13 de fevereiro de 2011

Histórias sobre Caridade

HISTÓRIAS 1

Querido diário
Hoje tivemos uma aula superlegal! Durante a semana pesquisamos diferentes maneiras de ajudar o próximo e hoje apresentamos. O título era “CARIDADE: Descubra uma maneira de ajudar!”

O Paulo iniciou, porque ninguém queria ser o primeiro a apresentar suas idéias. Ele trouxe um cartaz que dizia: Doe com o coração! Explicou que ao doarmos roupas e calçados eles devem estar limpos e em condições de usar e que a doação deve ser feita com amor.

Patrícia mostrou uma reportagem sobre uma cooperativa de pães, doces e bolachas. A maneira de ajudar é ensinando uma profissão para que as pessoas pobres passem a não precisar mais de doações para sobreviver.

Marisa e João fizeram a maquete de uma escola onde os bonecos eram pessoas adultas aprendendo a ler e a escrever. Mas quem ensinava eram voluntários. A profe Ana explicou que chamamos de trabalho voluntário quando alguém ajuda outra pessoa sem cobrar dinheiro ou agradecimento.

Artur visitou um asilo e contou sobre a alegria de alguns velhinhos em ter com quem conversar. Concluímos que devemos conversar e brincar mais com nossos avós e visitar as pessoas doentes.

Henrique mostrou um sorriso. Primeiro, eu pensei que era para irmos ao dentista, mas depois ele disse que um sorriso não custa nada. E que ser alegre ajuda a nós mesmos e aos outros.

Guilherme contou que alguém o tinha ofendido, mas que ele perdoou, de coração. Disse também que até não se lembrava mais como foi que aconteceu.

Viviane disse que ajuda nas tarefas domésticas no lar: arruma a cama, seca a louça. O pessoal acha chato ter que ajudar, mas concordamos que é importante, pois se cada um ajuda um pouco, tudo fica mais fácil.

Gustavo falou das palavrinhas mágicas: por favor, com licença, desculpe, obrigado. Ele ensinou que boa educação e respeito é caridade conosco mesmo.

Laise trouxe duas bonecas, representando seus irmãos menores. Disse que estava ajudando a cuidar deles sem reclamar.

A minha parte foi dez! Fui lá na frente e não disse nada. Todo mundo esperando que eu dissesse algo e eu muda e séria. Só depois quando todos estavam curiosos é que eu expliquei que, às vezes, ficar em silêncio quando uma pessoa nervosa nos xinga também é caridade.

Foi uma aula ótima. Todo mundo ficou com muita vontade de ajudar os outros. Amanhã mesmo vou visitar minha vó e não reclamar se tiver que tomar conta do Pedrinho.

Para a próxima aula temos que escrever uma frase sobre amizade. Tomara que seja tão legal quanto foi hoje. Já vou dormir, Diário, pois estou com sono. Boa noite!

Claudia Schmidt

HISTÓRIA 2

Compreendendo a caridade
Evangelho no Lar é o momento semanal em que a família se reúne para aprender os ensinamentos de Jesus, orar e também enviar boas vibrações para aqueles que necessitam. Naquela noite, após a prece inicial, Fábio leu o trecho O Óbulo da Viúva em O Evangelho Segundo o Espiritismo (capítulo XIII, itens 5 e 6).

- Acho que não entendi muito bem, disse Susi.

- Vou tentar contar a parábola de outro jeito - disse Dona Janda. Há uma garota muito rica, que tem muitas roupas. Quando ela não gosta mais de uma roupa, coloca em um enorme baú; quando o baú enche, ela doa as roupas em um orfanato e fica esperando que lhe agradeçam.

- Uma outra garota, continuou o pai, não tem muitos brinquedos. Ela costuma brincar com as crianças em um orfanato perto de sua casa e, às vezes, leva um de seus brinquedos para doar àquelas crianças que tem menos que ela. Não espera agradecimentos e doa com amor.

- Qual delas faz a verdadeira caridade? A garota que doa o que sobra e espera agradecimento, ou a que doa pouco, mas faz com amor?

Antes que alguém pudesse responder, o pai continuou:

- E uma outra garota, muito pobre, será que ela pode fazer caridade?

- E o que ela vai dar, se não tem quase nada? - pergunta Susi.

- Amor, carinho, respeito - disse logo a mãe. Ela pode visitar um doente, ajudar um amigo, fazer boas ações, sempre com amor.

Conversando, eles entenderam que a verdadeira caridade é a que realizamos com amor, sem esperar agradecimentos. E que é possível realizá-la doando coisas materiais e através de pensamentos, palavras e ações.

Seguiram, então, enviando vibrações para que todas as pessoas compreendessem e praticassem a verdadeira caridade. Terminaram o Evangelho no Lar com uma prece. Mais uma vez, foi um momento importante de esclarecimento, união e amor daquela família.

Cláudia Schmidt

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