passe podem nos ajudar, mas nós é que somos donos de nossa casa interior (mente) e dos pensamentos que nela acolhemos. 
®    O passista cede energias dele e dos espíritos para a pessoa necessitada; estes fluidos “passam” do passista para o doente; os Espíritos misturam suas energias com o do passista. Quando o passista aplica o passe ele está em prece e seus pensamentos são elevados, pensamentos de amor. 
®    O Passe foi criado por quem? Pelo espiritismo? Na verdade Jesus dava passe quando curava impondo as mãos sobre os doentes. 
®    Os médiuns passistas, como seguidores de Jesus, repetem este gesto na transmissão do passe, uma prática que faz parte do dia-a-dia das casas espíritas. O passe é possível porque todos nós irradiamos fluidos para fora dos limites do corpo físico. Os fluidos são uma espécie de matéria muito leve, que nossos sentidos físicos não percebem, mas que tem grande importância em nossas vidas. 
®    A mamãe quando sopra o machucado do filho, com amor e intenção de curar, está lhe aplicando um passe, os evangélicos quando dão a “Paz do Senhor” estão efetuando um passe, assim como os católicos quando impõem as mãos e dão a benção final em seus rituais, etc. 
®    Não devemos abusar do passe porque passe é remédio. Alguém aqui toma remédio quando não está doente? Toma analgésico se não está com dor? Pois é, não devemos abusar do passe e apenas tomá-lo quando não sentirmos bem ou estivermos doentes.
E sempre ao receber o passe devemos ter atitudes de silêncio, prece, pensamento elevado. 

2) A seguir, apresentar uma figura de Jesus e perguntar: – Jesus curava os doentes?
 O que vocês entendem por "Milagres"? Eles existem? Milagres são coisas impossíveis de acontecer. Se forem impossíveis de acontecer, então não existem, pois contrariam a ordem das coisas, as Leis de Deus. 
Se Jesus não fazia milagres, como se explica as curas que realizava? 
Na época de Jesus tudo o que o povo não conseguia explicar era tido como sobrenatural, como milagre, e até hoje é assim para muitos. Milagre é algo que vai contra as leis de Deus.
O Milagre ou o sobrenatural não é mais que um fenômeno natural das leis criadas por Deus - Leis Divinas. Dia virá em que o progresso nos levará a entender o fenômeno e aceitá-lo como natural.
Jesus curava através de sua energia, pois Ele só emite bons fluidos e ajudava muitas pessoas com isso: curava doentes. As pessoas achavam que Jesus fazia milagres. Milagres são acontecimentos que vão contra a Lei de Deus e que não conseguimos explicar. Jesus não fez milagres. Ele curava as pessoas usando energia, usando muito amor. As pessoas para serem curadas tinham que ter fé e merecimento. Por isso Jesus dizia: "Se tiveres fé", "A tua fé te salvou" ou “Vá, e não peques mais”. Jesus curava pelo olhar, através de palavras, à distância, impondo as mãos.
Todos os espíritos encarnados e desencarnados possuem energias que se originam nos pensamentos, sentimentos e atitudes; que essas energias podem ser positivas ou negativas e pedir que os evangelizando citem exemplos de pensamentos e atitudes e suas conseqüências.
Contar uma estória de uma cura realizada por Jesus: A Cura do cego de Jericó, usando gravuras como recurso didático.

CONCLUINDO: Podemos prevenir as doenças, podemos nos curar a nós mesmos. A cura em nossas vidas é através do amor que sentimos e doamos. A dose pequenina diária de perdão, compreensão, bondade, carinho, fraternidade, alegria, paciência, caridade, etc., tomada todos os dias em pequenas doses já é suficiente para cura dos males do corpo físico e do Espírito.
QUARTO MOMENTO: ATIVIDADE
          Atividade: POSSO TRANSMITIR MUITAS ENERGIAS BOAS.
          1 - Distribuir nuvens de papel coloridas "energias positivas", para colarem no desenho:
          PAZ, RESPEITO, ORAÇÃO, AMIZADE, OTIMISMO, PERDÃO, CARIDADE, BONDADE, CARINHO, AMOR, FÉ, ALEGRIA.
          2 - Pedir que cada um se desenhe, logo abaixo das energias positivas, coladas na folha.

PRECE FINAL

*A CURA DO CEGO DE JERICÓ
Chegaram a Jericó. Ao sair de Jericó com os seus discípulos e grande multidão, estava sentado à beira do caminho o mendigo Bartimeu – o filho de Timeu –, cego. Quando percebeu que era Jesus, o
Nazareno, que passava, começou a gritar: “Filho de Davi, Jesus, tem compaixão de mim!” E muitos o repreendiam para que se calasse. Ele, porém, gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem compaixão de mim!”
Detendo-se, Jesus disse: “Chamai-o!” Chamaram o cego, dizendo-lhe: “Coragem! Ele te chama. Levanta-te.”
Deixando a sua veste, deu um pulo e foi até Jesus. Então Jesus lhe disse: “Que queres que eu te faça?”
O cego respondeu: “Rabbúni! Que eu possa ver novamente!” Jesus lhe disse: “Vai, a tua fé te curou.” No mesmo instante ele recuperou a vista e seguia-o pelo caminho.

(A Bíblia de Jerusalém. Tradução de Estevão Bettencourt et al. São Paulo: Edições Paulinas, 1984, (Marcos, 5:21 a 24, 35 a 43).






10 de novembro de 2013

AULA - AÇÃO DA PRECE, A LIGAÇÃO DO HOMEM COM DEUS


AÇÃO DA PRECE

A LIGAÇÃO DO HOMEM COM DEUS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS PARA O EVANGELIZANDO:
* Dizer o que é a prece.
* Dizer como a prece pode nos ajudar.
* Relacionar os objetivos da prece (louvar, pedir, agradecer).

CONTEÚDO: * “A prece é uma conversa com Deus, um momento de ligação entre criatura e Criador.
* É um recurso que temos para nos comunicar com Deus.
* É um importante “alimento espiritual.”
* Pela prece nos comunicamos com Deus, da mesma forma que nos comunicamos com as pessoas através de vários meios: rádio, televisão, telefone, etc.
* A melhor prece é aquela em que colocamos o nosso melhor sentimento.
* Em todos os momentos de nossa vida, a prece nos auxilia: na alegria, na tristeza, no sofrimento.

ATIVIDADES DO EVANGELIZADOR: * Iniciar a aula mostrando aos evangelizando o telefone, confeccionado conforme o modelo descrito no anexo 1.
* Distribuir o material necessário a cada um dos evangelizando, propondo a montagem do seu próprio telefone. (Anexo 1)
* Como alternativa, pode-se utilizar um telefone previamente confeccionado com copos de iogurte (ver coluna de técnicas e recursos).
* Depois de concluída esta atividade, perguntar-lhes: Para que serve o telefone?
* Deixar que os evangelizando respondam.
* A seguir, falar sobre a comunicação humana (Anexo 2), e a comunicação com Deus. (Anexo 3)
* Convidar a todos para cantarem a música Prece (Anexo 4), solicitando maior atenção na sua letra.

ATIVIDADES DO EVANGELIZANDO: * Observar o modelo de telefone apresentado.
* Montar o telefone a partir do material fornecido pelo evangelizador seguindo as instruções dadas.
* Ouvir e falar ao telefone, no caso da atividade alternativa.
* Responder à questão formulada pelo evangelizador.
* Participar da exposição do evangelizador.

TÉCNICAS E RECURSOS

TÉCNICAS
* Exposição participativa.
* Interrogatório.

RECURSOS
* Telefone de cartolina, papel cartão ou papelão.
* Telefone de copo de iogurte (alternativo).
* Música.
* Jogo avaliativo.
CONTEÚDO:
* “(...) A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele; é aproximar-se dele; é pôr-se em comunicação com ele. A três coisas podemos propror-nos por meio da prece: louvar, pedir, agradecer.”

ATIVIDADES DO EVANGELIZADOR:
* Em seguida, propor a realização de um jogo avaliativo. (Anexo 5)
* Pedir a um dos alunos que formule a prece de encerramento, tendo o cuidado de completá-la, discretamente, se o evangelizando não conseguir expressar um pensamento lógico.

ATIVIDADES DO EVANGELIZANDO:

* Participar do jogo com alegria, ordem e responder corretamente às perguntas formuladas.
* Fazer ou ouvir a prece formulada por um colega.

TÉCNICAS E RECURSOS:

Obs. (1): A exposição dialogada com base nos subsídios para o evangelizador, deverá ser bem dinâmica, fazendo com que os alunos falem ao telefone.

Obs. (2): Confeccionar um telefone com dois copos de iogurte, fazendo um

orifício no fundo, passando um barbante bem esticado. A fim de impedir que o barbante se solte, em cada ponta, dentro do copo, amarra-se um palito de fósforo.

ATIVIDADE DIDÁTICO-RECREATIVA
O TELEFONE






SUBSÍDIOS PARA O EVANGELIZADOR

A COMUNICAÇÃO ENTRE OS HOMENS

Na questão 766 de “O Livro dos Espíritos”, Kardec nos deixa bem claro a necessidade de relacionamento de comunicação entre as criaturas. Vejamos: A vida social está em a Natureza?
“Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.” (1)
Desde as eras mais remotas da humanidade, observamos o processo de comunicação, seja através de sons, de grunhidos, gestos, ou símbolos esculpidos em pedras e cavernas. Desse modo, o homem tenta transmitir suas idéias aos demais companheiros.
No decorrer do processo evolutivo da Terra, os meios de comunicação se desenvolveram de forma marcante. Temos hoje os mais modernos equipamentos na área da telefonia, rádio, televisão, informática, fazendo com que as mensagens transmitidas cheguem o mais rápido e eficazmente ao seu destino.
Nas relações humanas estamos a todo instante falando, gesticulando ou fazendo mímica para o nosso interlocutor; em suma, estamos estabelecendo comunicações. Para que este processo seja eficaz é necessário que conheçamos o mecanismo da comunicação.
Os elementos básicos para que este processo aconteça são:
1) o transmissor: aquele que tem uma mensagem, uma notícia, um recado para passar;
2) a mensagem: o conteúdo, o ensinamento, a notícia a ser veiculada;
3) o canal: o meio pelo qual a mensagem falada ou escrita vai ser divulgada (rádio, televisão, jornal, apostila, edital, etc.);
4) receptor: quem vai receber a mensagem, o que se espera dele, qual sua capacidade, seu interesse em receber a mensagem.
Sem qualquer um destes elementos, é impossível completar-se o processo da comunicação.
Existem vários meios e tipos de comunicação, e todos eles podem sofrer interferências em seu processo.
Citaremos o exemplo da televisão: “Sistema que transmite e reproduz eletronicamente as imagens visuais.”
Três etapas principais:
1) a câmara registra a cena;
2) as imagens se transmitem por meio de ondas de rádio ou cabos especiais;
3) o receptor converte os impulsos eletrônicos numa imagem visível.
O receptor seria o nosso aparelho televisor, e para recebermos a imagem emitida, precisamos ligar o aparelho e sintonizar o canal que nos convém. Queremos, com este exemplo, elucidar que qualquer processo de comunicação exige que transmissor e receptor estejam em sintonia para que a mensagem cumpra o seu papel de esclarecimento, de solução de problemas.
Quando falamos ao telefone, podemos sofrer interferências de ruídos, linhas cruzadas; na comunicação entre pessoas, encontramos barreiras que impedem a mensagem de chegar com clareza ao destino, podem ser elas: opiniões e atitudes do receptor, que fazem com que só ouça a mensagem que lhe interessa; o egocentrismo, que nos impede de conhecer uns aos outros, respeitando nossos limites e necessidades; a percepção, inúmeras vezes influenciada pelos preconceitos e pela ignorância, e diversas barreiras que se tornam verdadeiras muralhas, isola as criaturas e impede uma comunicação harmoniosa.
No lar, na escola, na empresa, no time de futebol, na equipe de trabalho, enfim, onde encontrarmos dois ou mais indivíduos, teremos problemas na área do relacionamento.
Podemos concluir que para o êxito do relacionamento humano, é fundamental a faculdade da compreensão, tanto no sentido de determos o conhecimento técnico, como no sentimento fraterno que deve nos unir uns aos outros. Neste particular, o espírito Joanna de Ângelis, pela mediunidade de Divaldo
Pereira Franco nos esclarece:
“Na imperiosa ânsia de estabelecer comunicação, os indivíduos buscam-se para o relacionamento e anseiam por desvelarem-se uns aos outros. No entanto, grassa nos corações um grande medo de se deixarem identificar. O que são constitui-Ihes tesouro afligente e temem vê-Io atirado fora. A forma de ser difere da imagem que exteriorizam e receiam perdê-Ia, naturalmente porque não esperam receber compreensão. O mundo está repleto de pessoas surdas que conversam; de convivências mudas, que se expressam.
(...) Compreendendo o teu próximo e relacionando-te com ele, serás mais bondoso para contigo, percebendo-lhe a fragilidade, serás mais atencioso para com os teus limites e buscarás crescer, amando e amando-te mais.” (2)
* * *
A COMUNICAÇÃO COM DEUS

Ação da prece. Transmissão do pensamento

A prece é uma invocação, mediante a qual o homem entra, pelo pensamento, em comunicação
com o ser a quem se dirige. Pode ter por objeto um pedido, um agradecimento, ou uma glorificação.
Podemos orar por nós mesmos ou por outrem, pelos vivos ou pelos mortos. As preces feitas a Deus escutam-nas os Espíritos incumbidos da execução de suas vontades; as que se dirigem aos bons Espíritos são reportadas a Deus. Quando alguém ora a outros seres que não a Deus, fá-Io recorrendo a intermediários,
a intercessores, porquanto nada sucede sem a vontade de Deus.
O Espiritismo torna compreensível a ação da prece, explicando o modo de transmissão do pensamento, quer no caso em que o ser a quem oramos acuda ao nosso apelo, quer no em que apenas lhe chegue o nosso pensamento. Para apreendermos o que ocorre em tal circunstância, precisamos conceber mergulhados no fluido universal, que ocupa o espaço, todos os seres, encarnados e desencarnados, tal qual nos achamos, neste mundo, dentro da atmosfera. Esse fluido recebe da vontade uma impulsão; ele é o veículo do pensamento, como o ar o é do som, com a diferença de que as vibrações do ar são circunscritas, ao passo que as do fluido universal se estendem ao infinito. Dirigido, pois, o pensamento para um ser qualquer, na Terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece entre um e outro, transmitindo de um ao outro o pensamento, como o ar transmite o som.
A energia da corrente guarda proporção com a do pensamento e da vontade. É assim que os
Espíritos ouvem a prece que Ihes é dirigida, qualquer que seja o lugar onde se encontrem; é assim que os Espíritos se comunicam entre si, que nos transmitem suas inspirações, que relações se estabelecem a distância entre encarnados.
Essa explicação vai, sobretudo, com vistas aos que não compreendem a utilidade da prece puramente mística. Não tem por fim materializar a prece, mas tornar-lhe inteligíveis os efeitos, mostrando que pode exercer ação direta e efetiva. Nem por isso deixa essa ação de estar subordinada à vontade de Deus, juiz supremo em todas as coisas, único apto a tornaria eficaz.
Pela prece, obtém o homem o concurso dos bons Espíritos que acorrem a sustentá-Io em suas boas resoluções e a inspirar-lhe idéias sãs. Ele adquire, desse modo, a força moral necessária a vencer as dificuldades e a volver ao caminho reto, se deste se afastou. Por esse meio, pode também desviar de si os males que atrairia pelas suas próprias faltas. Um homem, por exemplo, vê arruinada a sua saúde, em conseqüência de excessos a que se entregou, e arrasta, até o termo de seus dias, uma vida de sofrimento: terá ele o direito de queixar-se, se não obtiver a cura que deseja? Não, pois que houvera podido encontrar na prece a força de resistir às tentações.
Se em duas partes se dividirem os males da vida, uma constituída dos que o homem não pode evitar e a outra das tribulações de que ele se constituiu a causa primária, pela sua incúria ou por seus excessos (cap. V, n° 4), ver-se-á que a segunda, em quantidade, excede de muito à primeira. Faz-se, portanto, evidente que o homem é o autor da maior parte das suas aflições, às quais se pouparia, se sempre obrasse com sabedoria e prudência.
Não menos certo é que todas essas misérias resultam das nossas infrações às leis de Deus e que, se as observássemos pontualmente, seríamos inteiramente ditosos. Se não ultrapassássemos o limite do necessário, na satisfação das nossas necessidades, não apanharíamos as enfermidades que resultam dos excessos, nem experimentaríamos as vicissitudes que as doenças acarretam. Se puséssemos freio à nossa ambição, não teríamos de temer a ruína; se não quiséssemos subir mais alto do que podemos, não teríamos de recear a queda; se fôssemos humildes, não sofreríamos as decepções do orgulho abatido; se praticássemos a lei de caridade, não seríamos maldizentes, nem invejosos, nem ciosos, e evitaríamos as disputas e dissensões; se mal a ninguém fizéssemos, não houvéramos de temer as vinganças, etc.
Admitamos que o homem nada possa com relação aos outros males; que toda prece lhe seja inútil para livrar-se deles; já não seria muito o ter a possibilidade de ficar isento de todos os que decorrem da sua maneira de proceder? Ora, aqui, facilmente se concebe a ação da prece, visto ter por efeito atrair a salutar inspiração dos Espíritos bons, granjear deles força para resistir aos maus pensamentos, cuja realização nos pode ser funesta. Nesse caso, o que eles fazem não é afastar de nós o mal, porém, sim, desviar-nos a nós do mau pensamento que nos pode causar dano; eles em nada obstam ao cumprimento dos decretos de Deus, nem suspendem o curso das leis da Natureza; apenas evitam que as infrinjamos, dirigindo o nosso livre-arbítrio. Agem, contudo, à nossa revelia, de maneira imperceptível, para nos não subjugar a vontade. O homem se acha então na posição de um que solicita bons conselhos e os põe em prática, mas conservando a liberdade de segui-los, ou não. Quer Deus que seja assim, para que aquele tenha a responsabilidade dos seus atos e o mérito da escolha entre o bem e o mal. É isso o que o homem pode estar sempre certo de receber, se o pedir com fervor, sendo, pois, a isso que se podem, sobretudo aplicar estas palavras: “Pedi e obtereis.”
Mesmo com sua eficácia reduzida a essas proporções, já não traria a prece resultados imensos?
Ao Espiritismo fora reservado provar-nos a sua ação, com o nos revelar as relações existentes entre o mundo corpóreo e o mundo espiritual. Os efeitos da prece, porém, não se limitam aos que vimos de apontar.
Recomendam-na todos os Espíritos. Renunciar alguém à prece é negar a bondade de Deus; é recusar, para si, a sua assistência e, para com os outros, abrir mão do bem que Ihes pode fazer.
Acedendo ao pedido que se lhe faz, Deus muitas vezes objetiva recompensar a intenção, o devotamento e a fé daquele que ora. Daí decorre que a prece do homem de bem tem mais merecimento aos olhos de Deus e sempre mais eficácia, porquanto o homem vicioso e mau não pode orar com o fervor e a confiança que somente nascem do sentimento da verdadeira piedade. Do coração do egoísta, do daquele que apenas de lábios ora, unicamente saem palavras, nunca os ímpetos de caridade que dão à prece todo o seu poder. Tão claramente isso se compreende que, por um movimento instintivo, quem se quer recomendar às preces de outrem fá-Io de preferência às daqueles cujo proceder, sente-se, há de ser mais agradável a Deus, pois que são mais prontamente ouvidos.
Por exercer a prece uma ação magnética, poder-se-ia supor que o seu efeito depende da força fluídica. Assim, entretanto, não é. Exercendo sobre os homens essa ação, os Espíritos, em sendo preciso, suprem a insuficiência daquele que ora, ou agindo diretamente em seu nome, ou dando-lhe momentaneamente uma força excepcional, quando o julgam digno dessa graça, ou que ela lhe pode ser proveitosa.
O homem que não se considere suficientemente bom para exercer salutar influência, não deve por isso abster-se de orar a bem de outrem, com a idéia de que não é digno de ser escutado. A consciência da sua inferioridade constitui uma prova de humildade, grata sempre a Deus, que leva em conta a intenção caridosa que o anima. Seu fervor e sua confiança são um primeiro passo para a sua conversão ao bem, conversão que os Espíritos bons se sentem ditosos em incentivar. Repelida só o é a prece do orgulhoso que deposita fé no seu poder e nos seus merecimentos e acredita ser-lhe possível sobrepor-se à vontade do Eterno.
Está no pensamento o poder da prece, que por nada depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em toda parte e a qualquer hora, a sós ou em comum. A influência do lugar ou do tempo só se faz sentir nas circunstâncias que favoreçam o recolhimento.
A prece em comum tem ação mais poderosa, quando todos os que oram se associam de coração a um mesmo pensamento e colimam o mesmo objetivo, porquanto é como se muitos clamassem juntos e em uníssono. Mas, que importa seja grande o número de pessoas reunidas para orar, se cada uma atua isoladamente e por conta própria?! Cem pessoas juntas podem orar como egoístas, enquanto duas ou três, ligadas por uma mesma aspiração, orarão quais verdadeiros irmãos em Deus, e mais força terá a prece que lhe dirijam do que a das cem outras. (Cap. XXVIII, nos 4 e 5.)
* * *
PRECE
Letra e música: Vilma de Macedo Souza

JOGO AVALIATIVO

INTERPRETAÇÃO DA MÚSICA

Objetivos:
· fixar e avaliar o conteúdo da aula;
· interpretar a música “Prece”.

Material: cartões numerados.

Desenvolvimento:
· dividir a turma em dois grupos;
· um representante de cada equipe, por sua vez, sorteia um cartão, entregando-o ao evangelizador;
· o evangelizador formulará a questão (ver sugestões no final deste anexo) correspondente ao número do cartão;
· o evangelizando deverá respondê-la. Se acertar, ganha 1 ponto para sua equipe, e se ainda souber cantar a letra da música onde contém a resposta, conquistará mais 2 pontos;
· as equipes se alternam no sorteio de respostas e perguntas;
· vencerá a equipe que conquistar maior número de pontos;
· o jogo se encerrará quando todas as questões forem respondidas ou enquanto houver interesse do grupo.

SUGESTÕES DE PERGUNTAS
1. O que é a prece?
R. “É uma luzinha.” (é uma conversa com Deus)
2. Para que serve a prece?
R. “Em prece vou seguindo meu caminho.” (pedir proteção)
3. Como nos sentimos ao orar?
R. “Sem temer os perigos da estrada.” (protegidos)
4. O que recebemos ao orar?
R. “A prece me aquece o coração.” (ânimo)
5. Como Deus responde às nossas preces?
R. “Hei de encontrar uma boa solução.”
6. Por quem podemos pedir na oração?
R. Por nós e por outrem.
7. Além de pedir, que mais podemos fazer numa prece?
R. Louvar e agradecer.
8. Qual o verso da música que nos ensina como a prece nos ajuda?
R. “Sem temer os perigos da estrada.”
9. Com quem nos comunicamos pela prece?
R. Com Deus.         

Plano de aula elaborado por:
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA - DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE –
 SETOR DE PLANEJAMENTO