23 de março de 2012

AULA - Perfeição Moral - virtude e vícios

Reforma íntima

Objetivo

Permitir que os jovens compreendam a importância da busca da perfeição moral, da felicidade, através do

auto-conhecimento e da reflexão constante sobre as conseqüências de seus atos em sociedade.

1º momento

Atividade: os jovens vão preencher esta tabela de defeitos e vícios, classificando o seu defeito ou vicio de 0 a 4.

2º momento

Espaço para debate.

Incitaremos os jovens com perguntas irônicas e esperaremos deles as respostas.

Explicar o que é:

- virtude: é uma disposição habitual para o bem, força interior e retidão. É o conjunto de todas as

qualidades essenciais que constituem o homem de bem.

- Vício: são os defeitos, os hábitos ruins, entre eles o cigarro, o álcool, a gula, os abusos sexuais e também

o orgulho, o egoísmo, a vaidade, a maledicência.

“Há virtude sempre que existe uma resistência ao arrastamento das más tendências. A sublimidade

da virtude está no sacrifício do interesse pessoal para o bem do próximo, sem segunda

intenção.(LE893)”

A imperfeição está bem caracterizada quando se demonstra o apego às coisas materiais ou às pessoas.

Não adianta somente deixar de fazer o mal, precisamos também fazer o bem. A moral sem ação é igual

semente sem ter oportunidade de dar frutos.(LE905)

Por que é tão difícil deixarmos de ter alguns defeitos, vícios?

Porque ainda gostamos deles, tiramos prazer e satisfação, mesmo que momentâneos.

Nos deixamos dominar pelas paixões ao invés de dominá-las.

O que devemos fazer para fazer este homem velho virar um homem novo?

Primeiro:

Parar e olhar para dentro de si mesmo. AUTO CONHECIMENTO VER QUEM REALMENTE SOMOS, nos

aceitar, e nos perdoar.

Segundo:

Levantar, sacudir a poeira, pois não somos perfeitos.

Ter consciência de que estamos em processo de evolução e que ainda não desenvolvemos totalmente as

nossas potencialidades. Fomos criados para a Perfeição , pois somos filhos de Deus.

Terceiro:

Se transformar, buscar mudar nossas atitudes como exemplo:

- Não se isolar do mundo, com medo de errar, buscar sempre a convivência social.

- Em casa, evitar de brigar com os irmãos , parentes , ajudar sempre que for preciso

- Estudar, ir ao Cema, ter uma religião, ter fé, orar, para pra pensar no que aconteceu durante o dia

e se vc faria diferente se tivesse outra oportunidade.

- Perdoar as pessoas a quem vc fez alguma coisa de que não gostaria que te fizessem.

Transformando os defeitos em virtudes:

3º Momento

Cantar todos juntos a música: Oração de São Francisco

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz

Onde houver ódio que eu leve o amor;

Onde houver ofensa que eu leve o perdão;

Onde houver discórdia que eu leve a união,

Onde houver tristeza que eu leve a alegria;

Onde houver trevas que eu leve a luz.

Oh Mestre, fazei que procure mais,

Consolar que ser consolado,

Compreender que ser compreendido,

Amar que ser amado, pois é dando que se recebe,

É perdoando que se é perdoado,

E é morrendo que se vive para a vida eterna.

* CEMA – Centro Espírita Maria Angélica

História em Quadrinhos - COMPANHIAS







24 de fevereiro de 2012

Idéias básicas - A imortalidade da Alma

Bibliografia: Conteúdo Programático – DIJ / União Espírita Mineira – BH/MG

IDÉIAS BÁSICAS

  • Ao espírito, princípio inteligente criado por Deus para povoar o Universo, concede o Criador a bênção da Imortalidade.
  • Embora a imortalidade da alma tenha sido ensinada por todas as doutrinas espiritualistas, coube ao Espiritismo, não só confirmar esta evidência como, através de fatos, comprovarem a sua realidade.
  • A Doutrina Espírita, no entanto, não se limita a comprovar a imortalidade da alma e sua individualidade após o túmulo, mas elucida igualmente, os fatores que cercam sua caminhada infinita.
  • Desses fatores destacam‑se a evolução, a reencarnação, o livre arbítrio e causa e efeito, como leis inerentes à permanente ascensão da alma rumo a Deus, nosso Pai e Criador.
  • O Espiritismo vem comprovar assim, que o túmulo não significa o término de nossa vida, a qual se desdobra exuberante no Plano Espiritual.
  • Ensina-nos a Doutrina Espírita que, para desfrutar de relativo equilíbrio no plano extra‑físico e em nossas existências futuras, na carne, é indispensável alicerçarmos as nossas atitudes de hoje no equilíbrio, na responsabilidade cristã e acima de tudo, na edificação do AMOR, único roteiro capaz de nos conduzir a perfeição espiritual a que nos destinamos.

REFERÊNCIAS PRÁTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA AULA

· Nascer e pôr do sol

· A semente e o fruto

· A madeira transformada em móveis e utensílios

· A poda

· O perfume que permanece no frasco depois de retirado

· A voz gravada em fita ou disco

· O filme cinematográfico

· A argila transformada em telhas

· O ouro e as jóias.

CONCLUSÃO EVANGÉLICO‑DOUTRINÁRIA

· A imortalidade da alma é uma das mais importantes revelações para a Humanidade, pois, através dela, nos asseguramos da realidade do futuro e da certeza de atingir a perfeição a que todos nos destinamos.

· Pela luzes da Terceira Revelação, a imortalidade da alma oferece‑nos um estímulo permanente à nossa transformação para o Bem.

· Certos da imortalidade da alma e de sua individualidade sentimo-nos felizes e confiantes num futuro muito melhor.

· Prevalecendo o nosso aprendizado e as nossas conquistas espirituais após o túmulo, só nos resta batalhar pela implantação do Bem e do Amor em nós mesmos, para nosso equilíbrio e felicidade no porvir.

DINÂMICAS E BRINCADEIRAS PARA IMORTALIDADE DA ALMA

1. A FRASE

“O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita” – Jesus (João 6:63)

A frase acima estará escrita em um papel decorado, com figura de Jesus. Mostramos às crianças e lemos para elas. Para crianças alfabetizadas, podemos pedir para alguma ler. Repetimos algumas vezes a frase e pedimos para que as crianças repitam também.

Após percebemos que “decoraram” a frase, destruímos o papel, rasgando completamente.

Aí perguntamos às crianças: o que estava escrito. Elas, certamente, saberão.

Então dizemos: A frase sobreviveu ao papel. Por mais bonito fosse o papel, o que havia de mais importante ali era a frase. E essa, sabemos mesmo sem o papel.

Assim, o espírito sobrevive à matéria.

2. A ÁGUA E OS RECIPIENTES

“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” – Jesus (João 3:8)

Material: Copos descartáveis, vasilha plástica, pano limpo ou esponja limpa.

Trazemos um copo descartável de água e uma vasilha limpa. Mostramos às crianças e perguntamos o que tem dentro do copo. Então, destruímos o copo, de forma que a água caia na vasilha. Nada chocante ou estrondoso. Apenas rasgamos o copo descartável. Então perguntamos o que aconteceu com a água. E as crianças certamente dirão que a água agora está na vasilha. Então pegamos um pano limpo ou uma esponja e encharcamos com a água da vasilha. Podemos torcê-lo para que a água seja despejada em outro copo. Então perguntamos o que aconteceu.

Explicamos que a água nunca deixou de ser a mesma, mesmo mudando de lugar. Só mudou de forma, conforme onde estava.

Assim é o espírito. É imortal e está em cada corpo para se melhorar. Mas não acaba com o corpo. Sobrevive à ele para então, adquirir outro corpo.

3. REENCARNAÇÃO

A brincadeira é como a antiga “Coelhinho sai da Toca”.

Cada duas crianças formam uma toca, que aqui chamamos família. Outras crianças são os reencarnantes, que terão que mudar de família quando batermos palma. Faremos de jeito que o número de famílias (grupo com 2 crianças) seja menor que o número de crianças que são os reencarnantes.

Quando batemos palma, cada reencarnante entra em uma família. Sobrarão crianças que não entraram em uma família (estão no plano espiritual).

Ninguém sai do jogo, nem os que não entraram na família.

Explicamos, depois que assim se passa com o espírito. Ele encarna em uma família para seu progresso. Desencarna e volta ao plano espiritual, para planejar uma nova reencarnação, porque o espírito é imortal.

4. TROCANDO DE ROUPA

Fazemos coletes para as crianças em número menor que o número de crianças. Delimitamos o lugar de cada colete. Quando batemos palma, cada criança pega um colete e veste. Como o número de crianças é maior que o número de coletes, algumas ficarão sem vestir (estão no plano espiritual, aguardando uma nova chance). Ninguém sai da brincadeira.

5. A VIAGEM

Material: mala feita de cartolina ou papel duro, de maneira que atraia a atenção da criança.

Várias figuras: de roupas, dinheiro, livros, pessoas fazendo carinho, etc. Sempre coisas ou atitudes de cunho material e de cunho espiritual.

Então, dizemos à criança que nós faremos uma viagem. Iremos para o plano espiritual. O que devemos levar?

Cada escolha da criança faremos ela refletir se aquilo pode ser usado no plano espiritual, ensinando mas respeitando a opinião da criança.

Cada criança pode ter sua malinha ou o evangelizador pode fazer uma grande mala pra toda turma.

Essa atividade é usada para “checar” o que a criança entende por vida espiritual.


1. CONSTRUINDO NOSSO “LAR” NO PLANO ESPIRUTUAL

Explicar para a criança que, se somos espíritos imortais, nossa morada verdadeira é o plano espiritual, mas são as nossas atitudes aqui que indicam como será a nossa vida lá. Se optarmos por atitudes positivas, construiremos uma boa morada, uma vida feliz, no plano espiritual.

Para ilustrar faremos a brincadeira aonde às crianças irão, através de boas atitudes, construir a casa no plano espiritual.

Levar um cartaz escrito “Construindo Nosso Lar no Plano Espiritual” com uma casa desenhada, para que as crianças achem as peças que faltam e a terminem. As peças que faltam serão conseguidas através de uma brincadeira.

1) Para ganhar o alicerce, onde estará escrito: “Evangelho de Jesus”, as crianças terão que achar, dentro de uma caixa com vários objetos, as figuras dos livros de Allan Kardec.

2) Para ganhar a Disciplina, as crianças terão que colocar na ordem correta os livros de Allan Kardec.

3) Para ganhar a Caridade, as crianças terão que montar o quebra-cabeças com uma cena de gentileza.

4) Para ganhar o Perdão, as crianças terão que resolver o labirinto gigante para reconciliar os dois irmãos que estão brigados.

Que tenhamos uma linda aula e abraços fraternos em todos!!!


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA A PREPARAÇÃO DO EVANGELIZADOR

1. Bases Evangélicas ‑ Mateus: 10:28 ‑ 16:21 ‑ 16:25 a 28 ‑ 17:3 e 4 ‑ 17:9 a 13 ‑ 26:64 - 27:63 ‑ 28:1 a 10. Marcos: 8:35 a 37 ‑ 12:18 a 27. Lucas: 6:23 e 24 ‑ 9:22 ‑ 9:28 a 31 - 16:19 a 31 ‑ 18:26 a 30 ‑ 23:46 ‑ 24:1 a 6 ‑ 24:36 a 46. João: 5:21 ‑ 6:63 ‑ 8:51 ‑ 20:1 a 14. I Coríntios: 15:19. Gálatas: 6:8. II Timóteo: 1:10. I Pedro: 3:18. II Pedro: 1:14 e 15. Velho Testamento: Salmos: 66:9.

2. Bases Doutrinárias ‑ O Livro dos Espíritos: 83, 87, 128, 129, 130, 149 a 165, 189 a 199, 223 a 275, 274 a 319, 958 a 962 ‑ Livro dos Médiuns: Cap.1, 2ª parte: Cap.1, item 56 ‑ Evangelho Segundo o Espiritismo: Cap.2 (todo), Cap.3, item 2, Cap.4 (todo), Cap.17, item 11 ‑ O Céu e o Inferno: Cap.1, item 10 ‑ Cap.2, itens 1 a 10 ‑ A Gênese, Cap.1, itens 37 e 38 ‑ Obras Póstumas: 1ª parte, itens 4 a 9, “O Caminho da Vida”, “A Vida Futura” ‑ O que é o Espiritismo: Cap. III.

3. Obras Subsidiárias ‑ Almas em Desfile: 2ª parte: Caps.4 e 23 ‑ Amor Sem Adeus: Caps.1, 3, 6, 7 ‑ Antologia da Espiritualidade ‑ Astronauta do Além: Cap.3 - Através do Tempo: Cap.1, 4, 17 ‑ A Terra e o Semeador: item 36 ‑ A vida Escreve: 2ª parte: Cap.22 ‑ Baú de Casos: Caps. 6, 8, 19 ‑ Bezerra, Chico e Você: Cap.13 - Caminhos de Volta: “Eles Estão Vivos” ‑ Conversa Firrne: Caps.2, 3, 20 ‑ Contos e Apólogos: Cap.27 ‑ Diálogo dos Vivos: prefácio ‑ Entre Duas Vidas: Caps.6, 36 - Entrevistas: Caps.4, 9, 23, 29, 70, 91 ‑ Enxugando Lágrimas: Cap.1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 16 ‑ Escrínio de Luz: “A Frente da Morte” - F.C.X. Pede Licença: Caps.11, 22ª - Idéias e Ilustrações: Cap. 39 ‑ Jovens no Além: (todo) ‑ Mãos Unidas: Caps.6 ‑ Maria Dolores: Cap.33 ‑ Nosso Livro: “Realidade” ‑ No Portal da Luz: Cap.18 ‑ O Espírito Comélio Pires: Caps.1, 6, 46, 56, 94 ‑ Pensamento e Vida: Caps.14, 15, 28 ‑ Pérola do Além: Ver palavras: Alma e Imortalidade ‑ Pontos e Contos: Cap.15 ‑ Recados do Além: Cap.28 ‑ Relicário de Luz: “Depois da Separação”, “Ternura e Esperança”, “Página de Saudade e Ternura” e “Doce Bilhete” ‑ Retratos da Vida”: item 1 - Rosas com Amor: “Trovas de Irmão” ‑ Roteiro: Caps.2, 3, 4 ‑ Taça de Luz: Caps.2, 16, 21, 38 ‑ Voltei: 2, 3.

IMAGENS - IMORTALIDADE DA ALMA


















22 de fevereiro de 2012

Aula - Valores Espirituais e Valores Materiais


OBJETIVOS:

- Alertar sobre o apego aos bens terrenos: um dos maiores obstáculos ao nosso adiantamento moral e espiritual.

- Compreender que tudo aquilo que possuímos nessa vida nos foi dado por Deus para nosso progresso espiritual e nada levaremos dessa vida, senão as conquistas intelectuais e morais.

-Conscientizar o evangelizando quanto à importância de adquirirmos os valores espirituais, pois estes são os verdadeiros bens do espírito, e são os que o acompanharão durante todo o seu processo evolutivo.

- Identificar que no Reino de Jesus as maiores riquezas são as virtudes morais e espirituais.

BIBLIOGRAFIA: Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, Cap.II; O Castelo de Açúcar, Robson Dias.

Harmonização musical

Prece Inicial

Primeiro momento: Atividade Dinâmica para contar a estória – O Castelo de AÇÚCAR, Robson Dias.

A dinâmica consiste na participação dos evangelizando durante a estória, ou seja, permitir que eles participem. Eles deverão ser orientados da seguinte forma:

1. Distribua os fantoches dos personagens da estória antes de começar.

2. Combinar no início da aula, pedindo às crianças que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na estória ou quando citá-lo, movimentando-o no cenário.

Segundo momento: Breve exposição dialogada de dez minutos, ou segundo a tolerância da turma.

Terceiro momento: Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)

1. Montagem do personagem;

2. Para fixação da história, divida a turma em grupos (ou, individual) e peça que cada grupo encene sem palavras (com os personagens que eles mesmos montaram), ou se preferirem façam mímicas, com uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é dizendo como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.

Quarto momento: Painel/Cartaz

1. Colagem - recortes de revistas e/ou desenho colorido expressando o tema, em dois cartazes – VALORES ESPIRITUAIS/VALORES MATERIAIS. Espalhar as gravuras sobre a mesa e deixarem que colem nos cartazes as imagens.

2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.

PRECE FINAL

SUBSÍDIOS PARA O TEMA

Desejamos coisas só porque os outros têm? (Roupas de marca, celular, jogos, tênis, mochilas entre outras coisas.)
- As coisas materiais são importantes? Por quê? (É preciso dinheiro para viver, para manter-se materialmente.)

- Por que algumas pessoas têm muito dinheiro e outras nem tanto? (Reencarnamos ricos ou pobres para aprender e evoluir, de acordo com a necessidade daquela existência.)
- Deus gosta mais de quem tem mais dinheiro? (Não. Deus ama todos seus filhos igualmente. As pessoas devem ser valorizadas por suas virtudes e não pelo que possuem materialmente.)
- É necessário ter muito dinheiro para ajudar alguém? (Não. Podemos doar amor, atenção, respeito, boas energias, uma prece, entre outras coisas.)
- É preciso de muito dinheiro para ser feliz? (Não. Deus nos dá o que necessitamos para evoluir e sermos felizes nessa encarnação. E Jesus ao passar na terra demonstrou que bens materiais que devemos preservar devem ser apenas para a subsistência do corpo físico porque a felicidade está na humildade, simplicidade, no perdão das ofensas e etc.)

VALORES ESPIRITUAIS são as qualidades que desenvolvemos, são os nossos bens do coração, são as boas ações que praticamos o conhecimento que adquirimos e o afeto que temos pelos amigos e familiares.

Os bens materiais são passageiros e os bens espirituais permanecem.

O que realmente possuímos são as conquistas e valores morais (que devem ser trabalhados em nosso dia-a-dia) e que nos levam ao crescimento, tais como: o amor, a caridade, generosidade, o estudo – conhecimento, paciência, benevolência, caridade, etc.

Os Valores imperecíveis (que dura muito tempo; eterno) são os bens do Espírito como: A BONDADE para com todos os viventes. Seja o nosso irmão do caminho, sejam as plantas, os animais, as coisas infinitamente pequenas ou as coisas infinitamente grandes com as do Céu.
A humildade a Paciência e as conquistas intelectuais, tais como as ciências e as filosofias.

A CARIDADE para com todos nossos irmãos necessitados de pão e carinho.

O carinho, amizade, respeito, responsabilidade, honestidade, caridade, humildade e muitos outros - levamos com a gente para o plano espiritual e são conquistas que ninguém pode nos tirar. Se nos preocupamos muito com as coisas materiais, sofremos muito ao desencarnar, porque elas não vão nos acompanhar. Já se cultivamos os valores espirituais não teremos grandes problemas ao deixar a vida corpórea.

Os bens da Terra têm uma importância muito menor que as coisas do coração.

As coisas simples podem nos dar um prazer muito maior do que aquelas que se compram com bastante dinheiro. Vamos agora citar coisas que trazem felicidade e não são difíceis de adquirir.

São exemplos de valores espirituais:
•A generosidade, em vez do egoísmo.
•A sinceridade, em vez da mentira.
•A doçura, em vez da violência.
•A bondade, em vez da crueldade.
•A honestidade, em vez da corrupção.
•A justiça, em vez da injustiça.
•A coragem, em vez da covardia.
•O amor, em vez do ódio.
•A compaixão, em vez da indiferença.
•A solidariedade, em vez da inveja.
•A amizade, em vez da inimizade.
•A boa vontade, em vez da intolerância.
•A compreensão, em vez da prepotência.
•A humildade, em vez da arrogância.

Jesus nos disse:

“Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Onde estiverem os bens que tivermos adquirido, estará o nosso coração, quer dizer a nossa felicidade. As coisas caras e os prazeres materiais que requerem dinheiro não duram para sempre, nem podem ser adquiridos a qualquer tempo. Seremos mais felizes se dermos valor aos bens singelos e às boas sensações do espírito, que podemos cultivar em qualquer tempo. Aquele que só se importa com as coisas do corpo tem seu tesouro no plano físico e a ele fica preso ao morrer, o que dificulta muito seu crescimento espiritual.

Precisamos alimentar a alma da mesma forma que nosso corpo tem necessidade de alimento. Como assim? Precisamos dar algum tipo de comida para nosso espírito. E a alma se alimenta das sensações, dos prazeres e das dores. Quanto mais suave for o alimento, mais saudável será a alma.

Aquele espírito que se "alimenta" com coisas pesadas como álcool, drogas, cigarro, ódio, inveja, mentira, acaba por adoecer e fica preso às zonas inferiores, onde a felicidade não está presente.

Tudo isso quer dizer que devemos tratar os bens materiais, o dinheiro como coisas necessárias, sem apego, porque ele é importante para a vida na T erra e precisamos estar conscientes quem é o dono de quem. Não podemos ser escravos dele, em momento nenhum. A falta dele não é o fim do mundo, embora pareça, algumas vezes.

É preciso amar e não se esquecer de vigiar nossos pensamentos, para não cairmos em tentações. Como dissemos tudo o que é material aqui permanece. No Céu não há ladrões, não há ferrugens nem traças ou cupins. Disse Jesus, "Onde está o teu tesouro, ai está o teu coração".

Se nosso tesouro, são as coisas materiais, ali estará o nosso coração e por isso sofremos, quando as vemos danificadas ou roubadas. Não devemos nos preocupar demasiado com as coisas materiais. Deus vela por seus filhos e nada lhes faltará.