3 de fevereiro de 2012

Aula - A Presença Divina

OBJETIVO:

- Identificar a presença de Deus em nossa vida: na natureza, nas pessoas e em nós mesmos.

- Diferenciar leis humanas e leis divinas: caráter transitório e caráter permanente.

- Reconhecer a paternidade divina: Deus – Nosso Pai, portanto, somos todos irmãos.

- Identificar e reconhecer a oração como meio imediato de nossa comunhão com o Pai Celestial – A oração “Pai Nosso”

BIBLIOGRAFIA: Evangelho Seg. o Espiritismo para Infância, de Maria Helena Fernandes Leite; Evangelho Seg. o Espiritismo para Infância e juventude, vol. 1 – Allan Kardec; Pai Nosso, de Meimei / F.C.Xavier; 52 Lições de Catecismo Espírita; site: WWW.searadomestre.com.br.

HARMONIZAÇÃO COM MÚSICAS

PRECE INICIAL

PRIMEIRO MOMENTO:

Incentivação inicial: Técnica de relaxamento e reflexão - Desenho.

Escrever no quadro a palavra DEUS, em letras bem grandes. Pedir que as crianças a leiam, e a repitam vagarosamente, algumas vezes. Depois solicitar que fechem os olhos e pensem em Deus (música suave ao fundo), durante um minuto (que será marcado pelo evangelizador). A um sinal sonoro abrirão os olhos e receberão uma folha em branca na qual desenharão (apenas com lápis preto) alguma coisa que as faça lembrar-se de Deus, ou que está associado a Ele.

Após dez minutos o evangelizador recolherá os desenhos como estiverem, colocando em cada um o nome do respectivo dono.

SEGUNDO MOMENTO:

Iniciar a aula mostrando como o Universo é grande (figura de uma galáxia). Dizer que há bilhões de galáxias como a Via-Lactea, cada uma com bilhões de estrelas como o nosso sol, que por sua vez tem planetas orbitando em volta.



Fazer várias perguntas aos evangelizando, com relação ao tema a ser estudado e anotar as respostas no quadro.
Sugestões de perguntas:
* Deus é nosso Pai. Por que dizemos que Ele é nosso pai? Porque Ele nos criou. Lembrar que somos Espíritos criados por Deus e estamos reencarnados em um corpo material para evoluir. Através de nossos pais recebemos o corpo material (corpo físico).
* Coisas que Deus criou: sol, natureza, seres humanos, animais.
* Pegar novamente a gravura da galáxia e da flor, perguntar quem criou tudo isso. Seria possível ser criado pelo ser humano? Por quê?



* Alguém já viu Deus? Perguntar como podemos saber – ter certeza - de que Deus existe, se não podemos enxergá-Lo? Também não podemos ver o vento, mas podemos senti-lo. Podemos sentir Deus e Seu amor, através da sua obra (flores, plantas, estrelas, sol, mar, animais).

Deus se revela na sua criação: os seres humanos, a natureza. O homem não poderia fazer o sol, a lua, as estrelas, os oceanos, os animais, planetas. Podemos sentir Deus nas vibrações de seu infinito amor. Deus ama a todos os seus filhos igualmente.

Deus tudo pode, tudo vê, tudo sabe. Ele criou todo o Universo (o universo não é obra do acaso). Deus está presente em nossa vida também através de seus mensageiros, como o nosso anjo da guarda. A bondade de Deus está presente através de suas leis de amor, perdão e evolução.

TERCEIRO MOMENTO: Colocar sobe a mesa copinhos com água doce e salgada, e convidá-los que provem sem nada dizer do sabor, depois comentar:

Se a gente pegar dois copos d’água, um com água e açúcar, e outro com água e sal, como poderemos saber qual deles está doce e qual está salgado? Os dois estão iguais, pois a água não tem cor, e quando misturada com o açúcar ou o sal, não muda em nada. Mesmo não vendo o açúcar ou o sal, nós sabemos que eles estão lá. A única maneira de sabermos qual deles está com açúcar e qual está com sal, é sentindo o gosto da água.

Com Deus é a mesma coisa, mesmo não o vendo, sabemos que Ele existe... É só sentir.

Mas como podemos sentir Deus? Basta vocês olharem na janelinha do seu quarto... Olhem para o Céu, vocês estão vendo algum passarinho voando, ou uma borboleta, ou uma flor no jardim, ou mesmo o Sol, ou a Lua? Quem poderia criar coisas tão belas?

Será que algum homem tem uma inteligência tão sábia e criou essas coisas? Ora, já vimos que nem uma flor ele consegue fazer como a de verdade! Imagina se ele faria o Sol ou a Lua!

Se não foi o homem, tem que ter sido alguma coisa, e esta tem que ser muito sábia para criar tudo isso, com tanta beleza e tanta harmonia.

O que criou tudo isso? DEUS.

QUARTO MOMENTO:

Deus criou todas as coisas, inclusive as leis que mostram como as coisas funcionam.

Há leis para as coisas materiais. E há leis para coisas espirituais.

As Leis que Deus criou são chamadas Lei Divina ou Natural elas indicam o que se deve e o que não se deve fazer, servem para que a gente não se esqueça de que devemos sempre viver buscando fazer as coisas boas e certas, pois só assim faremos com que a nossa vida e a vida das outras pessoas sejam tranqüilas e felizes.
A lei Divina é eterna e Imutável ou nunca muda porque é perfeita, conservam-se firmes e constantes, elas sempre vão existir como Deus sempre existirá.

A lei dos homens mudam se alteram e acabam.

Todas as coisas da Natureza são leis divinas porque Deus é o autor de todas as coisas.

Temos como exemplos de leis humanas e Divinas:

· LEIS HUMANAS – As leis de transito – Vermelho – Pare; Amarelo – Atenção e Verde – Seguir,organizam nossa vida em sociedade ao transitarmos pelas ruas. Mas, se transgredirmos as leis de trânsito o que acontece?As leis são boas? Servem para tornar nossas vidas melhores ou piores?

As leis dos homens mudam porque são imperfeitas. Valem por um certo tempo.

Constituição do Brasil
Constituição do Estado
Constituição do Município
Regulamento da Escola.


· LEIS DE DEUS – São as leis de amor e caridade: Devemos sempre ajudar nosso próximo – “Amar ao próximo como a nós mesmos” – fazer ao próximo o que você deseja para você (colar gravura e a frase); lei de livre arbítrio (somos livres para fazer nossas escolhas); lei de causa e efeito (todas nossas atitudes retornam para nós), lei da reencarnação, etc.

As leis de Deus não mudam porque são perfeitas.


QUINTO MOMENTO:

1 - Quem conhece a oração do Pai Nosso?
2 - Que outros nomes possui esta oração? (Oração Dominical ou Oração do Senhor, porque os discípulos chamavam Jesus de Dominus - Senhor em latim)
3 - Quem ensinou esta prece?
4 - A quem é dirigida esta oração?

Nós não podemos ver Deus, com os olhos, mas podemos senti-lo e sabemos da sua existência através dos mares, das estrelas e tudo o que está na natureza criada por Ele. E para Senti-lo e nos comunicar com Ele é por meio da Oração. A oração é o meio de estarmos em contato com o Pai Celestial. Quando rezamos conversamos com Deus. Conversar com Deus é conversar com alguém que ama-nos muito e que sempre vai nos ouvir com carinho nossas rogativas. O Pai Celestial houve todas nossas preces e nos dá tudo o que precisamos.

Quem nos ensinou a rezar o Pai Nosso foi Jesus, e Ele iniciou dizendo assim:

- Pai Nosso, que estais nos céus...

O Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso Pai.

Criador dos homens, das estrelas e das flores.

E sendo Criador de todos e de tudo, Ele é Pai de todos nós, portanto somos todos irmãos e fomos criados todos iguais, sem sabermos nada para que assim evoluíssemos pelos nossos próprios méritos.

Nenhum de nós foi criado mais inteligente ou bom por nosso Pai Celeste. Para Ele, todos somos filhos queridos e abençoados. Jesus com essa afirmativa quis também nos explicar que somos no mundo uma só família e que, por isso, sendo todos nós irmãos, temos o dever de ajudar-nos uns aos outros.

Se sentirmos Deus como Nosso Pai, reconheceremos que os nossos irmãos se encontram em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los, a fim de sermos ajudados um dia, mais cedo ou mais tarde.

SEXTO MOMENTO:

Desenvolvimento: Narração Contar história

EXISTÊNCIA DE DEUS (Do livro "Pai Nosso", de Meimei / F.C.Xavier)

SÉTIMO MOMENTO:

Material didático: Papel colorido, lápis de cor, canetinha, cola colorida.

Fixação: Desenho, pintura.

1. Depois repetindo a técnica da incentivação inicial, ou seja, pedir que fechem os olhos pensem em Deus, enquanto isso colocar música suave, porém, na incentivação final o evangelizador lê um pequeno texto do livro "Pai Nosso", de Meimei / F.C.Xavier em voz baixa.

2. Depois devolver às crianças as folhas com os desenhos que fizeram na Incentivação inicial para que completem e pintem ou façam colagem.

3. Os pequeninos deverão ser incentivados a mostrar no desenho uma maneira pela qual reconhecem o amor e a inteligência divina.

PRECE FINAL