16 de agosto de 2014
7 de maio de 2014
Aula - Deixai vir a mim as criancinhas
BEM-AVENTURADOS OS PUROS DE
CORAÇÃO
Tema: Deixai vir a mim as criancinhas
Objetivos:
- Estimular a compreensão dos evangelizandos que quando Jesus diz: “Deixai
vir a mim as criançinhas”, quer dizer: os humildes, puros de coração –
esclarecer que a pureza do coração é algo a ser conquistado e praticado com
esforços em ter e manter bons pensamentos e boas ações junto à vigilância dos pensamentos
e da oração.
- Enfatizar que a pessoa bondosa é semeadora de felicidade, que sabe servir,
compreender e ajudar. Aquele que é bondoso, cuida, ensina, consola, espalha
alegria, fé e esperança por onde passa.
- Compreender que a bondade e a gentileza é fruto da fraternidade, que é
oferecer ao próximo tudo aquilo que de melhor há em nosso íntimo;
- Esclarecer que a formação de bons hábitos é imprescindível para nossa
reforma espiritual, e que devemos, portanto, buscar vivenciar a cada momento a
bondade, gentileza, amizade, bons sentimentos, retirando de nosso convívio todo
preconceito, seja de cor, raça, religião ou posição social.
Referências – O Evangelho
Segundo o Espiritismo
Abordagens atuais:
- Jesus nos chama para fazermos a renovação de nossos sentimentos
para nossa própria iluminação interior, baseados nas virtudes representadas
simbolicamente nas crianças
Harmonização
com musicas
Prece
Inicial
Primeiro
momento: DINÂMICA inicial
- Preparar em um copo uma mistura de água e limão, sendo que a maior parte seja de suco de limão.
- Colocar sobre a mesa dois copos, uma contendo água pura e a outra com a mistura com suco de limão.
- Convidar os evangelizando a provarem a água percebendo o sabor ácido e desagradável que contém um dos copos.
- Questionar porque a água de um dos copos não era agradável.
Segundo momento:
Assim como a água do copo estava impura ou, com uma mistura que a tornava desagradável para beber, será que o nosso coração pode ser como esssa água impura? E o que pode tornar o coração impuro?
Quando permitimos que o ódio, o rancor, mágoa, inveja e orgulho entrem em
nosso coração e façam nele morada, nosso coração está impuro.
O coração é a morada da alma, onde guardamos os nossos sentimentos, sejam
bons ou ruins.
Certa vez, Jesus ensinou sobre a pureza do coração, aconteceu quando
algumas mães trouxeram seus filhos para abençoá-los, mas os discípulos
afastaram as crianças impedindo que chegassem perto de Dele. E Jesus que ama
muito as crianças, pois Seu coração é de uma criança pura em sentimentos, disse
aos discípulos: “deixe que venham a mim as criancinhas”.
Jesus deseja que as pessoas adultas sejam como as crianças, que sintam como elas; e o que tem no coração de uma criança que faz com que Jesus recomende-a?
Porque a criança, com seus gestos humildes, desprovidos de maldade e egoísmo, é a verdadeira imagem da simplicidade e pureza. Jesus tomou a criança então como o símbolo dessa pureza e nos ensinou que, para conquistar a felicidade, e possuir um coração como o D’Ele, nós devemos assemelhar a elas em HUMILDADE E SIMPLICIDADE.
Um coração
puro é um coração sem maldade, vícios. Um coração puro é isento de todo o mal.
Para facilitar a compreensão, fazer analogia com um copo sujo de barro, que colocamos embaixo de uma torneira de água limpa: o que acontece? O copo vai ficando limpo. E se ao mesmo tempo em que jogamos água limpa, jogamos também lodo?
Para facilitar a compreensão, fazer analogia com um copo sujo de barro, que colocamos embaixo de uma torneira de água limpa: o que acontece? O copo vai ficando limpo. E se ao mesmo tempo em que jogamos água limpa, jogamos também lodo?
Questionar os evangelizando como limpamos nosso coração, e concluir que o
nosso coração necessita ser limpo através das boas emoções pautadas no amor e
na caridade cristã, como ensina esse Salmo: “Cria em mim, ó Deus, um coração
puro, e renova em mim um espírito estável” (51:10).
A verdadeira pureza, segundo Jesus ensinou, a pureza da alma, são
daqueles que sabem desculpar e perdoar as ofensas recebidas, daqueles que não
desejam guardar as coisas só para si e compartilha o que tem, confia que nunca
vai lhes faltar, e por amor aos semelhantes sabe doar de si o afeto e o
alimento do corpo. São aqueles que sabem que precisam aprender muitas coisas e
não ficam orgulhosos do que sabem e da sua posição no mundo; que amam toda a
criação de Deus e a respeita, os animais, as plantas; é aqueles que respeitam
os pais, família, amigos e todos semelhantes independente de sua crença, pobre
ou rico, feio ou bonito, inteligente ou ignorante. São aqueles que fazem da
caridade, perdão e fraternidade parte de sua existência. Todas essas coisas são
características de um coração puro e limpo.
A pureza do coração é algo a ser conquistado e praticado com esforços em
ter e manter bons pensamentos e boas ações junto à vigilância dos pensamentos e
da oração.
Jesus com esse ensinamento nos chama a fazermos a renovação de nossos
sentimentos para nossa própria iluminação interior, baseados nas virtudes
representadas simbolicamente nas crianças, ou seja, a simplicidade, humildade,
espontaneidade e a sinceridade que a criança de bons sentimentos possui.
Aquele que pensa, mas não faz o mal, é como se tivesse feito o mal. Estes
têm impurezas na alma, mesmo sem fazer, pois a intenção existe e pode levá-lo a
fazer. Por isso devemos conter os pensamentos, e transformar pensamento e
intenção em bons pensamentos e ações. Deve ser assim, se penso em brigar e
discutir, por exemplo, eu procuro desculpar, perdoar e ser amigo do ofensor.
Vamos concluir? Ter um coração
puro significa não se manchar com pensamentos sombrios. Na maioria das vezes
reagimos mal, porque nossas ações e nossas palavras nem sempre são com amor e
no bem.
Às vezes, somos tomados por raiva, ciúme, inveja e outros sentimentos desagradáveis. Felizmente, Deus pode nos dar força para dominar esses sentimentos quando pedimos em preces para que nos auxilie com nossas más tendências.
Quando você sentir que está se deixando dominar pelo mal que habita ainda seu coração, pense em Jesus e se pergunte: Que faria Jesus em meu lugar? Ele iluminará sua consciência para pensar e agir nas leis de Deus.
Às vezes, somos tomados por raiva, ciúme, inveja e outros sentimentos desagradáveis. Felizmente, Deus pode nos dar força para dominar esses sentimentos quando pedimos em preces para que nos auxilie com nossas más tendências.
Quando você sentir que está se deixando dominar pelo mal que habita ainda seu coração, pense em Jesus e se pergunte: Que faria Jesus em meu lugar? Ele iluminará sua consciência para pensar e agir nas leis de Deus.
Terceiro momento:
ATIVIDADE DINÂMICA– Distribuir um coração recortado (grande) para colarem no peito (cartolina vermelha). Em seguida distribuir vários papéis com palavras de vícios e virtudes para separarem; os vícios eles irão jogar no lixo e as virtudes irão colar no coração. Poderão desenhar ou colar gravuras de ações boas.
ATIVIDADE DINÂMICA– Distribuir um coração recortado (grande) para colarem no peito (cartolina vermelha). Em seguida distribuir vários papéis com palavras de vícios e virtudes para separarem; os vícios eles irão jogar no lixo e as virtudes irão colar no coração. Poderão desenhar ou colar gravuras de ações boas.
ATIVIDADE - Fixação: Cartão de dicas
Que tal agora fazermos uma reflexão juntos sobre “Como eu deveria agir para ter um coração mais puro e evitar ações que me afastem desta reforma?”
Quais seriam as ações que são como a água cristalina que limpa o copo (nosso coração)?
Que ações/pensamentos/sentimentos são como o lodo (impurezas) que sujam o copo?
Sugestão:
Levar em folha A4, dobrada em forma de cartão, um Cartão com os dizeres: “Eu devo” e “Eu não Posso”.
Pedir para que cada um preencha seu cartão, fazendo uma reflexão individual sobre si mesmo, pois nossas impurezas variam em relação aos nossos colegas.
Reforçar com eles, que:
- “Eu devo” é aquilo que ainda não faço, mas deveria fazer, para purificar meu coração;
- “Eu não posso” é aquilo que ainda faço e devo lutar para deixar de fazer (as impurezas de meu coração).
Prece final
Quadrinhos - Jesus e as Crianças
25 de abril de 2014
AULA - O orgulho e a humildade: Jesus e seus exemplos de humildade
Evangelho Seg. o
Espiritismo – Cap. 7 – “Bem-aventurados os pobres de espírito”
Objetivos:
o Compreender que os pobres
de espírito são os simples e humildes, os que não têm orgulho.
o Entender que o orgulho
destrói todas as qualidades do espírito, e a humildade, aos olhos de Deus,
eleva.
o Esclarecer que a
humildade não tem a ver com a aparência, não é ser “pobre” materialmente. A
humildade não se revela pelo exterior, mas pelos autênticos sentimentos de
igualdade e respeito.
o Reconhecer que a
humildade é fundamento de todas as virtudes, que caracteriza as pessoas
modestas, espontâneas e probas e que, em Jesus encontramos o maior exemplo de
humildade.
o Estimular a compreensão
que Jesus atendendo aos rudes labores da carpintaria com José, oferece-nos o
exemplo da humildade na excelência do trabalho honesto para dignificação do
espírito, pois Jesus subsistindo na condição de Espírito puro,encarnou na Terra
e viveu entre os homens como homem simples.
o Compreender a humildade
de Jesus que, grande em sabedoria e amor, convida doze companheiros simples para
colaborar com Ele na difusão do seu Evangelho.
o Reconhecer na passagem
evangélica um de seus exemplos mais belos, Jesus lavando os pés de seus
discípulos, demonstrando a maior lição de humildade; mensagem para que O
sigamos, que façamos aos semelhantes tudo aquilo que gostaríamos que nos
fizessem.
Referências – O Evangelho Segundo o
Espiritismo
Cap. 7 – BEM-AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO
Referências – O Livro dos Espíritos
Outras Referências:
- Jesus no Lar. Cap. 4;
- Pai nosso. Lição: A
serviço da perfeição; Cap. 67.
- Grãos de mostarda. Vol.
1. Lição: O dia e a noite;
-
Parábolas e ensinos de Jeus;
- Luz
Imperecível. Cap. 56;
- Pensamento
e vida. Cap. 24;
- Boa Nova. Cap. 11.
Abordagens atuais:
- A simplicidade de coração e humildade de espírito, são verdadeiros caminho de
luz que nos livrará da tirania do
orgulho e do egoísmo.
- Reconhecer nos ensinamentos de Jesus, que o perdão e amor aos inimigos são
também atitudes de humildade.
- Identificar na manjedoura a primeira lição de humildade trazida por Jesus
aos homens.
- Relacionar atitudes de humildade e orgulho. - Refletir sobre Jesus e seus exemplos de
humildade e as atitudes diárias em que podemos exercitar a humildade de
diversas formas.
Referências bibliográficas consultadas:
Evangelho Seg. o Espiritismo – Cap. 7 e 12; Evangelização
– Conteúdo Programático da União Espírita Mineira –BH/MG;
Evangelho
da meninada; Lucas, 2; Filipenses 2:5; 2Corintios 8-9; João 13: 5-14; Filipenses
2. 6-8.- Elucidações Evangélicas – Antonio Luiz Sayão; Pensamento e Vida
Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 24; Religião dos Espíritos (Emmanuel/F.C.Xavier),
cap. 17.
Primeiro Momento: Incentivarão
inicial
Mostrar às crianças a figura de uma
pequena manjedoura, perguntando-lhes o que aquele objeto as faz recordar.
Caso elas não consigam responder,
estimular-lhes a lembrança do nascimento de Jesus, que teve por berço uma
manjedoura (cocho para colocar comida para animais), em uma estrebaria.
Desenvolvimento: Exposição dialogada de imagens no PowerPoint – HISTÓRIA DE Jesus e seus exemplos de humildade.
Jesus podia ter nascido num palácio como um rei, poderia ter muitos servos,
andar em lindas carruagens ou lindos animais, pois era os veículos da época,
vestir finas roupas, mas não o fez.
Sua primeira cama foi uma manjedoura, lugar onde comem os animais. Nem num
quarto bonito ele nasceu. Nasceu onde os animaizinhos vivem e dormem. Não se
vestiu com lindas peças de roupas, foi enfaixado com paninhos, e mesmo depois
quando adulto, vestia uma túnica rústica e sandálias de couro nos pés, e saia
falando aos homens da Terra sobre o Amor que devemos ter uns pelos outros.
Ele é um Espírito Puro, cuja morada um mundo todo de luz, amor e eterna
bondade, e veio viver conosco num mundo de seres imperfeitos, onde prevalece as
sombras da maldade.
Será que veio trazer algo muito importante? Será que Ele queria nos ensinar
algo? Vamos procurar descobrir o que é? Prestem muita atenção para descobrirem
um importante ensinamento na linda história de vida Jesus.
(Figura - Manjedoura) – Esse foi o primeiro berço de Jesus.
È um lugar onde comem os animais. Ela simboliza ou representa que Jesus traz o
alimento essencial que alimentar nosso espírito – Amor.
(Figura
- O Estábulo) – Não importa
se vivemos em palácio ou num barracão, o que trazemos no coração é nosso maior
tesouro. Quais os verdadeiros tesouros do coração? São as virtudes.
Pois
bem, Jesus é muito rico, o estábulo onde nasceu ensina que valemos pelo que
somos, e não pelo que possuímos na Terra.
(Figura – Jesus na manjedoura) – Nos preocupamos em vestir lindas roupas, nos enfeitar e
ficar bonitos, mas Jesus não se preocupava com isso, pois os Espíritos
Superiores se ocupam com o que verdadeiramente é importante para o espírito. O
que é importante para o espírito?
(Figura - Jesus carpinteiro) – A família de Jesus era simples, sua casa, os objetos.
Seu pai trabalhava como carpinteiro, era um artesão, e desde cedo ensinou Jesus
a profissão. Jesus trabalhava arduamente com seu pai desde jovem, e quando José
desencarnou, trabalhou mais para ajudar Maria, sua mãezinha. Mas, trabalhando
assim, ensinou algo - tem uma lição importante, qual é?
(Figura - Os Apóstolos) – Jesus possuía grande sabedoria, mas também com tanto
amor que tinha no coração! Ele era chamado Mestre por todos. E Mestre é alguém
que tem muita sabedoria e que age conforme ensina. Jesus tinha a sabedoria para
ensinar todas as coisas que dizem respeito ao Espírito.
Quando chegou o momento d’Ele sair de casa para cumprir sua
missão Na Terra, trazer ensinamentos que Deus o enviou para transmitir aos
homens, Ele foi a procura de alguns amigos e companheiros, que aprenderiam com
Ele e o ajudariam. Era uma tarefa muito importante de muita responsabilidade. E
Jesus não escolheu as pessoas mais inteligentes, nem as mais cultas, ricas ou
importantes da época. Não foi assim. Ele escolheu pessoas simples, pobres, de
pouco estudo, que tinham defeitos e dificuldades, mas tinham muita vontade de
aprender e ajudar o semelhante.
(Figura - Os seguidores de Jesus) – Muitas pessoas seguiam Jesus quando Ele saía às ruas, e
Ele aproveitava esses momentos para em todos os lugares, nas casas, ruas,
estradas, templo, a beira do mar, nos montes, ensinar Amar o próximo e querer
bem a todos os semelhantes. Pois então conversava com as pessoas, e contava
pequenas parábolas, pequenas histórias que serviam de exemplos e ajuda a
compreender seus ensinamentos.
Ele atraia multidões. Alguns eram apenas curiosos: ouviam e
iam embora. Outros queriam apenas ser curados pelo Mestre ou vê-lo praticando
curas. Mas muitos eram tocados no coração pelo Mestre, com suas palavras e seu
jeito tão doce e sincero de ser. Esses seguiam Jesus em suas viagens, sedentos
de saber mais, de se melhorarem como pessoas.
Alguns desses seguidores eram mulheres, como: Maria de Betânia (irmã de Marta e Lázaro); Maria de Magdala (Jesus a curou de uma obsessão); Maria (esposa de Alfeu e mãe do apóstolo Tiago Menor); Salomé (esposa de Zebedeu e mãe de Tiago Maior e de João); Joana (esposa de Cuza, procurador de Herodes).
Alguns desses seguidores eram mulheres, como: Maria de Betânia (irmã de Marta e Lázaro); Maria de Magdala (Jesus a curou de uma obsessão); Maria (esposa de Alfeu e mãe do apóstolo Tiago Menor); Salomé (esposa de Zebedeu e mãe de Tiago Maior e de João); Joana (esposa de Cuza, procurador de Herodes).
(Figura - Jesus lavando os pés de seus
discípulos) – Este é um gesto de muita
grandeza e com esse gesto mostrou como devíamos amar nosso próximo. Prestem
muita atenção no que vou contar.
De acordo com o costume da
hospitalidade do povo da época de Jesus, um escravo
lavava os pés dos convidados que tinham enfrentado o pó e a lama das estradas.
E aquele dia foi a ultima ceia dos discípulos com Jesus, e por algum motivo,
naquele dia nenhum escravo estava presente para cumprir esta tarefa. Chegaram
os discípulos então no cenáculo (lugar onde faziam a refeição) e esperaram que
alguém lavasse seus pés. Mas nenhum escravo estava presente, então sentarão à
mesa com os pés ainda sujos não querendo nenhum deles assumir o papel do servo,
mas Jesus percebendo-lhes o orgulho em seus corações aceitou a humilde
responsabilidade, pegou a toalha a bacia e pôs-se a lavar os pés de Pedro.
Pedro protestou, pois ele julgava
inconveniente o Mestre lavar os pés de um discípulo, mas Jesus disse-lhe:
"O que faço não entenderá agora, mas entenderás depois" e Pedro
continuou a protestar indignado, e então Jesus disse: "Se Eu não te lavar,
não poderás ir comigo”.
Essa frase é uma forma simbólica
que Jesus usou para dizer que devemos livrar-nos das impurezas de nossa alma
para viver um dia no seu reino de luz. Essa ação de Jesus é um convite para
renovação, para deixar o orgulho e sermos humildes, para que O sigamos e que
seremos amados se amarmos e devemos fazer pelos outros que queremos que os
outros nos façam. Por isso, se desejam amor dêem amor e sejam humildes, sejam
prestativos e não orgulhosos.
Na época, essa tarefa de lavar os
pés antes das refeições era feita por criados. Naquele dia antes da chegada de
Jesus, os seus companheiros discutiam à cerca de quem faria tão subalterna
atividade. Foi então que Jesus provavelmente aproveitando para ensinar-lhes a
virtude maior que torna o homem superior, lavou-lhes os pés.
Após lavar- lhes os pés e as mãos,
Jesus falou- lhes: "Aquele que quiser ser o maior dentre vós, seja o
menor", deixando claro que a verdadeira virtude está na humildade.
Segundo
Momento: Essa linda história que contamos de
Jesus é para falar sobre um sentimento que nos impede de ser bons como Jesus
foi. Este sentimento é o ORGULHO. Ele nos alertou sobre ele e ensinou que
felizes são os HUMILDES, dizendo: ”Bem-Aventurados
os Pobres de Espírito”
ORGULHO é um dos
piores defeitos que temos, E O QUE NOS MAIS FAZ SOFRER. E para vencer esse inimigo no coração precisamos
substituí-lo pela maior das virtudes: HUMILDADE.
Como é o coração do orgulhoso? O
orgulhoso tem um conceito muito elevado ou exagerado de si próprio. O orgulhoso
se sente superior ou melhor que os outros, e acredita que as qualidades que
possui o fazem ser o melhor.
O orgulhoso mente para si mesmo,
porque acredita ser muito melhor do que realmente é. Ele pode ofender muitas
pessoas no caminho, porque seu orgulho não lhe permite ver que não existem
seres inferiores, que fomos todos criados com o mesmo potencial. Aquele que
alimenta o orgulho tem dificuldades na convivência com os outros. Ele não sabe
falar carinhosamente a seus irmãos, esquece-se de Deus e despreza as palavras de
Jesus.
A Humildade
é uma virtude que leva a pessoa a reconhecer seus defeitos e compreender suas
limitações. O humilde sabe que é imperfeito e cheio de falhas e que precisa
melhorar-se, e por isso aceita com mais facilidade a vontade de Deus, o que faz
com que seja mais tranqüilo para cumprir sua missão aqui na T erra.
A humildade leva a pessoa a
cultivar outras virtudes, como o respeito, a paciência, a tolerância e a
compreensão dos erros dos outros, esta porque sabemos sermos nós mesmos cheios
de falhas.
Quem é humilde sabe servir ao
próximo; é uma pessoa bondosa, semeadora de felicidade; ensina os que não sabem;
consola os aflitos, espalha a fé e a esperança por todos os lados; é
prestativa, ajuda a todos sem olhar a quem ajuda.
A humildade é a mais importante das
virtudes, e uma das maiores conquistas do Espírito, quem conquista esta
virtude, aceita, sem se sentir ofendido ou rebaixado, tarefas simples, aceita a
obrigação de trabalhar em benefícios dos outros.
Orgulho destrói todas as qualidades
do espírito, enquanto a humildade, aos olhos de Deus, eleva.
Quando temos o direito de reclamar
e não reclamamos, quando abstemo-nos de fazer o mal ou vingar-nos e alguém, de
reagir com violência, estamos estendendo o Bem, adotando a compreensão e o
entendimento para com o próximo, estamos sabendo ser HUMILDES.
O Orgulhoso fica estagnado ou
parado, não evolui,mas também não involui, pois fica iludido na falsa posição
de superioridade. Já o humilde cresce
sempre, porque está sempre disposto a se corrigir e a aprender.
O Mestre nos disse que "Bem- aventurados são os pobres de espírito,
porque deles é o Reino dos Céus". Quis dizer com isso que a felicidade
é para os humildes, aqueles que não procuram rebaixar os outros, que sabem se
colocar na sua posição exata diante de Deus, de si e dos homens.
Jesus, ao pregar a humildade, sabia
que ela é a mãe de outras virtudes muito importantes para o nosso crescimento.
Jesus deixou muitos ensinamentos, de paz, caridade, amor, amizade,
respeito, tolerância, compreensão e Amor ao próximo. Mas Ele sabia que a
Humildade é a mãe de outras virtudes muito importantes para o nosso crescimento,
e sem ela não desenvolvemos as outras, e não podemos compreender a vontade e a
grandeza de Deus.
Jesus demonstrou sentimentos e
atitudes que são exemplo de vida para nós. São referenciais que devemos tomar
para as nossas vidas, não devemos nunca nos esquecer que Ele é o farol que deve
iluminar nosso caminho.
O Caminho da dor e sofrimento é
ORGULHO. O Caminho da
felicidade é HUMILDADE. Qual você
quer seguir?
Terceiro
Momento: DINÂMICA - A idéia é confrontar orgulho vs.
humildade.
Abaixo temos uma atitude orgulhosa
seguida de sua atitude humilde equivalente.
São 12 atitudes orgulhosas seguidas
de 12 atitudes humildes.
Vamos colocar as 24 frases
misturadas numa caixa, e os jovens vão tirando ao azar até esgotá-las (é
provável que fique jovem com mais de um papelzinho, não tem problema).
Em seguida, pedimos que alguém leia
uma atitude orgulhosa. E discutimos em grupo qual seria o oposto àquela
atitude.
Então, que está com a atitude
humilde equivalente àquela atitude orgulhosa lê seu papelzinho e comparamos o
que conversamos com o que está escrito.
E assim vamos até esgotar os
papeizinhos.
PRECE
FINAL
Dinâmica - Exemplo
de frases:
Acha que sabe muito e não aceita
ser criticado ou corrigido, pois se sente humilhado
Reconhece que ainda precisa
aprender muito e está sempre aberto a novos conhecimentos
Não admite que errou e procura uma
desculpa dizendo assim: "Não foi minha culpa"
Reconhece quando erra e diz assim:
"Desculpe, eu me equivoquei" e procura fazer de novo, e melhor
Se acha sempre certo e acredita que
não precisa mudar, pois tudo que faz é muito bom
Reconhece que pode fazer melhor e
se aperfeiçoa para sempre superar a si mesmo
Resiste àqueles que são mais velhos
e experientes (professores, pais, avós, etc.) e põe defeitos neles
Respeita aqueles que são mais
velhos e experientes e trata de aprender algo com eles
Faz apenas sua tarefa e ainda diz:
“Eu só faço meu trabalho; que outra pessoa faça a outra parte”
Estão sempre dispostos a fazer sua
tarefa e algo a mais além da sua obrigação
Não aceita as ideias dos outros,
pois julga as suas sempre melhores
Está sempre disposto a ouvir as
ideias dos outros, pois acredita que todos são capazes de colaborar
Se julga sábio e poderoso e não
reconhece Deus como força superior a todos os homens
É agradecido a Deus pela perfeição
de suas leis e de sua criação
Está sempre insatisfeito, pois se
sente injustiçado e merecedor de melhor sorte
Acredita plenamente na justiça
divina e sabe que tem exatamente aquilo que merece
Acha que perdão é para os fracos;
quem é forte mesmo arruma um jeito de se vingar (ele chama isso de "fazer
justiça")
Sabe que engolir o orgulho e
perdoar é a verdadeira virtude; a vingança só o iguala ao ofensor
Se arrepende do bem que faz quando
não é reconhecido
Sabe que a verdadeira recompensa
não está aqui, por isso faz o bem sem interesse de obter reconhecimento
Dá muita importância a cargos,
posições sociais, nobreza familiar
Acredita que a verdadeira grandeza
é moral e independe de qualquer título terreno
Não aceita demonstrar falhas em
público nem pedir ajuda e prefere receber do que dar um pouco de si em
benefício do grupo
Reconhece a timidez como sinal de
orgulho e luta contra ela, mesmo que tenha de se expor à opinião do grupo.
24 de abril de 2014
AULA – A TOLERÂNCIA E COMPREENSÃO
Harmonização com músicas
Prece Inicial
DINÂMICA - Aplicar a dinâmica do palito de fósforo (20 min.)
Objetivo: Trabalhar as sensações de cada um dos três integrantes do grupo
durante a tarefa, abordando os sentimentos de paciência, tolerância e
compreensão.
Material: Vendas para os olhos, palitos de fósforo
Procedimentos: Formar
grupos de 3 pessoas, em que um faz a
mímica, um executa e outro instrui.
- O
executor deve estar de olhos vendados e deve fazer as figuras com a mão não
dominante. Somente ele poderá tocar nos palitos de fósforo.
- O
Instrutor não pode encostar no executor (manter mãos para trás), e deve
instruir somente verbalmente
- O
Observador não pode falar, somente fazer mímica para o instrutor, a fim de
ajudar no processo, também não pode tocar o executor.
Desafio: construir, com os palitos de dentro
da caixinha as seguintes figuras: uma casa (17 palitos), uma ponte (16
palitos), um castelo (18 palitos), uma estante (15 palitos), um caminhão (16
palitos).
Reflexão: A paciência é uma virtude a ser
exercitada por todos nós diariamente, nas nossas atividades mais comuns como
estudar, arruma as nossas coisas, ouvir as pessoas, ao começar uma tarefa em
casa, na escola etc.
1.
Fazer
a dinâmica sobre a Compreensão (15 min.)
Objetivo: Refletir que a forma como pensamos
depende da capacidade de entender e compreender o que está a nossa volta.
Quando conhecemos e compreendemos melhor algo aproveitamos melhor as
oportunidades.
Material: Gravuras de ilusões de óptica.
FONTE: ilusões de óptica no google
Procedimento: Apresentar as imagens de forma
individual, ora rapidamente (para não dar tempo que eles reflitam), ora com
mais tempo, (para dar temo de refletir) e pedir que eles descrevam o que
percebem sem mostrar para os outros. Chamar alguns e repetir o processo. Depois
discutir se o que eles viram foi igual e as razões.
Reflexão: A compreensão vem do conhecimento.
Quando dedicamos atenção a algo vamos compreendendo melhor o que acontece na
nossa vida.
2.
Aplicar o jogo “Acertando a caixinha” (20min.)
Objetivos: Dizer aos jovens que o
objetivo do jogo é atingir mais de 40 pontos. No entanto, essa pontuação só
será atingida se os pontos de todas as equipes forem somados. Esperar o final
do jogo e incentivar que os jovens proponham o somatório dos pontos. Concluir que
todos juntos, UNIDOS, seremos mais felizes.
Material: Caixinhas, argolas,
bombons, balão, atividades para dentro das caixas
Procedimentos: Utilizar a dinâmica
“Acertando a caixinha” para conversar sobre o tema tolerância. Dividir os
jovens em quatro equipes. Haverá 15 caixinhas pequenas dispostas aleatoriamente
no chão e dentro dela, terão perguntas, bônus, algumas provas ou estarão
vazias. Cada equipe terá uma tentativa para jogar uma argola e escolher a caixa
desejada. A atividade que está na caixinha deve ser cumprida por todas as
equipes. Cada atividade cumprida vale 1 ponto. Dizer aos jovens que o objetivo
do jogo atingir mais de 40 pontos. No entanto, esta pontuação só será atingida
se os pontos de todas as equipes forem somados. Esperar o final do jogo e
incentivar que os jovens proponham o somatório dos pontos. Concluir que todos
juntos, UNIDOS, seremos mais felizes.
Reflexão: A paciência e a
tolerância se unem quando sabemos respeitar as diferentes opiniões e
preferências das pessoas. Muitas das guerras e desavenças podem ser evitadas
quando aceitamos o direito do outro de ser diferente do que nós achamos melhor
uns para os outros.
As atividades que estarão
dentro das caixinhas são as seguintes:
3.
Fazer a atividade “Buscando as virtudes” (10 min.)
Objetivo – Refletir com jovens a
importância de obter as virtudes e quais dela mais precisamos para substituir
nossos vícios.
Material – tesoura, lápis de cor,
lápis e cola
Procedimento- Entregar para cada jovem
uma atividade e pedir que esses a resolvam e depois pintem. No final refletir
com eles sobre a importância das virtudes para o combate aos vícios.
Reflexão
- As
virtudes são fundamentais para o crescimento espiritual e são sentimentos que
nos fortalecem e ajudam a diminuir a presença dos vícios em nossas existências.
PRECE FINAL
*Desconheço a autoria do plano de
aula.
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