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9 de dezembro de 2017

Parábola do Festim de Bodas

PLANO DE AULA

PARÁBOLA DO FESTIM DE BODAS

“Jesus convida a todos para a grande festa”.

Bibliografia: evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 28; SCHUTEL, C. Parábolas e Ensinos de Jesus

Harmonização e Prece Inicial

PRIMEIRO MOMENTO: ATIVIDADE DINÂMICA

Iniciar o diálogo dizendo: que fomos convidados para uma grande festa!
O convite quem trouxe é alguém muito especial. Aqueles que tiverem a ventura de participar desse banquete e da festa vai precisar se trajar adequadamente. Esse traje será uma conquista deles (evangelizando). Portanto, será necessário fazer uma seleção. Que não podem mentir e nem inventar situações, que sejam honestos e sinceros.
Distribuir lápis e papel para todos, e dizer aos evangelizando que eles deverão escrever 3 coisas boas que eles poderiam fazer para alguém e 3 coisas boas que eles já tenham feito a alguém.
Recolher os papéis e dizer-lhes que após as aulas discutiremos sobre o resultado (levar os papéis para outra sala, e dizer que serão avaliadas).
Dizer aos evangelizando que para facilitar o entendimento deles em relação a essa festa e o banquete, que contará uma parábola.

SEGUNDO MOMENTO: Contar a parábola do “Festim de Bodas”.

Nesta parábola, Jesus utiliza um fato comum (festa de casamento) para nos transmitir importantes ensinamentos espirituais.
Nessa parábola, precisamos identificar as personagens e entender o papel que cada uma representa na parábola.
O REI é DEUS.
A FESTA: uma comparação com o reino dos céus (estado de alma ou local onde o espírito retorna após o desencarne) onde tudo é paz e felicidade.
O BANQUETE: são os ensinamentos espirituais; se, por um lado, os ALIMENTOS fortalecem o corpo, os ENSINOS ESPIRITUAIS fortalecem o Espírito. E é desse alimento que Jesus nos fala na parábola.
CONVIDADOS: os primeiros convidados são pessoas que estão presas e muito voltadas para as coisas materiais e indiferentes para as coisas espirituais.
* Os primeiros convidados na época que Jesus dizia eram os hebreus e os últimos eram todos os povos do mundo, que na época eram os saduceus, fariseus e gentios. O povo hebreu eram os que mais possuíam possibilidade de compreender a lei divina, porque eram monoteísta (creem em um Deus único).
O convite permanece até os dias de hoje, aqueles que seguem a Jesus e praticam o que Ele ensinou, vestiu-se das vestes necessárias para participar de uma existência futura de paz e felicidade.
Os SERVOS: são os profetas, apóstolos e missionários, que Deus envia à Terra de tempos em tempos.
A VESTE NUPCIAL: A veste nupcial é a imagem da pureza de coração, de sentimento, de pensamento e de ações; representa a alma virtuosa.
OS POBRES, coxos, aleijados são os que não possuem bens materiais, eles representam que não é a aparência ou bens que nos fazem dignos da veste nupcial, mas as virtudes que temos em nosso íntimo.
O servo encarregado do convite ao dizer: "Ainda há lugar para os que quiserem comparecer", ou seja, a grande festa está aberta para receber todos os que estão se trajando adequadamente.
Muitos são chamados para esse grande banquete, e são em pequenas atitudes que somos convidados diariamente. Assim então, quando você vê um colega de escola tímido que precisa de ser acolhido por outros colegas e você acolhê-lo como amigo, alguém precisando de ajuda e vai ajudar, um colega que te provoca para briga e você procura esclarecer o se recusa a responder e brigarem, etc., são diversas situações, como desculpar sempre sem guardar ressentimento, desejando o bem de quem fez o mal, são tantos convites que recebemos todo o tempo, que se não os aproveitamos, façamos de agora para frente.
Muitos de nós somos chamados, mas muitos de nós ignoramos, damos desculpas, recusamos, e poucos aceitam fazer o bem e seguir e praticar o que Jesus ensinou.  
Consequência: vamos adiando indefinidamente o que mais importa em nossa vida, que é a iluminação de nossa alma. A responsabilidade é nossa pelas escolhas, por exemplo, se damos mais importância para uma vida muito material e ignorarmos a vida espiritual. Aqui na Terra estamos de passagem, é a escola, e é lá no mundo dos espíritos que é nosso real lar.

TERCEIRO MOMENTO: Após terem compreendido o motivo da dinâmica inicial, devolver os papéis a eles, e aqueles que desejarem podem comentar sobre a importância de refletirmos como estamos agindo e reagindo com as pessoas. E sobre os convites que recebemos diariamente de Jesus para participarmos desse banquete de felicidade eterna.

QUARTO MOMENTO: Atividade.


PRECE FINAL

ATIVIDADE





QUADRINHOS




 MONTANDO MAQUETE



















21 de junho de 2013

ATIVIDADE - O Bom Samaritano



MONTE UMA MAQUETE
colorida













O Material ou o kit com as figuras coloridas  você pode adquirir pelo site abaixo:
colora e MONTE A MAQUETE










O BOM SAMARITANO

Do livro: HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU
CLÓVIS TAVARES

O BOM SAMARITANO

(Lucas, capítulo 10º, versículos 25 a 37)

Um dia, um pobre homem descia da cidade de Jerusalém para uma outra cidade, Jericó, a trinta e três quilômetros daquela capital, no vale do Rio Jordão.
A estrada era cheia de curvas. Nela havia muitos penhascos, em cujas grutas era comum se refugiarem os salteadores de estradas, que naquele tempo eram muitos e perigosos.
O pobre viajante foi assaltado pelos ladrões. Os salteadores usaram de muita maldade, pois, além de roubarem tudo o que o pobre homem trazia, ainda o espancaram com muita violência, deixando-o quase morto no caminho.
Logo depois do criminoso assalto, passou por aquele mesmo lugar um sacerdote do Templo de Salomão. Esse sacerdote vinha de Jerusalém, onde possivelmente terminara seus serviços religiosos, e se dirigia também para Jericó. Viu o pobre viajante caído na estrada, ferido, meio morto. Não se deteve, porém, para socorrê-lo. Não teve compaixão do pobre ferido, abandonado no chão da estrada. Apesar dos seus conhecimentos da Lei de Deus, era um homem de coração muito frio. Por isso, continuou sua viagem, descendo a montanha, indiferente aos sofrimentos do infeliz...
Instantes depois, passa também pelo mesmo lugar um levita. Os levitas eram auxiliares do culto religioso do Templo. Esse levita não procedeu melhor do que o sacerdote. Também conhecia a Lei de Deus, mas, na sua alma não havia bondade e ele fez o mesmo que o padre, seu chefe. Viu o ferido e passou de largo.
Uma terceira pessoa passa pelo mesmo lugar. Era um samaritano, que igualmente vinha de Jeru¬salém. Viu também o infeliz ferido da estrada, mas, não procedeu como: o sacerdote e o levita. O bom samaritano desceu do seu animal, aproximou-se do pobre judeu e se encheu de grande compaixão, quan¬do o contemplou de perto, com as vestes rasgadas e sangrentas e o corpo ferido pelas pancadas que rece¬bera.
Imediatamente, o bondoso samaritano retirou do seu saco de viagem duas pequenas vasilhas. Uma era de vinho, com ele desinfetou as feridas do pobre homem; outra, de azeite, com que lhe aliviou as do¬res. Atou-lhe os ferimentos e levantou o desconhecido, colocando-o no seu animal. Em seguida, condu¬ziu-o para uma estalagem próxima e cuidou dele co¬mo carinhoso enfermeiro, durante toda a noite.
Na manhã seguinte, tendo de continuar sua viagem, chamou o dono do pequeno hotel, entregou-lhe dois denários (*) e recomendou-lhe que cuidasse bem do pobre ferido:
— Tem cuidado com o pobre homem. Se gastares alguma coisa além deste dinheiro que te deixo, eu te pagarei tudo quando voltar.
*******
Jesus contou esta parábola a um doutor da lei que Lhe havia perguntado:
— Mestre, que devo fazer para possuir a Vida Eterna?
Jesus lhe respondeu que era necessário amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, de todas as forças e de todo o entendimento; e também amar ao próximo como a si mesmo.
O doutor da lei, apesar de sua sabedoria, perguntou ao Divino Mestre quem é o próximo. Então, Jesus lhe contou a Parábola do Bom Samaritano. Termina¬da a história, o Senhor perguntou ao sábio judeu:
— Qual dos três (o sacerdote, o levita ou o samaritano) te parece que foi o próximo do pobre ho¬mem que caiu em poder dos ladrões?
— Foi o que usou de misericórdia para com ele — respondeu o doutor.
— Vai e faze o mesmo — disse-lhe o Divino Mestre.
*
Entendeu, filhinho, a Parábola do Bom Samaritano?
O doutor da lei queria saber quem ele deveria considerar seu próximo, a fim de amar esse mesmo próximo. Mas, Jesus lhe respondeu indiretamente à pergunta, com outra questão: “Quem foi o próximo do homem ferido?” Jesus indagou do doutor da lei quem soube ter amor no coração para o desconhecido padecente da estrada. E o doutor, que era um judeu (os judeus odiavam os samaritanos), confessou que foi o samaritano.
“Vai e faze o mesmo” — é a ordem eterna do Mestre. O nosso próximo, filhinho, é qualquer pessoa que esteja em nosso caminho; é qualquer alma necessitada de auxílio; é aquele que tem fome, que tem sede, que está desamparado, que está sofrendo na prisão ou no leito de dor...
Que você, meu filho, imite sempre o Bom Samaritano. Esteja sempre pronto para socorrer quem sofre, como o bondoso samaritano fez, sem qualquer indagação ao necessitado.
Que você faça o mesmo, como Jesus pediu. Nunca pergunte, nunca procure saber coisa alguma da¬quele que você pode e deve auxiliar. Não se interesse em saber se o pobre, se o doente, se o orfãozinho necessitado é espírita ou católico, se é judeu ou protestante, se é pessoa branca ou de cor. Não se interes¬se em saber quais as idéias que ele professa ou a política que ele acompanha. Não cultive no coração¬zinho os odiosos preconceitos de raça, de religião ou de cor. Que você olhe apenas as feridas de quem sofre, para pensá-las. Que você enxergue somente a dor do próximo, para aliviá-la.
Imite o Bom Samaritano, filhinho. É Jesus quem pede ao seu coraçãozinho: “Vá e faça o mesmo”, sempre, em toda parte, com quem quer que seja.
Este é o caminho da Vida Eterna, com Jesus.
(*) O denário era uma moeda romana, em curso na Palestina no tempo de Jesus.

Querida criança:
Aqui está mais um livrinho de história para você. Os heróis destas histórias não são dos nossos dias: têm quase dois mil anos...