19 de agosto de 2013

Aula - Desigualdades da Riqueza

Desigualdade das riquezas

O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 16 – NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON
Objetivos:
- Conscientizar os evangelizando que os bens materiais são empréstimos “transitórios” de Deus e que devemos fazer bom uso destes - Ressaltar que o desapego aos bens terrenos consiste em dar à riqueza o devido valor, utilizando-a para si e para o próximo, sem tratá-la com descaso ou indiferença, pois somos usufrutuários, administradores temporários dos bens que Deus nos concede, o seu emprego deve, portanto, ser guiado pelo bom-senso, zelo e responsabilidade.   
 - Esclarecer que Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e poder. Lembrando que Deus em sua infinita sabedoria e amor possibilita a todos, múltiplas existências que são verdadeiras oportunidades de vários e diferentes aprendizados, ora na riqueza ora na pobreza.
- Sensibilizar sobre a importância da fé em Deus, da oração e da vigilância diárias em nossas vidas, para não sermos escravos da cobiça, da inveja, da amargura, da incompreensão.
- Despertar o evangelizando de que a riqueza é um elemento de progresso moral, espiritual e intelectual. Sendo que o bom uso gera trabalho, pesquisas, descobertas que propiciam avanços, projetos sociais em que muitos podem ser beneficiados.

PRIMEIRO MOMENTO: Contar a história: O Pequeno herói Anônimo, explorando a história.


SEGUNDO MOMENTO: Apresentar gravuras (apresentei as gravuras no PowerPoint), e à medida que as apresenta fazer os questionamentos abaixo aplicando o tema da aula:
Criança rica / Criança pobre / Casa pobre / casa Rica
Criança sadia / Criança paralítica / Criança branca / Criança negra

Perguntar: Porque existem tantas diferenças? Uns com saúde e beleza, outros doença e deficiências físicas? Outros com retardo mental e outros com grande inteligência? E por que na Terra existem homens ricos e pobres?

Responder: Na riqueza e na Pobreza por dois motivos:

1.      Por causa das diferenças das capacidades (talentos) e pelo empenho pessoal durante a vida.
2.      Porque Deus dá provas diferentes a homens diferentes na reencarnação.

· Na riqueza,  o homem tem que suportar não fazer todo o mal que o dinheiro lhe permite realizar.
· Na pobreza,  o homem passa pelas dificuldades da escassez da matéria (alimentação,  vestuário,  etc.), devendo fazê-lo sem queixas,  resignado.

Riqueza e pobreza nada mais são que provas pelas quais o Espírito necessita passar com objetivo mais alto de progresso. Deus concede a uns a prova da riqueza e a outros a da pobreza para experimentá-los de modos diferentes.

A pobreza é para os que a sofre, a prova da paciência e da resignação.

A riqueza é para os que a usufruem, a prova da caridade e da abnegação.

Desigualdade de riquezas, de saúde, de condições sociais, raças, etc., são então situações definidas antes de nascermos como provas para nossa evolução espiritual.

Muitas diferenças na Terra como saúde e beleza, doença e inteligência é muitas vezes são provas, com freqüência, escolhidas pelos próprios Espíritos, que nelas já sucumbiram. Por exemplo, se foi belo e isso lhe serviu de queda, pede a imperfeição física para não recair em novas faltas; se foi inteligente e usou sua inteligência para fazer sofrer e para o mal, ele deforma seu corpo espiritual e ao reencarnar seu perispírito molda um cérebro deformado e ele não poderá usar sua inteligência naquele corpo físico.


Os Espíritos escolhem as suas provas, conforme as suas faltas:
1) Uns, escolhem uma vida de privações ou a pobreza.
2) Outros, preferem vencer as tentações da riqueza.

Lembrando que por riqueza não se pode considerar somente dinheiro, e sim, aquilo que possuímos: o corpo, o Lar, os amigos, a capacidade de pensar, os conhecimentos espirituais, etc.
Tanto uma quanto outra são provas muito difíceis, porque se na pobreza o Espírito pode ser tentado à revolta e à blasfêmia contra o Criador, na riqueza expõe-se ele ao abuso dos bens que Deus lhe empresta, deturpando-lhe os objetivos elevados.

Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e poder. Lembrando que Deus em sua infinita sabedoria e amor possibilita a todos, múltiplas existências que são verdadeiras oportunidades de vários e diferentes aprendizados, ora na riqueza ora na pobreza.

É preciso que entendamos sempre: a existência no corpo é passageira e a morte do corpo priva-nos de todos os recursos materiais de que eventualmente disponha na Terra. Pobres e ricos voltam, portanto, à vida espiritual em idênticas condições, o que mostra que a condição de rico e a condição de pobre não passam de expressões passageiras. Os únicos bens que levamos é o bem que espalhamos, as dores que aliviamos, os sorriso que despertamos, enfim, as virtudes do coração.

TERCEIRO MOMENTO: 

Desenvolvimento: o mundo em que vivemos está repleto de desigualdades que despertam em nós sentimentos positivos e negativos. Conversar quais são e ouvir.
(positivos: fraternidade, compreensão, bondade, tolerância, aceitação e outros que constituem o conjunto das virtudes humanas. Negativos: incompreensão, revolta, tristeza, desalento, desesperança, que nos fazem sofrer) 


Esses dois tipos de sentimentos nos mostram o nosso grau de entendimento da lei divina. Compreender a situação e o momento evolutivo do outro é entender a lei.


Diante os contrastes das desigualdades que a vida nos apresenta tais como: saúde e doença, alegria e tristeza, bondade e maldade, riqueza e pobreza e tantos outros somos convidados a fazer crescer este entendimento da lei divina.

Levantar questionamentos:
- Por que todos os homens não são igualmente ricos? Não são igualmente inteligentes, ativos e trabalhadores? Os homens não são criaturas iguais. Há entre eles os que são mais inteligentes e mais ativos, pois são suas conquistas espirituais. Precisamos experimentar diferentes situações para nossa aprendizagem.
- A desigualdade de riquezas é necessária? Sim, para o desenvolvimento da inteligência e do sentimento, do progresso material e moral.

Concluir com elas: se a riqueza fosse repartida igualmente não haveria estímulos para as descobertas, pesquisas, etc.
A riqueza é desenvolvimento do sentimento, progresso moral quanto do intelectual.
Existem diferenças de riquezas, mas é possível que exista igualdade e bem estar social.
Se o homem praticar lei de justiça, amor e caridade, não haverá diferenças, pois os homens se entenderão.
Tudo isto é decorrente do trabalho do homem.

QUARTO MOMENTO:  SOLIDARIEDADE E CRIATIVIDADE

Objetivos: Técnica ideal para dividir os grupos ou formar grupos diferentes. Ao mesmo tempo, estimular o trabalho em grupos e a solidariedade.

Materiais: Folhas de cores diferentes: azul, verde, rosa e amarela.

Procedimento: Escrever frases relativas ao tema nas folhas de cartolinas. Recortar formando um quebra-cabeças. Misturar todas as cores. Os participantes receberão os pedaços e tentarão formar as frases. Eles não serão informados que as frases estão escritas em folhas da mesma cor. Terão que descobrir por si, ajudando uns aos outros. No final, ao reconstruir as frases, os grupos estão formados pelas cores.

Exemplos de Frases:
A pobreza é para os que a sofre, a prova da paciência e da resignação.
A riqueza é para os que a usufruem, a prova da caridade e da abnegação.
Riqueza e pobreza nada mais são que provas, pelas quais o Espírito necessita passar, tendo em vista o objetivo, que é o seu progresso.
Deus concede a uns a prova da riqueza, e a outros a da pobreza, para experimentá-los de modos diferentes.
Desigualdade de riquezas, de saúde, de condições sociais, raças, etc., são situações definidas antes de nascermos como provas para nossa evolução espiritual.
Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e poder.


QUINTO MOMENTO: Atividade escrita


PRECE FINAL








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