10 de abril de 2015

Aula - Bem Aventurados os Aflitos

Objetivos:
o   Identificar e compreender a presença da Justiça e Bondade Divinas em nossas aflições, na dádiva do esquecimento do passado. Buscando esclarecer que o esquecimento do passado não nos tira as boas experiências e resoluções, estas se tornam nossa voz da consciência.
o    Compreender que o esquecimento do passado nos auxilia a perceber as dificuldades de hoje como possibilidades de reajuste e oportunidades de progresso em nossa jornada evolutiva.
o   Levar o evangelizando a compreender que na vida haverá dores e aflições, mas o modo com o qual lidamos com isso é que será o diferencial na proposta com o Cristo.
o     Compreender a resignação como submissão à vontade de Deus (“...Seja feita a vossa vontade, assim na Terra como nos Céus...”) e identificar a fé “como o remédio do sofrimento, pois ela mostra sempre os horizontes do infinito...”                                                                                                                
o   Conscientizar o evangelizando sobre a importância do otimismo e da confiança em Deus na certeza de que o Pai a nenhum dos seus filhos desampara por mais áspera que seja a crise e por maior que seja o sofrimento ou desilusão.
o   Conscientizar o evangelizando da importância de observar seu próprio caminho, vigiando-se intimamente para bem utilizar o patrimônio que o Senhor lhe concedeu, bem como a importância do esforço em suportar as provas que nos são apresentadas.                                              
Referências – O Evangelho Segundo o Espiritismo
o   Cap. 5 – BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS
Referências – O Livro dos Espíritos: Questões: 44, 165, 192, 536, 540 e 943 a 957
Outras Referências:
- Vinha de Luz. Lições 52 e 75;
- 52 Lições de Catecismo Espírita. Cap. 19 e 44;                         
- Boa Nova. p. 79;
- Fonte Viva. Lições 1, 8, 12, 26, 30, 31, 36, 52, 57, 75, 103;
- Palavras de vida eterna. Lição 107     
- Pai Nosso. Cap.6;
- Renúncia; Ave Cristo; Caminho, Verdade e Vida. Lições 23, 124 e 163.

Abordagens atuais:
o   Felizes aquelas pessoas que não se queixam da vida pelas suas dores e que são capazes de aprender com elas para seu engrandecimento e renovação espiritual.
o   Compreender que somente as provas bem suportadas podem nos conduzir ao Reino de Deus(felicidade).                      
o   Identificar a fé “como o remédio do sofrimento, pois ela mostra sempre os horizontes do infinito.”                    
o   Valorizar a vida como oportunidade valiosa de evolução concedida por Nosso Pai Maior.                          
o   Conscientizar o evangelizando da importância do otimismo e da confiança em Deus na certeza de que o Pai a nenhum dos seus filhos desampara por mais áspera que seja a crise e por maior que seja o sofrimento ou desilusão.  
o   Conscientizar o evangelizando da importância de observar seu próprio caminho, vigiando-se intimamente para bem utilizar o patrimônio que o Senhor lhe concedeu.
Prece inicial
Primeiro momento: LEVEZA NO CORAÇÃO
OBJETIVO: Perceber características de nossas emoções.
MATERIAL: Objetos leves e pesados diversos; Lousa ou quadro branco.
COMO APLICAR:
      Dispor os objetos no chão ou sobre uma mesa, explicando as crianças que ali temos objetos leves e pesados e pedindo que aquelas que queiram venham experimentar levantá-los.
      Divida a lousa em dois, escrevendo, de um lado, LEVE e, de outro, PESADO. Converse com as crianças sobre o que significam estas palavras para elas, e anote. Uma das características do leve é ser "fácil de carregar", enquanto o pesado é "difícil de carregar".
      Pergunte se elas já perceberam que há sentimentos fáceis de carregar, e outros que parecem pesar em nosso coração, no nosso rosto, no nosso jeito de andar.
Como caminha uma pessoa que suportam problemas e dificuldades sem se revoltar, mas não se abate diante do sofrimento, esforça e trabalha no bem com amor, confia em Deus e em Jesus que todas as coisas têm propósitos e são para seu bem, tem coragem e determinação para enfrentar e superar as situações? (Tem sentimentos leves no coração, sente-se bem e caminha em paz e com tranquilidade)
Como caminha uma pessoa que com problemas e dificuldade vive reclamando, lamentando, choramingando, revoltado, “culpa tudo e a todos, Deus e o mundo”, não luta e desanima, desconta a dor nos outros? (Tem sentimentos pesados, sente-se mal sempre e caminha angustiado e infeliz)
      Peça sugestões sobre sentimento LEVE e PESADO anotando no quadro, e que fazer com sentimentos que pesam dentro de nós.
Sentimentos bons como amor, perdão, fé, coragem são leves; sentimentos maus como mau humor, revoltado, lamentando, desanimado são pesados.
Segundo momento: 
DESENVOLVIMENTO:
- Inicie o tema de estudo, com a seguinte pergunta:
  O que significa a palavra: "Bem Aventurado"?
- Observem as respostas dos alunos e informe que no dicionário Michaelis significa:  muito feliz.
- Bem-Aventurança = Grande felicidade.
- Ler a Bem-aventurança a ser estudada.
- Pergunte: Em que se baseia a felicidade? Em bens materiais ou espirituais? Como podemos encontrá-la?
Aguardem as respostas. Certamente, elas convergirão para o aspecto espiritual.
- Quantos de vocês já tiveram uma grande tristeza e quer relatar? Como você reagiu? Como venceu a dificuldade (ou Não venceu)? Revoltou-se contra Deus? Ou aceitou com resignação?
Por que uns sofrem mais do que os outros? Por que nascem uns em ambiente de extrema miséria sem oportunidade de uma vida digna e outros nascem na riqueza com todas as oportunidades nas mãos? Por que uns se esforçam e nada conseguem, ao passo que para outros tudo sorri? Por que sofrem criancinhas? Sendo Deus Bom e Justo, por que as diferenças.

Uma das grandes questões existenciais sempre foi nosso desejo em compreender o porquê do sofrimento. Pelo desconhecimento de suas causas, milhões de pessoas se revoltam, se desesperam, entram em depressão, vivem com medo e tantos outros sentimentos negativos. Alguns procuram a religião para entenderem, consolarem-se, ou buscam milagres que mudem suas vidas, sem desejarem mudanças interiores. E não percebem que a mudança de suas vidas depende da mudança de seu sentimento e do seu comportamento. Assim e somente assim, que acontece o milagre – pela transformação de si mesmo, pela tríade: sentir, pensar e agir.
                                                      
                                                                                 
É as ações no mal proceder, que origina a doença e o sofrimento.
Podemos praticar o mal, pois temos o livre-arbítrio ou liberdade para fazer escolhas, mas temos que aguentar as consequências do que fazemos. E a lei que corrige as nossas más escolhas é Lei de Ação e Reação, que funciona assim: todos os atos nossos praticados é seguido de uma consequência. Ato Bom traz boas consequências. Ato Mal traz más consequências. E a escolha é nossa, pois temos o livre-arbítrio para fazer escolhas, mas temos que aguentar as consequências do que fazemos. E as consequências de praticar o mal: reencarnação de dificuldade seja ela, pobreza, doença, limitações físicas, etc., a gravidade da dificuldade é relativa ao mal que fizemos.
Todos os que sofrem é porque não usaram o seu livre-arbítrio para a prática do bem.
Muitas vezes antes de reencarnar pedimos e escolhemos nossas provas, por isso é nosso dever aceitar com coragem, sem murmurar, todas as dificuldades e sofrimentos que a vida impõe.
Para isso é preciso ter fé, mas fé raciocinada, ou seja, compreender que toda dor e sofrimento tem uma causa que pode ser uma forma expiação (prova muito difícil) do passado dessa vida ou de outra como forma de quitar dividas com a lei divina, como evolução espiritual.
Jesus conhecia todas as nossas dificuldades sabia das fraquezas intimas, e trouxe a receita da felicidade que deveria ser praticada, é o Sermão da Montanha. Nesse momento pedir a um evangelizando que o leia.
Não confundam, pois, Jesus não estava falando de tristezas como, ficar triste porque não tinha dinheiro pra comprar um Iphone, comprar um carro, e etc. Ele consola os que passam por grandes privações.
Jesus diz que é Bem Aventurado ou, é Feliz aquele que sofre com resignação e luta contra seu interior para se melhorar moralmente, encarar os problemas da vida como aprendizado.
Na realidade, Bem Aventurados somos todos nós desde que sigamos as Leis de Deus.
Não precisamos necessariamente passar por todas as dores e sofrimentos para sermos bem aventurados. Se escolhermos seguir sempre a lei de amor, que é a pratica da benevolência, caridade, perdão, tolerância, etc., necessariamente não é preciso passar por provações, pois não se está transgredindo as Leis divinas. E uma vez transgredindo-as, estamos submetidos a: A lei de ação e reação.
Cada existência é planejada, com antecedência, no Mundo Espiritual, antes da reencarnação. A duração da existência, saúde, doenças mais sérias, riqueza, pobreza fazem parte do planejamento. E todos os espíritos reencarnam com o objetivo de progredir, de só fazer o bem e de resgatar as dívidas contraídas em outras existências. Ninguém vem a Terra para fazer o mal e sofrer.
Se você encara as situações e a sua vida difícil, com coragem e otimismo, você não sofrerá. Sofremos pela forma que encaramos a vida! Pela forma que vemos as pessoas, as situações! Se não nos desesperamos, esperamos, trabalhamos pelo melhor de nós e de todo nosso viver será leve. Se encararmos com mais paciência, perdão, fraternidade, vemos com bondade, ouvimos com caridade, sentimos com sinceridade, somos os Bens Aventurados que o Sermão da Montanha se refere.
Depois de reencarnados, os espíritos conservam o livre- arbítrios, e podem desviar-se dos rumos traçados no Mundo Espiritual. Deus não intervém no livre arbítrio, para que possamos crescer com nossos erros e acertos, mas sempre nos amparando, pois todos nós temos destino futuro certo que é a perfeição.
Existe um BEM sofrer e MAL sofrer.
Se eu passo por situações que me façam sofrer e ficar reclamando, lamentando, revoltar, “culpar tudo e a todos, Deus e o mundo”, não lutar e desanimar, descontando a dor nos outros... É uma forma de sofrer, mas é uma forma Mal de sofrer, e se assim agirmos sofreremos mais, e fazemos os outros que amamos e convivemos sofrer também.
Aquele que sofre BEM é resignado, Suporta problemas e dificuldades sem se revoltar, mas não se abate diante do sofrimento, esforça e trabalha no bem com amor, confia em Deus e em Jesus que todas as coisas têm propósitos e são para seu bem, tem coragem e determinação para enfrentar e superar as situações; é otimista que coisas boas o aguardam. São estes que dizia em seu Sermão da Montanha, “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.”
O homem pode suavizar ou agravar a amargura de suas dificuldades pela maneira de encarar a vida terrena.
Alonga o sofrimento quando murmuram; os que não têm paciência nas aflições; os que falam contra a pobreza em que vivem; os que não se contentam com o que possuem; os que usam a riqueza apenas para a satisfação de seus caprichos; os que usam da força apenas para oprimir os fracos; todos esses não sabem cumprir suas provas nem suportar suas expiações, estes sofrem mal ou não sabem sofrer.
Encurta o sofrimento quando aceita as aflições sem ódio, mágoa ou revolta, ainda que chore por desabafo, este é o bem sofrer. É preciso ter coragem para enfrentar os problemas quaisquer que eles sejam, pois, na realidade, são consequências de nossas atitudes menos felizes nas vidas passadas, ou então são necessárias á nossa própria evolução. Somente as provas bem suportadas podem conduzir ao Reino de Deus ou a paz, a tranquilidade, a felicidade. Ninguém recebe uma prova ou expiação superior suas forças, as provas na Terra são justas, pois Deus é justo e bom.
Podemos, então, concluir que:
a) se sofremos é porque, por ignorância ou rebeldia, ficamos em débito com a Lei Divina, seja nesta ou em anteriores vidas;
b) Fomos criados para a felicidade completa, no entanto, só a conheceremos quando formos perfeitos; e para que isso ocorra necessitamos das várias e sucessivas experiências encarnatórias, através das quais vamos depurando, vamos reajustando o espírito, reajuste este que se dá por meio das provas, expiações sofrimentos e dores e pela forma pela qual os vivenciamos.
As provas têm o objetivo de exercitar a inteligência, a paciência e a resignação. Lembrem-se tudo que vivemos são possibilidades de crescimento pessoal. 
Terceiro momento: 1ª DINÂMICA: O QUE VOCÊ SENTE? 
Objetivo: Fazer o evangelizando descobrir que uma vida futura de felicidade depende da construção de um mundo interior onde as virtudes reinem e comandem nossas ações.
Material: Cartela, lápis.
Desenvolvimento: O evangelizador entregará a cada evangelizando uma cartela com a gravura imprimida e um lápis (gravura abaixo). Em seguida explicará que esses irão escutar três histórias diferentes e que deverão marcar em cada quadro o sentimento quem têm ao ouvir as músicas.
(contar duas situação de revolta e irresignação, outra de fé e coragem. No final, dizer que a situação podia ser diferente e contá-la novamente, mas positivamente)
No final pedir os evangelizando para lerem suas respostas e conversar com eles os seguintes pontos: Será que todos nós temos os mesmos sentimentos e reações em situações difíceis? Revolta, lamentação, pessimismo, desânimo é solução para os problemas? Quais sentimentos deveriam ter em situações como 1? 2? e 3 ?
Reflexão: Estamos construindo a cada nova existência nossa felicidade, mas para que isso seja possível, precisamos ter vontade de nos transformar, fé, coragem e perseverança nas dificuldades e de buscar na prática das virtudes as respostas para superar nossas dificuldades. Que possamos lembrar que o nosso futuro é resultado do nosso presente, desse modo, construamos mais momentos de alegria e paz para conseguir encontrar a felicidade que tanto desejamos.
Concluindo: Perguntá-los a história poderia ser diferente se entre os personagens da história houvesse FÉ, CORAGEM, OTIMISMO, RESIGNAÇÃO?
A seguir, contar a história com os mesmos personagens, porém estes enfrentando as situações com fé, coragem, otimismo e resignação.

2ª Dinâmica - Receita para Felicidade
Após a explicar que “Bem-aventurados” quer dizer “Felizes”, e que a Receita para ser feliz e fazer os outros felizes pode ser feita por qualquer pessoa em qualquer tempo, e ser oferecida a todos que se encontra no caminho. Entregue um pedacinho de papel e peça para cada criança escrever algo muito importante para que exista felicidade em nossa vida, por exemplo: carinho, fé, união, amor, etc.
 Obs.: O evangelizador deverá levar uma caixa de papelão com o desenho de um fogão e colocar na sala antes de iniciar a aula. Fazer um corte na tampa para que os papéis sejam colocados direto no "forno". E ao abri-la eles terão uma supresa!!!
Pois, dentro da caixa o evangelizador deve colocar um bolo de verdade, doces, etc. Evitar que as crianças não percebam, e servir no final da dinâmica.
* A dinâmica foi um sucesso na minha salinha! As crianças adoraram! Foi uma festa!
Diga que vamos fazer uma receita com todos os ingredientes que não podem faltar para a felicidade ser completa. Comece a ler a receita abaixo, à medida que você for lendo o ingrediente, cada um vai ler o seu papelzinho e colocá-lo dentro da caixa pelo orifício.
Receita de Felicidade: Na panela do seu coração, coloque todos estes ingredientes:
- 2 xícaras de ...
- 3 colheres de sopa de ...
- 4 colheres de ...
- 2 pitadas de ...
- 1 dúzia de ...
- 1 lata de ...
- A mesma medida de ...
- 1 litro de ...
- 1 caixa de ...
- 1 pacote de ...
- 500 gramas de ...
- Uma porção de ...
- 2 quilos de ...
- 1 pedacinho de ...
- 2 copos de ...
- 1 pitada de ...
Modo de preparo: dizer que a receita é bem simples: misture todos os ingredientes dentro de seu coração e deixe lá para sempre, se esforçando em todos os momentos para colocá-los em prática. Com todos esses sentimentos/atitudes, certamente você se tornará uma pessoa melhor e muito feliz, pois terá Jesus em seu coração.
               Prece Final
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Situações 

1ª HISTÓRIA DE ALBERT
Albert vivia na extrema pobreza com fome e sem educação com sua família ou pais e seis irmãos. Comiam uma vez por dia, não tinha como estudar, conseguiu apenas a fazer o 1º grau.
Não tinha fé e nem crença em Deus, vivia revoltado, pedia até esmola e às vezes roubava os distraídos. Não estudou não tinha condição e por achar difícil trabalhar e estudar. Um dia fumou maconha e gostou acabando viciando, foi preso varias vezes e um dia teve problema de saúde grave e ficou com um lado do corpo paralisado vivendo infeliz e  revoltado à custa de caridade dos outros.

A história de Albert poderia ser diferente?
Albert vivia na extrema pobreza, com fome e sem educação com sua família ou pais e seis irmãos. Comiam uma vez por dia, não tinha como estudar, conseguiu apenas a fazer o 1º grau, mas mesmo assim procurou estudar. Estava determinado a fazer tudo o que pudesse para receber algum tipo de educação. Sempre que podia ia a uma pequeníssima biblioteca da sua localidade, lia livros de ciências, especialmente de biologia e mesmo não entendendo muitas vezes os idiomas de alguns livros, via os diagramas e as fotos para aprender as palavras ao redor delas.
Lutou e trabalhou desde os 8 anos fazendo qualquer tipo de serviço, rapazinho trabalhava o dia todo e estudava a noite passando no vestibular de medicina com as melhores notas em faculdade gratuita. Mesmo assim passou fome e nem tinha o que vestir para pagar os livros, mas venceu e formou-se. Hoje em dia é um médico que cuida de sua família e dos doentes mesmo que não possam pagar por consultas e ainda compra remédios para os mais pobres.  Caridoso, fraterno e humilde foi o que Albert se tornou, mesmo diante das grandes dificuldades não se abateu.

2ª HISTÓRIA DE TONY
Era uma vez uma linda criança, ele se chamava Tony e vivia pelas ruas da cidade, morava de baixou de uma ponte ele não conheceu seus pais. Não tinha que comer, ninguém o ajudava não davam nem esmola para ele pensando que era um ladrão de rua, quando conseguia o que comer era os restos de comidas que tirava das latas de lixo do restaurante.
Um dia, como ninguém estava ajudando decidiu roubar, e desde esse dia não parou. Era preso e apanhava, quando o soltavam voltava a roubar, assim cresceu e tornou-se mau e bandido até um dia ir para prisão. Passou metade de sua vida lá.

A história de Tony poderia ser diferente?
Era uma vez uma linda criança, ele se chamava Tony e vivia pelas ruas da cidade, morava de baixou de uma ponte ele não conheceu seus pais. Não tinha que comer, ninguém o ajudava não davam nem esmola para ele pensando que era um ladrão de rua, quando conseguia o que comer era os restos de comidas que tirava das latas de lixo do restaurante.  
Ele acreditava em Deus e tinha fé. Um dia, tomou uma decisão em vez de pegar os alimentos da lata de lixo do restaurante pediu para trabalhar em troca de comida, e conseguiu. Mas depois do serviço não tinha aonde ir, dormia debaixo de uma ponte. Tony era muito simpático e alegre e conquistou amizades de clientes do restaurante.
 Até que um dia, um simpático casal conheceu o menino e sua história e decidiram adotá-lo.
Anos depois adulto, estudou formando-se em assistência social e procurava nas ruas os meninos de ruas e os ajudavam a encontrar emprego, escola, família ou abrigo que os encaminhassem nos caminhos do bem.

3ª HISTÓRIA DE FERNANDA
Fernanda era muito doente desde que nasceu, tinha leucemia. Fraquinha, por causa da doença, não brincava como as outras crianças.  Chorava revoltada e dizia que não acreditava em Deus porque Ele era injusto. Nada queria fazer, não brincava e não estudava e seus pais tristes não a forçavam.
Adulta não trabalhava porque se dizia sempre incapaz pela doença que a acometia. Era triste, pessimista e queixosa. Cresceu dependente dos outros e não se esforçava em nada. Vivia da compaixão da família muito infeliz.

A história de Tony poderia ser diferente?
Fernanda era muito doente desde que nasceu, tinha leucemia. Fraquinha, por causa da doença, não brincava como as outras crianças. Sua família era muito pobre e tinha mais duas irmãs. Todas as noites ao lado de sua mãe rezavam e agradecia a Deus por sua vida mesmo que não compreendesse o porquê o Senhor deu-lhe um corpo tão doente.
Era alegra gentil e carinhosa, procurava ajudar no que podia em casa e os amigos, confiava que Deus reservava  para ela algo especial e não se desanimava.
Ela cresceu com a doença não limitando sua vontade, e com apoio de amigos e seus pais estudou música e se dedicou a ela. Tornou-se uma pianista muito talentosa e feliz.

 "Nós podemos construir um futuro diferente para nós mesmos. Basta pensar, sentir e agir com Amor."


* Histórias fictícias, criadas para as crianças compreenderem como a forma de enfrentar as dificuldades de sentir e agir pode mudar as pessoas e suas existências.